segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Unveiling “Tahrir al-Wasilah” and Khomeini's defenses of pedophilia

 

"Tahrir al-Wasilah” it’s one of the famous books of the former supreme leader of Iranian regime and the great architect of the Islamic Republic of Iran, Ayatollah “Ruhollah Khomeini”. Tahrir al-Wasilah is the main source of the current Islamic rules in Iran and it is part of the centuries-old tradition of commentaries on Islamic jurisprudence (fiqh), including Ayatollah Khomeini’s commentary on socio-political issues such as jihad, ordering good and forbidding evil, sexual relationships and other Islamic jurisprudence problems.
(…)
To those people who were seeking to know its illegible content, I divulged Khomeini’s suggestions to his followers in Part 3, Page 229, Problem 12 of this volume that they can have sexual pleasure with an infant female. The former supreme leader of Iranian regime and the great architect of the Islamic revolution said: A man can have sexual pleasure from a baby. However, he should not penetrate vaginally, but sodomizing the child is acceptable." 
(…)
If a man does penetrate and damage the child then, he should be responsible for her subsistence all her life. This girl will not count as one of his four permanent wives and the man will not be eligible to marry the girl’s sister… It is better for a girl to marry at such a time when she would begin menstruation at her husband’s house, rather than her father’s home. Any father marrying his daughter so young will have a permanent place in heaven.”
(…)
Another point of controversy was Khomeini's suggestions to his followers in Part 3, Problem 12, where he mentions that men can marry and have sexual pleasure with females under the age of nine (including infants) as long as there is no vaginal penetration. Intercourse with a woman is not allowed unless she attains the age of nine years regardless whether the marriage is permanent or temporary. There is, however, no objection in other enjoyments like touching lasciviously, hugging and rubbing the thighs, even with a suckling infant.

Tahrir al-Wasilah (4 volumes) by Khomeini, Ruhollah (2001)
Translated by Reza Naqavi, Ali. 
Institute for Compilation and Publication of Imam Khomeini’s Works.
(With Wipedia and AI Google) 


𝐆𝐄𝐑𝐌𝐀𝐍 𝐒𝐂𝐇𝐎𝐎𝐋 𝐖𝐇𝐄𝐑𝐄 𝟗𝟎% 𝐀𝐑𝐄 𝐌𝐈𝐆𝐑𝐀𝐍𝐓𝐒 𝐁𝐑𝐀𝐍𝐃𝐄𝐃 𝐌𝐎𝐒𝐓 𝐃𝐀𝐍𝐆𝐄𝐑𝐎𝐔𝐒 𝐈𝐍 𝐓𝐇𝐄 𝐂𝐎𝐔𝐍𝐓𝐑𝐘

 

 
 
A Karolina-Burger-Realschule Plus em Ludwigshafen, na Alemanha, foi apelidada pelo jornal BILD como "a escola mais perigosa do país". A escola é caracterizada por uma  crise severa e contínua de violência, vandalismo e caos institucional. Embora não exista um ranking oficial que comprove cientificamente esse título, a gravidade e a recorrência dos incidentes chamaram a atenção dos media nacionais e internacionais. 

Principais Incidentes e Estatísticas e Intervenções Policiais: 
Entre 2022 e 2024, a polícia foi chamada à escola 121 vezes, resultando na abertura de 118 processos-crime. 
Agressões Graves: 
Em um dos episódios mais graves, uma aluna de 16 anos entrou na sala dos professores armada com uma faca e atacou um docente, num caso investigado como tentativa de homicídio por negligência/tentativa de homicídio.

Ataques com Gás: Em janeiro de 2026, o uso intencional de gás irritante/pimenta no recinto escolar ao longo de três dias consecutivos deixou 40 alunos e professores feridos, levando à hospitalização de cinco estudantes e à expulsão permanente de três infratores. 
 
Vandalismo Extremo: Cartas e relatórios de professores expuseram uma rotina de sanitas propositadamente inundadas, paredes destruídas, foguetes detonados dentro das salas de aula e urina espalhada pelos corredores. 
 
Repercussões e Medidas de Emergência, Protesto e Baixas Médicas: Cerca de um terço do corpo docente (17 dos 54 professores) declarou simultaneamente incapacidade médica por esgotamento e falta de segurança, recusando-se a regressar sem apoio estatal concreto.

Demissão da Direção: Em agosto de 2026, o Ministério da Educação da Renânia-Palatinado interveio diretamente, afastando o diretor da instituição e anunciando uma reestruturação profunda na gestão devido à incapacidade de conter a crise. 
 
Exigências de Segurança: Representantes dos estudantes vieram a público através da emissora SWR exigir a contratação de equipas de segurança privada e a instalação de videovigilância para conter os constantes falsos alarmes de incêndio. 
 
A situação na escola — onde cerca de 90% dos alunos têm contextos familiares ligados à imigração — transformou-se num debate político central na Alemanha sobre a integração, a falta de recursos na educação pública e a segurança de funcionários e estudantes em bairros sociais considerados "focos de tensão" (Brennpunktschulen).
 
(com Google IA) 

29 muslims raped a single 13-years-old girl in UK; german schools with 90 % migrants are the most dangerous; Democrats and Republicans in USA universities; Malay can fly, says uiversity professor; transgender says that children of "bigot" who don´t want boys in girl's bathrooms should be expeled; Palestine for queers; No taser or pepper sprays for police, says the Green Party; Muslim should be deported; há algumas décadas, o brancos foram expulsos de África. Porque diabo é que os africanos aora querem vir para a Europa? Lobsters and abortion

 












Mamdani aide does't pay rent for four years;

 




Immigrants complaints about the hotel conditions; night lfe in France; muslim threath to kill policeman; some things shouldn't exist; Muslims don't want 9/11 being teached in schools; african harasses woman in the subway


 







Some statistics on crime, in UK

 


Passos Coelho e a sua opinião sobre Luís Neves

 


"Lei das burcas" em vigor a partir de 23 de setembro

 

O diploma que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos, conhecido como "lei das burcas", foi hoje publicado em Diário da República e entra em vigor no dia 23 de setembro, prevendo coimas até três mil euros. A lei 58/2026 proíbe a utilização, em espaços públicos, de "roupas destinadas a ocultar ou a obstaculizar a exibição do rosto" e determina que é proibido "coagir qualquer pessoa a ocultar o rosto por motivos de género, religião, idade ou origem".

São considerados espaços públicos as "vias públicas, bem como os locais abertos ao público, afetos ao serviço público, os locais onde sejam prestados serviços geralmente acessíveis aos cidadãos". A violação da proibição da ocultação do rosto "é punível com coima de 150 euros a 750 euros, em caso de negligência, e de 400 euros a 3.000 euros, em caso de dolo".

O diploma prevê pena de prisão até dois anos ou multa até 240 dias para quem forçar outra pessoa a ocultar o rosto, agravando-se em um terço quando a vítima seja menor. As novas disposições legais entram em vigor no dia 23 de setembro, 30 dias após a publicação em Diário da República. O diploma admite exceções por motivos de saúde ou profissionais, artísticos ou publicidade e não é aplicável "em aeronaves, instalações diplomáticas e consulares, bem como em locais de culto ou noutros locais sagrados".

Também não é aplicável perante "motivos relacionados com a segurança ou devido às condições climáticas ou sempre que tal decorra de disposição legal que o permita". A fiscalização do cumprimento da lei é da competência das forças de segurança, cabendo à câmara municipal instruir os processos e aplicar as respetivas coimas. O diploma, que suscitou polémica, dividindo o Parlamento, foi promulgado no passado dia 18.

Admitindo que a matéria é "de grande sensibilidade social e cultural", em que é difícil definir fronteiras e "valorizar de forma equilibrada direitos e deveres", o Presidente da República disse que decidiu promulgar "após as alterações legislativas introduzidas". Na nota em que divulgou a promulgação, António José Seguro considerou que "o rosto destapado constitui uma dimensão estruturante da confiança social, característica da sociedade portuguesa".

"A convivência quotidiana assenta no reconhecimento mútuo e na possibilidade de estabelecer uma relação direta entre as pessoas. Esta regra comum é indispensável à vida numa sociedade democrática, livre e plural. É uma regra de convivência entre seres humanos com igual dignidade", acrescentou.

Na origem do diploma está um projeto de lei do Chega que, na discussão em plenário, em outubro do ano passado, o presidente deste partido, André Ventura, assumiu ter como objetivo proibir que "as mulheres andem de burca em Portugal", dirigindo-se em particular aos imigrantes. O decreto, entretanto alterado na especialidade, foi aprovado em 17 de julho, com votos favoráveis do Chega, PSD, CD e IL e contra do PS, Livre, PCP, BE e JPP, e a abstenção do PAN. 

in "País ao Minuto" 

Unveiling “Tahrir al-Wasilah” and Khomeini's defenses of pedophilia

  "Tahrir al-Wasilah” it’s one of the famous books of the former supreme leader of Iranian regime and the great architect of the Islami...