GAZETA DIGITAL
quarta-feira, 10 de junho de 2026
THEY DON’T WANT THE FRENCH TO BE FRENCH ANYMORE
Replacement Migration: Is it A Solution to Declining and Ageing Population?
Department of Economic and Social Affairs
United Nations Secretariat
United Nations Organization
www.un.org/esa/population/unpop.htm.
https://www.un.org/development/desa/pd/sites/www.un.org.development.desa.pd/files/unpd-egm_200010_un_2001_replacementmigration.pdf
Full speech of Enoch Powell, "Rivers of Blood"
"(...) The immigrant communities can organise to consolidate their members, to agitate and campaign against their fellow citizens, and to dominate the rest with the legal weapons which the ignorant have provided. As I look ahead, I am filled with foreboding; like the Roman, I seem to see "the River Tiber foaming with much blood." Only resolute and urgent action will avert it even now. Whether there will be the public will to demand and obtain that action, I do not know. All I know is that to see, and not to speak, would be the great betrayal.
The Camp of The Saints, from Jean Raspail - full text
Last paragraph:
"I am writing this down in Switzerland, which sealed its borders the day after Easter Monday and, alone among the nations, has remained an island. But Switzerland, too, has been eaten away from the inside. Tomorrow, at midnight, following the pressure of an ultimatum, its government will open the gates. Tonight, the last free territory in the world will cease to be.
I have tried to gather the scattered remnants of our memory. I should like, whatever happens, to leave a trace. In a few hours, it will be too late. When the invaders come to knock at my door, the only reproach they will be able to level at me is to have written this book. I dedicate it to my grandchildren, in the hope that they will grow up in a world where they will not have to be ashamed of me."
Richard Coudenhove-Kalergi founded the Paneuropean Union, the oldest European unification movement.
(...)"The man of the future will
be of mixed race. Today's races and classes will gradually disappear
owing to the vanishing of space, time, and prejudice. The
Eurasian-Negroid race of the future, similar in its appearance to the
Ancient Egyptians, will replace the diversity of peoples with a
diversity of individuals." (...)
— in "Praktischer Idealismus" (Practical Idealism), by Richard von Coudenhove-Kalergi, 1925
Um estadista do tempo em que os chefes do governo não tinham casas avaliadas em 700 mil euros
Quando Charles de Gaulle governava a França, tinha uma preocupação quase obsessiva com o dinheiro público. Para ele, cada franco pago pelo contribuinte era sagrado. No Palácio do Eliseu, nenhuma despesa que parecesse capricho pessoal passava despercebida. Sua esposa, Yvonne, era quem colocava essa disciplina em prática no dia a dia.
Ela controlava as contas da residência com extremo rigor: luz, comida, roupas e até o sabonete dos banheiros. Nada era misturado com os gastos do Estado. Se em alguma tarde a família tomava chá de forma privada em um salão, a despesa saía do bolso dos De Gaulle, não do orçamento público. Diante da menor dúvida sobre uma conta ser oficial ou pessoal, o casal preferia pagar com o próprio dinheiro para evitar qualquer suspeita.
Yvonne resumiu essa postura em uma frase que hoje parece quase impossível de imaginar: “Tudo o que não é público é privado, e aquilo que é privado cabe a nós pagar”. Essa rigidez era tão grande que, às vezes, chegava a parecer exagerada. Os filhos e netos do casal eram proibidos de usar carros oficiais se o deslocamento não tivesse relação direta com assuntos de Estado. Eles iam de transporte público ou usavam seus próprios veículos.
De Gaulle detestava os privilégios da política e vivia com uma sobriedade que muitos ministros não conseguiam compreender. Quando morreu, não deixou contas escondidas na Suíça nem propriedades secretas. Seu único patrimônio relevante era a casa da família em Colombey-les-Deux-Églises, comprada muito antes da guerra. Em tempos em que a corrupção política parece algo comum, a história de De Gaulle incomoda, porque lembra que o verdadeiro respeito não nasce do luxo pago pelo povo, mas da força do próprio exemplo.
PS: O primeiro-ministro Luís Montenegro pagou um total de 737 mil euros pela casa — o dobro daquilo que estava inicialmente previsto.
A empresa Rui Mota oliveira Services, foi declarada insolvente pelo Tribunal Judicial da Comarca de Braga, juízo de comércio de Vila Nova de Famalicão, a dia 15 de outubro de 2020.
Meses antes, a construtora, responsável pela moradia de luxo do primeiro-ministro, tinha apresentado um processo especial de revitalização que se traduziu num insucesso. A insolvência foi declarada no mesmo dia em que a obra da moradia de Luís Montenegro foi dada como concluída.
Em 2016, o custo previsto para a construção da moradia de luxo de Luís Montenegro era de 331 mil euros, mas os números aumentaram. A construtora cobrou a Montenegro, para além do estipulado, mais de 214 mil euros.
A essa despesa juntou-se ainda o custo do betão fornecido por uma empresa alheia à que estava encarregue da construção. Ao valor da moradia, acresceu a aquisição do prédio devoluto, que foi demolido para dar lugar a atual moradia de luxo de seis andares.
Sendo assim, o primeiro-ministro pagou um total de 737 mil euros pela casa — o dobro daquilo que estava inicialmente previsto. Os acabamentos do imóvel ficaram a cargo de uma empresa, cujo nome não foi divulgado por Luís Montenegro. O valor desses serviços continua desconhecido.
terça-feira, 9 de junho de 2026
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