segunda-feira, 8 de junho de 2026

𝐀 𝐆𝐀𝐙𝐀𝐍 𝐀𝐓𝐓𝐀𝐂𝐊𝐄𝐑 𝐏𝐇𝐎𝐍𝐄𝐃 𝐇𝐈𝐒 𝐅𝐀𝐓𝐇𝐄𝐑 𝐓𝐎 𝐁𝐑𝐀𝐆 𝐇𝐄 𝐉𝐔𝐒𝐓 𝐊!𝐋𝐋𝐄𝐃 𝐓𝐄𝐍 𝐉𝐄𝐖𝐒 𝐖𝐈𝐓𝐇 𝐇𝐈𝐒 𝐎𝐖𝐍 𝐇𝐀𝐍𝐃𝐒

 


There is a recording the West would much rather you never heard. On October 7, a man who had just poured across the border into Israel called his father — not in fear, but in celebration. “𝘋𝘢𝘥, 𝘈𝘭𝘭𝘢𝘩𝘶 𝘈𝘬𝘣𝘢𝘳, 𝘐 𝘫𝘶𝘴𝘵 𝘬!𝘭𝘭𝘦𝘥 10 𝘑𝘦𝘸𝘴”, he said. “𝘐 𝘩𝘢𝘷𝘦 𝘵𝘩𝘦𝘪𝘳 𝘣𝘭𝘰𝘰𝘥 𝘰𝘯 𝘮𝘺 𝘩𝘢𝘯𝘥”. He was not done. He told his father he was speaking “𝘧𝘳𝘰𝘮 𝘩𝘦𝘳 𝘱𝘩𝘰𝘯𝘦” — the phone of a Jewish woman he had just m∗rdered. In the clip he even insists he is “𝘫𝘶𝘴𝘵 𝘢 𝘤𝘪𝘵𝘪𝘻𝘦𝘯”, not a fighter, as if that somehow softens the boast. 𝐓𝐡𝐢𝐬 𝐰𝐚𝐬 𝐚𝐧 𝐨𝐫𝐝𝐢𝐧𝐚𝐫𝐲 𝐦𝐚𝐧, 𝐜𝐚𝐥𝐥𝐢𝐧𝐠 𝐡𝐨𝐦𝐞 𝐬𝐨 𝐡𝐢𝐬 𝐟𝐚𝐦𝐢𝐥𝐲 𝐜𝐨𝐮𝐥𝐝 𝐛𝐞 𝐩𝐫𝐨𝐮𝐝 𝐡𝐞 𝐡𝐚𝐝 𝐬𝐥𝐚𝐮𝐠𝐡𝐭𝐞𝐫𝐞𝐝 𝐉𝐞𝐰𝐬.

This was no isolated outburst. The IDF released multiple recordings of October 7 attackers phoning relatives to brag about the bodies they left behind (Times of Israel). In the most infamous of them, the caller — later identified as Mahmoud Afana — boasted that he alone had 𝐤!𝐥𝐥𝐞𝐝 𝟏𝟎 𝐉𝐞𝐰𝐬 𝐢𝐧 𝐭𝐡𝐞 𝐤𝐢𝐛𝐛𝐮𝐭𝐳 𝐨𝐟 𝐌𝐞𝐟𝐚𝐥𝐬𝐢𝐦 and begged his parents to check his WhatsApp for proof. 𝐇𝐢𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐞𝐧𝐭𝐬 𝐩𝐫𝐚𝐢𝐬𝐞𝐝 𝐡𝐢𝐦 𝐟𝐨𝐫 𝐢𝐭. Afana was later k!lled in an Israeli airstrike (Times of Israel).

Remember this the next time you are lectured that both sides are morally equivalent, that “𝘤𝘰𝘯𝘵𝘦𝘹𝘵” excuses the slaughter, that this was somehow “𝘳𝘦𝘴𝘪𝘴𝘵𝘢𝘯𝘤𝘦”. 𝐀 𝐦𝐚𝐧 𝐜𝐚𝐥𝐥𝐞𝐝 𝐡𝐢𝐬 𝐟𝐚𝐭𝐡𝐞𝐫 𝐭𝐨 𝐜𝐞𝐥𝐞𝐛𝐫𝐚𝐭𝐞 𝐛𝐮𝐭𝐜𝐡𝐞𝐫𝐢𝐧𝐠 𝐭𝐞𝐧 𝐡𝐮𝐦𝐚𝐧 𝐛𝐞𝐢𝐧𝐠𝐬, 𝐚𝐧𝐝 𝐡𝐢𝐬 𝐟𝐚𝐭𝐡𝐞𝐫 𝐫𝐞𝐣𝐨𝐢𝐜𝐞𝐝. That is not a military tactic. It is a culture that teaches its sons that m∗rdering Jews is the highest honor they can bring home. 𝐓𝐡𝐞𝐲 𝐩𝐡𝐨𝐧𝐞 𝐡𝐨𝐦𝐞 𝐭𝐨 𝐛𝐫𝐚𝐠 𝐚𝐛𝐨𝐮𝐭 𝐛𝐮𝐭𝐜𝐡𝐞𝐫𝐢𝐧𝐠 𝐉𝐞𝐰𝐬. 𝐍𝐞𝐯𝐞𝐫 𝐥𝐞𝐭 𝐚𝐧𝐲𝐨𝐧𝐞 𝐭𝐞𝐥𝐥 𝐲𝐨𝐮 𝐛𝐨𝐭𝐡 𝐬𝐢𝐝𝐞𝐬 𝐚𝐫𝐞 𝐭𝐡𝐞 𝐬𝐚𝐦𝐞. 


Blacks one-on-one or mob figthing

 














islam at war with uk, woke dictatorship, asylum seekers and rape, novak's killing and a few other subjects

 























Como é que os imigrantes conseguem ter condições financeiras e habitacionais para terem 2, 3 ou mais filhos?

 


Em 2025, nasceram exatamente 87.764 crianças em Portugal, de acordo com o relatório final de Estatísticas Vitais do Instituto Nacional de Estatística (INE). Este número representa o valor mais alto de nascimentos registado na última década no país. A população de Portugal é de 10,85 milhões de residentes, cerca de 1,54 milhões dos quais são imigrantes com título de residência. Isto significa que os cidadãos de nacionalidade estrangeira representam, atualmente, perto de 15% de toda a população a viver no país. 

A percentagem de mulheres imigrantes, em relação à população total de Portugal, é de 7,5%. Em relação à população imigrante, as mulheres representam cerca de 49% -  797.475, num total de 1,6 milhões de imigrantes. Dos 87.764 nascimentos verificados em 2025, 30.695 eram filhos de mãe estrangeira. Fazendo o cálculo por números, 5,6 milhões de mulheres foram responsáveis pelo nascimento de 87.764 crianças. Se retirarmos ao total de população feminina (5,6 milhões) as 797.475 mulheres estrangeiras, sobram 4,8 milhões de mulheres não estrangeiras - responsáveis pelo nascimento de 57.069 crianças. 

A percentagem de filhos de mães de nacionalidade estrangeira duplicou no espaço de uma década, dado que representava cerca de 16% em 2015 e pouco mais de 20% em 2023.  Os dados oficiais indicam que, por cada 1.000 mulheres estrangeiras em idade fértil a residir em Portugal, registam-se mais de 68 nados-vivos. Comparação com mulheres portuguesas: No mesmo período e universo, registam-se apenas cerca de 32 nados-vivos por cada 1.000 mulheres de nacionalidade portuguesa. 


Dizer que uma taxa de fecundidade estimada ronda os 1,8 a 2,0 filhos significa, de forma literal, que a média estatística é de aproximadamente 2 filhos por casal. Na demografia, o valor de 2,1 filhos por mulher é conhecido como o "limiar de substituição das gerações". É o número necessário para que um casal se "substitua" a si próprio (dois progenitores geram dois filhos). 

As mulheres portuguesas têm uma média baixa (na casa de 1,2 a 1,3 filhos se isolarmos a nacionalidade), a maioria das famílias portuguesas tem apenas 1 filho ou opta por não ter filhos. Nas mulheres estrangeiras, como a sua taxa duplica a das nacionais, a tendência estatística foca-se em casais com 2 filhos, existindo também uma maior incidência de famílias numerosas (3 ou mais filhos) em determinadas comunidades imigrantes face à realidade local atual.

E agora, uma pergunta: os casais portugueses só têm um filho (ou nenhum) porque não têm condições financeiras e habitacionais para terem 2 filhos. Como é que os imigrantes conseguem condições financeiras e habitacionais para terem 2, 3 ou mais filhos?
 

 
 

 

 

Mulheres: 52,2% da população (cerca de 5,66 milhões) 

 15% - 1,6 milhões

nascimentos 30.695 

7,5% - mulheres imigrantes - têm 35,3% das crianças nascidas em Portugal...

 

 

Os nascimentos totais em Portugal aumentaram cerca de 3,7% em 2025 (fixando-se em 87.764 nados-vivos), sendo que os filhos de mães estrangeiras já representam cerca de um terço (35,3%) de todos os bebés nascidos no país. Os imigrantes, recebem os mais baixos salários - cerca de 600 euros, em 2023. Os jovens portugueses não conseguem comprar nem arrendar casas, porque os seus salários são baixos e essa é uma das razões por que não têm filhos. 

Como é que os imigrantes não têm os mesmos problemas que os portugueses, em matéria de filhos e casas? Há cerca de 1,5 milhões de imigrantes em Portugal, representando perto de 15% da população. Como é que esta percentagem corresponde a 35% dos nascimentos totais em Portugal? Ou seja, como é que 7,5% da população (mulheres imigrantes) dá origem a 35,3% dos nascimentos, cinco vezes mais do que a sua percentagem populacional?

A questão torna-se ainda mais estranha se analisarmos os dados referentes à percentagem de homens e mulheres, no total de imigrantes. A divisão populacional dos imigrantes em Portugal apresenta um equilíbrio global muito próximo dos 50%, mas com uma ligeira prevalência de homens no total acumulado. De forma geral, a proporção divide-se da seguinte forma: 

Homens: cerca de 51% a 53%
Mulheres: cerca de 47% a 49% 

Ou seja, 7,5 por cento da população (percentagem das mulheres imigrantes em relação à população total de Portugal) é responsável por 35% dos nascimentos. Porque é que os portugueses não conseguem ter filhos com a mesma percentagem que os imigrantes? Como é que imigrantes conseguem arranjar casas para uma família quando os portugueses não conseguem? Como é que os imigrantes conseguem sustentar uma família, com os baixos salários que recebem, quando os portugueses têm tanta dificuldade em garantir as suas despesas mensais?

O salário médio global declarado pelos imigrantes em Portugal mantém-se fixado em torno dos 600 euros brutos mensais, de acordo com os dados estatísticos consolidados mais recentes da Segurança Social e do Observatório das Migrações relativos a 2024 e 2025
 

 

 

Boat people, a good german wating for them and the new europeans

 




Honor killings, no to Democracy, the lone boy, why women can't drive and warning to tourist in London

 








De Niro against Mandami, candidate to mayor does not support usa, muslims against christian preacher and a few more