quinta-feira, 21 de maio de 2026

Young child in a pride parade shouting "F**** of Nazis"

 


FIRST READING: He's Canada's number one author, and he's leaving Canada for safety reasons

 

Gad Saad said constant Montreal death threats ultimately proved untenable. 

At the precise moment that his book Suicidal Empathy is topping world bestseller charts, prominent Canadian academic Gad Saad has announced he is permanently leaving Montreal for the United States, citing escalating threats to his personal safety. In a May 12 appearance on the Joe Rogan podcast, Saad said he had accepted a post at the University of Mississippi. He said repeated death threats had made it untenable for him to continue as a marketing professor at Concordia University.

“I’m now leaving in large part because it became difficult for me, if not impossible, to be a high-profile Jewish professor who supports the right of Israel to exist,” he said. Saad confirmed the move in a Victoria Day social media post, thanking Concordia “for the complete freedom that I was granted to pursue any research stream and any professional endeavour that I desired.”

He added, “I did face some difficulties over the past few years stemming from the unfolding realities in Montreal but I walk away with some sadness (I’m sentimental).” Concordia University has long been a focal point of anti-Israel radicalism. As far back as 2002, an anti-Zionist riot at the school prevented a planned appearance by Israeli politician Benjamin Netanyahu, who is now prime minister.

More recently, the university was the scene of a November 2024 anti-Israel riot that saw the school’s main lobby dominated by masked mobs calling for Intifada and charging lecture halls to interrupt classes with bells and shouted slogans.

Saad told Joe Rogan that in 2017, online threats had forced him to follow a safety protocol in which he had to be escorted by security while on campus — and the doors of his classrooms locked to keep out potential assailants. I would lecture, I would be ushered out, my wife would be waiting for me and I would let out a deep sigh, ‘Thank God I survived another week,’” he said.

In 2022, Saad said he was walking with his nine-year-old son when a man asked him if he was Gad Saad, to which he replied that he was. As Saad told Rogan, “then he kind of composes himself to deal with the hatred he feels and he goes ‘I’m not going to do anything to you out of respect for your son today.’” Shortly afterwards, Saad took leave from Concordia in order to accept a post with the Declaration of Independence Center for the Study of American Freedom at the University of Mississippi.

Saad told Rogan he is in the United States on a work visa, but hopes to obtain permanent residency and ultimately citizenship. “Maybe we can turn the Saads into Americans,” he said. Saad’s departure marks the second time in 16 months that an influential Canadian academic has left Canada for the United States, blaming local political conditions for hounding them into exile.
 

(Continue) 

Dr. Gad Saad is leaving Canada for safety reasons


 

Norwegian rape survivor 'feels guilty' the man who assaulted him was deported

 

'He had already served his sentence in prison. Should he now be punished again?'
A Norwegian man who was raped by a migrant has said he felt “guilt” after his attacker was deported. Karsten Nordal Hauken, who describes himself as feminist and anti-racist, was sexually attacked five years ago. He said that although the incident caused a spiral of depression and substance abuse, he felt bad about the fact the man had been deported to Somalia when he had already served his prison sentence.

Writing for Norwegian broadcaster NRK, Mr Hauken also said he wanted to break the taboo over male rape. His comments accompanied a documentary on people with mental health issues, in which Mr Hauken appears. Mr Hauken said that following the attack, he was treated well by police and medical personnel. After his attacker was caught and sentenced to over four years in prison, he was “a bit taken by surprise” by how he reacted to the news he would be deported.

“The tears, they came the moment I sat in the car," he said. "I felt a relief and joy that he was going away forever. I felt that the Norwegian government took on the responsibility to exercise the ultimate revenge, like an angry father confronts a child abuser. “But I also got a strong sense of guilt and responsibility. I was the reason why he should not be left in Norway, but rather to face a very uncertain future in Somalia.

“He had already served his sentence in prison. Should he now be punished again? And this time much harder?” Mr Hauken said the worst effect of the rape was that he had “lost so much time” to “depression and cannabis use.” “It is scary and taboo to talk about young men's emotional life," he wrote. "I feel forgotten and ignored. But I dare not talk about it, I'm afraid of attacks from all sides.

“I am afraid that no girls want me and that other men laugh at me. Afraid that I'll be perceived as anti-feminist when I say that young men who are struggling should get more attention. “Men and boys must learn that it's okay to talk about their feelings. Boys and men are ignored. For me it resulted in years of depression, abuse, loneliness and isolation.” 

Will Worley

 

54 casos de casamentos forçados e infantis em Portugal em 2025

 


A revelação recente de que as Comissões de Proteção de Crianças e Jovens sinalizaram 54 casos de casamentos forçados e infantis em Portugal, durante o ano de 2025, retirou o véu a uma realidade que a narrativa oficial insistia em manter na penumbra.
Pela primeira vez, os relatórios oficiais foram obrigados a documentar aquilo que o jornalismo independente e os técnicos no terreno já sabiam: há crianças em Portugal a serem entregues a casamentos combinados. 
 
No entanto, o número avançado é apenas a ponta de um icebergue colossal, camuflado por uma teia de passividade institucional, hipocrisia política e conveniência eleitoral.
Para o cidadão comum, falar de casamento infantil em pleno século XXI evoca cenários de países distantes.
Mas a verdade nua e crua é que este crime acontece nas periferias das grandes cidades portuguesas, em bairros sociais e em comunidades rurais do interior.
Acontece perante o olhar ciente de um Estado que, asfixiado pelo politicamente correto, prefere ignorar o sofrimento de raparigas menores para não perturbar a chamada paz social.
 
O primeiro grande bloqueio na proteção destas menores reside no medo institucional. No quotidiano da intervenção social, instalou-se uma cultura de tolerância perante o intolerável. Assistentes sociais e técnicos de proteção enfrentam uma pressão ideológica asfixiante, mas que protegem e defendem muitas vezes.
O receio de serem rotulados como racistas, xenófobos ou desprovidos de sensibilidade cultural pariliza a atuação do Estado nas franjas mais tradicionais da comunidade cigana portuguesa e em núcleos específicos de imigrantes oriundos da Ásia do Sul, como o Paquistão, o Bangladesh e a Índia, ou da África Subsariana, com especial incidência na comunidade da Guiné-Bissau.
 
Quando uma jovem de 13 ou 14 anos abandona a escola para se casar num ritual tradicional não oficial, o sistema muitas vezes encolhe os ombros.
Justifica-se o crime como um mero costume comunitário.
Esta condescendência cultural condena estas raparigas a uma cidadania de segunda categoria.
O argumento de que se deve respeitar a diversidade cultural transforma-se num passe livre para a violação dos direitos humanos mais básicos. Na prática, o medo de enfrentar o debate ideológico faz com que o Estado se demita da sua obrigação de aplicar a lei de forma universal.
 
A este policiamento moral junta-se o colapso operacional da máquina pública. As comissões de proteção geriram mais de 94 mil processos em 2025, operando com um défice crónico de quase 800 profissionais em todo o país.
Submersas em casos de violência física extrema e negligência severa, as equipas de terreno acabam por empurrar os casamentos informais para o fundo da lista de prioridades, sobretudo quando toda a rede familiar e de vizinhança constrói um muro de silêncio intransponível para proteger os infratores.
 
A dimensão mais devastadora deste fenómeno é o facto de o próprio erário público português estar a subsidiar, indiretamente, estes casamentos ilegais através de mecanismos de fraude fiscal e contributiva estruturada.
Como as uniões infantis e forçadas ocorrem à margem das conservatórias do registo civil, celebradas apenas através de casamentos religiosos ou acordos tradicionais à porta fechada, elas permanecem invisíveis para a Segurança Social.
 
O esquema assenta numa fraude simples e lucrativa: a simulação de monoparentalidade. Perante os balcões do Estado, a jovem mãe é registada como mãe solteira, desempregada e sem qualquer suporte económico. Esta condição coloca-a automaticamente no topo das prioridades para a atribuição de apoios sociais. Na realidade física, contudo, existe um agregado familiar estável, onde o companheiro e pai das crianças coabita sob o mesmo teto. Este parceiro opera frequentemente na economia paralela ou oculta os seus rendimentos reais, garantindo que a família nunca perca o acesso aos subsídios.
 
O Estado Social é assim duplamente lesado:
 
Primeiro, através do Rendimento Social de Inserção, que é pago no seu patamar máximo individual por se ocultar a existência do parceiro e os seus recursos financeiros.
 
Segundo, pela majoração do Abono de Família, um bónus financeiro destinado a apoiar famílias monoparentais verdadeiras, mas que aqui é desviado para agregados que simulam essa condição.
 
Terceiro, e talvez o caso mais grave de injustiça social, no acesso à Habitação Social. Ao apresentarem-se como mães solteiras desamparadas, estas mulheres ganham prioridade absoluta nos programas de arrendamento apoiado dos municípios e do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, conseguindo casas com rendas de poucos euros. 
 
Enquanto isso, milhares de cidadãos cumprem as regras, declaram os seus rendimentos e esperam anos a fio por uma habitação que nunca chega.
A fiscalização é impotente.
O cruzamento de dados informáticos da Segurança Social é facilmente contornado com a utilização de moradas fiscais falsas.
Quando os inspetores tentam realizar ações no terreno, deparam-se com comunidades fechadas onde a recolha de provas materiais de coabitação se torna quase impossível. 
 
O Estado financia, limpa e acomoda a estrutura que escraviza as menores.
É impossível dissociar a persistência desta realidade da cumplicidade política, particularmente por parte dos setores mais progressistas da esquerda portuguesa.
Existe uma profunda hipocrisia na forma como determinados partidos políticos erguem a bandeira da igualdade de género, do feminismo e dos direitos humanos no Parlamento, mas fecham os olhos quando as vítimas pertencem a minorias étnicas ou comunidades de imigrantes.
 
Esta conivência assenta num cálculo eleitoral frio.
Em muitos concelhos e bairros sociais, o controlo do voto e a manutenção da paz social dependem de alianças tácitas com os líderes locais dessas comunidades. Intervir de forma musculada para retirar crianças de casamentos ilegais ou fiscalizar de forma rigorosa as fraudes nos subsídios significaria perder bolsas de voto cruciais.
A esquerda prefere gerir a pobreza através da subsidiodependência do que promover uma verdadeira integração baseada no cumprimento da lei.
A aprovação da Lei número 39/2025, de 1 de abril, que proibiu taxativamente o casamento antes dos 18 anos e eliminou a antiga exceção dos 16 anos com autorização parental, foi uma vitória formal arrancada sob forte pressão internacional da UNICEF. 
 
Contudo, aprovar leis no papel serve apenas para limpar a consciência internacional do país. Enquanto o Governo não dotar as forças de segurança e as assistentes sociais de ordens claras e meios reais para inspecionar e punir quem organiza e lucra com estes casamentos, a lei continuará a ser uma letra morta.
No centro desta engrenagem política e financeira estão as raparigas.
O impacto de um casamento precoce na vida de uma criança é definitivo e irreversível, criando um ciclo de exclusão que transita de geração em geração.
 
O primeiro corte definitivo ocorre na educação.
Ao serem forçadas a assumir o papel de esposas e donas de casa, estas jovens abandonam imediatamente a escola.
Sem qualificações, sem contacto com o exterior e sem perspetivas de entrar no mercado de trabalho formal, ficam totalmente dependentes do marido e da família alargada. As mulheres do passado que viveram este processo enfrentam hoje níveis alarmantes de analfabetismo funcional e um isolamento social absoluto.
No plano físico e biológico, as consequências são severas. 
 
Os casamentos infantis traduzem-se em gravidezes precoces, ocorridas quando o corpo da rapariga ainda não completou o seu desenvolvimento.
Os riscos médicos incluem complicações graves no parto e problemas crónicos de saúde reprodutiva.
Além disso, a submissão psicológica e a falta de maturidade impedem estas jovens de denunciar situações de violência doméstica ou abusos sexuais, ficando presas numa armadilha doméstica validada pelo silêncio das autoridades.
 
A mensagem que o Estado português transmite ao tolerar estas práticas é clara e cruel: a segurança e o futuro de uma rapariga valem menos do que o conforto ideológico do politicamente correto ou o cálculo de um punhado de votos.
A cumplicidade por omissão de quem deveria estar na linha da frente da defesa das mulheres destrói vidas antes mesmo de elas começarem. 
 
Ao fechar os olhos a este reverso do Estado Social, Portugal permite que o relativismo cultural condene crianças a um destino de submissão e isolamento.
O silêncio das agendas que se dizem emancipatórias é a prova de que, para certas correntes políticas, a pureza da narrativa identitária e o cálculo de votos valem mais do que a liberdade e o futuro de uma rapariga menor de idade.
Fica, por isso, a questão central que rasga o véu da hipocrisia contemporânea:
o que têm as correntes mais ruidosas do feminismo progressista e ideológico a dizer sobre isto? 
 
Onde estão as manifestações, os manifestos e a indignação acérrima quando as vítimas reais pertencem a minorias e são silenciadas por costumes ancestrais?
Enquanto a resposta destas fações for o silêncio e o desvio de olhar, a culpa continuará a ser partilhada entre quem pratica o crime no segredo comunitário e quem o tolera nos corredores do poder em nome do politicamente correto.
Tenho dito.
 
WHISTLEBLOWER.Pt 
 
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Dados e Realidade em Portugal
  • Estatísticas Inéditas: Em 2025, as Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) registaram, pela primeira vez, 54 casos de casamentos forçados nas suas estatísticas anuais.
  • Histórico: Entre 2015 e 2023, um estudo identificou 836 situações de casamentos infantis, precoces ou forçados no país, incluindo uniões informais com crianças entre os 10 e 14 anos.
  • Perfil das Vítimas: Afeta maioritariamente raparigas, muitas vezes retiradas da escola e prometidas a homens mais velhos, sendo os próprios pais ou familiares os principais impulsionadores da união.
 
 

 

 

Mohamed Bakkali, the logistical brain behind the Paris and Bataclan attacks that killed 130 and injured hundreds more, has been allowed penitentiary leave by a Brussels court.

The court highlighted his “calm and respectful” (*) behaviour in prison.
If he continues his “good” behaviour, he could potentially be freed indefinitely long before the end of his sentence in 2040.

(*) Taqiyya is an Arabic term meaning "prudence," "cautiousness," or "fear". In English, it translates closely to "precautionary dissimulation". It refers to the theological dispensation that allows a Muslim to conceal their faith or outwardly conform to avoid imminent threat, persecution, or mortal peril. 

Os judeus não são seres humanos, disse a Al-Furqán, revista islâmica portuguesa

 



A compilation of remarks about crime eulogy, "woke" ideology, handicapped leftists, submission to Islam and other mental illnesses (3)