quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

British resisting to Islam

 


British children brainwashed to worship Islam


 

Crime in UK: statistics and race

 


Pedro Passos Coelho denuncia política de portas abertas à imigração, ordenada por António Costa


 

A conquista de Portugal

 

Qualquer que seja a lei, claro que eles ficam. É preciso muita arrogância para afirmar publicamente que desprezam as nossas leis. Mas com a Esquerda a ajudar, não será difícil. A não ser que o PSD de Montenegro cumpram as promessas de regulamentar a imigração, deixada num estado caótico pelo António Costa

This is Spain and a immigrant "specialized" in mechanics


 

Governo quer “sanção acessória” de retirada da nacionalidade para imigrantes que cometam crimes graves

 

Juízes vão poder decretar a retirada a perda de nacionalidade para cidadãos naturalizados há menos de dez anos que cometam determinados crimes com penas de prisão superiores a cinco anos

O Governo quer introduzir a possibilidade de juízes decretarem, como sanção acessória, a perda de nacionalidade para cidadãos naturalizados há menos de dez anos que cometam determinados "crimes graves" com penas de prisão superiores a cinco anos.

Esta foi uma das alterações à lei da nacionalidade anunciada pelo ministro da Presidência, António Leitão Amaro, na conferência de imprensa no final da reunião do Conselho de Ministros.

O ministro defendeu que esta perda só poderá ser decretada como "sanção acessória, sempre decretada por um juiz" e para crimes de elevada gravidade.

"Não apenas em abstrato, mas em casos concretos em que o juiz penal tenha decretado prisão efetiva igual ou superior a cinco anos, num leque de crimes, que incluem também os crimes contra o Estado - como a espionagem, o terrorismo, a traição -, mas também crimes graves contra as pessoas", afirmou, dando como exemplos os de "homicídio, violação, ofensas muito graves à integridade física, situações de extrema violência e agressividade contra pessoas e a sua liberdade em território nacional".

Fonte do governo referiu à Lusa que esta sanção acessória constará apenas da lei da nacionalidade e não implicará alterações no Código Penal.

A data considerada para esta sanção será o ato criminal e não da condenação judicial, acrescentou a mesma fonte. 

Agência Lusa , NM
23 jun 2025, 20:11

 


Líder de gangue de falsificação de documentos para legalização de imigrantes não sabia que era crime

 

O alegado líder de uma rede de auxílio à imigração ilegal em Lisboa confessou esta terça-feira, no julgamento, ter fornecido a sua morada para compatriotas do Bangladesh se legalizarem em Portugal, mas ressalvou que não sabia que tal constituía crime.

"Cada vez que fornecia a morada às pessoas, ia sempre à Junta [de Freguesia da Penha de França] perguntar se havia problema e sempre diziam que não. Não sabia que era considerado um crime. Se soubesse que era crime, não o teria cometido e lamento", disse no Tribunal Central Criminal de Lisboa, através de uma intérprete, Rippon Hossain, de 49 anos e cidadão português desde março de 2022.

Instado a identificar quem tinham sido os seus interlocutores na autarquia lisboeta, mencionou um homem e duas mulheres, de cujos nomes garantiu não se lembrar.

A existência de um esquema para que, com recurso a moradas fornecidas por outras pessoas a troco de dinheiro, a Junta de Freguesia da Penha de França atestasse erroneamente a residência de imigrantes foi denunciada em 2022 pela própria autarquia.

Em junho de 2024, o Ministério Público acusou 30 pessoas, das quais 26 começaram hoje a ser julgadas. Das restantes quatro, uma morreu entretanto e outras três vão ser julgadas em separado, devido a dificuldades em notificá-las.

Rippon Hossain, sujeito a prisão domiciliária, está acusado de ter sido o mentor do esquema, algo que negou em tribunal.

O luso-bangladeshi contou que, entre 2016 e 2021, explorou um restaurante em Lisboa, e que, depois de este fechar devido à pandemia de covid-19, regressou por seis meses ao país natal, tendo em seguida voltado a Portugal.

Terá sido nessa altura que, por sugestão de um dos arguidos por notificar, começou "a trabalhar na Junta, a entregar a sua morada" a "pessoas do Bangladesh", num total de cerca de 1300.

"Havia pessoas que não tinham morada, porque viviam em "hostels" e pensões", justificou, acrescentando que recebia entre cinco e dez euros de cada vez que fornecia o endereço.

"Se alguma recebesse cartão de residência, então recebia 50 euros ou um pouco mais", admitiu.

De acordo com a acusação, Rippon Hossain seria o líder de uma rede que contaria com cinco intermediários igualmente naturais do Paquistão e mais 23 pessoas, na maioria portugueses, residentes na Penha de França, cuja função seria fornecer a sua morada ou testemunhar a veracidade de outro endereço, a troco de quantias entre os 10 e os 60 euros.

O esquema contaria com a colaboração de um funcionário da Junta de Freguesia, que alertaria um dos intermediários sempre que uma das moradas usadas se tornava suspeita.

O funcionário terá sido o único a não lucrar com o negócio, enquanto os restantes terão obtido, entre janeiro de 2020 e julho de 2023, de 110 a 14.850 euros.

Dos 26 arguidos que hoje começaram a ser julgados, um faltou, 13 disseram querer falar e 12 optaram pelo silêncio.

O funcionário autárquico responde por abuso de poder, enquanto os restantes estão acusados de crimes de associação de auxílio à imigração ilegal, falsificação de documento e auxílio à imigração ilegal.

04 fev, 2025 - 13:44 • Lusa