sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
Muçulmanos a rezar no Martim Moniz e na Alameda Afonso Henriques - porquê?
Sempre me intrigou o facto de milhares de muçulmanos se juntarem nos dois locais referidos, para celebrar a oração que assinala o início da Festa do Sacrifício, que se segue à peregrinação a Meca. Onde rezam, nas semanas normais, esses milhares de muçulmanos? Porque razão naquele dia escolhem dois locais de forte simbolismo na História de Portugal: Martim Moniz, o herói (mítico ou não, pouco interessa) que foi fundamental na conquista do castelo (hoje castelo de S.Jorge) aos muçulmanos, e outro local, ainda mais simbólico, a Alameda Afonso Henriques, nosso primeiro rei, que iniciou a reconquista de Portugal aos mouros.
Volto a perguntar: qual a razão de virem para a rua, mostrar a sua força e o seu número, apenas no dia do início da Festa do Sacrifício? Em que sítio rezam eles todas as restantes 51 semanas do ano? Quando é que começarão a fazer o mesmo que fazem já por toda a Europa, cortando ruas ao trânsito, para as suas preces diárias? Porque razão a organização do evento passou das mãos da Comunidade Islâmica de Lisboa para a responsabilidade do Centro Islâmico do Bangladesh, em 2023?
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
Oito distritos de Portugal vão ficar sem jornais
Beja, Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança podem ficar sem distribuição de jornais a partir de dia 2 de janeiro. A notícia foi avançada pelo Correio da Manhã, título distribuído pela Vasp, empresa detida desde agosto do ano passado por Marco Galinha. De acordo com o título, a Vasp terá comunicado esta quinta-feira aos editores que deixará de garantir a distribuição diária de imprensa nestes oito distritos.
Em causa está uma “situação financeira particularmente exigente, resultante da continuada quebra das vendas de imprensa e do aumento significativo dos custos operacionais”, informou a empresa, que continua a aguardar os apoios do Estado à distribuição de jornais.
No comunicado oficial, enviado entretanto, a Vasp escreve que “nenhuma decisão definitiva foi ainda tomada estando esta avaliação em curso com o objetivo de encontrar alternativas que minimizem o impacto sobre editores, pontos de venda e populações“.
O apoio à distribuição de publicações periódicas para zonas de baixa densidade populacional, recorde-se, fazia parte do pacote de 30 medidas de apoio à comunicação social, apresentadas em outubro de 2024. Contactado pelo +M, o Governo ainda não comentou a decisão da Vasp. A distribuidora, igualmente contactada, também ainda não adiantou mais detalhes.
“Está na hora de a República interiorizar o perigo que corre: há um vasto território nacional e uma percentagem significativa de portugueses em risco de deixar de ter acesso a jornais e revistas, deixar de partilhar as notícias do país e deixar de ter acesso à língua portuguesa impressa“, comenta por seu turno Carlos Rodrigues, diretor do Correio da Manhã, também responsável editorial de todas as marcas da Medialivre
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