sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

How Australian Islam proved it is not a religion of peace

 


We need to face the fact that Islam in Australia is not a religion of peace. Here’s the proof.

Since October 7, 2023, Family First issued more than 27 public statements detailing Australian Muslim, Labor, Green, Teal and media support for, or justification of, Islamic terrorism.

No one who reads the media releases and blogs below could possibly be surprised that 15 innocent people, mainly Jews, were slaughtered at Bondi last Sunday.

This unspeakable atrocity did not occur in a vacuum. Petrol was poured on the flames of antisemitism.

Support for Islamic murder and rape began in Australia while the bodies of slaughtered Jews in Israel were still warm and months before any Israeli military response.

Deeply worried, Family First was quick to join calls for Muslim leaders to break their silence over the mass rally of Muslims on the steps of the Opera House on October 10 yelling “gas the Jews” and “f…the Jews”. That silence was never broken and it spoke volumes and the consequences have been devastating.

In the aftermath of October 7, Channel 9 screened an interview of a Muslim spokeswoman, Assala Sayara, saying Hamas had been “framed” as a terrorist organisation. Seriously?

No one in the Muslim community corrected this dangerous nonsense.

No Muslim leader condemned Sheikh Ibrahim Dadoun, a former Director of Public Relations at the Australian National Imams Council, who declared on October 8 that he was “smiling” and “elated” while declaring a “day of victory”.

A crowd of western Sydney Muslims around him yelled “Allahu Akbar”.

Hate preacher after hate preacher rose to rostrums in mosques and Islamic centres and called for violence against Jews or called them vile names.

Much of this is detailed in the largely ignored media statements and blogs below that we published over the past two years.

In November 2023 we recorded the public comments of Wissam Haddad (aka Abu Ousayd) of the Al Madina Dawah Centre in Bankstown.

It turns out that centre was frequented by Bondi Jihadist mass murderer Naveed Akram.

We called out other Australian Muslim hate preachers such as Sheikh Ahmed Zoud, head of the Muslim Votes organisation Sheikh Wesam Charkawi and others for backing Hamas.

Zoud later apologised but that didn’t stop Dadoun and Charkawi from holding a “glory to the martyrs” rally last October 7 in Paul Keating Park celebrating the achievements of Hamas.

Family First also called for terrorist organisation Hizb ut-Tahrir to be banned in Australia.

Dietrich Bonhoeffer, who spoke up during the days of the first Holocaust, famously said “silence in the face of evil is evil itself, not to speak is to speak, not to act is to act.”

As protestors chanted weekly for two years “from the river to the sea”, a call for a second Holocaust, Australia’s religion of peace was silent as was the Labor Government.

Australian Islam has proven itself to be an enemy of peace, not a religion of peace.

Silence in the face of, and complicity with evil, created the environment for Islamic terrorism to visit Australia last Sunday.

Guns are not the problem. Islam is.

Posted by Lyle Shelton on December 17, 2025

 

 

O Natal mal visto pelos imigrantes: ninguém os obriga a cá estar...

 

Discurso sobre a crescente "anulação" do Natal em Portugal

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

O Natal que não deixaram entrar

 


Há coisas que não precisam de grandes explicações para se sentir que estão erradas. Basta olhar. Este ano, bastou ver as fotografias das crianças de uma escola, no Pinhal Novo: as fotos natalícias... sem Natal nenhum.
Nem uma árvore.
Nem uma luz.
Nem um laço vermelho.
Nada.
 
As crianças sentadas num cenário neutro, quase clínico, com um globo, um lápis e uma ausência tão gritante que até parece que alguém teve medo de deixar o espírito natalício entrar pela objetiva.
E é aqui que a história ganha o seu absurdo: não foi por esquecimento. Foi por intenção. A escola decidiu abolir imagens natalícias para ser “inclusiva”.
Chamo a isto o novo fenómeno social: a inclusão que exclui tudo o que tem identidade.
 
Porque alguém, algures, decidiu que uma criança que não celebra Natal será traumatizada por ver uma bola dourada ao lado. Ou que a neutralidade emocional é mais segura do que ensinar respeito pela diversidade. Ou que apagar símbolos é mais fácil do que educar para conviver com eles.
A verdade, porém, é outra: não é inclusão... é medo. Medo de que alguém reclame. Medo de fazer diferente do politicamente higienizado. Medo de assumir que a cultura também educa.
 
E quando o medo educa… a educação perde.
O problema não está na decisão de querer acolher todas as crenças. O problema está no método: retirar tudo para não ferir ninguém. É infantil. É redutor. É emocionalmente pobre.
Porque não se protege uma criança escondendo o mundo. Protege-se mostrando-o e ensinando-a a navegar nele.
 
A maior ironia?
Se um dia abolirem os ovos da Páscoa, as estrelas de Natal, os santos populares, os cravos de Abril, a sardinha de junho, o presépio na janela e a árvore na sala… não será por respeito à diversidade. Será porque confundimos “não ofender” com “não existir”.
 
E isto diz muito sobre o estado emocional do país: estamos tão ocupados a evitar conflito que já nem percebemos quando estamos a amputar a nossa própria memória coletiva.
O Natal não é religioso para muitas famílias. É cultura. É tradição. É pertença. É história. É emoção. É infância.
E quando uma escola decide que uma fotografia sem Natal é mais “segura” do que lidar com a pluralidade, o que está realmente a ensinar é que ter identidade é perigoso.
 
Estamos a criar gerações educadas para o vazio simbólico, para a neutralidade constante, para o “não faças ondas”, para o “não vás por aí porque alguém pode ficar desconfortável”.
Mas sabes qual é o verdadeiro desconforto?
Olhar para uma fotografia de Natal e não reconhecer o Natal.
Olhar para uma festa escolar e não encontrar a tradição.
Olhar para uma decisão e ver medo, em vez de coragem educativa.
 
O que aconteceu no Pinhal Novo não é apenas uma escolha logística. É um reflexo emocional. Um sintoma de uma sociedade que já não sabe defender o que é seu, nem integrar o que é dos outros, sem apagar tudo à volta.
E quando começamos a apagar símbolos… começamos a apagar-nos.
No fim, não se trata de uma árvore ou de um cenário fotográfico. Trata-se de um país que está a confundir respeito com amnésia cultural.
 
E, sinceramente, precisamos de dizer isto em voz alta: quando a inclusão exige que deixemos de existir, não é inclusão... é neutralização.
No fundo, este episódio lembra-nos algo essencial: a educação não se faz pelo "apagamento", faz-se pela convivência. Se queremos realmente crianças preparadas para um mundo diverso, não precisamos de lhes retirar símbolos... precisamos de lhes dar ferramentas para os compreender, respeitar e dialogar com eles. A inclusão verdadeira não teme identidade nenhuma... abraça-as todas. E é esta maturidade emocional que as escolas, e nós enquanto sociedade, somos chamados a recuperar.
 
"Roubado" à Sandra M.Gil Ferreira

 

Australian iman celebrates, in Sidney, the killings at Bondi beach

 


"I'm smiling and happy. I'm elated, it's a day of courage, it's a day of pride". The crowd answers "Allahu Akbar". There sould be no tolerance for intolerants.

Message from a UK muslim: "We were sent to dominate the world, if that requires war, so be it."

 


We were sent to wipe out every other religions. If that requires war to achive our goals so be it. 

Somali flag raised in USA

 


You can see the video here. 

O casamento no Islão: vale (quase) tudo


 

Islam, America and Europe: a colective suicide

 


RIP, Quentin!