segunda-feira, 18 de maio de 2026

É por Israel ser um Estado judeu que os radicais islâmicos lhe negam o direito de existir

 

"Está a acontecer em França, no Reino Unido, na Austrália ou nos EUA: os judeus são ameaçados online, são assediados nas ruas, vêem as suas escolas, sinagogas e cemitérios vandalizados, são alvo de ataques terroristas como o da praia australiana de Bondi, que fez 15 mortos em Dezembro de 2025. Ser judeu voltou a ser perigoso no Ocidente. É talvez o facto mais importante do nosso tempo. E não, não é uma tendência que afecte da mesma maneira todas as minorias religiosas: nos EUA, segundo o FBI, 69% de todos os crimes em que a religião é um factor têm os judeus como vítimas. Nem é preciso sair de Lisboa para perceber: nenhuma igreja evangélica ou a mesquita precisam da segurança que só rodeia a sinagoga.

O anti-semitismo motivou um dos maiores crimes políticos de sempre na Europa. Desde 1945, o Ocidente investiu muito na sua erradicação. Porque é que, de repente, uma reconstrução cultural de 80 anos parece em risco? Por causa da guerra de Israel contra o Hamas em Gaza? Mas se o que está em causa é a política militar do governo de Israel, porque é que a sua contestação tem de reflectir-se na perseguição de cidadãos franceses, britânicos, ou americanos que praticam a religião judaica? Talvez porque o problema de Israel não é a sua política de defesa, mas o facto de ser um Estado judeu. É por ser um Estado judeu que os radicais islâmicos lhe negam o direito de existir numa parte do mundo que declararam propriedade exclusiva do Islão. E é por ser obra de judeus que Israel serve de pretexto para ataques contra judeus, só por serem judeus, no resto do mundo. A isto, chama-se anti-semitismo.

Algum vandalismo ainda se deve a grupúsculos neo-nazis. Mas quase toda a selvajaria anti-semita nas ruas da Europa tem hoje origem na imigração muçulmana. As autoridades não estão à vontade para lidar com este anti-semitismo importado. Porque teriam de reconhecer as suas responsabilidades. Foi a política de imigração caótica que encheu o Ocidente de populações vindas de países onde o anti-semitismo é oficial. Foi a submissão das autoridades ao wokismo, com a sua incriminação da identidade ocidental, que dificultou a iniciação dessas populações nos valores do Ocidente. Os recém-chegados são agora objecto de um esforço de mobilização que une o islamismo radical, em cujas origens o fascismo europeu foi decisivo, e uma extrema-esquerda desesperada por fazer da imigração muçulmana um reservatório de votos. Por isso, Gaza é a grande bandeira de partidos como La France Insoumise em França, ou o Green Party no Reino Unido. Culpa dos migrantes? Não, culpa de quem permitiu o caos, e de quem explora o separatismo.

Mais importante do que a causa, é compreender as consequências. O anti-semitismo não é um problema só para os judeus. A luta contra o anti-semitismo, sustentada pelo horror do Holocausto, foi decisiva no descrédito de atitudes e filosofias racistas, e no opróbrio de movimentos políticos assentes no racismo, como o nazismo alemão. O retorno do anti-semitismo ameaça essa muralha das democracias liberais. Termos outra vez uma minoria, bem integrada nas sociedades ocidentais e nos seus valores, a ser perseguida violentamente pode mudar tudo para todos. Convida à desestruturação das sociedades ocidentais e à sua reorganização em tribos e em guetos com territórios exclusivos e circuitos sociais separados, os únicos em que cada grupo se sentirá em segurança. Abre outra vez a porta a movimentos decididos a promover o sectarismo e a segregação. Não é apenas um velho ódio que regressa. É todo um tipo de existência que julgávamos ter deixado para trás. Por uns anos, esquecemo-nos que a luta contra o mal nunca tem fim. Anos abençoados, mas anos de ilusão.

Rui Ramos
O Observador
 

Muslims don't let British citizens to buy pork in a supermarket

 


Black crime in 1958: 10% of population, 30% all arrestes, 60% serious crimes, like murder and agravated assault - Time magazine

 


Argelinos atacam dono do circo Cardianalli

 

 

Muito grave: Hoje, 2 Argelinos à solta esfaquearam e apedrejaram o dono do Circo Cardinalli para assaltarem a caixa, numa sessão com crianças em Ferreira do Alentejo! A GNR pediu autorização ao Tribunal para os prender: a Procuradora Eunice Miranda, de Almodôvar soltou-os porque eles não voltam ao circo !!! Malta, isto agora virou lei marcial?! É!? Salvem-se !!! 

A Esquerda espanhola confessa: damos a nacionalidade aos emigrantes em troca do seu voto

 


domingo, 17 de maio de 2026

Obama, a Muslim preacher


 

Nawel Dridi is the Director Of Digital Transformation for PME MTL, the official business support network for the City of Montreal. Dridi is a supporter of Hamas

 

Nawel Dridi (pictured below), a Tunisian-born Arab living in Montreal, is the Director Of Digital Transformation for PME MTL, the official business support network for the City of Montreal.
Dridi is a supporter of the designated terrorist group Hamas, who she calls “freedom fighters”, and posts materials of their leadership including Yahya Sinwar and former Hamas spokesman Abu Obaida.
 
Dridi also enjoys posting pictures of Jewish Holocaust victim Anne Frank in a keffiyeh showing the middle finger with the caption “Fuck Israel”, a highly offensive desecration of a young girl who was murdered at the hands of the Nazis.
 
On September 8, 2025, a Palestinian gunman killed 6 Jews at a bus stop in Jerusalem. Nawel Dridi felt inclined to respond to this, stating “I don’t give a flying fuck about the six Israelis killed…I actually don’t give a flying fuck about any Israelis.”
 
Taking it a step further, Nawel Dridi states “Israel has no right to exist nor a right to fucking self-defense.”
This is a Notice of Public Interest to the Israeli & Jewish community of Montreal regarding this radical supporter of designated terrorist groups in a senior position for the business support network directly connected to the city.
 
Further, we strongly suggest if there are Israeli or Jewish owned businesses that have applied to be a part of PME MTL and were rejected, they should investigate further for unjust prejudice given the high bias towards their community as per the views of Nawel Dridi.
 
All materials provided were obtained via publicly available sources & does not contain any forms of private media.
Source: Leviathan, @l3v1at4an on X
 
 

Leftist woke: "We should accept pedophiles are people that have not chosen their sexuality"

 


Must of use will feel unconfortable when speaking about pedophiles. But jst like pedophiles, we are not responsible for our feelings. We do not choose them. But we are responsible for our actions and we must make a decision. Is is on our responsibility to reflect and overcome our negative feelings about pedophiles and to treat them with the same restect we treat other people. 

We should accept pedophiles are people that have not chosen their sexuality and who, just unlike most of us, will not be able to live whitout freely if they want to live an upright life. We should accept that pedophilia is a sexual preference. 

Yes, from an emotional point of view i can kind of understand that you would want to eliminate this people from society. However, it does't make sense and that's because we are talking about biology, we're talking about sexual orientartion, something that simply we cannot change.

And on top of that, everyday new people are born with the same difficulty. So, it's not pratical to eliminate those people from society, they haven't done anything wrong.