segunda-feira, 1 de junho de 2026

Muçulmano comenta estátua de Afonso III, em Faro - pregadores incitam à reconquista do Al-Andaluz

 

 

Um rei "importante pelas razões erradas" porque foi "responsável pela conquista destas terras, que eram terras muçulmanas". Em duas semanas, é a segunda vez que muçulmanos vêm a público, com afirmações que têm a ver com a reconquista das terras roubadas aos muçulmanos, da necessidade de vencer a religião cristâ e da obrigação que os muçulmanos têm em converter os nossos governantes à fé islâmica. A tentativa de reconquistar o Al-Andaluz já começou.

 


 


Suécia: imigrantes são 35% e responsáveis por 63 % das violações

 


Na Suécia, cerca de 20% da população total nasceu no estrangeiro, e aproximadamente 27% a 35% têm antecedentes de imigração. Em relação às condenações por violação, estudos académicos e relatórios oficiais apontam que cerca de 60% a 63% dos condenados são de primeira ou segunda geração de imigrantes

Origem dos violadores: 

Médio Oriente e Norte de África: 34,5% a 40% de todos os agressores nascidos no estrangeiro têm origem nesta área geográfica incluindo historicamente países com grandes fluxos migratórios e de refugiados para a Suécia, como o Iraque, Síria, Afeganistão e Somália). Resto de África (África Subsariana): Representa cerca de 19% dos agressores nascidos fora do país. Em conjunto, estes países e a África Subsariana são responsáveis por 59% das violações na Suécia

 

Only in France this can happen - by Marine Le pen


 

Suède : la fin de l'illusion multiculturaliste

 


Le royaume durcit cette semaine sa législation sur l’accès à la citoyenneté. Tests de langue, exigence de revenus et aides au retour : l’ancien laboratoire européen du vivre-ensemble change de cap.

 Il y a là tout pour bâtir un pays. Une langue, une population, et même une échoppe de souvenirs où, derrière le comptoir, des grands-mères dont le voile laisse échapper un regard glacial vendent drapeaux et tee-shirts à la gloire du Somaliland, territoire de la Corne de l'Afrique en rupture de ban avec Mogadiscio. 

Rinkeby (« le village du guerrier », en ancien suédois) incarne la partition suédoise jusqu’à la caricature, un État dans l’État, comme le Somaliland justement, un quartier où l’on entend davantage le somali et l’arabe que la langue du royaume. Le tout à quinze minutes à peine de métro de Gamla Stan, le vieux centre-ville de Stockholm, ripoliné et au parfum de cannelle.


Pour la Suède, longtemps présentée comme la vitrine du multiculturalisme heureux, l’heure du retour à la réalité a sonné. À partir du 6 juin, jour de la fête nationale, le pays va durcir spectaculairement l’accès à la citoyenneté. Au menu : tests de langue, examens de culture civique, conditions de ressources – il faudra désormais gagner environ 20 000 couronnes suédoises par mois, soit 1 900 euros brut, et ne pas avoir vécu d’aides sociales au cours des trois dernières années. Stockholm tourne la page de l’immigration sans conditions. Et prolonge un virage déjà amorcé par le gouvernement. La Suède expulse désormais les déboutés du droit d’asile.  (Continue)

Le Journal de Dimanche

Alexandre Mendel , envoyé spécial à Stockholm (Suède)  

domingo, 31 de maio de 2026

Uma razão para os distúrbios pós-jogo, em que o PSG venceu o Arsenal?

 


Juntas, a 1ª e a 2ª geração de imigrantes representam cerca de 22% da população total residente em França (aproximadamente 15 milhões de pessoas num universo de cerca de 68 milhões de habitantes) Embora a questão se foque na 1ª e 2ª geração, publicadas recentemente estudos alargados que começam a mapear a 3ª geração (pessoas nascidas em França, filhas de pais nascidos em França, mas que têm pelo menos um avô imigrante). 

Se incluirmos esta terceira vaga, os estudos demográficos apontam que cerca de um terço (32%) da população francesa com menos de 60 anos tem, no mínimo, um dos avós com origem fora do território francês. As origens históricas desta árvore demográfica provêm maioritariamente do Magrebe (Argélia, Marrocos, Tunísia), seguidas da Europa do Sul (Itália, Espanha, Portugal) e da África Subsariana

 

 




Três indicadores do "sucesso" do multiculturalismo

 


Os cidadãos de nacionalidade estrangeira, em Espanha, representam cerca de 28% a 30% dos condenados por crimes de agressão e abuso sexual. Percentagem na população total: os cidadãos de nacionalidade estrangeira residentes em Espanha totalizam aproximadamente 14,6%

Na Alemanha, 15% da população é estrangeira e representa cerca de 40% dos suspeitos identificados pela polícia em crimes de violação e agressão sexual grave. 

Na Suécia, população com origem estrangeira (26-27% da população total) representa cerca de 63% dos indivíduos efetivamente condenados em tribunal por crimes de violação. 

Haverá razão para que o que se passa nestes países não aconteça nos outros países europeus? 

 

𝐁𝐄𝐋𝐆𝐈𝐔𝐌 𝐉𝐔𝐒𝐓 𝐂𝐎𝐍𝐕𝐈𝐂𝐓𝐄𝐃 𝐃𝐑𝐈𝐄𝐒 𝐕𝐀𝐍 𝐋𝐀𝐍𝐆𝐄𝐍𝐇𝐎𝐕𝐄 𝐎𝐅 𝐇𝐀𝐓𝐄 𝐒𝐏𝐄𝐄𝐂𝐇 𝐅𝐎𝐑 𝐔𝐒𝐈𝐍𝐆 𝐓𝐑𝐔𝐄 𝐅𝐀𝐂𝐓𝐒 𝐈𝐍 𝐀 𝐔𝐍𝐈𝐕𝐄𝐑𝐒𝐈𝐓𝐘 𝐋𝐄𝐂𝐓𝐔𝐑𝐄

 


Belgium just convicted Dries Van Langenhove of 𝘩𝘢𝘵𝘦 𝘴𝘱𝘦𝘦𝘤𝘩 for connecting mass migration to crime and social decline during a university lecture using government statistics and peer-reviewed sources.
 
The terrifying part is what the judge said in the ruling. 𝐓𝐡𝐞 𝐣𝐮𝐝𝐠𝐞 𝐨𝐩𝐞𝐧𝐥𝐲 𝐚𝐝𝐦𝐢𝐭𝐭𝐞𝐝 𝐭𝐡𝐞 𝐟𝐚𝐜𝐭𝐬 𝐕𝐚𝐧 𝐋𝐚𝐧𝐠𝐞𝐧𝐡𝐨𝐯𝐞 𝐜𝐢𝐭𝐞𝐝 𝐰𝐞𝐫𝐞 𝐧𝐨𝐭 𝐟𝐚𝐥𝐬𝐞. The conviction was for the framing.
Read that sentence twice. The Belgian state has now formally established that 𝐲𝐨𝐮 𝐜𝐚𝐧 𝐛𝐞 𝐜𝐫𝐢𝐦𝐢𝐧𝐚𝐥𝐥𝐲 𝐩𝐮𝐧𝐢𝐬𝐡𝐞𝐝 𝐟𝐨𝐫 𝐚𝐜𝐜𝐮𝐫𝐚𝐭𝐞 𝐬𝐭𝐚𝐭𝐞𝐦𝐞𝐧𝐭𝐬 if the government decides your interpretation of those statements is 𝘱𝘰𝘭𝘪𝘵𝘪𝘤𝘢𝘭𝘭𝘺 𝘶𝘯𝘢𝘤𝘤𝘦𝘱𝘵𝘢𝘣𝘭𝘦. The hard standard is not truth. The hard standard is conformity.
 
Van Langenhove has already spent over €𝟒𝟐𝟎,𝟎𝟎𝟎 𝐨𝐟 𝐡𝐢𝐬 𝐨𝐰𝐧 𝐦𝐨𝐧𝐞𝐲 fighting overlapping speech cases in Belgian courts. He says more prosecutions are being prepared. The strategy is not to win on the merits but to bankrupt the defendant through serial process.
 
This is the European model the American left openly wants to import. Hate-speech statutes that criminalize truthful speech the regulator does not like. Civil suits that bankrupt dissidents through legal fees. Long-arc deplatforming through banking sanctions, employer pressure, social-media bans, and university blacklists.
  
The First Amendment is the thin layer of fabric that prevents this exact outcome from being the standard American operating procedure. The British have already lost it. The Belgians never had it. The Germans gave it up in 1968 in the name of antifascism. 𝐀𝐦𝐞𝐫𝐢𝐜𝐚 𝐢𝐬 𝐭𝐡𝐞 𝐥𝐚𝐬𝐭 𝐜𝐨𝐮𝐧𝐭𝐫𝐲 𝐰𝐢𝐭𝐡 𝐚 𝐰𝐫𝐢𝐭𝐭𝐞𝐧 𝐫𝐮𝐥𝐞 𝐚𝐠𝐚𝐢𝐧𝐬𝐭 𝐛𝐞𝐢𝐧𝐠 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐜𝐭𝐞𝐝 𝐟𝐨𝐫 𝐬𝐚𝐲𝐢𝐧𝐠 𝐭𝐫𝐮𝐞 𝐭𝐡𝐢𝐧𝐠𝐬.
𝐓𝐫𝐮𝐞 𝐟𝐚𝐜𝐭𝐬, 𝐩𝐨𝐥𝐢𝐭𝐢𝐜𝐚𝐥𝐥𝐲 𝐮𝐧𝐚𝐜𝐜𝐞𝐩𝐭𝐚𝐛𝐥𝐞 𝐟𝐫𝐚𝐦𝐢𝐧𝐠, 𝐜𝐫𝐢𝐦𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐜𝐭𝐢𝐨𝐧. 𝐖𝐞𝐥𝐜𝐨𝐦𝐞 𝐭𝐨 𝐄𝐮𝐫𝐨𝐩𝐞.
 

Raping the West

 


Junior Pashi Kabunda, surnommé le « monstre de Bruxelles », a la liberté conditionnelle

 La libération conditionnelle de c, surnommé le « monstre de Bruxelles », provoque l'incompréhension et la colère des familles des victi...