domingo, 31 de maio de 2026

Raping the West

 


A Swedish reporter travels to Syria

 

 

Women and children throw stones at her because she is not wearing a burka. For some reason, the progressives want this across all of Europe and America.

David J Harris Jr. 

Ireland white minority from 96% in 2001 to 76% in2025

 


Ireland was highly homogeneous around 2001, with foreign-born residents at about 4% and White Irish comprising roughly 94-96% of the population per census and Eurostat data.
 
By 2025, the foreign-born share reached 23.3% (over 1.26 million people) according to CSO and Eurostat figures, with White Irish at approximately 76-77%, confirming a major shift shown in the post’s video chart and street footage.
 
It's impossible for me to accept what is happening to Ireland. 
 
25 years ago we were essentially homogeneous, now we're on the way to becoming the minority in our own country.

 

A censura muçulmana espalha-se pelo mundo, discreta e insidiosa...

 


 Um artigo do Daily Mail de 13 de Abril cita dois exemplos, entre outros, de pessoas suspensas do Facebook por ironizarem ou satirizarem o Islão.O mesmo não acontece com críticas ou ironias a qualquer outra religião ou não religião, que podem ser objecto de piadas ou sátiras à vontade, como é normal.

Mas com o Islão não se pode brincar, pois os seus crentes ofendem-se com tudo e com nada...
Um cidadão alemão escreveu, em Março, no seu mural do Facebook, o seguinte: 'Os muçulmanos da Alemanha estão a cada vez mais a tomar uma segunda esposa. Para financiar os encargos sociais decorrentes destes segundos casamentos, os alemães não muçulmanos, que só podem casar com uma mulher, já estão à procura de segundo emprego.'
 
Os muçulmanos da Alemanha que leram esta sátira sentiram-se ofendidos e protestaram em massa. Resultado: o alemão foi suspenso por um mês do Facebook.
 
Nesse mesmo mês, uma britânica foi suspensa durante um mês do Face por postar duas fotografias da selecção iraniana de voleibol, a primeira delas correspondente a 1974, com o seu equipamento normal da época; a segunda mostra a selecção iraniana de 2019, com o equipamento obedecendo aos preceitos do Islão dos aiatolás...
 
Muçulmanos britânicos sentiram-se ofendidos, protestaram e o Face puniu a senhora que postou estas fotos com um mês de suspensão.
 
Eu atrevo-me a repetir estes posts porque em Portugal há poucos muçulmanos, os que há são menos radicais e estou mesmo convencido que não deve haver qualquer muçulmano que me leia. Penso que não me vai acontecer nada. Mas se não aparecer por aqui nas próximas semanas já sabem porque foi...
Estará o Facebook a sucumbir às imposições da lei islâmica?
 
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 Se está, ainda não deve ter lido alguns dos meus posts, como estes dois: 
 
 
 
É uma vergonha que a Inglaterra seja o país que mais suspensões e penas de prisão aplique, a utilizadores das redes sociais, pelos chamados crime de ódio. Basta a mínima crítica, alvo de qualquer muçulmano, para condenar pessoas à prisão. Os dados são nojentos. A Inglaterra é o país que mais condenações aplica, em todo o mundo. A Alemanha está em terceiro lugar. Outros países? Ditaduras como a Bielorússia,  a China, a Rússia e Arábia Saudita são os seis países que lideram o número de detenções e condenações por posts colocados online
 

"Os principais países que registam o maior número de detenções e condenações por publicações nas redes sociais e liberdade de expressão geral na internet incluem:

  • Reino Unido: Mais de 12.000 detenções anuais, resultando frequentemente em sentenças criminais ao abrigo de leis como a Communications Act 2003 (por exemplo, "comunicações maliciosas").

  • Bielorrússia: Mais de 6.000 detenções, envolvendo principalmente dissidência política e protestos antigovernamentais.

  • Alemanha: Mais de 3.500 detenções e processos judiciais, impulsionados pela aplicação rigorosa da "Volksverhetzung" (incitação ao ódio) e de leis contra o discurso de ódio.

  • China: Pelo menos 1.500 detenções desde o final de 2023 em operações organizadas de repressão contra "rumores na internet", a par de uma vigilância estrita das plataformas online.

  • Rússia: Centenas de processos judiciais e prisões anuais ao abrigo de uma censura apertada e de leis "antiextremismo".

  • Arábia Saudita: Penas que variam entre 10 e 45 anos de prisão por manifestações pacíficas na internet."

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Razões das condenações no Reino Unido e na Alemanha

Reino Unido: Registou historicamente milhares de detenções e investigações anuais ligadas à atividade digital. A base legal assenta em legislação como a Communications Act 2003 (que criminaliza mensagens consideradas "grosseiramente ofensivas" ou de natureza indecente/ameaçadora) e leis de ordem pública, aplicadas a casos de assédio online, ameaças e publicações que incitem à desordem.

Alemanha: Conhecida pela aplicação rigorosa do Código Penal no que toca à Volksverhetzung (incitação ao ódio contra segmentos da população) e à exibição de símbolos proibidos. O país também implementou a lei NetzDG, que obriga as grandes plataformas a remover rapidamente conteúdos ilegais, o que é frequentemente acompanhado por investigações e processos judiciais contra os autores das publicações.

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Dados estatísticos

No Reino Unido, a grande maioria destas detenções ocorre ao abrigo do Artigo 127 da Communications Act 2003 (mensagens grosseiramente ofensivas, indecentes ou ameaçadoras) e do Artigo 1 da Malicious Communications Act 1988.

  • Número de Detenções: Uma investigação jornalística do jornal The Times (com base em dados de 37 das 44 forças policiais de Inglaterra e Gales) revelou que, em 2023, foram registadas 12.183 detenções ao abrigo destas duas leis de comunicação

  • Condenações a Pena de Prisão: Contrariamente ao que muitas vezes circula na internet, a taxa de encarceramento efetivo é baixa. O relatório da Freedom House detalha que, do volume total de detenções anuais em 2023, menos de 10% (uma em cada dez detenções) resultou em qualquer tipo de sentença condenatória em tribunal (a maioria resolve-se com advertências policiais, multas ou os casos são arquivados por falta de provas).

  • As penas de prisão efetiva existem, mas são reservadas para casos extremos. O pico recente ocorreu após os motins violentos de meados de 2024, onde o Ministério Público britânico (Crown Prosecution Service) levou a julgamento e conseguiu a condenação imediata a penas entre 8 a 20 meses de prisão para indivíduos que usaram o Facebook e o X (Twitter) especificamente para incitar ataques a mesquitas, partilhar instruções para incendiar hotéis de migrantes ou apelar diretamente a agressões racistas. 

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    Na Alemanha, o enquadramento jurídico é muito focado no Artigo 130 do Código Penal, que criminaliza a Volksverhetzung (incitação ao ódio contra segmentos da população ou minorias, apelos à violência e a negação do Holocausto).

  • Número de Casos/Detenções: O número de 3.500 casos frequentemente citado na internet provém de dados de uma unidade especial de procuradores focada em crimes de ódio online no estado da Baixa Saxónia (Niedersachsen), que lida com cerca de 3.500 investigações por ano. Como a Alemanha tem 16 estados federais (muitos com as suas próprias equipas especializadas), o número total de investigações criminais por discurso de ódio na internet a nível nacional é consideravelmente superior, estimando-se em várias dezenas de milhares de denúncias processadas anualmente.

  • A polícia alemã realiza periodicamente "dias de ação nacional contra o discurso de ódio online" (Aktionstag gegen Hasspostings), operando buscas domiciliárias e interrogatórios coordenados a centenas de suspeitos em simultâneo.

  • Condenações a Pena de Prisão: O sistema judicial alemão privilegia fortemente as sanções financeiras em vez da prisão para crimes de expressão. A esmagadora maioria das condenações por publicações racistas ou antissemitas resulta em multas pesadas em moldes de "dias de salário" (Geldstrafe) ou em penas de prisão suspensas sob condição.

  • As condenações a pena de prisão efetiva ocorrem quase exclusivamente quando o arguido é reincidente crónico, quando há uma associação direta a grupos neonazis violentos clandestinos ou quando a publicação online faz a apologia direta e o planeamento de atos de terrorismo e homicídio.

     

     

 
 
 
 
 

𝐈𝐋𝐇𝐀𝐍 𝐎𝐌𝐀𝐑’𝐒 𝐅𝐀𝐌𝐈𝐋𝐘 𝐖𝐄𝐑𝐄𝐍’𝐓 𝐑𝐄𝐅𝐔𝐆𝐄𝐄𝐒 — 𝐓𝐇𝐄𝐘 𝐖𝐄𝐑𝐄 𝐁𝐀𝐑𝐑𝐄-𝐑𝐄𝐆𝐈𝐌𝐄 𝐌∗𝐑𝐃𝐄𝐑𝐄𝐑𝐒 𝐖𝐇𝐎 𝐂𝐀𝐔𝐒𝐄𝐃 𝐓𝐇𝐄 𝐖𝐀𝐑

 

Journalist Avery Daye published the family history Minnesota Rep. Ilhan Omar has been allowed to bury for two decades. Read it the whole way through.
“𝘐𝘭𝘩𝘢𝘯 𝘖𝘮𝘢𝘳’𝘴 𝘧𝘢𝘵𝘩𝘦𝘳 𝘢𝘯𝘥 𝘨𝘳𝘢𝘯𝘥𝘧𝘢𝘵𝘩𝘦𝘳 𝘸𝘦𝘳𝘦 𝘣𝘰𝘵𝘩 𝘩𝘪𝘨𝘩-𝘳𝘢𝘯𝘬𝘪𝘯𝘨 𝘮𝘪𝘭𝘪𝘵𝘢𝘳𝘺 𝘰𝘧𝘧𝘪𝘤𝘪𝘢𝘭𝘴 𝘪𝘯 𝘵𝘩𝘦 𝘉𝘢𝘳𝘳𝘦 𝘳𝘦𝘨𝘪𝘮𝘦, 𝘸𝘩𝘪𝘤𝘩 𝘬!𝘭𝘭𝘦𝘥 𝘰𝘷𝘦𝘳 200,000 𝘱𝘦𝘰𝘱𝘭𝘦.”
 
“𝘛𝘩𝘦𝘺’𝘳𝘦 𝘮𝘰𝘴𝘵 𝘧𝘢𝘮𝘰𝘶𝘴 𝘧𝘰𝘳 𝘵𝘩𝘦 𝘐𝘴𝘢𝘢𝘲 𝘨𝘦𝘯𝘰𝘤𝘪𝘥𝘦. 𝘐𝘵 𝘸𝘢𝘴 𝘵𝘩𝘦 𝘸𝘰𝘳𝘴𝘵 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘸𝘰𝘳𝘴𝘵 — 𝘢𝘦𝘳𝘪𝘢𝘭 𝘣𝘰𝘮𝘣𝘪𝘯𝘨𝘴, 𝘦𝘹𝘦𝘤𝘶𝘵𝘪𝘰𝘯𝘴, 𝘮𝘢𝘯-𝘮𝘢𝘥𝘦 𝘧𝘢𝘮𝘪𝘯𝘦. 𝘗𝘦𝘰𝘱𝘭𝘦 𝘮𝘢𝘴𝘴𝘪𝘷𝘦𝘭𝘺 𝘴𝘶𝘧𝘧𝘦𝘳𝘦𝘥 𝘶𝘯𝘥𝘦𝘳 𝘵𝘩𝘪𝘴 𝘳𝘦𝘨𝘪𝘮𝘦, 𝘸𝘪𝘵𝘩 𝘵𝘩𝘦 𝘩𝘦𝘭𝘱 𝘰𝘧 𝘱𝘦𝘰𝘱𝘭𝘦 𝘭𝘪𝘬𝘦 𝘐𝘭𝘩𝘢𝘯 𝘖𝘮𝘢𝘳’𝘴 𝘧𝘢𝘮𝘪𝘭𝘺, 𝘸𝘩𝘰 𝘴𝘶𝘱𝘱𝘰𝘳𝘵𝘦𝘥 𝘵𝘩𝘦 𝘳𝘦𝘨𝘪𝘮𝘦 𝘢𝘯𝘥 𝘤𝘢𝘳𝘳𝘪𝘦𝘥 𝘰𝘶𝘵 𝘵𝘩𝘪𝘴 𝘩𝘰𝘳𝘳𝘰𝘳.”
 
“𝘛𝘩𝘦𝘺 𝘩𝘢𝘷𝘦 𝘧𝘢𝘮𝘪𝘭𝘺 𝘵𝘪𝘦𝘴 𝘵𝘰 𝘵𝘩𝘪𝘴 𝘨𝘶𝘺 𝘬𝘯𝘰𝘸𝘯 𝘢𝘴 𝘵𝘩𝘦 𝘉𝘶𝘵𝘤𝘩𝘦𝘳 𝘰𝘧 𝘏𝘢𝘳𝘨𝘦𝘪𝘴𝘢. 𝘏𝘪𝘴 𝘸𝘩𝘰𝘭𝘦 𝘴𝘩𝘵𝘪𝘤𝘬 𝘸𝘢𝘴 ‘𝘬!𝘭𝘭 𝘢𝘭𝘭 𝘣𝘶𝘵 𝘵𝘩𝘦 𝘤𝘳𝘰𝘸𝘴”. 𝐓𝐡𝐞𝐧 𝐭𝐡𝐞 𝐚𝐬𝐲𝐥𝐮𝐦 𝐫𝐞-𝐟𝐫𝐚𝐦𝐢𝐧𝐠: “𝘛𝘩𝘦 𝘴𝘶𝘧𝘧𝘦𝘳𝘪𝘯𝘨 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘱𝘦𝘰𝘱𝘭𝘦 𝘰𝘧 𝘚𝘰𝘮𝘢𝘭𝘪𝘢 𝘸𝘢𝘴 𝘴𝘰 𝘣𝘢𝘥 𝘵𝘩𝘢𝘵 𝘵𝘩𝘦𝘳𝘦 𝘸𝘢𝘴 𝘢 𝘤𝘪𝘷𝘪𝘭 𝘸𝘢𝘳 𝘢𝘯𝘥 𝘵𝘩𝘦 𝘳𝘦𝘨𝘪𝘮𝘦 𝘸𝘢𝘴 𝘰𝘷𝘦𝘳𝘵𝘩𝘳𝘰𝘸𝘯. 𝘏𝘦𝘳 𝘧𝘢𝘮𝘪𝘭𝘺 𝘧𝘭𝘦𝘥 𝘧𝘪𝘳𝘴𝘵 𝘵𝘰 𝘒𝘦𝘯𝘺𝘢 𝘢𝘯𝘥 𝘵𝘩𝘦𝘯 𝘔𝘪𝘯𝘯𝘦𝘴𝘰𝘵𝘢, 𝘤𝘭𝘢𝘪𝘮𝘪𝘯𝘨 𝘵𝘩𝘦𝘺’𝘳𝘦 𝘭𝘪𝘬𝘦 𝘵𝘩𝘦𝘴𝘦 𝘢𝘴𝘺𝘭𝘶𝘮 𝘴𝘦𝘦𝘬𝘦𝘳𝘴. 𝘛𝘩𝘦𝘴𝘦 𝘱𝘰𝘰𝘳, 𝘱𝘰𝘰𝘳 𝘱𝘦𝘰𝘱𝘭𝘦.”
 
“𝘕𝘰. 𝘛𝘩𝘦𝘺 𝘸𝘦𝘳𝘦 𝘧𝘭𝘦𝘦𝘪𝘯𝘨 𝘵𝘰 𝘦𝘴𝘤𝘢𝘱𝘦 𝘣𝘦𝘪𝘯𝘨 𝘩𝘦𝘭𝘥 𝘢𝘤𝘤𝘰𝘶𝘯𝘵𝘢𝘣𝘭𝘦 𝘧𝘰𝘳 𝘸𝘩𝘢𝘵 𝘵𝘩𝘦𝘺 𝘥𝘪𝘥. 𝘚𝘩𝘦 𝘸𝘢𝘴 𝘯𝘰𝘵 𝘰𝘱𝘱𝘳𝘦𝘴𝘴𝘦𝘥. 𝘏𝘦𝘳 𝘧𝘢𝘮𝘪𝘭𝘺, 𝘵𝘩𝘦𝘺 𝘸𝘦𝘳𝘦 𝘵𝘩𝘦 𝘰𝘱𝘱𝘳𝘦𝘴𝘴𝘰𝘳𝘴.” “𝘍𝘰𝘳 𝘵𝘩𝘦 𝘋𝘦𝘮𝘰𝘤𝘳𝘢𝘵𝘪𝘤 𝘗𝘢𝘳𝘵𝘺 𝘵𝘰 𝘩𝘢𝘷𝘦 𝘩𝘦𝘳 𝘢𝘴 𝘢 𝘳𝘦𝘱𝘳𝘦𝘴𝘦𝘯𝘵𝘢𝘵𝘪𝘷𝘦 𝘪𝘴 𝘪𝘯𝘴𝘢𝘯𝘦 𝘵𝘰 𝘮𝘦. 𝘛𝘩𝘦 𝘸𝘢𝘺 𝘵𝘩𝘢𝘵 𝘵𝘩𝘦𝘺’𝘷𝘦 𝘳𝘦𝘣𝘳𝘢𝘯𝘥𝘦𝘥 𝘩𝘦𝘳 𝘢𝘴 𝘢𝘭𝘭 𝘵𝘩𝘪𝘴 𝘱𝘰𝘰𝘳 𝘳𝘦𝘧𝘶𝘨𝘦𝘦? 𝘕𝘰. 𝘚𝘩𝘦 𝘸𝘢𝘴𝘯’𝘵 𝘢 𝘳𝘦𝘧𝘶𝘨𝘦𝘦 𝘰𝘧 𝘸𝘢𝘳. 𝘏𝘦𝘳 𝘧𝘢𝘮𝘪𝘭𝘺 𝘤𝘳𝘦𝘢𝘵𝘦𝘥 𝘵𝘩𝘦 𝘸𝘢𝘳.”
 
𝐑𝐞𝐚𝐝 𝐭𝐡𝐚𝐭 𝐚𝐫𝐜 𝐨𝐧𝐞 𝐦𝐨𝐫𝐞 𝐭𝐢𝐦𝐞: Ilhan Omar’s family was part of the Somali regime that ran the Isaaq genocide. They fled accountability. They got asylum in Minnesota. 𝐓𝐡𝐞𝐢𝐫 𝐝𝐚𝐮𝐠𝐡𝐭𝐞𝐫 𝐢𝐬 𝐧𝐨𝐰 𝐚 𝐬𝐢𝐭𝐭𝐢𝐧𝐠 𝐔𝐒 𝐂𝐨𝐧𝐠𝐫𝐞𝐬𝐬𝐰𝐨𝐦𝐚𝐧 𝐥𝐞𝐜𝐭𝐮𝐫𝐢𝐧𝐠 𝐀𝐦𝐞𝐫𝐢𝐜𝐚𝐧𝐬 𝐚𝐛𝐨𝐮𝐭 𝐫𝐞𝐠𝐢𝐦𝐞 𝐜𝐡𝐚𝐧𝐠𝐞 𝐚𝐛𝐫𝐨𝐚𝐝.

Mentally handecapped Democrat, the Boston Mayor, Michelle Wu

 


Not all cultures are the same

 




Leftists woke want to "legalize" pedophilia

 



Junior Pashi Kabunda, surnommé le « monstre de Bruxelles », a la liberté conditionnelle

 La libération conditionnelle de c, surnommé le « monstre de Bruxelles », provoque l'incompréhension et la colère des familles des victi...