domingo, 31 de maio de 2026

Uma razão para os distúrbios pós-jogo, em que o PSG venceu o Arsenal?

 


Juntas, a 1ª e a 2ª geração de imigrantes representam cerca de 22% da população total residente em França (aproximadamente 15 milhões de pessoas num universo de cerca de 68 milhões de habitantes) Embora a questão se foque na 1ª e 2ª geração, publicadas recentemente estudos alargados que começam a mapear a 3ª geração (pessoas nascidas em França, filhas de pais nascidos em França, mas que têm pelo menos um avô imigrante). 

Se incluirmos esta terceira vaga, os estudos demográficos apontam que cerca de um terço (32%) da população francesa com menos de 60 anos tem, no mínimo, um dos avós com origem fora do território francês. As origens históricas desta árvore demográfica provêm maioritariamente do Magrebe (Argélia, Marrocos, Tunísia), seguidas da Europa do Sul (Itália, Espanha, Portugal) e da África Subsariana

 

 




Três indicadores do "sucesso" do multiculturalismo

 


Os cidadãos de nacionalidade estrangeira, em Espanha, representam cerca de 28% a 30% dos condenados por crimes de agressão e abuso sexual. Percentagem na população total: os cidadãos de nacionalidade estrangeira residentes em Espanha totalizam aproximadamente 14,6%

Na Alemanha, 15% da população é estrangeira e representa cerca de 40% dos suspeitos identificados pela polícia em crimes de violação e agressão sexual grave. 

Na Suécia, população com origem estrangeira (26-27% da população total) representa cerca de 63% dos indivíduos efetivamente condenados em tribunal por crimes de violação. 

Haverá razão para que o que se passa nestes países não aconteça nos outros países europeus? 

 

𝐁𝐄𝐋𝐆𝐈𝐔𝐌 𝐉𝐔𝐒𝐓 𝐂𝐎𝐍𝐕𝐈𝐂𝐓𝐄𝐃 𝐃𝐑𝐈𝐄𝐒 𝐕𝐀𝐍 𝐋𝐀𝐍𝐆𝐄𝐍𝐇𝐎𝐕𝐄 𝐎𝐅 𝐇𝐀𝐓𝐄 𝐒𝐏𝐄𝐄𝐂𝐇 𝐅𝐎𝐑 𝐔𝐒𝐈𝐍𝐆 𝐓𝐑𝐔𝐄 𝐅𝐀𝐂𝐓𝐒 𝐈𝐍 𝐀 𝐔𝐍𝐈𝐕𝐄𝐑𝐒𝐈𝐓𝐘 𝐋𝐄𝐂𝐓𝐔𝐑𝐄

 


Belgium just convicted Dries Van Langenhove of 𝘩𝘢𝘵𝘦 𝘴𝘱𝘦𝘦𝘤𝘩 for connecting mass migration to crime and social decline during a university lecture using government statistics and peer-reviewed sources.
 
The terrifying part is what the judge said in the ruling. 𝐓𝐡𝐞 𝐣𝐮𝐝𝐠𝐞 𝐨𝐩𝐞𝐧𝐥𝐲 𝐚𝐝𝐦𝐢𝐭𝐭𝐞𝐝 𝐭𝐡𝐞 𝐟𝐚𝐜𝐭𝐬 𝐕𝐚𝐧 𝐋𝐚𝐧𝐠𝐞𝐧𝐡𝐨𝐯𝐞 𝐜𝐢𝐭𝐞𝐝 𝐰𝐞𝐫𝐞 𝐧𝐨𝐭 𝐟𝐚𝐥𝐬𝐞. The conviction was for the framing.
Read that sentence twice. The Belgian state has now formally established that 𝐲𝐨𝐮 𝐜𝐚𝐧 𝐛𝐞 𝐜𝐫𝐢𝐦𝐢𝐧𝐚𝐥𝐥𝐲 𝐩𝐮𝐧𝐢𝐬𝐡𝐞𝐝 𝐟𝐨𝐫 𝐚𝐜𝐜𝐮𝐫𝐚𝐭𝐞 𝐬𝐭𝐚𝐭𝐞𝐦𝐞𝐧𝐭𝐬 if the government decides your interpretation of those statements is 𝘱𝘰𝘭𝘪𝘵𝘪𝘤𝘢𝘭𝘭𝘺 𝘶𝘯𝘢𝘤𝘤𝘦𝘱𝘵𝘢𝘣𝘭𝘦. The hard standard is not truth. The hard standard is conformity.
 
Van Langenhove has already spent over €𝟒𝟐𝟎,𝟎𝟎𝟎 𝐨𝐟 𝐡𝐢𝐬 𝐨𝐰𝐧 𝐦𝐨𝐧𝐞𝐲 fighting overlapping speech cases in Belgian courts. He says more prosecutions are being prepared. The strategy is not to win on the merits but to bankrupt the defendant through serial process.
 
This is the European model the American left openly wants to import. Hate-speech statutes that criminalize truthful speech the regulator does not like. Civil suits that bankrupt dissidents through legal fees. Long-arc deplatforming through banking sanctions, employer pressure, social-media bans, and university blacklists.
  
The First Amendment is the thin layer of fabric that prevents this exact outcome from being the standard American operating procedure. The British have already lost it. The Belgians never had it. The Germans gave it up in 1968 in the name of antifascism. 𝐀𝐦𝐞𝐫𝐢𝐜𝐚 𝐢𝐬 𝐭𝐡𝐞 𝐥𝐚𝐬𝐭 𝐜𝐨𝐮𝐧𝐭𝐫𝐲 𝐰𝐢𝐭𝐡 𝐚 𝐰𝐫𝐢𝐭𝐭𝐞𝐧 𝐫𝐮𝐥𝐞 𝐚𝐠𝐚𝐢𝐧𝐬𝐭 𝐛𝐞𝐢𝐧𝐠 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐜𝐭𝐞𝐝 𝐟𝐨𝐫 𝐬𝐚𝐲𝐢𝐧𝐠 𝐭𝐫𝐮𝐞 𝐭𝐡𝐢𝐧𝐠𝐬.
𝐓𝐫𝐮𝐞 𝐟𝐚𝐜𝐭𝐬, 𝐩𝐨𝐥𝐢𝐭𝐢𝐜𝐚𝐥𝐥𝐲 𝐮𝐧𝐚𝐜𝐜𝐞𝐩𝐭𝐚𝐛𝐥𝐞 𝐟𝐫𝐚𝐦𝐢𝐧𝐠, 𝐜𝐫𝐢𝐦𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐜𝐭𝐢𝐨𝐧. 𝐖𝐞𝐥𝐜𝐨𝐦𝐞 𝐭𝐨 𝐄𝐮𝐫𝐨𝐩𝐞.
 

Raping the West

 


A Swedish reporter travels to Syria

 

 

Women and children throw stones at her because she is not wearing a burka. For some reason, the progressives want this across all of Europe and America.

David J Harris Jr. 

Ireland white minority from 96% in 2001 to 76% in2025

 


Ireland was highly homogeneous around 2001, with foreign-born residents at about 4% and White Irish comprising roughly 94-96% of the population per census and Eurostat data.
 
By 2025, the foreign-born share reached 23.3% (over 1.26 million people) according to CSO and Eurostat figures, with White Irish at approximately 76-77%, confirming a major shift shown in the post’s video chart and street footage.
 
It's impossible for me to accept what is happening to Ireland. 
 
25 years ago we were essentially homogeneous, now we're on the way to becoming the minority in our own country.

 

A censura muçulmana espalha-se pelo mundo, discreta e insidiosa...

 


 Um artigo do Daily Mail de 13 de Abril cita dois exemplos, entre outros, de pessoas suspensas do Facebook por ironizarem ou satirizarem o Islão.O mesmo não acontece com críticas ou ironias a qualquer outra religião ou não religião, que podem ser objecto de piadas ou sátiras à vontade, como é normal.

Mas com o Islão não se pode brincar, pois os seus crentes ofendem-se com tudo e com nada...
Um cidadão alemão escreveu, em Março, no seu mural do Facebook, o seguinte: 'Os muçulmanos da Alemanha estão a cada vez mais a tomar uma segunda esposa. Para financiar os encargos sociais decorrentes destes segundos casamentos, os alemães não muçulmanos, que só podem casar com uma mulher, já estão à procura de segundo emprego.'
 
Os muçulmanos da Alemanha que leram esta sátira sentiram-se ofendidos e protestaram em massa. Resultado: o alemão foi suspenso por um mês do Facebook.
 
Nesse mesmo mês, uma britânica foi suspensa durante um mês do Face por postar duas fotografias da selecção iraniana de voleibol, a primeira delas correspondente a 1974, com o seu equipamento normal da época; a segunda mostra a selecção iraniana de 2019, com o equipamento obedecendo aos preceitos do Islão dos aiatolás...
 
Muçulmanos britânicos sentiram-se ofendidos, protestaram e o Face puniu a senhora que postou estas fotos com um mês de suspensão.
 
Eu atrevo-me a repetir estes posts porque em Portugal há poucos muçulmanos, os que há são menos radicais e estou mesmo convencido que não deve haver qualquer muçulmano que me leia. Penso que não me vai acontecer nada. Mas se não aparecer por aqui nas próximas semanas já sabem porque foi...
Estará o Facebook a sucumbir às imposições da lei islâmica?
 
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 Se está, ainda não deve ter lido alguns dos meus posts, como estes dois: 
 
 
 
É uma vergonha que a Inglaterra seja o país que mais suspensões e penas de prisão aplique, a utilizadores das redes sociais, pelos chamados crime de ódio. Basta a mínima crítica, alvo de qualquer muçulmano, para condenar pessoas à prisão. Os dados são nojentos. A Inglaterra é o país que mais condenações aplica, em todo o mundo. A Alemanha está em terceiro lugar. Outros países? Ditaduras como a Bielorússia,  a China, a Rússia e Arábia Saudita são os seis países que lideram o número de detenções e condenações por posts colocados online
 

"Os principais países que registam o maior número de detenções e condenações por publicações nas redes sociais e liberdade de expressão geral na internet incluem:

  • Reino Unido: Mais de 12.000 detenções anuais, resultando frequentemente em sentenças criminais ao abrigo de leis como a Communications Act 2003 (por exemplo, "comunicações maliciosas").

  • Bielorrússia: Mais de 6.000 detenções, envolvendo principalmente dissidência política e protestos antigovernamentais.

  • Alemanha: Mais de 3.500 detenções e processos judiciais, impulsionados pela aplicação rigorosa da "Volksverhetzung" (incitação ao ódio) e de leis contra o discurso de ódio.

  • China: Pelo menos 1.500 detenções desde o final de 2023 em operações organizadas de repressão contra "rumores na internet", a par de uma vigilância estrita das plataformas online.

  • Rússia: Centenas de processos judiciais e prisões anuais ao abrigo de uma censura apertada e de leis "antiextremismo".

  • Arábia Saudita: Penas que variam entre 10 e 45 anos de prisão por manifestações pacíficas na internet."

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Razões das condenações no Reino Unido e na Alemanha

Reino Unido: Registou historicamente milhares de detenções e investigações anuais ligadas à atividade digital. A base legal assenta em legislação como a Communications Act 2003 (que criminaliza mensagens consideradas "grosseiramente ofensivas" ou de natureza indecente/ameaçadora) e leis de ordem pública, aplicadas a casos de assédio online, ameaças e publicações que incitem à desordem.

Alemanha: Conhecida pela aplicação rigorosa do Código Penal no que toca à Volksverhetzung (incitação ao ódio contra segmentos da população) e à exibição de símbolos proibidos. O país também implementou a lei NetzDG, que obriga as grandes plataformas a remover rapidamente conteúdos ilegais, o que é frequentemente acompanhado por investigações e processos judiciais contra os autores das publicações.

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Dados estatísticos

No Reino Unido, a grande maioria destas detenções ocorre ao abrigo do Artigo 127 da Communications Act 2003 (mensagens grosseiramente ofensivas, indecentes ou ameaçadoras) e do Artigo 1 da Malicious Communications Act 1988.

  • Número de Detenções: Uma investigação jornalística do jornal The Times (com base em dados de 37 das 44 forças policiais de Inglaterra e Gales) revelou que, em 2023, foram registadas 12.183 detenções ao abrigo destas duas leis de comunicação

  • Condenações a Pena de Prisão: Contrariamente ao que muitas vezes circula na internet, a taxa de encarceramento efetivo é baixa. O relatório da Freedom House detalha que, do volume total de detenções anuais em 2023, menos de 10% (uma em cada dez detenções) resultou em qualquer tipo de sentença condenatória em tribunal (a maioria resolve-se com advertências policiais, multas ou os casos são arquivados por falta de provas).

  • As penas de prisão efetiva existem, mas são reservadas para casos extremos. O pico recente ocorreu após os motins violentos de meados de 2024, onde o Ministério Público britânico (Crown Prosecution Service) levou a julgamento e conseguiu a condenação imediata a penas entre 8 a 20 meses de prisão para indivíduos que usaram o Facebook e o X (Twitter) especificamente para incitar ataques a mesquitas, partilhar instruções para incendiar hotéis de migrantes ou apelar diretamente a agressões racistas. 

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    Na Alemanha, o enquadramento jurídico é muito focado no Artigo 130 do Código Penal, que criminaliza a Volksverhetzung (incitação ao ódio contra segmentos da população ou minorias, apelos à violência e a negação do Holocausto).

  • Número de Casos/Detenções: O número de 3.500 casos frequentemente citado na internet provém de dados de uma unidade especial de procuradores focada em crimes de ódio online no estado da Baixa Saxónia (Niedersachsen), que lida com cerca de 3.500 investigações por ano. Como a Alemanha tem 16 estados federais (muitos com as suas próprias equipas especializadas), o número total de investigações criminais por discurso de ódio na internet a nível nacional é consideravelmente superior, estimando-se em várias dezenas de milhares de denúncias processadas anualmente.

  • A polícia alemã realiza periodicamente "dias de ação nacional contra o discurso de ódio online" (Aktionstag gegen Hasspostings), operando buscas domiciliárias e interrogatórios coordenados a centenas de suspeitos em simultâneo.

  • Condenações a Pena de Prisão: O sistema judicial alemão privilegia fortemente as sanções financeiras em vez da prisão para crimes de expressão. A esmagadora maioria das condenações por publicações racistas ou antissemitas resulta em multas pesadas em moldes de "dias de salário" (Geldstrafe) ou em penas de prisão suspensas sob condição.

  • As condenações a pena de prisão efetiva ocorrem quase exclusivamente quando o arguido é reincidente crónico, quando há uma associação direta a grupos neonazis violentos clandestinos ou quando a publicação online faz a apologia direta e o planeamento de atos de terrorismo e homicídio.

     

     

 
 
 
 
 

𝐈𝐋𝐇𝐀𝐍 𝐎𝐌𝐀𝐑’𝐒 𝐅𝐀𝐌𝐈𝐋𝐘 𝐖𝐄𝐑𝐄𝐍’𝐓 𝐑𝐄𝐅𝐔𝐆𝐄𝐄𝐒 — 𝐓𝐇𝐄𝐘 𝐖𝐄𝐑𝐄 𝐁𝐀𝐑𝐑𝐄-𝐑𝐄𝐆𝐈𝐌𝐄 𝐌∗𝐑𝐃𝐄𝐑𝐄𝐑𝐒 𝐖𝐇𝐎 𝐂𝐀𝐔𝐒𝐄𝐃 𝐓𝐇𝐄 𝐖𝐀𝐑

 

Journalist Avery Daye published the family history Minnesota Rep. Ilhan Omar has been allowed to bury for two decades. Read it the whole way through.
“𝘐𝘭𝘩𝘢𝘯 𝘖𝘮𝘢𝘳’𝘴 𝘧𝘢𝘵𝘩𝘦𝘳 𝘢𝘯𝘥 𝘨𝘳𝘢𝘯𝘥𝘧𝘢𝘵𝘩𝘦𝘳 𝘸𝘦𝘳𝘦 𝘣𝘰𝘵𝘩 𝘩𝘪𝘨𝘩-𝘳𝘢𝘯𝘬𝘪𝘯𝘨 𝘮𝘪𝘭𝘪𝘵𝘢𝘳𝘺 𝘰𝘧𝘧𝘪𝘤𝘪𝘢𝘭𝘴 𝘪𝘯 𝘵𝘩𝘦 𝘉𝘢𝘳𝘳𝘦 𝘳𝘦𝘨𝘪𝘮𝘦, 𝘸𝘩𝘪𝘤𝘩 𝘬!𝘭𝘭𝘦𝘥 𝘰𝘷𝘦𝘳 200,000 𝘱𝘦𝘰𝘱𝘭𝘦.”
 
“𝘛𝘩𝘦𝘺’𝘳𝘦 𝘮𝘰𝘴𝘵 𝘧𝘢𝘮𝘰𝘶𝘴 𝘧𝘰𝘳 𝘵𝘩𝘦 𝘐𝘴𝘢𝘢𝘲 𝘨𝘦𝘯𝘰𝘤𝘪𝘥𝘦. 𝘐𝘵 𝘸𝘢𝘴 𝘵𝘩𝘦 𝘸𝘰𝘳𝘴𝘵 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘸𝘰𝘳𝘴𝘵 — 𝘢𝘦𝘳𝘪𝘢𝘭 𝘣𝘰𝘮𝘣𝘪𝘯𝘨𝘴, 𝘦𝘹𝘦𝘤𝘶𝘵𝘪𝘰𝘯𝘴, 𝘮𝘢𝘯-𝘮𝘢𝘥𝘦 𝘧𝘢𝘮𝘪𝘯𝘦. 𝘗𝘦𝘰𝘱𝘭𝘦 𝘮𝘢𝘴𝘴𝘪𝘷𝘦𝘭𝘺 𝘴𝘶𝘧𝘧𝘦𝘳𝘦𝘥 𝘶𝘯𝘥𝘦𝘳 𝘵𝘩𝘪𝘴 𝘳𝘦𝘨𝘪𝘮𝘦, 𝘸𝘪𝘵𝘩 𝘵𝘩𝘦 𝘩𝘦𝘭𝘱 𝘰𝘧 𝘱𝘦𝘰𝘱𝘭𝘦 𝘭𝘪𝘬𝘦 𝘐𝘭𝘩𝘢𝘯 𝘖𝘮𝘢𝘳’𝘴 𝘧𝘢𝘮𝘪𝘭𝘺, 𝘸𝘩𝘰 𝘴𝘶𝘱𝘱𝘰𝘳𝘵𝘦𝘥 𝘵𝘩𝘦 𝘳𝘦𝘨𝘪𝘮𝘦 𝘢𝘯𝘥 𝘤𝘢𝘳𝘳𝘪𝘦𝘥 𝘰𝘶𝘵 𝘵𝘩𝘪𝘴 𝘩𝘰𝘳𝘳𝘰𝘳.”
 
“𝘛𝘩𝘦𝘺 𝘩𝘢𝘷𝘦 𝘧𝘢𝘮𝘪𝘭𝘺 𝘵𝘪𝘦𝘴 𝘵𝘰 𝘵𝘩𝘪𝘴 𝘨𝘶𝘺 𝘬𝘯𝘰𝘸𝘯 𝘢𝘴 𝘵𝘩𝘦 𝘉𝘶𝘵𝘤𝘩𝘦𝘳 𝘰𝘧 𝘏𝘢𝘳𝘨𝘦𝘪𝘴𝘢. 𝘏𝘪𝘴 𝘸𝘩𝘰𝘭𝘦 𝘴𝘩𝘵𝘪𝘤𝘬 𝘸𝘢𝘴 ‘𝘬!𝘭𝘭 𝘢𝘭𝘭 𝘣𝘶𝘵 𝘵𝘩𝘦 𝘤𝘳𝘰𝘸𝘴”. 𝐓𝐡𝐞𝐧 𝐭𝐡𝐞 𝐚𝐬𝐲𝐥𝐮𝐦 𝐫𝐞-𝐟𝐫𝐚𝐦𝐢𝐧𝐠: “𝘛𝘩𝘦 𝘴𝘶𝘧𝘧𝘦𝘳𝘪𝘯𝘨 𝘰𝘧 𝘵𝘩𝘦 𝘱𝘦𝘰𝘱𝘭𝘦 𝘰𝘧 𝘚𝘰𝘮𝘢𝘭𝘪𝘢 𝘸𝘢𝘴 𝘴𝘰 𝘣𝘢𝘥 𝘵𝘩𝘢𝘵 𝘵𝘩𝘦𝘳𝘦 𝘸𝘢𝘴 𝘢 𝘤𝘪𝘷𝘪𝘭 𝘸𝘢𝘳 𝘢𝘯𝘥 𝘵𝘩𝘦 𝘳𝘦𝘨𝘪𝘮𝘦 𝘸𝘢𝘴 𝘰𝘷𝘦𝘳𝘵𝘩𝘳𝘰𝘸𝘯. 𝘏𝘦𝘳 𝘧𝘢𝘮𝘪𝘭𝘺 𝘧𝘭𝘦𝘥 𝘧𝘪𝘳𝘴𝘵 𝘵𝘰 𝘒𝘦𝘯𝘺𝘢 𝘢𝘯𝘥 𝘵𝘩𝘦𝘯 𝘔𝘪𝘯𝘯𝘦𝘴𝘰𝘵𝘢, 𝘤𝘭𝘢𝘪𝘮𝘪𝘯𝘨 𝘵𝘩𝘦𝘺’𝘳𝘦 𝘭𝘪𝘬𝘦 𝘵𝘩𝘦𝘴𝘦 𝘢𝘴𝘺𝘭𝘶𝘮 𝘴𝘦𝘦𝘬𝘦𝘳𝘴. 𝘛𝘩𝘦𝘴𝘦 𝘱𝘰𝘰𝘳, 𝘱𝘰𝘰𝘳 𝘱𝘦𝘰𝘱𝘭𝘦.”
 
“𝘕𝘰. 𝘛𝘩𝘦𝘺 𝘸𝘦𝘳𝘦 𝘧𝘭𝘦𝘦𝘪𝘯𝘨 𝘵𝘰 𝘦𝘴𝘤𝘢𝘱𝘦 𝘣𝘦𝘪𝘯𝘨 𝘩𝘦𝘭𝘥 𝘢𝘤𝘤𝘰𝘶𝘯𝘵𝘢𝘣𝘭𝘦 𝘧𝘰𝘳 𝘸𝘩𝘢𝘵 𝘵𝘩𝘦𝘺 𝘥𝘪𝘥. 𝘚𝘩𝘦 𝘸𝘢𝘴 𝘯𝘰𝘵 𝘰𝘱𝘱𝘳𝘦𝘴𝘴𝘦𝘥. 𝘏𝘦𝘳 𝘧𝘢𝘮𝘪𝘭𝘺, 𝘵𝘩𝘦𝘺 𝘸𝘦𝘳𝘦 𝘵𝘩𝘦 𝘰𝘱𝘱𝘳𝘦𝘴𝘴𝘰𝘳𝘴.” “𝘍𝘰𝘳 𝘵𝘩𝘦 𝘋𝘦𝘮𝘰𝘤𝘳𝘢𝘵𝘪𝘤 𝘗𝘢𝘳𝘵𝘺 𝘵𝘰 𝘩𝘢𝘷𝘦 𝘩𝘦𝘳 𝘢𝘴 𝘢 𝘳𝘦𝘱𝘳𝘦𝘴𝘦𝘯𝘵𝘢𝘵𝘪𝘷𝘦 𝘪𝘴 𝘪𝘯𝘴𝘢𝘯𝘦 𝘵𝘰 𝘮𝘦. 𝘛𝘩𝘦 𝘸𝘢𝘺 𝘵𝘩𝘢𝘵 𝘵𝘩𝘦𝘺’𝘷𝘦 𝘳𝘦𝘣𝘳𝘢𝘯𝘥𝘦𝘥 𝘩𝘦𝘳 𝘢𝘴 𝘢𝘭𝘭 𝘵𝘩𝘪𝘴 𝘱𝘰𝘰𝘳 𝘳𝘦𝘧𝘶𝘨𝘦𝘦? 𝘕𝘰. 𝘚𝘩𝘦 𝘸𝘢𝘴𝘯’𝘵 𝘢 𝘳𝘦𝘧𝘶𝘨𝘦𝘦 𝘰𝘧 𝘸𝘢𝘳. 𝘏𝘦𝘳 𝘧𝘢𝘮𝘪𝘭𝘺 𝘤𝘳𝘦𝘢𝘵𝘦𝘥 𝘵𝘩𝘦 𝘸𝘢𝘳.”
 
𝐑𝐞𝐚𝐝 𝐭𝐡𝐚𝐭 𝐚𝐫𝐜 𝐨𝐧𝐞 𝐦𝐨𝐫𝐞 𝐭𝐢𝐦𝐞: Ilhan Omar’s family was part of the Somali regime that ran the Isaaq genocide. They fled accountability. They got asylum in Minnesota. 𝐓𝐡𝐞𝐢𝐫 𝐝𝐚𝐮𝐠𝐡𝐭𝐞𝐫 𝐢𝐬 𝐧𝐨𝐰 𝐚 𝐬𝐢𝐭𝐭𝐢𝐧𝐠 𝐔𝐒 𝐂𝐨𝐧𝐠𝐫𝐞𝐬𝐬𝐰𝐨𝐦𝐚𝐧 𝐥𝐞𝐜𝐭𝐮𝐫𝐢𝐧𝐠 𝐀𝐦𝐞𝐫𝐢𝐜𝐚𝐧𝐬 𝐚𝐛𝐨𝐮𝐭 𝐫𝐞𝐠𝐢𝐦𝐞 𝐜𝐡𝐚𝐧𝐠𝐞 𝐚𝐛𝐫𝐨𝐚𝐝.

Junior Pashi Kabunda, surnommé le « monstre de Bruxelles », a la liberté conditionnelle

 La libération conditionnelle de c, surnommé le « monstre de Bruxelles », provoque l'incompréhension et la colère des familles des victi...