A Europa abriu caminho para a deportação de imigrantes e requerentes de asilo para uma lista de países terceiros, considerados seguros, que inclui Bangladesh, Colômbia, Egito, Índia, Kosovo, Marrocos e Tunísia.
As regras mais rígidas na política migratória do bloco foram aprovadas graças à união de partidos de centro-direita e extrema direita do Parlamento Europeu e passarão a valer a partir de junho.
Estes países funcionarão como centros de retorno de imigrantes, ainda que não tenham qualquer vínculo com eles.
Basta que um governo europeu tenha assinado um acordo com o país de acolhimento para que o imigrante seja deportado. Ou seja, cai a exigência de um elo entre o requerente de asilo e o país terceiro.
A medida requer aprovação final dos 27 membros da União Europeia, mas tem o aval da Comissão Europeia. Na prática, alguns países já estão a aplicar o conceito de terceiro país seguro. A Holanda assinou um acordo com o Uganda, e a Itália com a Albânia.

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