segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Vêm aí mais 260 mil "cidadãos" (1,26 milhões, quando as famílias estiverem reagrupadas...)

 

Entre 2020 e 2024, o número de imigrantes em Portugal passou de 666 mil para 1,546 milhões - um aumento de 43%. Mas ainda estão pendentes 520 mil pedidos de aquisição de nacionalidade. Apostando na pior (?) hipótese, vamos supor que apenas metade desses requerentes consegue a nacionalidade portuguesa - 260 mil. É óbvio que esses "novos portugueses" irão solicitar o chamado reagrupamento familiar. Conhecidas as estatísticas demográficas dos imigrantes e requerentes de nacionalidade, podemos partir do princípio que cada um desses 260 mil "novos portugueses" trará para Portugal, no mínimo, mulher e três filhos. Ora quatro vezes 260 mil dá pouco mais de um milhão de novos imigrantes - 1,26 milhões, no total de requerentes de nacionalidade e familiares.

Numa projecção cautelosa, em pouco mais de dois anos a população imigrante ou de origem imigrante, em Portugal, rondará os 3 milhões - cerca de 30 por cento da população total. Ou seja, 3 em cada 10 residentes em Portugal serão imigrantes e cidadãos portugueses de origem estrangeira. Como já se tornou mais do que visível, a maioria dos imigrantes e seus descendentes tendem a agrupar-se em zonas urbanas de onde "expulsam" os residentes de etnia e culturas diferentes. Os guetos urbanos de migrantes, frequentemente áreas segregadas por fatores socioeconómicos, oferecem segurança e familiaridade, mas também reforçam a separação social.

Basta analisar, em termos demográficos, a constituição das chamadas Zonas Urbanas Sensíveis (ZUS) - um eufemismo da polícia portuguesa para os guetos em Portugal. O traço comum é a "ocupação" dessas áreas por grupos étnico-culturais, com destaque para as minorias ciganas e de origem africana. A expressão "Zonas Urbanas Sensíveis" (ZUS) é usada para classificar territórios suburbanos, geralmente na periferia de Lisboa e Porto, que apresentam problemas complexos de exclusão social, precariedade habitacional e criminalidade. 

De acordo com o Deepseeck, é possível identificar dois grandes grupos étnicos cuja presença é sobrerrepresentada e amplamente reconhecida nas ZUS:

Afrodescendentes e Imigrantes dos PALOP: A maioria da população residente nestes bairros é de origem africana, principalmente dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) — Cabo Verde, Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe . Este fenómeno está historicamente ligado às migrações laborais das décadas de 1960 a 1980 e ao regresso de portugueses e descendentes após a independência das colónias . As políticas de habitação, como o Programa Especial de Realojamento (PER), ao concentrarem esta população em bairros sociais na periferia, contribuíram para a sua segregação residencial e para a formação de "bairros negros" na contemporaneidade . A Cova da Moura, na Amadora, é frequentemente citada como o exemplo mais emblemático, sendo um bairro "maioritariamente negro e africano, com destaque para a presença dos cabo-verdianos".

Comunidade Cigana: A presença de populações de etnia cigana é também uma característica marcante de várias ZUS . Tal como com as comunidades africanas, a sua concentração em bairros sociais é apontada como um fator que pode dificultar a integração plena e perpetuar ciclos de exclusão social . Relatórios da PSP, aos quais o Público teve acesso, referem explicitamente bairros onde coabitam "pessoas de etnia cigana, de origem africana e caucasiana", muitas vezes associando essa composição a dinâmicas sociais específicas ou a conflitos. 

A "ocupação" de zonas urbanas por minorias étnicas está a passar por alterações substanciais dada a modificação da origem dos imigrantes, nos últimos cinco anos. Pela primeira vez os imigrantes de origem hindustânica estão entre os cinco maiores destinos de origem. A fixação geográfica no terreno é idêntica à de outros grupos imigrantes. Nos casos africanos, o traço comum é a identidade racial, oposta e hostil a todas as outras raças e caracterizada pela constituição de gangues criminosos que transformam os seus bairros em "no-go zones". O mesmo acontece com a etnia cigana, talvez a mais aversa a qualquer tipo de integração na sociedade. 

A comunidade muçulmana não-hindustânica sobressai, em relação a todas as outras, pela sua extrema dissociação da sociedade portuguesa, embora caracterizada por uma aparente (e falsa) integração pacífica e ordeira - isto enquanto constroem uma comunidade totalmente afastada da sociedade portuguesa, alicerçada num objectivo de domínio e imposição de uma teocracia, com o Corão e a Sharia (Lei Islâmica) como bases únicas, menosprezando e ignorando os valores fundamentais da sociedade portuguesa, nomeadamente os plasmados na Constituição da República Portuguesa.

A imigração de origem hindustânica também é, na sua maioria, muçulmana e originária do Bangladesh e do Paquistão. Na "ocupação do terreno" destas minorias destacam-se também os mesmos fenómenos da comunidade muçulmana não-hindustânica: uma fixação em torno de locais de culto, através de uma aquisição de casas e lojas, muitas vezes meras fachadas para irregularidades nos processos de legalização. De salientar, como exemplo, casos como uma loja de "souvenirs" em Lisboa que tinha registados como empregados 1.600 imigrantes hindustânicos. A imprensa paquistanesa, aliás, deu conta, nas últimas semanas, de negócios pouco claros, relacionados com lavagem de dinheiro, tendo Portugal como palco e concentrando-se em estabelecimentos comerciais com escassa ou nenhuma clientela. A comunidade Sikh segue padrões idênticos, construindo templos nas zonas onde tem uma presença demográfica substancial e "colonizando" as zonas habitacionais limítrofes - um fenómeno comum nas zonas de cultivo intensivo de frutos e hortícolas, na costa alentejana. 

Cerca de um terço (aproximadamente 28% a 33%) dos bebés nascidos em Portugal em 2024 e 2025 têm mãe estrangeira, um número que tem crescido significativamente. Em zonas como Lisboa, Setúbal e Algarve, a proporção é ainda maior, com casos em que quase metade dos nascimentos são de mães imigrante. O crescimento de nascimentos de mães estrangeiras aumentou 64% nos últimos quatro anos, enquanto os nascimentos de mães portuguesas diminuíram, indicando que a imigração é o fator principal para a natalidade nestas zona. Em áreas como São Teotónio e Vila Nova de Milfontes, relatos indicam que a população imigrante supera os 50%.

A manter-se este ritmo de natalidade dos imigrantes (quer estrangeiros, quer já detentores da nacionalidade portuguesa) o país caminha para uma "federação étnico-cultural", onde os portugueses caucasianos e, culturalmente judaico-cristãos, estão a caminho de ser uma minoria. A homogeneidade em torno dos chamados valores culturais é um factor em rápida redução, "atacada" pelas diversas culturas dos grupos imigrantes e seus descendentes, com especial destaque para as comunidades muçulmanas, com a sua concepção teocrática de nação - a "Ummah", a nação muçulmana universal.

Citando o falecido presidente Jorge Sampaio, é preciso que aquilo que nos une seja mais do que aquilo que nos divide - isto, se quisermos continuar a ser um país democrático e ocidental, regido por valores concretos que são claros e bem definidos, constituindo uma antíteses dos valores da quase totalidade das comunidades imigrantes que têm "invadido" Portugal, desde que António Costa inaugurou a política de "portas abertas".

De acordo com o Deepseek, os valores ocidentais são geralmente associados a uma herança que mistura o pensamento da Grécia Antiga, o Direito Romano, a ética judaico-cristã e os ideais do Iluminismo. Os principais são:

1. Democracia e Estado de Direito
A ideia de que o poder emana do povo, exercido através de eleições livres e periódicas. Associado a isto está o conceito de Estado de Direito, que significa que ninguém está acima da lei, e que esta deve ser aplicada de forma igual a todos os cidadãos.

2. Liberdades e Direitos Individuais
A proteção do indivíduo perante o Estado é central. Isto inclui:

Liberdade de expressão: O direito de manifestar opiniões sem censura ou medo de represálias.
Liberdade religiosa e de consciência: O direito de ter (ou não ter) uma religião e de a praticar livremente.
Direitos civis: Como o direito a um julgamento justo, a presunção de inocência e a proteção contra a discriminação.

3. Pluralismo e Tolerância
A aceitação e o respeito pela diversidade de opiniões, culturas, religiões e estilos de vida. Numa sociedade ocidental ideal, o conflito de ideias é resolvido através do debate democrático e não pela violência.

4. Direitos Humanos
A crença em direitos inalienáveis que pertencem a todos os seres humanos, simplesmente pela sua condição humana. Este princípio está consagrado em documentos como a Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU (1948), cuja redação foi fortemente influenciada por potências ocidentais.

5. Individualismo
Em contraste com sociedades mais coletivistas, a cultura ocidental tende a valorizar a autonomia, a realização pessoal e a responsabilidade individual. O sucesso ou fracasso de uma pessoa é visto, em grande parte, como resultado das suas próprias escolhas e esforços. 

De destacar, neste confronto de civilizações, a enorme distância entre uma democracia ocidental e a ideologia muçulmana, no que diz respeito aos direitos das mulheres, colocada em prática pelos imirgantes muçulmanos, nos países europeus: Na Suécia, os requerentes de asilo, em matéria de crimes como violações, são 5 vezes mais do que os criminosos suecos. Desde 2009, a Noruega aplica lições obrigatórias para requerentes de asilo sobre a forma de lidar com o sexo feminino - explicando, nomeadamente, formas de relacionamento com mulheres, o que é consenso em matéria de relações sexuais e igualdade de direitos. Na Finlândia foram instituídas classes idênticas, para explicar aos migrantes muçulmanos que devem respeitar as mulheres (andarem sozinhas em público, por exemplo, não significa que sejam prostitutas) e que normas culturais normais no Ocidente, como ir a uma discoteca e dançar não significa acordo em matéria de relações sexuais.  

 

 


 

 

 

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