sábado, 25 de janeiro de 2025
sexta-feira, 24 de janeiro de 2025
Pedro Nuno Santos avisa que imigrantes têm de "respeitar" cultura portuguesa e admite falhas do PS
Na opinião do secretário-geral socialista, o “Estado e o país não se prepararam para a entrada intensa de trabalhadores estrangeiros”, dando como exemplos o SNS, a educação ou a habitação. O líder do PS admite que não se fez tudo bem nos últimos anos quanto à imigração e vai propor uma solução legislativa que permita regularizar imigrantes que estão a trabalhar, mas recusa recuperar a manifestação de interesses.
Em entrevista ao Expresso publicada esta quinta-feira, a imigração foi um dos principais temas, mas também as autárquicas deste ano ou as presidenciais de 2026, sobre as quais assumiu ser “importante que haja apenas uma candidatura” do campo político do PS porque “aumenta as possibilidades de vitória”.
Sobre a questão da imigração, o líder do PS prometeu para o final do mês uma proposta para acabar com uma “situação de terra de ninguém ou um vazio na lei” porque foi eliminada a manifestação de interesse, mas recusou recuperar esse instrumento tal como existia porque aquilo que é preciso é “encontrar válvulas de escape que permitam a regularização de imigrantes que estão a trabalhar”.
Apontando efeitos negativos da manifestação de interesse, Pedro Nuno Santos defendeu “a regulação da imigração de forma eficaz e humanista, com o outro lado, da integração”. “Não fizemos tudo bem nos últimos anos no que diz respeito à imigração”, assumiu.
Na opinião do líder do PS, o “Estado e o país não se prepararam para a entrada intensa de trabalhadores estrangeiros”, dando como exemplos o SNS, a educação ou a habitação.
“Quando há uma procura intensa que coloca pressão sobre os serviços públicos, isso vai facilitar o discurso divisionista, muitas vezes de ódio, que a extrema-direita usa contra os trabalhadores estrangeiros. Precisamos, de uma vez por todas, de falar sobre a imigração de forma descomplexada, exigente, rigorosa, como infelizmente não se tem feito”, defendeu.
Para Pedro Nuno Santos, quem procura Portugal para viver “tem de perceber que há uma partilha de um modo de vida, uma cultura que deve ser respeitada”. Sobre presidenciais, o líder do PS admitiu que perante a situação atual, com as guerras que decorrem, “ter um Presidente da República com experiência internacional é importante”.
Questionado se António Vitorino seria o seu preferido para candidato apoiado pelo PS, Pedro Nuno Santos respondeu: “A minha preferência é por um candidato da área do PS que tenha a possibilidade de ganhar.”
Referindo que a “história do PS” é que tenha havido dois candidatos, o líder socialista reiterou não ser solução o que tem acontecido de o partido não apoiar ninguém e, caso aparece mais do que um nome, remete a decisão para um órgão do PS, como a Comissão Nacional.
Sobre autárquicas em Lisboa, manifestou abertura do PS para perceber junto dos outros partidos “se há base de entendimento”, mas recusou negociações com base em ajustes no passado.
“Ganharemos as autárquicas se tivermos mais autarquias do que o nosso adversário”, disse.
Quanto ao calendário dos estados gerais, que decorrerão entre abril deste ano e abril de 2026, Pedro Nuno Santos assumiu que este foi pensado para “qualquer eventualidade” e ponderando a possibilidade de eleições antecipadas.
"Nós não sabemos quando haverá eleições, mas o PS tem de estar preparado", disse.
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PS: Estatísticas europeias sobre crime e imigração
President Donald Trump has recently signed an executive order mandating the declassification of all remaining classified files related to the assassinations of President John F. Kennedy, Senator Robert F. Kennedy, and civil rights leader Martin Luther King Jr.
This move aims to provide transparency and address longstanding public interest in these historical events.
The executive order directs the Director of National Intelligence to develop a plan within 15 days to release the JFK assassination files and within 45 days for the RFK and MLK files. This action is expected to shed light on these pivotal moments in American history and potentially challenge longstanding theories about governmental involvement.
It's worth noting that during his first term, President Trump had expressed intentions to release all remaining records on JFK's assassination. However, at that time, some documents remained classified due to national security concerns.
Political violence and rape in Bangladesh
Bangladesh has a complex history of political violence, deeply intertwined with its political dynamics and societal structures. The nation's political landscape has been predominantly dominated by two major parties: the Awami League (AL) and the Bangladesh Nationalist Party (BNP). This rivalry has often led to significant unrest and violence.
In August 2024, a significant political upheaval occurred when Prime Minister Sheikh Hasina resigned following widespread student-led protests against her government. These demonstrations, initially sparked by opposition to a controversial government job quota system, escalated into a broader movement against perceived authoritarianism and corruption. The protests resulted in over 300 deaths and thousands of incarcerations. Following Hasina's resignation, an interim government led by Nobel laureate Muhammad Yunus was established, aiming to restore democracy and address systemic issues.
The aftermath of Hasina's resignation saw a surge in violence, including attacks on minority communities. The Hindu Buddhist Christian Unity Council reported that from August 4 to August 20, 2024, there were 2,010 incidents of attacks on minorities across the country, including 69 temples. Homes and businesses were looted, vandalized, and set on fire, resulting in several deaths. Analysts suggest that many of these attacks were politically motivated, targeting individuals associated with the former ruling party, rather than purely communal in nature.
Historically, political violence in Bangladesh has been a recurring issue. Between 2002 and 2013, there was a sharp increase in political violence in Dhaka, leading to significant casualties. Factors contributing to this include economic disparities, the first-past-the-post voting system, and controversial political decisions by major parties.
The culture of political violence in Bangladesh is deeply rooted, with both state and non-state actors contributing to the perpetuation of unrest. The state's use of coercive measures against political opponents and dissenters has been a significant factor in this dynamic.
In summary, political violence in Bangladesh is a multifaceted issue, influenced by historical rivalries, systemic political structures, and socio-economic factors. Efforts to address this violence require comprehensive reforms aimed at promoting political inclusivity, ensuring accountability, and protecting minority rights.
PS: Immigrants from Bangladesh are starting to organize, in Portugal, following the same political lines in their country. We had the first confrontation between different political groups a couple of weeks ago, in Martim Moniz. Same thing about rapes.. The first cases already happened. From now on, it will be more and more, as it happens in countries like Germany and Switzerland.
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In Bangladesh, the conviction rate for rape cases is alarmingly low. Unofficial estimates suggest that between 2002 and 2016, the conviction rate was around 3%. More recent data indicates that the rate has declined even further, with some reports citing a conviction rate below 1%.
Several factors contribute to this low conviction rate:
Delayed Reporting and Investigation: Survivors often face societal stigma and pressure, leading to delays in reporting incidents. A 2020 study analyzing 140 rape cases in Dhaka found that in 95% of the cases, medical examinations were conducted a week or more after the incident, compromising the collection of crucial evidence.
Judicial Delays: Despite legal provisions mandating the conclusion of trials within 180 days under the Prevention of Women and Child Repression Act, 2000, this timeframe is rarely adhered to. Consequently, many cases remain pending for years, diminishing the chances of conviction.
Evidentiary Challenges: The legal system permits the introduction of evidence regarding the victim's character, which can lead to victim-blaming and deter survivors from pursuing legal action. Section 155(4) of the Evidence Act 1872 allows for questioning the moral character of the prosecutrix, further complicating the judicial process.
These systemic issues highlight the significant barriers survivors face in obtaining justice and underscore the need for comprehensive legal and societal reforms in Bangladesh.
Presidenciais: ERC recusa cumprir lei para avaliar sondagem fraudulenta que beneficia Gouveia e Melo
Fraude. Não há outra palavra que possa caracterizar a mais recente sondagem da Pitagórica para a TVI e CNN Portugal que teve as Presidenciais de 2026 como ‘prato forte’. Apresentada no passado dia 9 de Janeiro, a sondagem – cujos detalhes só esta madrugada [ontem pelas 23:03 horas ainda não estavam] foram disponibilizados pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) –, a sondagem destacou que “Gouveia e Melo é o preferido dos portugueses para a Presidência”, mas a metodologia para a obtenção desta conclusão radica em erros e enviesamentos graves que anulam a sua validade (e até a legalidade).
Com efeito, de acordo com a primeira notícia desta sondagem da TVI – que seria repercutida, de forma acrítica, pela imprensa generalista, tornando-se alvo de inúmeros debates e artigos de opinião –, “o até há pouco tempo chefe do Estado-Maior da Armada é quem reúne as preferências, ficando à frente de figuras que ainda não abriram o jogo quanto a uma candidatura, mas também de outras pessoas que estariam potencialmente bem colocadas”.

A notícia salientava que “a sondagem dividia-se em quatro respostas: ‘votaria de certeza’; ‘talvez votasse’; ‘jamais votaria’; ‘não conhece o candidato / não consegue ou não quer avaliar o candidato’”, e acrescentava então que, “neste cenário, Gouveia e Melo obteve 28% no ‘votaria de certeza’, um número só igualado por António Guterres” e que, “ainda assim, há mais pessoas que ‘talvez votassem’ no almirante (29%) do que no antigo primeiro-ministro (26%)”.
Numa apresentação televisiva desta sondagem, o jornalista Pedro Benevides, além de mostrar uma lista exaustiva de proto-candidatos, com as percentagens relativas à questão “em quem votaria?”, afirmou, de forma categórica, que Gouveia e Melo, colocado na primeira posição, tinha “28% das intenções de voto dos portugueses que foram consultados nessa sondagem; 28% que dizem que vão mesmo votar nele”.
Mostra-se evidente que a sondagem, por dolo, negligência ou incompetência, deveria ter tido um único destino: o ‘caixote do lixo’. Com efeito, tendo sido inquiridas apenas 400 pessoas – um número que, estatisticamente, para o universo dos recenseados, implica uma margem de erro anormalmente elevada (5%) –, se se somarem apenas os números relativos às respostas ‘votaria de certeza’ alcançar-se-iam 1.032 votos. Ou seja, em média, cada inquirido terá indicado que ‘votaria de certeza’ em 2,6 candidatos.
Em concreto, se Gouveia e Melo teve 28% dos inquiridos a dizerem que votariam nele ‘de certeza’, então foi porque 112 pessoas assim o garantiram na sondagem; se António Guterres teve a mesma percentagem, correspondeu então a 112 pessoas; se Passos Coelho teve 23%, então contam-se mais 92 pessoas; se António Costa teve 22%, significa mais 88 pessoas. Ora, só com estes quatro proto-candidatos se contabilizavam 404 votos em 400 inquiridos.

Junte-se mais os 60 inquiridos que supostamente garantiram também que votariam de ‘certeza’ em Marques Mendes (15%); mais os 52 que supostamente garantiram também que votariam de ‘certeza’ em Rui Rio (13%), outros tantos em Durão Barroso, e outros tantos em Cotrim Figueiredo, então os ‘votos de certeza’ sobem para 620 votos em 400 inquiridos. Se se juntar ainda mais os votos ‘de certeza’ em Paulo Portas (48), em Ana Gomes (mais 48), em António Vitorino (mais 44) e André Ventura (mais 44), o pecúlio de votos ‘de certeza’ – e que foram interpretados como “intenções de voto” – ascende então aos 805 votos em apenas 400 inquiridos. Juntando os votos ‘de certeza’ dos restantes proto-candidatos (António José Seguro, Aguiar-Branco, Francisco Louçã, Santana Lopes, Jerónimo de Sousa e Rodrigo Saraiva), atinge, então, um total de 1302 votos.
Esta impossibilidade democrática (cada pessoa ‘vale’ apenas um voto) e semântica (‘de certeza’ significa uma decisão convicta, garantida e exclusiva perante um candidato) invalida qualquer credibilidade à sondagem da Pitagórica e às conclusões retiradas, designadamente aquelas que colocaram Gouveia e Melo como o preferido dos portugueses. De facto, declarar um voto “de certeza”, em democracia, não admite múltiplas escolhas igualmente certas para diferentes opções num mesmo contexto.
Além disso, o inquirido que votasse ‘de certeza’ num determinado candidato deveria, além de ficar automaticamente bloqueado para votar ‘de certeza’ noutro candidato, não ter a possibilidade de ponderar votar em qualquer outro (ou seja, em responder, uma ou mais vezes, na opção ‘talvez votasse’). De igual modo, um voto ‘de certeza’ num determinado candidato, pela assertividade da decisão, implicaria que todos os outros proto-candidatos teriam de receber, de forma automático, um igualmente assertivo ‘jamais votaria’.
Contudo, nem sequer se sabe, na verdade, quantos, de entre os 400 inquiridos, votaram ‘de certeza’ apenas uma vez, nem quantos votaram ‘de certeza’ em dois ou mais candidatos. Aliás, seria curioso saber em quantos proto-candidatos votou o inquirido mais ‘liberal’. Note-se que na Ficha Técnica, hoje divulgada no site da ERC, se omite completamente que os inquiridos podiam optar várias vezes, em diversos proto-candidatos, algo que desvirtua também a sondagem por falta de transparência. Certo é que, havendo ainda indecisão – e daí até a possibilidade de se escolher ‘talvez votasse’ (que poderia ‘beneficar, aqui sim, vários proto-candidatos –, seria de esperar que o número de votos ‘de certeza’ fosse até substancialmente inferior ao número dos inquiridos.

Os resultados da sondagem sobre as Presidenciais, agora divulgada em pormenor no site da ERC, permite, com maior detalhe, a repetição de votos ‘de certeza’ sobre vários quadrantes. Através dos dados em percentagem, o PÁGINA UM conseguiu saber como os diversos ‘simpatizantes’ dos partidos distribuíram os seus votos na opção ‘votaria de certeza’. Por exemplo, no caso dos eleitores da Aliança Democrática – que representavam 123 dos 400 inquiridos –, houve 53 votos em Passos Coelho, 35 em Gouveia e Melo, 30 em Marques Mendes, 29 em Paulo Portas, 27 em António Guterres, 26 em Durão Barrosos, 23 em Rui Rio, 19 em Aguiar-Branco, 18 em Cotrim Figueiredo, 16 em António Costa, 10 em Ana Gomes, 10 em, António Vitorino e mais 34 nos restantes proto-candidatos (Mário Centeno, António José Seguro, André Ventura, Francisco Louçã, Jerónimo Sousa e Rodrigo Saraiva. Soma-se tudo e dá 2,8 votos ‘de certeza’ nos eleitores da Aliança Democrática.
No terceiro partido com maior representatividade parlamentar, o Chega, também houve muitos eleitores inquiridos que votaram ‘de certeza’ em mais do que um proto-candidato. E nem a absurda possibilidade de se votar várias vezes com convicção em diversos candidatos beneficiou o líder deste partido. Tendo sido ‘seleccionados’ 66 eleitores do Chega, apenas 30 disseram que votariam ‘de certeza’ em André Ventura, pouco à frente de Gouveia e Melo (27). Mas é muitíssimo provável que tenha havido eleitores que garantiram o seu voto a ambos – fazendo relembrar a famosa música de Marco Paulo –, porque os 66 eleitores do Chega votaram 176 vezes ‘de certeza’.
Houve, porém, eleitores de outros partidos mais ‘incertos’ na certeza, ou seja, que deram o voto ‘de certeza’ mais candidatos. Por exemplo, os sete eleitores do PAN, que integraram esta sondagem, concederam 27 votos ‘de certeza’ por diversos candidatos. Cada um teve direito a votar, média, quase quatro vezes (3,86). Os 18 eleitores do Livre também tiveram, segundo a sondagem da Pitagórica, dificuldades em perceber que votar ‘de certeza’ não implica votar em vários candidatos. Com efeito, contabilizaram-se, neste grupo, um total de 59 votos ‘de certeza’, dando assim uma média de 3,28 votos por cada eleitor.
Os eleitores com menor número médio de votos ‘de certeza’ são os do PCP. Em 13 inquiridos, no universo de 400 inquiridos, ‘só’ se contabilizam 19 votos ‘de certeza’. Curiosamente, apenas três se direccionaram para o único militante comunista (Jerónimo Sousa) na lista de proto-candidatos.
Se isto não bastasse, a Estatística Inferencial comprovaria a absoluta fraude desta sondagem da Pitagórica, usada, primeiro, pela TVI e CNN Portugal, e depois amplificada pela imprensa generalista. Com base nos dados conhecidos da sondagem, se se usar uma distribuição de Poisson, a probabilidade de um inquirido ter votado na opção ‘de certeza’ em apenas um proto-candidato foi somente de 19,6%. Usando o método de distribuição binomial, a probabilidade estimada desce para 18,9%, enquanto na simulação multinomial (Monte Carlo) surge a indicação de que todos os inquiridos votaram na opção ‘de certeza’ em mais do que um proto-candidato, reflectindo assim o enviesamento estrutural dos dados da Pitagórica.
O PÁGINA UM contactou Alexandre Picoto, patrão da empresa de sondagens Pitagórica, e próximos dos círculos do PSD, que confirmou a existência da possibilidade de os inquiridos puderem votar em mais do que um dos proto-candidatos na opção ‘votaria de certeza’. “Este tipo de sondagens tem como principal objectivo avaliar a taxa de conhecimento que os eleitores têm dos candidatos, a sua taxa de rejeição e a capacidade potencial de angariar votos, conjugando a opção ‘votaria de certeza’ e ‘talvez votasse’”, alega o responsável pela empresa de sondagens, descartando responsabilidade sobre a interpretação dos resultados feita pelos clientes (TVI e CNN Portugal) pela outra imprensa generalista.
(Continua)
quinta-feira, 23 de janeiro de 2025
Trump shuts off access to asylum, plans to send 10,000 troops to border
President Donald Trump is preparing to send around 10,000 troops to the southern border, where they will support Border Patrol agents under new orders to shut off access to asylum, according to a U.S. Customs and Border Protection briefing document obtained by The Washington Post.
The order directs border agents to block entry to migrants on the grounds that they have passed through countries where communicable diseases are present, without citing any specific health threat.
The Defense Department will send at least 1,500 additional active-duty ground troops to the southern border in what could be the first of several waves of deployments, said acting defense secretary Robert Salesses. Those forces will bolster about 2,500 who already were there. Other active-duty troops will pilot military planes to assist the Department of Homeland Security in deporting migrants who already are in detention, with DHS providing law enforcement on those flights, Salesses said.
“This is just the beginning,” he said in a statement Wednesday evening. The CBP briefing, delivered Tuesday to senior staff at the agency’s headquarters in Washington by newly appointed Border Patrol Chief Mike Banks, instructs U.S. agents to use an extraordinary emergency authority to close the border. The only two Border Patrol officials who can authorize the release of an asylum seeker into the United States with a pending humanitarian claim are Banks and his deputy.
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