sábado, 1 de fevereiro de 2025

Trump avança este sábado com tarifas sobre Canadá, México e China

 


O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que imporá a partir deste sábado tarifas aduaneiras de 25% ao México e ao Canadá e 10% à China, diz a Casa Branca.

Donald Trump anunciou também esta sexta-feira que pretende impor impor tarifas à União Europeia no futuro, justificando a medida ao dizer que o bloco económico não tratou bem os Estados Unidos.

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que as taxas sobre os produtos do Canadá e do México foram uma resposta "ao fentanil ilegal que estes países permitiram que fosse distribuído nos Estados Unidos, matando dezenas de milhões de americanos".


Quanto ao petróleo produzido no Canadá, Trump disse que seria abrangido pela imposição de tarifas de 10%, uma decisão que poderia entrar em vigor apenas a18 de fevereiro.

Os Governos do Canadá e do México já reagiram a esta confirmação, assegurando estarem preparados para todos os cenários e prometendo responder adequadamente ao início da implementação de tarifas por parte dos Estados Unidos.

Noruega apreende navio com tripulação russa no âmbito de uma investigação sobre danos em cabos no Mar Báltico

 


A aliança militar da NATO está a intensificar os seus esforços para proteger os cabos submarinos na região, num contexto de crescente preocupação com a sabotagem e a espionagem russas.

Um navio norueguês com tripulação exclusivamente russa foi apreendido pela polícia da Noruega por suspeita de estar envolvido em danos num cabo submarino de telecomunicações no Mar Báltico.

O Silver Dania foi detido na quinta-feira à noite e levado para o porto de Tromsø, no norte da Noruega, na sexta-feira, por um navio da guarda costeira norueguesa, informou a polícia local. Esta ação seguiu-se a um pedido das autoridades letãs e a uma decisão de um tribunal norueguês.

A polícia de Tromsø afirmou que há suspeitas de que o cargueiro - que navegava entre os portos russos de São Petersburgo e Murmansk - esteve envolvido em danos graves, no domingo, no cabo que liga a Letónia à ilha sueca de Gotland.

Os procuradores suecos anunciaram, no domingo à tarde, que tinham aberto um inquérito preliminar por suspeita de sabotagem e ordenaram a detenção de um navio por suspeita de danificar o cabo, o Vezhen, com pavilhão de Malta.

(Continua)

Câmara de Lisboa admite avaliar reversão das expropriações para projeto da Mouraria que incluía mesquita

 

O executivo municipal diz que "está consolidada a expropriação", dado os prazos legais mas admitiu a possibilidade de avaliar o processo para uma possível reversão "de acordo com a lei". Anacoreta Correia disse que o atual executivo municipal não reverteu a expropriação porque os proprietários não a impedir em tribunal

A Câmara de Lisboa considera que o processo de expropriação de três prédios na Rua do Benformoso para o então projeto Praça da Mouraria, que incluía a instalação de uma mesquita, “está consolidado”, mas não descarta avaliar uma reversão.

O vice-presidente da câmara, Filipe Anacoreta Correia (CDS-PP), disse que o atual executivo municipal, sob gestão de PSD/CDS-PP, “não reverteu a decisão anterior” de expropriação, aprovada em 2015, sob liderança do PS, explicando que os expropriados tinham, de acordo com a lei, um prazo de três anos para pedir a reversão deste “ato violento” de expropriação.

O prazo terminou antes deste mandato 2021-2025, porém, nenhum dos expropriados fez esse pedido, apenas houve impugnação.

O autarca falava no âmbito de uma audição com as 3.ª e 6.ª comissões da Assembleia Municipal de Lisboa (AML), que fiscalizam as áreas de Urbanismo e Direitos Humanos e Sociais, respetivamente, e que estão a avaliar a eventual construção de uma nova mesquita na Mouraria, processo que se arrasta há mais de década.
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Anacoreta Correia indicou que um dos expropriados, António Barroso, avançou com processos judiciais, “mas não foram pedidos de reversão”. Houve contestação do valor atribuído pelos dois prédios expropriados, o que resultou na atribuição de 694 mil euros mais 197 mil euros, e houve impugnação da declaração de utilidade pública, em que já houve decisão de primeira instância a favor do município, mas foi apresentado recurso, aguardando-se o trânsito em julgado.

Apesar de considerar que “está consolidada a expropriação”, dado os prazos legais, Anacoreta Correia admitiu a possibilidade de avaliar o processo para uma possível reversão, “mas sempre de acordo com a lei”, assim como uma eventual compensação ao expropriado António Barroso, que “é um lesado, é uma vítima”.

(Continua)

quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

DeepSeek is more careful in it's censorship....

 ... Next step will be to cut the access to people that has made a certain number of a certain kind of questions...

 




Whitout them, no fruits in the table of USA people...


 

Trump Official Rails Against Leaked Emails In Leaked Email

 


The US attorney for DC expressed 'disappointment' that his email was leaked 'almost immediately'

A Trump official railed against recently leaked emails in yet another leaked email, in which he expressed "disappointment" that his email was leaked "almost immediately."

"Wow, what a disappointment to have my email yesterday to you all was leaked almost immediately. Again, personally insulting and professionally unacceptable. I guess I have learned my lesson ('Fool me once...')," Ed Martin, the interim U.S. attorney for DC, said in a Tuesday email obtained by CNN.

Martin's email came after a different email of his was leaked, in which he announced the U.S. attorney's office would be conducting an internal review into how prosecutors made their cases against Capitol rioters, the Associated Press reported.

All relevant files, including emails and notes, were demanded to be turned in to supervisors so that they could review prosecutors' use of a felony charge, the Monday email stated according to AP.

In the Tuesday email, Martin criticized former Justice Department prosecutor Ashley Akers for "going on television badmouthing our work (and me!)," CNN reported. Akers has defended the prosecution of Capitol rioters, telling the AP that "the public record speaks for itself."

 

The truth about Saudi Arabia’s rulers is more worrying than you thought

 

The behaviour of Saudi Arabia’s most powerful prince invites a peculiar fascination. Mohammed Bin Salman, 39, effectively runs the oil-rich state as his 89-year-old father Salman ails; yet MBS, as the prince is known, seems to spend much of his time aboard his 400 ft superyacht, Serene, where on one cabin wall, it is said, hangs Leonardo da Vinci’s stunning painting Salvator Mundi, bought at a New York auction for $450m. The crown prince’s timekeeping is disorganised, even chaotic. He sleeps irregularly, day and night, and when he nods off in meetings, courtiers must attend patiently until he wakes. In October 2023, MBS kept the US secretary of state, Antony Blinken, waiting for several hours. He only showed up the following day.

What to make of this behaviour? Malise Ruthven, in his critical account of the contemporary Saudi regime, Unholy Kingdom, considers it evidence of sheer narcissism. MBS was not the chosen heir to the throne, but out-manoeuvred his cousins in a “Corleone-style progression” to the top. The regime is at once “ruthless and reckless”.

It thought nothing of assassinating a dissident journalist, Jamal Khashoggi, in the Saudi consulate in Istanbul in 2018. (Khashoggi was sedated, suffocated, and his body sawn into pieces, never to be found.) For a while, the murder discouraged foreign investors from heading to Saudi Arabia, but now, as Ruthven puts it, a “Scramble for Arabia” is in full swing, with consulting firms, footballers and architects among many pursuing their fortunes in the desert.

This telling account relies heavily on the work of other scholars to paint a brutish picture of the regime. MBS, who will be the first grandson of the kingdom’s founder Ibn Saud to accede to the throne, is recasting the tribal monarchy as a modern-day “personality cult”. To wean his state off oil revenues, MBS wants to cut public spending and to diversify into tourism and new industries, like electric vehicles, pharmaceuticals, and nuclear power. Massive infrastructure projects include Neom, a futuristic city in the desert, and Trojena, an unlikely mountain ski resort. The regime is loosening restrictions on young people, allowing some gender mixing, cinemas and music concerts, as well as permitting women to drive. Young Saudis are supportive, Ruthven suggests, because they hope to escape high rates of unemployment, relative poverty and anomie.

(Continue)

Iraqi at center of Quran burnings in Sweden shot dead before court verdict

 

An Iraqi man who staged Quran burnings in Sweden was shot dead hours before he was set to receive a verdict on Thursday in a trial tied to the desecrations of Islam’s holy book that drew worldwide uproar, authorities said.

Salwan Momika, an asylum seeker in Sweden and anti-Islam campaigner, sparked waves of outrage throughout parts of the Muslim world in 2023 when he burned a copy of the Quran outside a mosque during the Islamic holiday of Eid al-Adha. Videos of Quran burnings by a small group of men in Sweden and Denmark that year ignited a global controversy, drawing condemnation from several Muslim nations and leading to riots in some places. 

On Thursday, the Stockholm District Court said a verdict in a trial in which Momika was a defendant was postponed because one of the defendants died. A judge confirmed that the man who was shot dead was Momika and said he had no details on how.

Sweden’s public broadcaster reported that he was killed in a shooting in a city near the capital. It said Momika, 38, had come to Sweden in 2018 and was later granted a temporary residence permit. Swedish media reported that Momika’s TikTok account was live-streaming shortly before the shooting.

Stockholm police said a man was found with gunshot wounds on Wednesday night. The police said a preliminary murder investigation was opened and five people were detained, without elaborating.

The second defendant in the Quran-burning case posted a message on X on Thursday that said: “I’m next.”

The court had been scheduled to hand down a verdict Thursday in a trial over “agitation against an ethnic or national group” tied to several Quran burnings in Stockholm during the summer of 2023. It said a decision in the case would be announced Monday.