quinta-feira, 7 de maio de 2026

Boston mayor discriminates against whites


 

Muslim representative replaces US flag with Pakistani flag


 

Mmadou Ba quer extinguir a PSP e a GNR


 

Autarca do Reino Unido quer expulsar todos os não-muçulmanos do país


 

Death penalty for r*apists of children under 12-years-old


 

Leader of Green Party says that "no country has right to exist"


 

Editora portuguesa só publica livros de pessoas negras

 

A novidade foi anunciada na segunda-feira, 4 de Maio, pela editora Vírgula d’Interrogação, que tem procurado a “disrupção com a norma estabelecida” desde a sua fundação, em 2022. Depois da colaboração com o produtor de conteúdos e editor Filipe Heath, para a publicação de autores de comunidades marginalizadas, como Miss Major (Miss Major Fala: Conversas com uma revolucionária trans negra), anuncia-se agora a criação de Kiala, uma chancela dedicada à publicação e divulgação de livros escritos por pessoas negras para um público adulto e jovem adulto. A coordenação é da tradutora Elga Fontes.

“Foi uma proposta que apresentei à Diana Almeida, uma das directoras da Vírgula d’Interrogação, e era um projecto que já vinha a cultivar dentro de mim há algum tempo”, confessa Elga, que é fundadora da oficina editorial Quem Me Lera, promove o Clube de Leitura Antirracista – que visa “descolonizar as nossas leituras” – e tem tentado contribuir para um mercado literário mais diverso e inclusivo. “Não foi sequer planeado. Estávamos a ter uma reunião por causa de um outro livro que coordenei, A Criança no Sótão [da autora negra Lola Jaye].” Mas a oportunidade surgiu e Elga não a deixou passar.

A ideia, explica-nos, é trazer aos leitores narrativas que reflictam diferentes experiências, perspectivas e formas de imaginar o mundo, por um lado; e, por outro, contribuir para a criação e circulação de literatura negra em Portugal, dando visibilidade a autores cujas vozes têm sido sistematicamente desvalorizadas. “Qualquer leitor mais atento que vá a uma livraria constata que há uma grande lacuna na edição de autores negros em Portugal. A produção global existe, mas não está disponível nas prateleiras e isso é problemático, porque tem impacto na forma como lemos o mundo, nas histórias que reconhecemos como centrais e nas vozes que legitimamos.”

(Continua) 

Raquel Dias da Silva
Escrito por
Raquel Dias da Silva
Jornalista, Time Out Lisboa

 

Agressions in the street with no reason

 



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