domingo, 24 de maio de 2026

Migrant criminals: from where do they come?


 

O Jogo de Espelhos da Tutela Laboral

 

 
Estando nós em plena discussão da proposta das novas leis do trabalho, apelidadas convenientemente de Trabalho 21, torna-se imperativo olhar para além do jargão jurídico e desmascarar quem está verdadeiramente a conduzir este processo.
O cargo ocupado por Maria do Rosário Palma Ramalho não é apenas o de Ministra do Trabalho. É, com uma ironia que roça o sadismo, Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
 
Mas importa perguntar: solidariedade com quem?
Vamos aos factos, porque a realidade não precisa
de adjetivos para ser escandalosa.
Segundo a declaração entregue no Tribunal Constitucional, cujo registo público pode ser consultado no portal oficial em http://www.tribunalconstitucional.pt, a mulher que decide o valor do teu salário e as horas do teu descanso acumula um património superior a 5,3 milhões de euros. 
 
Leste bem.
Cinco vírgula três milhões.
Ela não é apenas uma académica.
Ela é a elite financeira personificada.
Para compreender o impacto real deste contraste, os indicadores de rendimento do Instituto Nacional de Estatística disponíveis em http://www.ine.pt mostram que a esmagadora maioria das famílias portuguesas vive num ecossistema financeiro completamente oposto. 
 
Traduzindo isto para uma linguagem que qualquer cidadão comum entenda, significa que quem desenha as regras sobre o salário mínimo, a contratação coletiva ou o subsídio de desemprego vive numa realidade económica radicalmente oposta à da esmagadora maioria dos trabalhadores que dependem dessas mesmas leis para sobreviver. 
 
A falta de vivência das dificuldades do dia a dia gera, inevitavelmente, uma profunda insensibilidade legislativa.
A teia familiar explica a quem esta governante deve lealdade.
O seu marido é António Ramalho.
O nome soa familiar?
É o ex-CEO do Novo Banco, o homem que geriu a instituição financeira enquanto nós, contribuintes, injetávamos lá milhares de milhões de euros para cobrir os buracos do sistema. 
 
E onde está o marido dela agora?
É o atual presidente da Lusoponte.
Percebem o ciclo?
O marido gere as pontes onde tu pagas portagem diariamente para ir trabalhar.
A mulher gere as leis que permitem que tu sejas explorado quando chegas ao local de trabalho.
 
O dinheiro sai do teu bolso e do teu tempo, e fica tudo na casa deles.
Isto é o que o jornalismo de investigação define como o risco de captura do Estado, que ocorre quando os interesses privados e corporativos influenciam desproporcionalmente as decisões públicas.
Mas nem pensem que o controlo se fica pelos bancos e pelas portagens, pois a teia fecha-se sobre si mesma numa lógica circular. 
 
Enquanto a mãe dita as regras de como o teu trabalho deve ser flexível, a filha, Inês Palma Ramalho, senta-se na cúpula do PSD como vice-presidente do partido que sustenta o governo.
Sela-se assim o Dinheiro, o Governo e o Partido numa autêntica santíssima trindade do poder.
Com um ecossistema natural feito de administrações bancárias e cúpulas partidárias, como pode alguém que acumula mais de cinco milhões de euros legislar sobre o salário mínimo nacional?
 
Esta governante passou a vida inteira nos corredores seletos e asséticos da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e em presidências de associações de elite, trancada numa torre de marfim a escrever os manuais que ensinam como a lei pode servir o patrão.
Na verdade, a doutrina do Direito do Trabalho produzida por esta elite tendeu, ao longo das últimas décadas, a teorizar a flexibilidade laboral como uma necessidade económica incontornável, facilitando a gestão empresarial e a redução de custos com o pessoal, em detrimento da estabilidade e da proteção histórica do trabalhador.
 
Esta concentração de influência num único agregado familiar não é uma mera coincidência infeliz; é o reflexo de um sistema de circulação de elites que esvazia a democracia por dentro.
Quando analisamos as propostas de alteração às leis laborais da chamada Agenda do Trabalho, cujos diplomas e votações se encontram registados no arquivo parlamentar percebemos que o jargão técnico da flexibilidade e da adaptabilidade esconde uma transferência direta de riscos do topo para a base.
 
Para o trabalhador que está na linha de montagem, num grande entreposto logístico ou ao balcão de um supermercado, o que significa na prática a flexibilização do tempo de trabalho?
Significa que a fronteira entre a vida profissional e a vida familiar deixa de existir.
O trabalhador passa a estar disponível em permanência, adaptando as suas horas de descanso e o seu planeamento familiar às necessidades flutuantes do mercado, sem que isso se reflita num aumento proporcional e digno do seu rendimento. 
 
É a legalização da precariedade existencial disfarçada de modernidade económica.
Enquanto o cidadão comum conta os cêntimos para pagar a portagem da Lusoponte na deslocação diária para o emprego, o topo da estrutura decide que esse mesmo trabalhador deve ser mais maleável, mais disponível e menos protegido contra o despedimento. 
 
O nexo de causalidade é evidente: quem nunca sentiu a angústia de um contrato a prazo ou da incerteza do final do mês não possui as ferramentas humanas necessárias para legislar sobre a segurança social e a dignidade de quem trabalha.
A verdadeira tragédia deste modelo não reside na ilegalidade, mas sim na perfeita legalidade com que estas ligações se processam.
Tudo está devidamente declarado, tudo cumpre escrupulosamente a lei e os regulamentos de incompatibilidades. 
 
No entanto, a legitimidade ética desmorona-se. Não se trata de uma teoria da conspiração formal, mas sim da constatação empírica de que as leis do trabalho correm o risco de deixar de servir para proteger a parte mais fraca do contrato laboral para passarem a ser um instrumento de otimização de lucros das grandes corporações.
 
O escândalo real não é o incumprimento das regras do sistema, o escândalo é o conteúdo e o propósito das próprias regras que estão a ser desenhadas.
E enquanto a trindade do dinheiro, do governo e do partido continuar a operar em circuito fechado, a justiça social continuará a ser uma miragem na pasta de uma tutela que confunde solidariedade com caridade.
 
PS: Este artigo é republicado ao abrigo do direito fundamental à liberdade de expressão e de informação, salvaguardado pelos artigos 37.º e 38.º da Constituição da República Portuguesa.
A análise apresentada baseia-se em dados patrimoniais, biográficos e políticos de consulta pública, retirados de fontes oficiais.
O conteúdo tem fins estritamente de comentário político, jornalismo de cidadania e interesse público, constituindo o livre exercício do escrutínio democrático sobre titulares de cargos públicos.
 

Empatia Suicida: A Bélgica concede licenças de saída diurna a Mohamed Bakkali, condenado a 30 anos de prisão por coordenar os atentados no Bataclan.

 


A Bélgica concede licenças de saída diurna a Mohamed Bakkali, condenado a 30 anos de prisão por coordenar os atentados de Paris de 2015, recordados pelo massacre na sala Bataclan.
Seus atos significaram o assassinato de 130 pessoas — 90 só em Bataclan — e centenas de feridos.
É uma vergonha que este assassino islâmico, responsável por tal tragédia, possa andar tranquilo pela rua depois de destruir a vida de centenas de franceses e marcar para sempre a memória da Europa.
 

Another leftist woke: Pedophiles are human beings, they deserve dignity


 

The european tragedy: Islam has the help of leftists in it's religious indoctrination

 


A teacher brought her students on a school field trip to a mosque, where an imam taught the children about Islam, demonstrated how to wear burqas on the girls, and instructed the group to kneel for prayer. 
 
Only one young boy refused to kneel.
The clip from the visit (reportedly involving young scouts or schoolchildren) has gone viral, sparking outrage over concerns of religious indoctrination
 

Another traitor in the USA

 


California congressional candidate Mai Vang refuses to recite the Pledge of Allegiance and turns her back on the U.S. flag during public meetings.
The Sacramento City Councilmember has openly boasted about the practice at ceremonies, drawing sharp criticism as she campaigns for higher office.
 

Full transcription of Chief Ahmed Haidar, from Dearborn, about a police patch with Arabic writing

 



The "optional" police patch. according to Chief of Police from Dearborn, a city with 45 % of Muslim population

Chief Ahmed Haidar, from Dearborn, justifies a police patch with Arabic writinghad nothing to do with Islamic law and Ramadan

 

 
A Message from Chief Ahmed Haidar:

To the Residents of Dearborn Heights and Our Department Members:
 
A great deal has been said about the proposed patch that included Arabic writing. I want to set the record straight. The officer who created this design is a respected professional who has served this city with distinction. Her intent was simple and honorable: to reflect the diversity of our city and demonstrate inclusiveness. It was never about religion, ideology, or division.
 
Contrary to rumors, this patch had nothing to do with Islamic law and Ramadan, and it would never have been mandatory. Just like other commemorative patches, officers would have had the option to wear it, would have paid for it themselves, and it would have gone through the same rigorous review process — requiring input and approval from police administration, the Mayor’s office, and all vital stakeholders — before moving forward.
 
The patch was not rolled out as official policy. The design was prematurely shared publicly before the review process was complete. That was my responsibility, and I accept it. However, to describe this as “reckless” or “endangering officers” is simply not true. The real danger began only when this concept was misrepresented and turned into a wedge issue, leading to social media attacks against one of our officers. That is unacceptable, and those responsible will be investigated and prosecuted.
 
As Chief of Police, my role is to listen, lead, and ensure the safety of both my officers and the community. Moving forward, no symbolic or uniform-related proposal will be considered without the full review of every stakeholder. My commitment is clear: to serve with integrity, to represent all citizens of Dearborn Heights, and to ensure that this department continues to be a source of pride for our city.
 

If thousands of thirld world people came to Europe, on a fleet of hundreds of boats? Who will stop them? Nobody, as you can see today, all over the cities of Europe

  The Camp of the Saints (1973) is a controversial French dystopian novel by Jean Raspail that portrays the collapse of Western civilizatio...