1º -
terça-feira, 9 de junho de 2026
Crime, immigrants and Sweden
The official numbers from the Swedish National Council for Crime Prevention (Brå) and independent academic studies show specific data regarding the distribution of crime suspects by background:
- Native Swedes (two native parents): 3.2% are registered as suspects.
- Born in Sweden (one foreign parent): 5.9% are registered as suspects.
- Foreign-born individuals: 8.0% are registered as suspects (making them 2.5 times more likely to be suspects than native Swedes).
- Born in Sweden (two foreign parents): 10.2% are registered as suspects (making them 3.2 times more likely to be suspects than native Swedes).
- Total Crime Suspects: An independent longitudinal study published in Springer noted that 58% of individuals suspected of total crimes on reasonable grounds had an immigrant background.
- Lethal Violence (Murder/Manslaughter): The same study tracked that 73% of all suspects for murder, manslaughter, or attempted murder possessed a migrant background.
- Robbery: 70% of registered suspects for robberies had a migrant background.
- Perpetrators: Individuals with a foreign background account for 64% of all perpetrators in conflict-related gang violence.
- Victims: They also account for 80% of the victims of these lethal gang conflicts.
- Crime Environment: In 2022, gun-related violence hit an all-time peak with over 60 fatal shootings, a per capita rate three times higher than the rest of Scandinavia combined, heavily concentrated in disadvantaged immigrant suburbs.
- Conviction Share: 59.2% to 63% of all convicted rapists in Sweden were first or second-generation immigrants.
- Foreign-Born Share: Of that total convicted group, nearly half were born completely outside of Sweden
"Portuguese" killer, in UK, "texted brother about murderous thoughts"
A mentally ill man sent text messages to his brother expressing thoughts of murder three years before killing three people in Nottingham, an inquiry has heard.
The Nottingham Inquiry heard in 2020, before his first admission to a psychiatric ward, Calocane had sent messages to his brother about thoughts of violence and "red rum" - murder spelled backwards.
On Wednesday, a former psychiatric ward doctor told the public inquiry she never thought it was "likely" Calocane would end up killing, despite known risks.
The judge-led inquiry was shown a series of messages between Calocane and his brother Elias, from 2020 - before Calocane's first admission under the Mental Health Act to Highbury Hospital - run by the Nottinghamshire Healthcare NHS Foundation Trust.
The trust was responsible for Calocane's care for two years before he was discharged in September 2022, months before he carried out the stabbings.
In text messages sent in early 2020, Calocane told Elias he had been unable to sleep and had "the darkest thoughts".
One message read: "Wanted to hurt... permanently."
(...)
In that conversation, Calocane - who has been referred to as VC throughout the inquiry - described to his brother changes to his mood.
The pair discussed their faith and Calocane later added he had previously been thinking about "red rum" - murder spelled backwards.
He wrote: "I know I didn't work myself into this state of mind. I was thinking about red rum not 120 minutes ago.
"Now not only do I not care, I feel appreciation."
Calocane's mother, Celeste, shared those messages with consultant psychiatrist Dr Faizal Seedat, at Highbury Hospital, the inquiry heard.
Calocane was first admitted to Highbury Hospital in May 2020 until June, after he broke into a number of flats where he lived at Brook Court, in Radford. He was admitted for a second time in July.
(Continue)
segunda-feira, 8 de junho de 2026
A invasão muçulmana da Europa: de 45 milhões, em 2006, para 53 milhões em 2026 e 75,5 milhões em 2050
Estimava-se que o número total de muçulmanos em todo o continente europeu em 2006 ficava entre 35 e 45 milhões (cerca de 13 a 15 milhões residindo na União Europeia), enquanto as projeções demográficas para 2026 apontam para cerca de 46 a 53 milhões de muçulmanos em solo europeu, a depender da inclusão de regiões geográficas específicas e dos fluxos migratórios recentes.
A análise das dinâmicas populacionais destas duas décadas revela detalhes importantes sobre a distribuição geográfica e os fatores de crescimento:
O Panorama Demográfico de 2006:
Distribuição Geográfica: Há vinte anos, a população muçulmana europeia estava muito concentrada na Federação Russa (estimada historicamente entre 15 e 20 milhões) e em comunidades autóctones nos Balcãs (como Albânia e Bósnia).
Europa Ocidental: Países como a França (com aproximadamente 6 milhões) e a Alemanha já registavam as maiores comunidades imigrantes ou descendentes diretas, representando na altura cerca de 3,5% a 4% da população total da União Europeia.
A Realidade Atual em 2026 - Evolução em Percentagem: Os dados consolidados de institutos de demografia como o Pew Research Center indicam que a percentagem de muçulmanos na Europa subiu de cerca de 4% na viragem do século para perto de 6% a 7% da população europeia total.
Fatores de Crescimento: Este avanço foi impulsionado principalmente por dois fatores: a migração contínua e as crises de refugiados ocorridas no meio da década passada, aliadas a uma taxa de fertilidade média superior (cerca de 2,6 filhos por mulher muçulmana na Europa, face à média de 1,6 da população não muçulmana).
Países de Destaque: A França, a Alemanha e o Reino Unido mantêm-se como as nações com as maiores populações muçulmanas em termos absolutos na Europa Ocidental.
Projecções:
Em termos de projeção demográfica para daqui a 20 anos (por volta de 2045–2050), estima-se que haverá entre 36 milhões e 75 milhões de muçulmanos na Europa, o que representará entre 7,4% e 14% da população total do continente, dependendo inteiramente do volume dos fluxos migratórios futuros. Como as migrações são imprevisíveis, o principal modelo de referência demográfica desenvolvido pelo Pew Research Center divide os cenários para meados do século da seguinte forma:
Cenários de Projeção População (U.E., Noruega e Suíça)
Cenário de Imigração Zero: Mesmo que toda a imigração para a Europa parasse permanentemente, a população muçulmana cresceria para cerca de 35,8 milhões (7,4%). Isto deve-se ao facto de a população muçulmana residente ser mais jovem e registar uma taxa de fertilidade média superior à média europeia.
Cenário de Imigração Média: Mantendo-se os fluxos migratórios regulares normais (trabalho e estudos, sem vagas massivas de refugiados), a projeção aponta para cerca de 58 milhões (11,2%).
Cenário de Imigração Alta: Se os fluxos recorde de refugiados e migrantes vividos na última década continuarem de forma contínua, a população muçulmana atingirá cerca de 75,5 milhões (14%).
Impacto Geográfico Desproporcional. O crescimento não será uniforme. Enquanto a Europa de Leste continuará a apresentar percentagens muito baixas, prevê-se que alguns países da Europa Ocidental registem dinâmicas acentuadas num cenário de imigração alta:
Suécia: Poderá atingir os 30,6% da sua população total. Alemanha e Áustria: Projetadas para rondar os 19% a 20%. França e Reino Unido: Estreitamente alinhados na faixa dos 17% a 18%.
Fonte: "Gemini"
Comunicado da APRe! sobre o equilíbrio financeiro do Sistema da Segurança Social na sequência das investidas do relatório do Dr Jorge Bravo.
Comunicado "A encomenda da Senhora Ministra sobre as contas da Segurança Social e o relatório do grupo de trabalho, ou como “antes ...
-
Há 50 anos, o número total de cidadãos estrangeiros em Portugal não era superior aos 32 mil. Hoje em dia, são mais de 1,5 milhões e em sete ...
-
No livro "Por dentro do Chega" , o jornalista Miguel Carvalho fala de "um partido de fanáticos que não faz grande reflexão...
-
S ome excerts of this study from United Nations : "(...) Focusing on these two striking and critical trends, the present study addre...













