Nas eleições legislativas e autárquicas de maio de 2025, o partido de extrema-direita "Ergue-te" planeou terminar a sua campanha com uma manifestação na Praça do Martim Moniz. Carlos Moedas, através de um despacho, opôs-se à realização desse evento específico no Martim Moniz, classificando a iniciativa como uma "afronta à dignidade de comunidades residentes" e uma ameaça à convivência democrática.
O documento legal emitido pela autarquia não fazia qualquer interdição à Cruz de Cristo ou alusão de que esta seria proibida por ofender religiões. O Polígrafo da SIC Notícias afirma que a autarquia baseou-se em razões de ordem pública e paz social para recusar a ação num bairro multicultural da cidade.
Em 1147, as tropas de D. Afonso Henriques, amparadas por cavaleiros templários e cruzados, cercaram os muçulmanos em Lisboa, forçando a redenção dos sarracenos. Aí se celebrizou o amor sacrificial e pátrio de Martim Moniz, cuja memória é hoje um corpo de injúrias.
Volvidos quase 900 anos, Carlos Moedas, presidente da Câmara de Lisboa e serviçal do globalismo bildergiano, classificou o cristianismo - sem a qual Portugal não existiria e hoje pertenceria a qualquer califado - como provocatória perante um credo minoritário que, nos países onde é prevalecente, persegue os cristãos, numa subsversiência rastejante e medíocre.
No fundo, Carlos Moeda pisou e desdenhou o cerco de 1147, gracejou da memória de D. Afonso Henriques, ridicularizou o sacríficio de Martim Moniz, escarneceu do sangue cristão derramado pela nossa fundação e soberania.
Carlos Moedas é um traidor de consciência e memória. Um qualquer Buiça, Miguel Vasconcelos ou Otelo Saraiva Carvalho. Alguém que justamente será lançado ao pó da indiferença. Reencaminhada muitas vezes, partilha para que um Martim Moniz reencarne e faça justiça.

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