terça-feira, 21 de janeiro de 2025

President Trump doesn't put hand on Bible when taking oath after Melania blunder

 


Trump did not place his hand on a stack of two Bibles held by first lady Melania Trump during his swearing-in ceremony. President Donald Trump took the oath of office without placing his hand on the bible.

Trump did not place his hand on a stack of two Bibles held by first lady Melania Trump during his swearing-in, but instead he stood with his left arm down by his side as he raised his right hand for the oath of office. 

Some commentators have blamed Melania for not bringing it quickly enough to her husband. “I do solemnly swear (or affirm) that I will faithfully execute the Office of President of the United States, and will to the best of my ability, preserve, protect, and defend the Constitution of the United States,” Trump said.

Trump was supposed to put his hand on two different Bibles during the swearing-in ceremony.

His inaugural committee announced on Friday that the same bibles he used in January 2017 would be present, one that Abraham Lincoln put his hand on in 1861 and a personal one gifted to him by his mother in 1955.

The US constitution does not require a Bible for oath of office, but the tradition began back in 1789 when George Washington borrowed one from a Masonic Lodge in New York City.

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Há uma Chinatown industrial bem perto dos EUA a preparar-se para a chegada de Trump

 


O enorme parque industrial espalha-se pela paisagem rural com filas e filas de unidades de fabrico do tamanho de armazéns. Logótipos e letreiros pintados de vermelho e dourado - cores da sorte segundo a tradição chinesa - iluminam os exteriores cinzentos, enquanto aromas de pato à Pequim vêm de uma cantina no local.

Mas este empreendimento está a milhares de quilómetros de Pequim ou Xangai - e apenas a algumas horas de carro da fronteira com o Texas, no norte do México. Uma vista de Monterrey, no norte do México, onde foram instaladas novas fábricas com investimento chinês. om placas de rua em chinês e espanhol e a bandeira da República Popular da China hasteada ao alto ao lado da mexicana, esta é uma das muitas “Chinatowns industriais” que foram criadas nos últimos anos em Monterrey, transformando terras agrícolas em fábricas e impulsionando as economias local e nacional.

Grande parte do crescimento deve-se ao fenómeno do “nearshoring” - empresas chinesas que transferem a produção para o México para terem acesso livre de tarifas ao mercado dos EUA ao abrigo do acordo comercial USMCA. O presidente eleito, Donald Trump, negociou esse acordo com o México e o Canadá na sua primeira administração, mas ameaça agora impor tarifas ao México e a outros países e criar uma “Receita Federal Externa” para cobrar impostos. A poucos dias do início do segundo mandato de Trump, estas empresas e os seus anfitriões mexicanos estavam agora a planear as suas opções se as restrições comerciais se concretizarem.

Matt Harrison, presidente da Kuka Home North America, que tem uma base de fabrico de mobiliário em Monterrey, teme que o futuro possa ser sombrio. “Estamos à espera de ver o que acontece quando Trump entrar em funções - se podemos continuar a crescer ou não”, diz. Mas César Santos, que acolheu muitos investimentos chineses nas suas terras, ainda vê bons negócios pela frente.

“Mesmo com uma tarifa de 25% sobre os produtos mexicanos, muitas empresas acreditam que ainda é uma opção melhor do que fabricar na China”, afirma à CNN. Santos lembra-se de andar a cavalo até à casa da sua família; durante gerações, este foi um rancho dos seus antepassados. A antiga casa da quinta ainda está de pé, mas há construção por todo o lado - para fábricas, habitações e um hotel.

Santos e a sua família começaram a desenvolver os seus mais de 600 hectares de terra em 2013, inicialmente em parceria com acionistas chineses que procuravam construir fábricas mais perto dos seus clientes nos EUA, recorda Santos. A imposição de tarifas por Trump sobre os produtos fabricados na China que entram nos EUA a partir de 2018 - que o presidente Joe Biden manteve e alargou em grande medida - veio reforçar a dinâmica.

(Continua)

 

Trump assina ordem executiva para acabar com a cidadania por nascimento

 

Juristas dizem que mudança é ilegal e será rapidamente contestada nos tribunais
O presidente Donald Trump instruiu as agências governamentais dos EUA a não emitirem mais documentação de cidadania para bebês nascidos nos Estados Unidos de pais que não estejam em situação legal no país. As informações são do jornal Washington Post. Essa foi mais uma das várias ordens relacionadas à imigração que Trump assinou no Salão Oval, na noite de segunda-feira, após a posse.

Trump promove 'decretaço' mirando em imigração, diversidade, Acordo de Paris e OMS em 1º ato após a posse; veja medidasTrump insiste em ameaças, incluindo militares, contra México e Panamá após prometer pacifismo em discurso de posse

A ordem de Trump busca reinterpretar a 14ª Emenda da Constituição, que concede cidadania a todas as pessoas nascidas em solo americano, uma mudança que os juristas dizem ser ilegal e será rapidamente contestada nos tribunais.


A medida cumpre um objetivo defendido por grupos conservadores, que dizem que muitos migrantes ilegais estão cruzando a fronteira para ter seus filhos nos Estados Unidos. A decisão impediria o Departamento de Estado de emitir passaportes e orientaria a Administração da Previdência Social a não reconhecer mais os bebês como cidadãos dos EUA. A ordem de Trump entrará em vigor nos próximos 30 dias. Pap chama planos de Trump para deportação em massa de ‘desgraça’ e diz esperar por sociedade ‘sem lugar para o ódio’

Em 2018 e 2019, Trump ameaçou assinar uma ordem revogando a cidadania por nascimento, mas nunca o fez. Caravana parte do México na tentativa de entrar nos EUA antes que Donald Trump assuma presidência —coluna avançou da cidade de Tapachula, no estado de Chiapas, na fronteira com a Guatemala, pouco antes do amanhecer para se dirigir à rodovia

Trump planeja declarar estado de emergência nos EUA e apelar ao exército para realizar "a maior operação de deportação" quando tomar posse.Não há dados concretos sobre o número de "imigrantes indocumentados" nascidos nos EUA. Mas de acordo com o Washington Post, citando o Pew Research Center, cerca de 4,4 milhões de crianças nascidas nos EUA e com menos de 18 anos viviam com um pai indocumentado em 2022. Pelo menos 1,4 milhão de adultos teriam pais indocumentados.

Em seu discurso de posse, Trump disse que invocará a Lei de Inimigos Estrangeiros, de 1798, uma legislação usada somente em tempos de guerra, para, nas palavras dele, erradicar gangues e criminosos estrangeiros dos Estados Unidos. O mais recente uso da lei foi durante a Segunda Guerra Mundial, quando autoridades dos EUA forçaram 120 mil nipo-americanos e outros a viver em campos de prisioneiros.

Moedas reitera disponibilidade para instalar câmaras no Martim Moniz se PSP decidir

 


Apesar de estar prevista a instalação de 240 câmaras de videovigilância em Lisboa, Moedas admitiu que "nenhuma delas está prevista para o Martim Moniz, porque não foi considerado prioritário". Vou continuar a lutar para ter mais PSP em Lisboa", assegurou o presidente da Câmara de Lisboa

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Carlos Moedas, reiterou esta segunda-feira disponibilidade para instalar câmaras de videovigilância no Martim Moniz, caso a PSP decida ser necessário para prevenir a criminalidade neste local.

“Aquilo que eu defendo é [que] a Polícia de Segurança Pública (PSP), o Ministério da Administração Interna (MAI), fazem as suas avaliações e a CML aqui está a executar, porque uma vez que o Estado central não o faz, a própria CML está a instalar as câmaras e está a pagar essas câmaras“, disse Carlos Moedas, acrescentando: “agora, não posso ser eu como presidente da Câmara a decidir onde.

Já decidimos em vários sítios da cidade que são importantes, o Martim Moniz não estava incluído nessa primeira lista, mas obviamente que estou perfeitamente com a PSP para também implementar no Martim Moniz, se essa for a vontade da PSP”.
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O autarca falava aos jornalistas depois de instado a comentar a segurança no local, no seguimento de uma queixa de violação registada por uma estudante italiana ocorrida no domingo, alegadamente no Martim Moniz.

Moedas destacou que “a videoproteção é um grande projeto que a CML está a fazer para a PSP”, através da prevista instalação de 240 câmaras em diversas zonas da cidade. Nenhuma delas está prevista para o Martim Moniz, porque não foi considerado pelo MAI como uma zona prioritária”.

 

Governo rejeita divergências com diretor da PJ sobre sentimento de insegurança

 

Leitão Amaro admite haver muita desinformação a circular no debate público, mas afirma que sempre defendeu que a segurança é diferente do tema da imigração. "Nunca foi o Governo que os misturou".
O ministro da Presidência rejeitou esta segunda-feira qualquer divergência com o diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ) sobre perceções de insegurança, concordando que existe muita desinformação e afirmando que “nunca foi o Governo que misturou” segurança com imigração.

Em declarações aos jornalistas no final da segunda reunião do Conselho Nacional para as Migrações e Asilo, que esta segunda-feira decorreu nos Paços do Concelho, em Lisboa, o ministro António Leitão Amaro rejeitou divergências com o diretor da PJ, que recentemente associou o sentimento de insegurança em Portugal ao aumento da desinformação, sem relação com os números reais de criminalidade.

“Eu, como qualquer governante, também acho que há muita desinformação a circular no debate público. É verdade. Eu não interpreto nenhuma divergência entre o que disse nenhum dos responsáveis das polícias, com quem temos um contacto muito próximo”, disse Leitão Amaro, que referiu haver “vários relatos com vários números”.



O ministro separou também a questão da insegurança do tema da imigração: “O Governo, o primeiro-ministro, eu próprio, a senhora ministra da Administração Interna, inúmeras vezes temos dito sobre a segurança que é um tema diferente do tema da imigração. Nunca foi o Governo que misturou os temas”.

Acrescentou, sobre a mistura de temas, que esta acontece com diferentes intenções e que os crimes devem ser investigados e julgados “por si” e “sem olhar à raça, à nacionalidade, à cor da pele, ao credo religioso”. “A cor da pele, a nacionalidade, não são razões nem para perseguir nem para ser excluído de investigação“, disse o ministro que tutela a pasta imigração.


O diretor nacional da PJ, Luís Neves, afirmou na sexta-feira que o sentimento de insegurança é gerado pelo aumento da desinformação e ameaças híbridas, salientando que os números de criminalidade violenta desmentem essa ideia. Rejeitou também que os estrangeiros sejam responsáveis por níveis relevantes de criminalidade em Portugal e sublinhou o peso reduzido que têm na população prisional. 


 



PJ dá apoio a estudante atacada e violada no Martim Moniz

Vítima ainda está em choque e não consegue reconhecer os seus agressores.
A Polícia Judiciária considera credível e está a dar apoio à estudante de 23 anos que, na madrugada de domingo, foi atacada por três homens e violada, quando se dirigia para casa após uma saída à noite com uma amiga, em Lisboa. O CM sabe que a vítima ainda está em choque e não consegue reconhecer os seus agressores. De resto, foi esse choque que a fez dirigir-se à PSP para apresentar queixa quando já tinham passado nove horas após o ataque.

Além do choque emocional do ataque sexual, a jovem foi mesmo agredida e tinha vários ferimentos, razão pela qual esteve no hospital, não apenas para os exames de despistagem de violação como para tratar as lesões. A Polícia Judiciária está no terreno e procura chegar à identidade dos agressores no registo das câmaras de videovigilância da zona. 

PS: Na foto, Rana Taslim Uddin, dirigente da comunidade bangladeshi em Portugal, num discurso proferido numa reunião com outros rsponsáveis da comunidade:

Quanto à tradução, Jayanti Dutta, docente e investigadora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL) da Universidade de Lisboa, explicou ao Polígrafo o que foi realmente dito por Rana Taslim Uddin naquela intervenção:

“Aqueles que encontraram aqui uma sociedade nova, aqueles que estão aqui presentes hoje, perguntam-me o que eu fiz para a sociedade. Irmãos, fi-lo para fazer o meu Deus feliz, não para a sociedade. Se Deus ficar feliz, ele trará uma solução para a sociedade e conduzirá esta sociedade para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta sociedade. Por isso tentamos agradar a Deus e ao mesmo tempo construir uma amizade com as pessoas desta sociedade.”

Sérgio A. Vitorino

Ventura defende fim da "ideologia de género" e enaltece apenas "dois sexos"

 


O presidente do Chega, André Ventura, defendeu na segunda-feira o fim da "ideologia de género", ao enaltecer a ordem executiva anunciada pelo novo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de "reconhecer" apenas "dois sexos".

Em Washington, onde participou nas cerimónias de tomada de posse de Donald Trump, Ventura viu um alinhamento do magnata republicano "com a direita europeia", que luta "para que a ideologia de género seja varrida das escolas".

"Eu gostava de destacar duas coisas [do discurso de tomada de posse de Trump], que acho que mexeram muito com a (...) direita europeia que está cá comigo: a questão económica, uma economia livre, uma economia sem a burocracia, sem o peso que o socialismo geralmente mete na economia; e a questão da ideologia de género", começou por dizer André Ventura aos jornalistas portugueses na capital norte-americana.

Desmond, 11 anos, o/a mais conhecida e jovem "drag-queen" dos EUA

"Eu acho que o Donald Trump ter dito que há dois géneros, há o masculino e o feminino, talvez para muita gente, ou para uma parte importante da classe média trabalhadora, isto não seja um assunto relevante, mas nós hoje sabemos que há uma luta civilizacional de ideologia de género nas escolas. E acho que o Donald Trump prometeu acabar hoje [segunda-feira], claramente, desde Washington, com essa ideologia de género", avaliou o presidente do Chega.

O Governo federal norte-americano deve reconhecer apenas dois sexos - masculino e feminino -, de acordo com uma ordem executiva que Donald Trump deverá assinar em breve.

A ordem reverteria os esforços do Governo de Joe Biden para ampliar as designações de identidade de género.

"A partir de hoje, será a política oficial do Governo dos Estados Unidos que existam apenas dois géneros: masculino e feminino", declarou Trump durante o seu discurso de tomada de posse na segunda-feira, dando um passo inicial para cumprir uma das suas promessas de campanha.

A medida foi celebrada por André Ventura, que integrou a comitiva dos Patriotas pela Europa (extrema-direita), terceiro maior grupo político do Parlamento Europeu, que esteve presente na tomada de posse de Donald Trump.

"Eu acho que hoje o Donald Trump, ao dizer que um homem é um homem e uma mulher é uma mulher, diz o óbvio, mas diz que vai alinhar com a direita europeia. É importante dizer isto, porque a direita europeia tem feito esta luta há muito tempo (...) para que a ideologia de género seja varrida das escolas", advogou o presidente do Chega, que admitiu não ter falado com Trump durante a deslocação a Washington.

Desmond, 11 anos, o/a mais conhecida e jovem "drag-queen" dos EUA

Apesar de concordar com várias das medidas prometidas por Trump, André Ventura garantiu que discorda do perdão concedido pelo republicano aos invasores do Capitólio, que levaram a cabo um violento ataque contra o Capitólio em 06 de janeiro de 2021 com o objetivo de travar a certificação da vitória eleitoral de Joe Biden.

"Eu discordo. Tenho uma posição de discordância sobre isso. Não é uma questão de perdoar ou não. Eu acho que nós devemos interferir na justiça o menos possível", defendeu o político português.

"Nós não temos que estar de acordo em tudo. E acho também que tem que ficar claro, porque nós europeus temos uma linha de pensamento diferente dos americanos nesta matéria, é que nós podemos concordar e discordar com a imprensa, com as instituições, com os grupos sociais", sublinhou.

Segundo o presidente do Chega, a violência e o ataque às instituições são "o limite".

(Continua

PS: Não sei se é verdade, mas circulou na net uma notícia sobre um juiz do Uganda que condenou um casal homossexual a uma pena de prisão, sem fixar sentença. "Serão libertados logo que um deles ficar grávido"...

 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

Desmond, uma nojenta aberração e o mais novo drag queen do planeta

 


 Conheça Desmond, o mais novo drag queen do planeta. Assumiu a sua homossexualidade aos 9 anos e, aos 11, é já um dos mais admirados ativistas da comunidade LGBT. Com quase 1 milhão de seguidores nas redes sociais, o norte-americano Desmond Napoles, de apenas 11 anos, é já considerado um dos ativistas mais inspiradores da comunidade LGBT. 

Precisamente por ser ainda uma criança, a sua forte personalidade e autoconfiança têm chamado a atenção; Desmond não só participa em eventos, desfiles e paradas LGBT desde pequenino como é o fundador da primeira casa para crianças drag queen, chamada Haus of Amazing. 

A sua mãe, Wendylou Napoles, explica no site oficial 'Desmond is Amazing', que tudo começou quando o filho recebeu um vestido da personagem Elsa do filme da Disney 'Frozen', para o Halloween. Desde então, Desmond começou a pedir mais vestidos à mãe e a exigir usá-los na rua.

(Continua

PS: É por estas e outras que o Trump ganhou as eleições. Estamos todos fartos deste tipo de aberrações. E a mãe desta criança devia ser submetida a tratamento psiquiátrico...