terça-feira, 27 de maio de 2025

‘Não tenho casa. Eles vão ter uma mesquita’. Revolta explica vitória do Chega em Sintra

 

 

Burcas nas ruas, mesquitas a nascer e queixas de insegurança: na Tapada das Mercês, o Chega venceu num caldeirão multicultural. Muitos votaram sem conhecer o programa, mas querem “mudança”. Ao chegar à Tapada das Mercês, em Sintra, percebe-se rapidamente o porquê de ser considerada um “caldeirão de culturas”. Aqui vivem pessoas de pelo menos 27 nacionalidades diferentes, vindas de de países africanos como a Guiné, o Senegal, ou a Gâmbia, mas também de países da Ásia, como o Bangladesh, a Índia ou o Paquistão.

Mas vivem também portugueses, e a maioria votou no Chega, que venceu pela primeira vez neste concelho. «Nós vivemos a realidade do país, que é o que os políticos portugueses não vivem. Quem mora nestas zonas sabe e vive a realidade dos imigrantes, da criminalidade, das confusões», conta Pedro Lopes, militante do Chega e residente no concelho há mais de 30 anos. «Se estiver aqui meia hora percebe a quantidade de imigrantes que andam aqui o dia todo a passear de um lado para o outro e não fazem nada».

A Tapada faz parte da freguesia de Algueirão Mem-Martins, terra que viu nascer André Ventura, e onde agora o Chega  foi o partido politico mais votado. Mas a viragem à direita não se cingiu apenas a esta freguesia.Se em 2022, o Chega tinha pouco mais de 9% dos votos no concelho de Sintra, nestas eleições, conquistou mais de 50 mil eleitores, 26% dos votos. Já o PS, que ocupava o primeiro lugar, foi chutado para terceiro, reduzindo praticamente para metade do eleitorado.

Construção de mesquita gera revolta

Sem um único cartaz do Chega à vista na localidade, as razões que levaram a esta reviravolta à direita estão nos eleitores. Quem confiou em André Ventura, justificou o voto com problemas locais relacionados com a imigração, insegurança, habitação e saúde. Mas nem todos sabem as políticas que o Chega tem para essas áreas.

Carlos Barbosa, residente da Tapada das Mercês, assume que votou Chega pela segunda vez nas legislativas porque «está em protesto e cansado do outro sistema».

«Alguma coisa tem de mudar. Hoje em dia não há regras para nada. Temos um hospital que foi inaugurado em abril do ano passado e logo  depois entrou para obras», começa por explicar. Sobre se ficou satisfeito com o resultado das eleições, ressalta: «satisfeitos nunca estamos. Para mim, podia governar um qualquer, mas que governem para o povo e não para eles próprios.

Junto à estação de comboio das Mercês ouvem-se múltiplos sotaques e não é difícil encontrar mulheres de burca e membros da comunidade islâmica, que só na última década, cresceu 47% em Sintra. «Esta gente que vem para aqui em excesso também não respeita as mulheres. Há aqui muitas mulheres a passar de burca, só se vê os olhos. Vocês querem isso para o vosso país?», questiona Pedro Lopes, que acrescenta ainda que «as pessoas também estão completamente revoltadas com a mesquita que está a ser construída com dinheiros de um fundo europeu».

A mesquita em questão está efetivamente em processo de construção pela comunidade islâmica da Tapada das Mercês e incluirá também uma escola e centro comunitário. Mas quanto aos fundos do PRR, estes apenas «estão a ser usados para a construção da cozinha e refeitório social que servirá para a população mais desfavorecida do concelho de Sintra», a funcionar no mesmo edifício, segundo esclareceu a  Fundação Islâmica de Palmela.

A informação contradiz também a publicação partilhada por André Ventura no X, em fevereiro, com o título: “Fundos do PRR_vão servir para construir mesquitas em Portugal”.

Jornal "O Sol"
(Continua)

segunda-feira, 26 de maio de 2025

Petição pública para a demissão do director científico do Observatório das Migrações, dr. Pedro Góis

 

Demissão de Pedro Góis, director científico do Observatório das Migrações

Para: Exmº. Sr. Primeiro-Ministro

Em declarações recentes, numa entrevista à Rádio Renascença, o director científico do Observatório das Migrações, Pedro Góis, afirmou, em relação ao tipo de apoio a conceder aos imigrantes, que deveria ser dada prioridade a esses mesmo imigrantes, na obtenção de habitação. O director científico do Observatório das Migrações alegou que "(...) enquanto que a população nacional pode permanecer em casa dos pais mais alguns anos, quem chega necessita de um espaço para habitar (...)", como fundamento para conceder essa prioridade aos imigrantes.
Os signatários desta petição consideram que, afirmar ser necessário dar prioridade aos imigrantes, em detrimento dos cidadãos nacionais, na obtenção de habitação própria, revela uma atitude parcial e inaceitável da parte daquele responsável, atitude essa que torna impossível a sua permanência em funções naquele organismo público, tendo como responsabilidade a prossecução dos seus objectivos, nomeadamente "aprofundar o conhecimento sobre a realidade das migrações em Portugal e monitorizar, através de indicadores estatísticos, a integração dos migrantes, para poder definir, executar e avaliar políticas eficazes de integração para as populações migrantes."

As declarações do dr. Pedro Góis constituem uma afronta aos portugueses, em geral, e especialmente às largas dezenas - talvez centenas - de milhar de jovens que procuram sem sucesso aceder a uma habitação, acabando muitos deles a serem obrigados a emigrar.
Com as suas declarações facciosas e com a sua manifestação pública de favoritismo em relação aos imigrantes e em detrimento dos cidadãos nacionais, o dr. Pedro Góis mostrou ser incapaz de exercer as funções para as quais foi nomeado.
Assim, os signatários desta petição solicitam a Vª. Exª., Sr. Primeiro-Ministro, que o dr. Pedro Góis seja demitido das suas funções de director científico do Observatório das Migrações, por manifesta incapacidade de cumprir as funções que lhe foram atribuídas, ao manifestar o mais profundo desprezo pelos jovens cidadãos nacionais, sugerindo que estes continuem a viver em casa dos pais para que seja possível dar casas aos imigrantes que chegam a Portugal.

Link da petição:

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT125493



Pedro Góis, director científico do Observatório das Migrações: prioridade nas casas para imigrantes

 


Pedro Góis: "(...) enquanto que a população nacional pode permanecer em casa dos pais mais alguns anos, quem chega necessita de um espaço para habitar (...)"

 

Observatório das Migrações confirma: Portugal tem 1,6 milhões de imigrantes (16% da população...)

 

Este aumento de estrangeiros, que correspondem agora a 16% da população nacional, constitui um desafio, "não para o Governo nem para o Estado, mas para o país", afirmou Pedro Góis.

O diretor científico do Observatório das Migrações, Pedro Góis, alerta que o aumento dos estrangeiros em Portugal anunciado na terça-feira representa um desafio para os serviços públicos e uma oportunidade de investir no interior.

Na terça-feira, foi publicado o relatório intercalar da recuperação de processos pendentes na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), que estima em 1,6 milhões o número de estrangeiros residentes em Portugal em 2024, muito acima dos anteriores dados estatísticos.

Este aumento do número de estrangeiros, que correspondem agora a 16% da população nacional, constitui um desafio, “não para o Governo nem para o Estado, mas para o país”, afirmou à Lusa Pedro Góis.

O relatório referente a 2023 apontava para pouco mais de um milhão de estrangeiros em Portugal, mas os dados agora divulgados fazem correções estatísticas aos anos anteriores, tendo em conta a regularização dos processo de manifestação de interesse, um recurso jurídico, entretanto extinto, que permitia a normalização de quem chegasse com visto de turismo.

Este aumento do número de estrangeiros, que correspondem agora a 16% da população nacional, constitui um desafio, “não para o Governo nem para o Estado, mas para o país”, afirmou à Lusa Pedro Góis.

O relatório referente a 2023 apontava para pouco mais de um milhão de estrangeiros em Portugal, mas os dados agora divulgados fazem correções estatísticas aos anos anteriores, tendo em conta a regularização dos processo de manifestação de interesse, um recurso jurídico, entretanto extinto, que permitia a normalização de quem chegasse com visto de turismo.

(Continua)

 

Whooping cough cases explode in Queensland


A concerning surge of whooping cough is gripping Queensland after the state recorded thousands of cases in the first months of 2025.

Queensland Health data revealed there have already been 2,384 cases of whooping cough which is nearly three-and-a-half times the 2020-24 average.

There were 15,012 whooping cough infections in Queensland in 2024, which was more than what was recorded in the previous 11 years combined.

Doctors have put the worrying figures down to a lack of immunisation since the Covid-19 pandemic and poor personal hygiene.

The disease is particularly dangerous for young children with one child dying from the infection last year. 

Mater Hospital Brisbane director of infectious diseases Professor Paul Griffin said infection rates during the past 12 months were very worrying.

'It is important people appreciate that the numbers are very high and higher than we'd normally see,' he said.

'Then if we add to that, a reduction in vaccination rates, that's certainly going to be a factor, and going to be contributing to the significance of those cases as well.

(Continue)

 

Ricardo Costa (SIC): "O Portugal do futuro será menos branco"

 


domingo, 25 de maio de 2025

O que é o ‘plano de Kalergi’, o "genocídio programado dos povos europeus por meio da imigração em massa"

 

Um fantasma ronda a Europa. Algo como uma conspiração internacional de elites políticas e económicas para importar milhões de trabalhadores da Ásia e da África e misturá-los com as "raças europeias".

O objetivo seria criar um híbrido humano que seja fraco e fácil de manipular, aumentar a disponibilidade de mão-de-obra barata e, finalmente, acabar com a "raça branca".

A narrativa pode remeter a livros de Philip K. Dick ou produções milionárias de Hollywood, mas faz parte da teoria da conspiração conhecida como "o plano de Kalergi", que, há pouco mais de uma década, circula entre os seguidores de diversos partidos europeus nacionalistas e de extrema direita.

As evidências que sustentariam esse programa são questionáveis, mas são nelas que alguns líderes dessas siglas têm baseado seu discurso contrário à imigração e às políticas da União Europeia para o tema.

(Wikipedia)

(Continua)


Conselho de Segurança do Irão suspende lei de obrigatoriedade de usar hijab

 


O Conselho de Segurança Nacional do Irão desautorizou o parlamento e suspendeu a aplicação de uma lei controversa que obriga as mulheres a usarem o hijab, o lenço islâmico, em público.

O presidente do parlamento iraniano, Mohamed Bagher Ghalibaf, confirmou este domingo uma decisão do Conselho de Segurança que substitui a medida aprovada no ano passado por muitos deputados extremistas. 

No entanto, o Conselho de Segurança iraniano é o mais alto órgão de decisão do país e, de acordo com a Constituição, pode também rever as decisões do parlamento e até do Governo.

"O Secretariado do Conselho Supremo de Segurança Nacional informou-nos por escrito de que a lei do hijab não será promulgada por enquanto", afirmou o presidente do parlamento numa declaração divulgada pelo portal de notícias Entekhab, e citada pela Europa Press.

A lei impõe multas pesadas, a retirada de serviços públicos e, em caso de reincidência, penas de prisão às mulheres que não cubram o cabelo em público. Até ao anúncio de Ghalibaf, a lei estava a ser revista após vários episódios de protesto e sob as reservas do presidente reformista do país, Masud Pezeshkian.

O parlamento, por seu turno, insistiu em aplicar a lei de uma vez por todas para defender os valores islâmicos da "invasão cultural do Ocidente".

A oposição à lei cresceu com os protestos em massa sob o lema "Mulheres, Vida, Liberdade", na sequência da morte da jovem curda iraniana Mahsa Amini, no outono de 2022, devido a ferimentos sofridos enquanto estava sob custódia da Polícia da Moralidade por alegadamente ter violado o código de vestuário islâmico ao usar indevidamente o lenço na cabeça. 

(Rádio Renascença)

 

Britain is a nation where Islamist extremists have been a primary criminal concern

  The battle lines for the preservation of Western civilization were drawn long before the murder of the Dutch filmmaker Theo van Gogh in 20...