terça-feira, 2 de junho de 2026

Little girl shouts mot***** and nazi, during a pride march


 

News about migration, white lifes matter and attemp to replace Bible with Quran


 



Muslim mother: "We cry out in joy and celebrate when someone becames a shahid" (martyr)

 


Soon, we will have to choose between dogs and muslims


 

Black people spanking white people - why so many videos available in You Tube?

 





Gad Saad e o Islão

 


O psicólogo evolucionista e comentador político Dr. Gad Saad utiliza o YouTube e participações em podcasts para fazer críticas severas ao Islão. A sua perspetiva é amplamente moldada pela sua história pessoal, tendo nascido numa família judaica que foi forçada a fugir do Líbano devido à perseguição religiosa. As principais ideias defendidas por Gad Saad sobre o Islão nas plataformas digitais dividem-se em pontos fundamentais:

1. Doutrina vs. Indivíduos e Imutabilidade do Islão: Saad argumenta que, enquanto os indivíduos muçulmanos podem ser moderados e pacíficos, a doutrina islâmica em si não o é. Segundo ele, o Islão baseia-se na premissa de ser a palavra literal e inerrante de Deus, o que impossibilita qualquer reforma estrutural. Rejeição de termos: O autor critica o uso de termos como "islamismo" ou "Islão radical", argumentando que são eufemismos criados pelo Ocidente para evitar nomear o que considera ser o problema central da própria religião.

2. Compatibilidade Cultural e Demografia - Incompatibilidade com o Ocidente: Em debates mediáticos (como no seu canal e em entrevistas com figuras como Piers Morgan), Saad defende que os valores liberais ocidentais e as tradições islâmicas não conseguem coexistir pacificamente a longo prazo.Avisos demográficos: O académico alerta frequentemente que as mudanças demográficas na Europa e no Ocidente poderão resultar numa perda progressiva de liberdades civis, prevendo o aumento de tensões geopolíticas internas se as tendências atuais se mantiverem.

3. Crítica à "Empatia Suicida" e "Mente Parasitária" - Conceito de Empatia Suicida: No âmbito dos seus livros e intervenções, Saad afirma que as sociedades abertas ocidentais sofrem de uma "empatia suicida". Isto significa que o Ocidente, na tentativa de ser tolerante e inclusivo, acaba por tolerar e proteger ideologias que procuram, na sua perspetiva, destruir essas mesmas liberdades democráticas.Omissão do debate: Critica o ambiente académico e mediático atual por classificar qualquer análise crítica do Islão como "islamofobia", termo que considera inválido num espaço de livre debate onde todas as ideias devem poder ser questionadas e ridicularizadas.Pode acompanhar as intervenções e os episódios completos diretamente no canal oficial do autor Gad Saad no YouTube, onde publica regularmente os seus monólogos e entrevistas sob a rubrica The Saad Truth.

 

Os portugueses descontam mais 97% para a Segurança Social que os imigrantes

 


Boston mayor offers a LGTBQ advancement for trans period pride

 


Trans women discuss menstruation. They would discuss trans period pride event and discuss menstrual equity.  They will given free period underware. But according with the New York Post, Boston Mayor Michelle Wu’s Office of LGBTQ+ Advancement is facing backlash online after promoting a “Trans Period Pride” event at a public library centered on “menstrual equity” and transgender experiences with menstruation.

A Tuesday post featuring a graphic with a pink tampon and blue menstrual pad read, “Join MASS NOW and the MA Trans Political Coalition for a consciousness-raising discussion on menstrual equity and the experiences of trans menstruators.”

The free event will be held in June at the Boston Public Library’s Copley Branch.

The event, which includes a catered dinner and “free period underwear provided to all attendees,” is supported by the Mayor’s Office of LGBTQ Advancement, the Boston Alliance of LGBTQ+ Youth (BAGLY), MASS NOW and the Massachusetts Transgender Political Coalition.

On its website, the Mayor’s Office of LGBTQ Advancement says it “develops policies, community-oriented programming, and provides resources for the City’s diverse LGBTQIA2S+ community.”

(Continue)