sexta-feira, 24 de abril de 2026

Crime nos Estados Unidos: 81% dos homicídios de brancos são perpretados por negros

  


Porque não revelar, nas estatísticas do crime, a etnia dos criminosos e das vítimas de crime? Tal como fazem os EUA e o Reino Unido...

Revelar a nacionalidade dos criminosos é um primeiro passo para provar que a percepção é mais do isso, é uma realidade. Mas seria ainda mais importantes revelar o grupo étnico dos criminosos. Há menos de uma semana, um jovem de 20 anos foi agredido por "um grupo de jovens "com menos de 16 anos", na estação do Cais do Sodré. Quando a polícia entrou em acção, o jovem de 20 anos estava no chão, inconsciente.

O mundo tem destas coincidências: um amigo de um amigo meu assistiu ao espancamento. Sabendo que eu me interesso por este tipo de casos, mandou-me uma mensagem: os nove agressores eram todos africanos. A percepção do que é o crime em Portugal só será uma realidade quando as estatísticas tiverem menção da etnia dos agressores.
Quando se acabar, por exemplo, com designações, nos jornais acerca de "uma família" que agrediu enfermeiros e médicos num hospital porque queriam que uma criança passasse à frente de todos os outros utentes. Uma "família" de quê? De ciganos, obviamente.

Nos Estados Unidos e em Inglaterra, as mais antigas democracias do mundo, as estatísticas do crime são racializadas. Por exemplo, 17,1% das vítimas brancas foram mortas por agressores negros, que representam 13,7% da população total. Era interessante conhecer estes dados em Portugal. Uma avaliação empírica pode ser feita com uma mera passagem por algumas das grandes cadeias, pouco antes da hora das visitas e avaliar a percentagem de visitantes africanos e brancos.

 

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