Excertos do discurso:"Neste país, há muitas oportunidades para o serviço do islamismo. Se trabalharmos com sinceridade para a religião, então certamente a religião (islâmica) será estabelecida novamente nesta terra, se Deus quiser. Que Allah todo-poderoso nos aceite a todos como propagadores da religião."
Discurso do iman que oficiou na cerimónia da Festa do Sacrifício, ou Eid al-Adha, que é uma das datas mais sagradas do islamismo. Essa festa lembra a fé e a obediência do profeta Abraão (Ibrahim), que aceitou sacrificar o próprio filho a pedido de Deus, que depois trocou o rapaz por um carneiro. A festa marca o fim da peregrinação a Meca.
Curiosamente, não se viu o xeque Munir nesta celebração. O iman e a maioria dos presentes na Praça do Martim Moniz eram imigrantes indostânicos, revelando uma cisão entre os seguidores da versão islâmica do xeque David Munir e dos naturais do Bangladesh, Paquistão e Índia.
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