Em abril de 2026, o Papa Leão XIV sublinhou que, apesar das diferenças teológicas, cristãos e muçulmanos partilham valores fundamentais essenciais, incluindo a compaixão, a justiça e o respeito pela dignidade humana. Afirmou que reconhecer estes princípios comuns permite que ambas as comunidades construam pontes, desfaçam estereótipos prejudiciais e estabeleçam relações significativas.
Durante uma conferência de imprensa a bordo do voo de regresso do Líbano, em dezembro de 2025, o Papa Leão XIV exortou os cristãos ocidentais a terem "menos medo" do Islão. Observou que estas ansiedades são frequentemente alimentadas por sentimentos anti-imigração e afirmou que o diálogo autêntico e a amizade entre as duas fés são totalmente possíveis."
A resposta a esta atitude "Dihimi" está em milhares de vídeos nas redes sociais que mostram a verdadeira face dos muçulmanos, uma face que a "Taqiya" lhes permite esconder, assumindo uma postura pacífica e ecuménica, para o exterior. Mas mesmo essa atitude não é suficiente para esconder o ódio que os muçulmanos têm por todos os não-muçulmanos.
Prova disso é a transcrição do vídeo acima reproduzido, de um "comício" de muçulmanos franceses, classificando a sociedade ocidental como uma sociedade de "prostitutas":
"A sua civilização é uma (civilização) de prostituição, promiscuidade e homossexualidade. Oh Macron, conhece o teu lugar. Com a jihad, destruiremos a tua honra (…) Amanhã conquistaremos Paris." Dentro de pouco tempo, haverá um Califado correctamente orientado (…) Os seus grandes exércitos irão avançar, dizendo 'Allah Akbar' e 'Não há outro Deus a não ser Allah (…) para invadir a França e conquistar Roma, de forma a instituir a justiça e espalhar a luz, ali."
"Brevemente, oh Macron, nós iremos remover a vossa corrupta civilização e expurgar da terra o vosso capitalismo nojento. Em breve, assim Allah o queira, nós iremos governar-vos com a justiça e a magnífica civilização do Islão. Então, o povo da Europa irá perceber o quanto eles foram desviados do caminho certo pela revolução francesa. A única resposta para a França e para o seu presidente é declarar Jihad, pela causa de Allah"

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