terça-feira, 1 de julho de 2025

How did 1,6 million immigrants managed to get a home?

 


In 2020 Portugal had a total of 666,374 foreign residents. The number of foreign citizen residents rose to 782,000 in 2022, representing an 11.9% increase from 2021, suggesting a figure around 700,000 foreign residents in 2021. In 2022 the number of foreign citizen residents reached an unprecedented 782,000, representing 7.5% of the total resident population. In 2023 the number of foreign citizens with a Residence Permit surpassed 1 million, reaching 1,044,606. 

 
This was a 33.6% increase from 2022. In 2024 government data indicate that the number of foreign residents could reach 1.5 million to 1.6 million once all data from residency requests is analyzed. This represents around 15% of the country's total population, with a large percentage from India, Bangladesh and Nepal. For a total of 1.6 million immigrants, with a rate of 20 immigrants sharing a home, it would be necessary to have 80,000 homes. With an average number of 10 immigrants for a home, ir would be necessary to have 160 thousand homes. 

House prices have more than doubled in the last ten years, while average incomes have only grown by about 33%. This creates a huge affordability gap for many Portuguese families, especially the middle class and young people. More than half of Portuguese workers earn less than €1000 per month.

Eurostat data from 2021 reported that 56.4% of young Portuguese people aged 25 to 34 lived at home with their parents.

with "Gemini" 

 

Crime and foreigners in Germany (2023/2024)

 



Official German statistics for 2023 show an increase in overall crime (5.5% more crimes) and suspects (7.3% rise).
Foreigners constituted 41% of suspects (an increase of 17.8%), and asylum seekers (excluding Ukrainian refugees) made up 18% of offenders.
Violent crimes reached a 15-year high, with increases in robberies and knife crimes. Knife crimes nearly tripled between 2020 and 2023.
Statistics from North Rhine-Westphalia showed high percentages of foreigners involved in pickpocketing (80.1%), shoplifting (47.6%), burglaries        
(47.3%), homicide suspects (41.6%), and suspects in violent sex crimes (37.1%). An internal of the German police study indicated that asylum-seekers (making up 2.5% of the population) were suspects in 13.1% of sexual assault cases in 2021. In 2023, 47.5% of suspects in gang-rapes were foreigners.


With "Gemini"


segunda-feira, 30 de junho de 2025

Novo ‘SEF’ abre guerra entre PJ e PSP

 

Bruno Pereira, líder do sindicato dos oficiais da PSP, e Rui Paiva, presidente do SPIC-PJ, estão em guerra aberta por causa das competências da Unidade de Estrangeiros e Fronteiras da PSP. Principal sindicato da PSP diz que populações vão sofrer com falta de polícias deslocados das esquadras para os aeroportos. 

A manta é curta e quando se cobre a cabeça destapa-se os pés, é um ditado português que pode ser aplicado na perfeição ao anúncio do Governo da criação da Unidade de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) na PSP. Mas antes de irmos à história da manta – e há pano para mangas, desculpem-me os trocadilhos –, diga-se que há uma verdadeira ‘guerra’ de palavras entre Rui Paiva, ex-inspetor do SEF e atual presidente do Sindicato do Pessoal de Investigação Criminal da Polícia Judiciária (SPIC-PJ), e Bruno Pereira, presidente do Sindicato Nacional dos Oficiais de Polícia da PSP. Se fosse no tempo de Eça de Queiroz, a coisa acabava à bengalada, no mínimo, ou até mesmo num duelo.

Voltemos então à proposta de lei do Governo, que terá que ser aprovada no Parlamento. No fundo, o Executivo de Luís Montenegro pretende criar uma nova unidade na PSP, a UNEF, à semelhança, por exemplo, da Unidade Especial de Polícia, que será uma «unidade especializada no âmbito das missões da PSP, em matéria de estrangeiros, fronteiras e segurança aeroportuária, composta por serviços centrais e serviços desconcentrados», a quem competirá «vigiar, fiscalizar e controlar as fronteiras aeroportuárias, assim como a circulação de pessoas nestes postos de fronteira; Fiscalizar a permanência de cidadãos estrangeiros em território nacional, na área de jurisdição da PSP», além de «instruir e gerir os processos de afastamento coercivo, expulsão, readmissão e retorno voluntário de cidadãos estrangeiros, bem como elaborar normas técnicas com vista à uniformização de procedimentos», entre outros.

Jornal "O Nascer do Sol" 

(Continua

Construção de uma mesquita em Samora Correia: o que é a Associação Ahmadia do Islão

 

A Associação Ahmadia do Islão em Portugal é uma comunidade islâmica que se estabeleceu e legalizou em Portugal em 1987. Representa o ramo Ahmadia do Islão, que se distingue de outras correntes islâmicas por acreditar em Mirza Ghulam Ahmad (1835-1908), fundador do movimento na Índia em 1889, como o "Messias Prometido" e "Imame Mahdi", de acordo com o seu site na Internet.

A Comunidade Ahmadia baseia-se em princípios de paz, amor, fraternidade e serviço humanitário. O seu lema é "Amor para todos e ódio para ninguém". Acreditam que o verdadeiro Islão promove a tolerância, a educação e a solidariedade humana, segundo o seu site na Internet. Ao contrário da maioria dos muçulmanos, que consideram Maomé o último profeta, os Ahmadis acreditam que pode haver "subprofetas" ou reformadores, sendo Mirza Ghulam Ahmad um deles. Esta crença tem levado a que sejam frequentemente alvo de perseguições em alguns países de maioria muçulmana, como o Paquistão e Myanmar, salienta o site da organização.

Em Portugal, a Associação Ahmadia do Islão tem vindo a expandir a sua presença e atividades, que incluem a promoção do Islão e dos seus ensinamentos e a divulgação do Alcorão e dos princípios islâmicos de paz e convivência. A Ahmadia defende o diálogo Inter-Religioso, participa ativamente em eventos e iniciativas que promovem o diálogo e a compreensão entre diferentes religiões, defendendo a ideia de que "o ser humano deve estar acima de qualquer religião", acrescenta-se no site.

A nível global, a Comunidade Ahmadia tem construído escolas e hospitais em países africanos, focando-se nas necessidades de educação e saúde, independentemente de cor, raça ou religião. Em Portugal, procuram igualmente praticar o serviço humanitário, refere o site da associação. A Associação Ahmadia do Islão em Portugal adquiriu recentemente um terreno de 4 mil metros quadrados em Samora Correia, no concelho de Benavente, com a intenção de construir a sua sede nacional. Este complexo incluirá uma mesquita, biblioteca e áreas desportivas, sendo projetado para ser um espaço aberto à comunidade local.

A Associação Ahmadia do Islão em Portugal, afirma-se no seu site na Internet, procura ser uma voz pela paz e pela tolerância, trabalhando para integrar-se e contribuir positivamente para a sociedade portuguesa. A aquisição do terreno e a informação de que seria destinado à construção de uma mesquita provocou uma reação popular, com manifestações dos habitantes locais, que se opõem à construção da mesquita. 

Até à data da manifestação, dia 10 de Junho, não havia nenhum projecto nem nenhum pedido de viabilidade entregue na câmara municipal para a possível construção da mesquita. A autarquia tem sido alvo de críticas por não ter exercido o direito de preferência sobre o terreno.

Construção de uma mesquita em Samora Correia, pela Associação Ahmadia do Islão, provoca protestos da população

 

 

Cerca de duas centenas de pessoas marcaram presença esta terça-feira, 10 de Junho, numa manifestação contra a construção de uma mesquita na cidade de Samora Correia, concelho de Benavente, empunhando bandeiras nacionais e gritando palavras de ordem.

Apesar de denominada “Pelas tradições e costumes”, o protesto de cariz popular, como afirmou o organizador Ruben Vicente, político e dirigente associativo na localidade, vincou a posição de força dos participantes em mostrar desagrado perante a possibilidade de um eventual projecto de construção de uma mesquita em Samora Correia.

Os manifestantes concentraram-se na Igreja Matriz de Samora Correia e percorreram um trajecto a pé, acompanhado por militares da GNR, até ao terreno situado em frente do quartel dos bombeiros samorenses onde colocaram uma faixa com a frase “Mesquita não!”.
No protesto, além da população, estiveram presentes elementos de várias forças políticas, nomeadamente do PPD/PSD, PS e Chega.

Recorde-se que à data de hoje não há nenhum projecto nem nenhum pedido de viabilidade entregue na câmara municipal para a possível construção da mesquita. A autarquia tem sido alvo de críticas por não ter exercido o direito de preferência sobre o terreno.
Em concreto a Associação Ahmadia do Islão adquiriu um terreno de mais de 4 mil metros quadrados, na Avenida O Século, onde pretende erguer a sua nova sede nacional.


Alunos estrangeiros em Portugal aumentam 160%

 

Escola Nº1, em Lisboa tem 52% de imigrantes

No ano lectivo de 2019/2020 havia um total de 1.903.590 alunos inscritos (considerando desde o pré-escolar ao ensino superior), com uma diminuição em relação ao ano anterior devido à redução de matriculados nos ensinos básico e secundário. 

No ensino superior, registou-se um total de 390.930 estudantes. No ano lectivo 2021/2022 o número de inscritos no ensino superior atingiu um máximo histórico, com 433.217 estudantes em universidades e politécnicos, representando um crescimento de 5,2%. No ensino básico e secundário, houve um aumento de 15.662 alunos matriculados em 2021/2022 em comparação com o ano lectivo anterior.

No ano lectivo de 2022/2023, o sistema educativo português registou um total de 2.056.328 alunos, desde a educação pré-escolar ao ensino superior. O ensino superior continuou a bater recordes, com 446.028 alunos inscritos. 

No ano lectivo 2023/2024, O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, indicou que entre 2018/2019 e 2023/2024, houve um aumento de mais de 160% de imigrantes no ensino básico e secundário. Em 2019, eram cerca de 53 mil alunos estrangeiros (5,3% do total), passando para 140 mil em 2023 (13,9% do total).

Em relação a estudantes imigrantes, de acordo com a "Mensagem de Lisboa", uma publicação online, os dados mais recentes relativos ao número de alunos estrangeiros nas escolas de Lisboa a que a Mensagem teve acesso são de 2014/2015, e mostram que a escola com o número mais elevado de alunos imigrantes é a Escola do Alto da Ajuda (1º Ciclo + Jardim de Infância), com uma percentagem de 87%, seguida pela Escola Básica Lisboa Nº75 (1º Ciclo), com 69%, e pela Escola Básica Galinheiras (1º Ciclo + Jardim de Infância), com 62%.

Com "Gemini"

Demissão de Pedro Góis, director científico do Oservatório das Migrações

 

 Petição Pública

Demissão de Pedro Góis, director científico do Oservatório das Migrações

Para: Exmº. Sr. Primeiro-Ministro:

Em declarações recentes, numa entrevista à Rádio Renascença, o director científico do Observatório das Migrações, Pedro Góis, afirmou, em relação ao tipo de apoio a conceder aos imigrantes, que deveria ser dada prioridade a esses mesmo imigrantes, na obtenção de habitação. O director científico do Observatório das Migrações alegou que "(...) enquanto que a população nacional pode permanecer em casa dos pais mais alguns anos, quem chega necessita de um espaço para habitar (...)", como fundamento para conceder essa prioridade aos imigrantes.
Os signatários desta petição consideram que, afirmar ser necessário dar prioridade aos imigrantes, em detrimento dos cidadãos nacionais, na obtenção de habitação própria, revela uma atitude parcial e inaceitável da parte daquele responsável, atitude essa que torna impossível a sua permanência em funções naquele organismo público, tendo como responsabilidade a prossecução dos seus objectivos, nomeadamente "aprofundar o conhecimento sobre a realidade das migrações em Portugal e monitorizar, através de indicadores estatísticos, a integração dos migrantes, para poder definir, executar e avaliar políticas eficazes de integração para as populações migrantes."

As declarações do dr. Pedro Góis constituem uma afronta aos portugueses, em geral, e especialmente às largas dezenas - talvez centenas - de milhar de jovens que procuram sem sucesso aceder a uma habitação, acabando muitos deles a serem obrigados a emigrar.
Com as suas declarações facciosas e com a sua manifestação pública de favoritismo em relação aos imigrantes e em detrimento dos cidadãos nacionais, o dr. Pedro Góis mostrou ser incapaz de exercer as funções para as quais foi nomeado.
Assim, os signatários desta petição solicitam a Vª. Exª., Sr. Primeiro-Ministro, que o dr. Pedro Góis seja demitido das suas funções de director científico do Observatório das Migrações, por manifesta incapacidade de cumprir as funções que lhe foram atribuídas, ao manifestar o mais profundo desprezo pelos jovens cidadãos nacionais, sugerindo que estes continuem a viver em casa dos pais para que seja possível dar casas aos imigrantes que chegam a Portugal. 
 
 

Imigrantes: como arranjam casa em Portugal?

 

É curioso, a facilidade com que os imigrantes arranjam casa, em Portugal. Terá isto a ver com o que defende o director científico do Observatório das Migrações, Pedro Góis, que afirmou, em relação ao tipo de apoio a conceder aos imigrantes, que deveria ser dada prioridade a esses mesmo imigrantes, na obtenção de habitação. O director científico do Observatório das Migrações, em entrevista à Rádio Renascença, alegou que "(...) enquanto que a população nacional pode permanecer em casa dos pais mais alguns anos, quem chega necessita de um espaço para habitar (...)", como fundamento para conceder essa prioridade aos imigrantes.