sexta-feira, 22 de maio de 2026

Orania, a cidade sul-africana onde só entram brancos

 


Parece um guião de uma sociedade de há 200 anos ou mais, mas acontece em 2026. Está a acontecer, na África do Sul. Orania é uma cidade pequena. Não é oficialmente uma cidade “legalmente só para brancos”, mas na prática só pessoas brancas vivem lá. Foi fundada após o fim do apartheid na África do Sul, há mais de 30 anos, por um grupo de afrikaners – que queria preservar a sua cultura, língua e estilo de vida.

Os afrikaners são um grupo étnico branco da África do Sul, descendentes de colonos europeus (principalmente holandeses, alemães e franceses) que chegaram ao país nos séculos XVII e XVIII. São cerca de 5% da população da África do Sul. Não há uma lei oficial que diga “apenas pessoas brancas podem entrar ou viver aqui” – mas é o que acontece. Os vizinhos consideram Orania um antro de racismo, mas os moradores acreditam que esta é a única forma de preservar a cultura da minoria branca.

Nesta espécie de condomínio fechado, descreve o Holod, para viver em Orania é preciso passar – com sucesso – por uma entrevista com uma comissão local. Mas não há registo de um negro ter tentado obter autorização de residência, pelo menos com o processo até ao fim. Porque os requisitos já excluem quem não for branco, quase sempre. Porque o lema oficial não é “não aceitamos pessoas negras” – mas sim “aceitamos quem se encaixa na nossa cultura”. Esse desvio evita uma violação direta da lei (mas cria exclusões na mesma).

Os candidatos devem falar afrikaner, respeitar as tradições dos afrikaner e ser protestantes. Também não podem ter antecedentes criminais, nem podem viver com um parceiro sem serem casados. A base legal que os locais evocam é o direito constitucional à liberdade de associação e autonomia cultural na África do Sul. É que a África do Sul tem uma das constituições mais fortes do mundo em termos de direitos individuais e de grupos.

O direito à liberdade de associação evoca que as pessoas podem escolher com quem querem viver ou formar comunidades. Grupos criam comunidades fechadas — desde que não violem leis explícitas. Os afrikaners locais evocam também, como já foi referido, direitos culturais. Também têm um modelo interno de propriedade privada – na prática, quem quiser viver lá precisa de ser aprovado pela comunidade local.

No início da década de 1980, foi construído em Orania um sistema de abastecimento de água – e a cidade ficou deserta. Depois foi a leilão. O Departamento de Recursos Hídricos ainda tentou transferir Orania para outras agências governamentais, mas ninguém a quis. O empresário Jacques Pretorius comprou mas os afrikaners começaram a angariar fundos e compraram depois a cidade ao empresário.

Algumas das casas vazias e edifícios abandonados já tinham sido ocupados por colonos negros – mas os afrikaners foram expulsando os negros à força, ameaçando por vezes com cães. Orania foi oficialmente “reaberta” a 11 de abril de 1991.Uma rotina que se destaca na economia local: Orania evita contratar trabalhadores de fora (especialmente negros, o que é comum no resto do país). Os locais fazem de tudo. Há forte incentivo ao empreendedorismo local. É um local de autossuficiência.

Orania tem uma moeda local, uma moeda própria, a Ora. Só circula dentro da cidade; mas serve mais como símbolo de autonomia do que como sistema económico real. Na escola, ensina-se em em língua afrikaner. É dado destaque à história e cultura afrikaner. A nível político, nova particularidade: não há uma Câmara Municipal. Oriana é administrada por uma organização privada, como se fosse ma empresa privada: os moradores compram “direitos de residência”, como se fossem acções, uma participação na empresa. Há um conselho local que decide quem pode viver lá.

Está isolada mas tem internet e infraestrutura modernas, além de projetos de energia solar. Orania fica numa “zona cinzenta”: é legalmente defensável (a tal evocação de direitos individuais e culturais) mas é alvo de críticas a nível social e moral (porque reproduz, na prática, separação racial). Apesar deste cenário, deste regime, a população de Orania cresce a cada ano que passa: aumentou 5,25% entre 2023 e 2024. Tem pouco mais de 3 mil habitantes; em 2011, tinha 892 habitantes .

 23 Abril, 2026 

Zap.aeiou 
 

UK: terrorist free, "his schizophrenia improved"

 

He was dismissed because "his schizophrenia improved."
UK High Court just released Haroon Aswat — an al-Qaeda-linked British citizen suspected of masterminding the 7/7 London bombings that slaughtered 52 innocent people and injured over 800. 
 
This guy had direct phone contacts with the bombers, was caught with bomb-making manuals, and has a long terror rap sheet. Counter-terror police warned he's still a massive national security risk. 
 
But the judges basically said "his condition got better," slapped on light monitoring so it doesn't "upset" him, and one even wished him "all the best" on his way out. Yet another Islamist terrorist let loose on the streets thanks to the "mental health" get-out-of-jail-free card. 
 
Mental health excuses for jihadists are becoming the norm it seem
 

Black Sou-Africans are racists

 


Violadores escapam à prisão, juiz diz que queria apoiar a sua reabilitação

 


Três adolescentes evitam a prisão depois de violar duas garotas em Hampshire.
Duas meninas foram violadas em dois incidentes separados em Fordingbridge, com o primeiro ataque a ter lugar em 26 de novembro de 2024 e o segundo em 17 de janeiro de 2025.
 
O juiz Nicholas Rowland explicou a sua sentença, afirmando que "Eu deveria evitar criminalizar estas crianças desnecessariamente e compreender os efeitos do seu comportamento e apoiar a sua reintegração na sociedade. "
Ele acrescentou que "a pressão dos pares desempenhou um grande papel no que aconteceu".
 
Uma das vítimas, que tinha 15 anos quando foi violada, leu a declaração de impacto da vítima na sentença. "Nunca vou recuperar essa inocência... Tudo o que eu quero é morrer, já não tenho medo quando isso chegar”, disse ela.
Dois dos estupradores foram condenados a três anos numa ordem de reabilitação juvenil, enquanto o terceiro recebeu 18 meses
 

Breastfeeding adults in Islam

 


In Islamic law and tradition, there is a concept known as ‘adult breastfeeding,’ though highly debated and controversial. Prophet Muhammad is reported in Islamic sources to have approved a case involving ‘adult suckling’ involving one of his closest companions—an issue that has sparked confusion, debate, and controversy. Stick around for Parts 1 and 2 for a deeper understanding.

 

Pallywood: dead child itching his knee


 

Eles já tomam conta das nossas ruas...

 


Pakistani Teen With A Documented History Of Violence Fatally Stabbed A 15 Year Old Boy

 


Pakistani Teen With A Documented History Of Violence, Weapon Obsession, Gang Concerns, And More Than 130 School Behavioral Incidents Was Still Allowed Into School Without Being Properly Searched Or Monitored — Then He Fatally Stabbed A 15 Year Old Boy In Front Of Horrified Students In Sheffield. How Many Warning Signs Were Ignored Before A Child Lost His Life?
On February 3, 2025, 15-year-old Harvey Willgoose was stabbed to death during lunch break at All Saints Catholic High School in Sheffield, England.
The killer was fellow student Mohammed Umar Khan, also 15 years old and a former friend of Harvey.
 
According to prosecutors, the attack followed days of escalating hostility and threats exchanged on social media.
But what stunned many people after the murder was the sheer number of warning signs surrounding Khan long before the attack ever happened.
 
Independent reviews and court evidence later revealed:
• Khan had more than 130 documented behavioral incidents tied to violence, weapons, gang concerns, and severe anger issues at his previous school
• He had previously assaulted another student before transferring schools
• Students had reported him carrying knives and a BB gun months before the murder
• An axe was discovered inside his backpack in December 2024
• Staff failed to properly obtain or review his full safeguarding and behavioral records after his school transfer
• On the very day of the stabbing, Khan was allowed onto campus without being searched despite active knife-related concerns
 
On the afternoon of February 3, Khan confronted Harvey in the school courtyard carrying a 13-centimeter serrated hunting knife.
Witnesses said Harvey remained calm and tried to avoid conflict.
Khan then stabbed him twice in the chest in front of dozens of terrified students.
One of the wounds pierced Harvey’s heart.
 
He collapsed within moments and died at the scene despite emergency medical efforts. During the trial, prosecutors showed that Khan had a disturbing fascination with weapons, frequently searched for violent knives online, and posed for photographs holding blades.
 
The jury rejected his claim that he had simply “snapped” due to bullying.
In October 2025, Mohammed Umar Khan was sentenced to life in prison with a minimum term of 16 years.
Following the case, the UK government formally intervened against the school trust overseeing All Saints Catholic High School, citing major safeguarding and communication failures.
 
Now many people continue asking:
If schools, police, and safeguarding systems already knew about repeated violence, weapon possession, gang concerns, and knife warnings, how was a teenager still able to walk into school armed with a hunting knife and kill another child