domingo, 23 de agosto de 2026

Islam and LGTB are not compatible


 

Mob of muslims invade a McDonald's shop, demanding that they stop selling "Non-halal" meat and shouting Allah-u-Akbar


 

Lessons from the past: The Alamo: Deguello (Slit throath)

 


Muslisms harassing shop keepers

 


Pedophilia, just another sexual orientation...


 

JORGE BRAVO: O HOMEM DAS SEGURADORAS PRIVADAS A QUEM O GOVERNO ENTREGOU O ESTUDO SOBRE A TUA PENSÃO

 

 


Ontem apresentou 607 páginas sobre o teu futuro. Hoje apresento-te duas sobre o dele.
Para quem trabalha? Consultor científico de seguradoras - Fidelidade, Império-Bonança, Seguradoras Unidas. Coordenador do observatório da associação das seguradoras. Consultor da associação dos fundos de pensões. Consultor da associação dos emissores dos cartões de refeição. Não o digo eu: é o currículo dele, depositado na Ordem dos Economistas, pela mão dele.
 
E há o posto internacional: membro do fórum de peritos do instituto de pensões de um banco espanhol, o BBVA. Ao lado de quem? Do pai do sistema sueco de contas individuais e do economista do Banco Mundial que passou trinta anos a pregar a capitalização. Quando leres "contas nacionais" no relatório, já sabes de que cadeira vieram.
Quem o premeia? Em 2023, a indústria dos fundos de pensões deu-lhe o troféu de "Personalidade do Ano". A justificação, nas palavras do presidente da associação: o "historial de colaboração" com a indústria e o apoio "sempre concedido" às suas associadas. Guarda esta frase. 
 
É a indústria a agradecer, por escrito, ao homem a quem o Governo entregou o estudo sobre a tua pensão.
Que política serve? Colaborou na elaboração de programas eleitorais do PSD. Quando Passos Coelho quis "reformar" as pensões, chamou-o para a comissão interministerial. Quando este Governo quis um estudo "independente", adivinha quem escolheu.
 
E quanto acerta? Em 2015 assinou o estudo que dizia que o sistema "já não tem salvação possível" e que o défice ia duplicar até 2025. Chegou 2025: excedente de 6,7 mil milhões de euros, certificado pelo Conselho de Finanças Públicas, e a maior reserva de sempre - 49 mil milhões, que pagam 28 meses de pensões sem entrar um cêntimo. 
 
O morto que ele certificou enterrou-lhe a credibilidade académica. Há dez anos que prevê o fim da Segurança Social; há dez anos que a Segurança Social o desmente. As contas dele não têm currículo - têm cadastro. E o círculo? O Tribunal de Contas pagou-lhe 23,6 mil euros para "capacitar" a equipa da auditoria que declarou o famoso "buraco". Quem o indicou para esse trabalho? Um instituto de cuja comissão de acreditação ele próprio faz parte. O Governo pegou nessa auditoria para criar um grupo de trabalho. E entregou-lhe o grupo. O mesmo homem fez o diagnóstico, validou o diagnóstico e foi contratado para confirmar o diagnóstico. A isto os manuais, regra geral, chamam conflito de interesses. Ele chama-lhe carreira.
 
E a coerência? Repara no truque, porque está todo aqui: as correções que ele faz às contas vão todas dar ao mesmo sítio. Os excedentes da Segurança Social? "Corrige-os" para baixo - são "ilusão", são "mentira completa". O défice da CGA? Aceita-o ao cêntimo - sem descontar os oitenta anos em que o Estado, enquanto patrão, não pagou as contribuições que a lei em vigor determina a qualquer empresa deste país. Só começou a descontar em 2009 - quem o recorda é quem dirigiu a própria CGA. 
 
Nas 607 páginas do relatório, nem uma linha a fazer essa conta. Excedente é sempre miragem, défice é sempre verdade revelada. Um perito rigoroso corrige os números para os dois lados. Um lobista só corrige para o lado do cliente, os fundos de pensões que querem meter o dinheiro da tua reforma na economia de casino.
E o que propõe? A tua pensão deixa de ser um direito fixado na lei e passa a ser o saldo de uma conta individual. Quando as contas do sistema apertarem, o corte é automático, está lá o mecanismo, com fórmula e tudo.
Hoje existe uma idade em que a tua pensão está inteira, por direito. Na proposta, essa idade desaparece: qualquer saída passa pela calculadora da esperança de vida. Trabalhas mais anos ou aceitas menos pensão, a escolha é tua, o preço é da tábua.
 
Os aumentos extraordinários das pensões, como os dos últimos anos? Substituídos por "regras automáticas". Nunca mais um governo decide aumentar a tua pensão: passa a decidir uma fórmula.
O único regime público de capitalização que existe é encerrado a novas adesões. E a poupança segue para onde? Para planos de inscrição automática geridos pela indústria privada, com subsídio do Estado à mistura. Se não disseres nada, estás dentro - é o próprio a explicá-lo: "inverte-se o ónus". A indústria que lhe entrega troféus agradece a encomenda. 
 
Para quem tem pensão pequena e casa própria: "mobilizar o património imobiliário". Em português corrente, hipotecar a casa para conseguir envelhecer. Ele publicava artigos científicos sobre hipotecas inversas muito antes de as receitar ao país.
E a almofada? Os 49 mil milhões que os trabalhadores deste país acumularam passam a garantir o balanço do novo sistema, a alimentar o tal mecanismo dos cortes automáticos. Página 185, quase palavra por palavra. 
 
No fim, a confissão: mesmo com isto tudo, o próprio relatório projeta que as pensões públicas caem 10 a 12 pontos. Leram bem. Isto não é um plano para travar a queda da tua pensão. É um plano de gestão da descida - com os fundos privados de pensões a cobrar comissão pela viagem. Ou seja: a tua pensão desce, e o sistema financeiro ganha mais um negócios milionário com renda do Estado (ou seja, das nossas contribuições).
 
Uma última pérola, esta saída da pena dele: o relatório pede um pacto capaz de "resistir à alternância democrática". Tradução simples: à prova do teu voto, da tua vontade democrática. Quando um documento se orgulha de sobreviver a eleições, está a confessar que não sobreviveria a um debate.
A Segurança Social não está falida. Está a ser cobiçada. E antes de te dizerem outra vez que "não há alternativa", faz a pergunta que incomoda: quem paga ao mensageiro?
Partilha. Não deixes que nos roubem as pensões dos portugueses.
 
PS: Partilhado alures da Internet, autor desconhecido 
 

Can men get pregnant?

 




sábado, 22 de agosto de 2026

A defection to the AfD has rattled Germany’s ruling party

 


 Elisabeth Dampier

For more than a decade, Germany’s mainstream political parties have placed a firewall around the AfD (Alternative for Germany) and refused to work with or vote alongside the right-wing party.

‘We have a clear resolution in the CDU: no cooperation with the AfD or Die Linke,’ as Franziska Hoppermann, the new secretary general of Germany’s leading party, pointed out this week.

The Merkel-era firewall was supposed to deny the insurgent party legitimacy. Instead, the AfD is now regularly leading in the polls

Yet with two weeks to go until the state elections in Saxony-Anhalt, it seems the firewall has been seriously breached.

On Wednesday, it was revealed that a currently serving CDU official will not only vote for the AfD in the state elections, but has donated €10,000 to the party.

The AfD’s lead candidate in Saxony-Anhalt, Ulrich Siegmund, had previously said that a CDU official had donated to his election campaign. This week, Bernd Prange, a CDU politician and mayor, outed himself as the anonymous donor.

More damaging for the CDU was the letter Prange wrote explaining his decision. The 59-year-old said his decision to vote against his own party was born of ‘deep concern for our country’. After 35 years in the CDU, he no longer believes the party is defending conservative principles. Prange listed the party’s failings on the economy and immigration as particular concerns.

He also said he hoped other conservatives in the party would follow his lead, and that the AfD would win an absolute majority in Saxony-Anhalt, forcing the CDU to change course.

The Merkel-era firewall was supposed to deny the insurgent party legitimacy. Instead, the AfD is now regularly leading in the polls. This has forced the CDU to form coalitions with left-wing parties, which neuter its policies and alienate its voters. The open rebellion of a stolid politician like Prange shows how disenchanted some CDU members have become as a result.

The AfD’s Ulrich Siegmund is exploiting this fissure with considerable skill. Young, cheerful and disarmingly charming, Siegmund is not like the angrier characters traditionally associated with the party. That may prove particularly useful when it comes to winning over female voters, whom the AfD has historically struggled to attract. Siegmund recently went viral after the magazine Der Spiegel put him on its cover with the headline ‘Germany’s most dangerous man’. He treated the attack as a compliment and signed copies of the magazine for fans.

So far, Siegmund’s approach seems to be working. The AfD is polling at around 41 to 43 per cent in Saxony-Anhalt and is aiming for an absolute majority in the state’s Landtag. It could achieve this with less than 50 per cent of the vote if enough smaller parties fail to clear the 5 per cent threshold.

The CDU, meanwhile, is facing the prospect of a sharp decline from its commanding victory five years ago. The party won 37.1 per cent of the vote in Saxony-Anhalt in 2021, but recent polls put it at only around 22 to 24 per cent. If that level of support holds until September, the CDU will have lost a third of its support in five years.

Unsurprisingly, Prange has been threatened with expulsion from the CDU. Mario Karschunke, the CDU’s state secretary general, said it was a serious matter and the local party organisation would investigate.

Yet expelling Prange may only show how much control the CDU has already lost over its grassroots. This is particularly significant in eastern Germany, where local politicians are worried about being kicked out of office as the AfD advances. In this part of the country, the ideological distance between conservative CDU voters and the AfD is considerably smaller than the party leadership in Berlin would like.

It doesn’t help that the CDU is currently facing a leadership crisis. Chancellor Merz has managed to make himself unpopular with both his base and his left-wing coalition allies. Secretary general Jens Spahn had to resign after scandalously buying a surrogate child overseas. His replacement, Franziska Hoppermann, lacks experience. Many see her appointment as an admission that Merz is running out of capable lieutenants to keep his party in line.

(Continue

 

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