terça-feira, 25 de agosto de 2026

"Nós (muçulmanos) vamos destruir vocês"

 


Participação de cidadãos de países africanos nos crimes cometidos na Suíça

 

Os dados oficiais divulgados pelo Departamento Federal de Estatística (FSO) da Suíça fornecem métricas específicas sobre a criminalidade dividida por nacionalidades. Para compreender a participação de cidadãos de países africanos nos crimes cometidos na Suíça, os relatórios oficiais dividem os números de duas formas principais: pela taxa proporcional de condenação e pelo estatuto de residência.

1. Taxa Proporcional de Condenação (por 1.000 habitantes)

Em termos relativos — isto é, o número de crimes cometidos em proporção ao tamanho da própria comunidade residente no país —, as sub-regiões africanas registam taxas estatisticamente elevadas na Suíça.

Entre a população estrangeira residente titular de vistos de permanência de longa duração (Vistos B e C), as maiores taxas de condenação do país por crimes e delitos gerais cabem a:

    África Sudoeste: Cerca de 31 condenações por cada 1.000 habitantes (3,1%).África Ocidental: Cerca de 21,2 condenações por cada 1.000 habitantes (2,12%).

    Norte de África: Cerca de 18,3 condenações por cada 1.000 habitantes (1,83%).

Nota de comparação: Outras comunidades estrangeiras bem integradas ou com perfis demográficos diferentes, como cidadãos turcos, apresentam taxas na ordem dos 9 por 1.000 (0,9%), enquanto canadianos, irlandeses ou indianos registam taxas residuais de 1 a 1,5 por 1.000.

2. Condenações por Tipo de Delito e Tráfico de Droga

A criminalidade de indivíduos de origem africana ocidental foca-se predominantemente em categorias penais muito específicas:

    Infrações à Lei de Estupefacientes: Cidadãos da África Ocidental lideram proporcionalmente as condenações por tráfico de droga na Suíça (com registos anuais estáveis a rondar os 900 indivíduos condenados), à frente de outras redes criminosas como as albanesas.

    Idade dos Infratores: A esmagadora maioria das condenações a cidadãos africanos nestas categorias concentra-se na faixa etária dos 18 aos 29 anos.

3. A População Sem Residência Fixa e o Setor do Asilo

As estatísticas mudam radicalmente quando avaliados os crimes cometidos por não residentes (pessoas sem visto permanente B ou C, onde se incluem turistas, trabalhadores temporários, migrantes indocumentados e requerentes de asilo):

    Norte-Africanos em Números Absolutos: No grupo de pessoas sem autorização de residência fixa, os norte-africanos (argelinos, marroquinos, tunisinos) são os estrangeiros condenados com maior frequência em números absolutos na Suíça, ultrapassando historicamente os nacionais de países europeus vizinhos.

    Foco no Setor do Asilo: Relatórios recentes de segurança pública focados na população de requerentes de asilo indicam que, em certas regiões e centros específicos, houve registo de que uma percentagem muito acentuada de requerentes oriundos do Norte de África (em particular jovens argelinos e marroquinos) acabou envolvida em episódios criminais registados pela polícia (como furtos em viaturas e roubos em lojas).

Contextualização Global

Embora as taxas proporcionais dos cidadãos africanos sejam altas, em números absolutos totais, a maioria dos crimes perpetrados por estrangeiros na Suíça ainda provém de comunidades demograficamente maiores no país, como cidadãos da antiga Jugoslávia, portugueses, franceses e italianos. Além disso, os analistas criminais suíços sublinham que a criminalidade nestes grupos está diretamente correlacionada com fatores socioeconómicos: populações jovens, maioritariamente masculinas, em situação de desocupação legal ou precariedade institucional durante os processos migratórios.

O fado da cigana que recebe RSI


 

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Unveiling “Tahrir al-Wasilah” and Khomeini's defenses of pedophilia

 

"Tahrir al-Wasilah” it’s one of the famous books of the former supreme leader of Iranian regime and the great architect of the Islamic Republic of Iran, Ayatollah “Ruhollah Khomeini”. Tahrir al-Wasilah is the main source of the current Islamic rules in Iran and it is part of the centuries-old tradition of commentaries on Islamic jurisprudence (fiqh), including Ayatollah Khomeini’s commentary on socio-political issues such as jihad, ordering good and forbidding evil, sexual relationships and other Islamic jurisprudence problems.
(…)
To those people who were seeking to know its illegible content, I divulged Khomeini’s suggestions to his followers in Part 3, Page 229, Problem 12 of this volume that they can have sexual pleasure with an infant female. The former supreme leader of Iranian regime and the great architect of the Islamic revolution said: A man can have sexual pleasure from a baby. However, he should not penetrate vaginally, but sodomizing the child is acceptable." 
(…)
If a man does penetrate and damage the child then, he should be responsible for her subsistence all her life. This girl will not count as one of his four permanent wives and the man will not be eligible to marry the girl’s sister… It is better for a girl to marry at such a time when she would begin menstruation at her husband’s house, rather than her father’s home. Any father marrying his daughter so young will have a permanent place in heaven.”
(…)
Another point of controversy was Khomeini's suggestions to his followers in Part 3, Problem 12, where he mentions that men can marry and have sexual pleasure with females under the age of nine (including infants) as long as there is no vaginal penetration. Intercourse with a woman is not allowed unless she attains the age of nine years regardless whether the marriage is permanent or temporary. There is, however, no objection in other enjoyments like touching lasciviously, hugging and rubbing the thighs, even with a suckling infant.

Tahrir al-Wasilah (4 volumes) by Khomeini, Ruhollah (2001)
Translated by Reza Naqavi, Ali. 
Institute for Compilation and Publication of Imam Khomeini’s Works.
(With Wipedia and AI Google) 


𝐆𝐄𝐑𝐌𝐀𝐍 𝐒𝐂𝐇𝐎𝐎𝐋 𝐖𝐇𝐄𝐑𝐄 𝟗𝟎% 𝐀𝐑𝐄 𝐌𝐈𝐆𝐑𝐀𝐍𝐓𝐒 𝐁𝐑𝐀𝐍𝐃𝐄𝐃 𝐌𝐎𝐒𝐓 𝐃𝐀𝐍𝐆𝐄𝐑𝐎𝐔𝐒 𝐈𝐍 𝐓𝐇𝐄 𝐂𝐎𝐔𝐍𝐓𝐑𝐘

 

 
 
A Karolina-Burger-Realschule Plus em Ludwigshafen, na Alemanha, foi apelidada pelo jornal BILD como "a escola mais perigosa do país". A escola é caracterizada por uma  crise severa e contínua de violência, vandalismo e caos institucional. Embora não exista um ranking oficial que comprove cientificamente esse título, a gravidade e a recorrência dos incidentes chamaram a atenção dos media nacionais e internacionais. 

Principais Incidentes e Estatísticas e Intervenções Policiais: 
Entre 2022 e 2024, a polícia foi chamada à escola 121 vezes, resultando na abertura de 118 processos-crime. 
Agressões Graves: 
Em um dos episódios mais graves, uma aluna de 16 anos entrou na sala dos professores armada com uma faca e atacou um docente, num caso investigado como tentativa de homicídio por negligência/tentativa de homicídio.

Ataques com Gás: Em janeiro de 2026, o uso intencional de gás irritante/pimenta no recinto escolar ao longo de três dias consecutivos deixou 40 alunos e professores feridos, levando à hospitalização de cinco estudantes e à expulsão permanente de três infratores. 
 
Vandalismo Extremo: Cartas e relatórios de professores expuseram uma rotina de sanitas propositadamente inundadas, paredes destruídas, foguetes detonados dentro das salas de aula e urina espalhada pelos corredores. 
 
Repercussões e Medidas de Emergência, Protesto e Baixas Médicas: Cerca de um terço do corpo docente (17 dos 54 professores) declarou simultaneamente incapacidade médica por esgotamento e falta de segurança, recusando-se a regressar sem apoio estatal concreto.

Demissão da Direção: Em agosto de 2026, o Ministério da Educação da Renânia-Palatinado interveio diretamente, afastando o diretor da instituição e anunciando uma reestruturação profunda na gestão devido à incapacidade de conter a crise. 
 
Exigências de Segurança: Representantes dos estudantes vieram a público através da emissora SWR exigir a contratação de equipas de segurança privada e a instalação de videovigilância para conter os constantes falsos alarmes de incêndio. 
 
A situação na escola — onde cerca de 90% dos alunos têm contextos familiares ligados à imigração — transformou-se num debate político central na Alemanha sobre a integração, a falta de recursos na educação pública e a segurança de funcionários e estudantes em bairros sociais considerados "focos de tensão" (Brennpunktschulen).
 
(com Google IA) 

29 muslims raped a single 13-years-old girl in UK; german schools with 90 % migrants are the most dangerous; Democrats and Republicans in USA universities; Malay can fly, says uiversity professor; transgender says that children of "bigot" who don´t want boys in girl's bathrooms should be expeled; Palestine for queers; No taser or pepper sprays for police, says the Green Party; Muslim should be deported; há algumas décadas, o brancos foram expulsos de África. Porque diabo é que os africanos aora querem vir para a Europa? Lobsters and abortion

 












Mamdani aide does't pay rent for four years;

 




Immigrants complaints about the hotel conditions; night lfe in France; muslim threath to kill policeman; some things shouldn't exist; Muslims don't want 9/11 being teached in schools; african harasses woman in the subway


 







Islam come to supress all other religions