sábado, 16 de agosto de 2025
The invasion of Europe...
"As
centenas de embarcações começaram a entrar no porto, uma após a outra,
numa longa e silenciosa procissão. Não houve toques de trombetas, nem
bandeiras a acenar. Apenas um avanço lento e inexorável. Da costa, os
observadores — os poucos que restaram — assistiam atónitos, como que
hipnotizados. Não havia gritos, nem resistência. Apenas o suave ondular
das vagas contra os cascos e o arrastar de inúmeros pés à medida que as
primeiras ondas de humanidade começavam a derramar-se nas praias."
"Eles
estavam em todo o lado, uma maré humana: homens, mulheres, crianças,
idosos, todos a sair dos navios, com os rostos marcados por uma mistura
de exaustão e de um estranho e silencioso triunfo. Não eram um exército
invasor no sentido tradicional, mas uma força de números absolutos,
avassaladora pela sua simples presença. O ar encheu-se de um murmúrio,
de uma nova língua, de um novo odor. A Europa, ao que parecia, já não
era a Europa."
The Camp of the Saints - Jean Raspail
Why do Muslims in the West pray at a random place or in the streets?
This is about saying we are here, we are in your face and we will do what we like! Your rules, regulations and customs will not be applied to us. Imposing these beliefs is one step closer to the caliphate. Many Muslims believe that prayer grants them immunity from breaking the law, guarantees them protection from accountability, and gives them the authority to disrupt the interests of others.
They fail to realise that prayer, at its core, “prevents immorality and wrongdoing.” Thus, preventing transportation from crossing roads and tracks under the pretext of performing prayers is both immoral and wrong. Prayer is a personal relationship between an individual and God, and it is preferable that prayer be free from ostentation, does not block roads, and does not negatively affect others. How can an ambulance carrying a sick person pass if the street is blocked for prayer, and even pedestrians are not allowed to cross?
In a statement by Sheikh Othman Al-Khamis, a Kuwaiti cleric, he confirms that praying outside the mosque, while there are empty spaces inside, is invalid and not permissible. So how can it be permissible to pray in an impure street “according to Sharia,” when the condition of Islamic prayer is purity, which includes the purity of the person and the place of prayer?
When former US President Trump issued his decisions at the beginning of his term to ban citizens from several Islamic countries, millions of Americans protested against the decision and sympathised with Muslims, even though the decision did not harm them or affect them in any way. In response, Muslim communities in several states held group prayers in the streets and public squares as a challenge to Trump and his supporters, giving their actions a religious tint, disrupting traffic, and harming the interests of Americans who viewed it as a challenge to the law and an attempt to impose a religious identity on civil and rights movements.
Even mosque-goers, after the Tarawih prayer (an evening prayer during Ramadan immediately after breaking the fast), when they leave the mosque late at night, or after the Fajr prayer (early morning prayer), when they leave early in the morning, create noise and loud conversations, without considering others in the neighbourhood (children, the elderly,.).
Adding to the complexity of this issue is the support provided by extremist leftist and anarchist groups within Europe. Their shared anti-Western and anti-establishment agendas create a concerning alliance that bolsters the aims of extremist elements.
The pillars of Islam:
1. The Shahada (Declaration of Faith) / Takbir.
2. Performing Salah (Prayer).
3. Giving Zakat (Alms).
4. Fasting during Ramadan.
5. Hajj (Pilgrimage to Mecca for those who are able).
Despite the existence of thousands of religions in the world, each with its own principles and rules, some Muslims prominently display their faith’s pillars to the world. You can see them performing “Shahada/Takbir” (proclaiming the greatness of Allah) and reciting the Shahada in streets, institutions, and media. Similarly, they perform prayers publicly and expect the world to abstain from eating and drinking during Ramadan out of “respect” for their fasting, yet they rarely speak about giving Zakat/Alms publicly, despite it also being one of their faith’s pillars.
Why don’t Muslims show the same enthusiasm in discussing Zakat as they do with prayer, fasting, and Takbir? If some claim that they donate “without boasting,” this is a questionable assertion. If 2 billion Muslims were truly donating Zakat/Alms, even secretly, there would be no poor among them.
It is also important to note that Zakat funds, in its “humanitarian concept”, should be for every needy person in the country, as is the practice in the West, where no one is asked about their religion when receiving donations and government aid. However, Islam prohibits the payment of zakat money to non-Muslims.

Muslims pray in a street of Paris - no cars, no pedrestians allowed...
(Continue)
O movimento islâmico Tabligh Jamaat: um factor de ruptura na tendência para a integração dos muçulmanos em Portugal
A reorganização da estrutura de poder dentro da comunidade islâmica portuguesa é um fenómeno que se tornou mais perceptível quando da saída do seu líder de muitos anos, Abdool Karim Vakil, substituído por Mahomed Iqbal.
Até então, a estratégia de integração e, até certo ponto, de assimilação da comunidade islâmica na sociedade portuguesa decorria sem rupturas ou conflitos.
Mas nos últimos anos do seu longo mandato à frente da Comunidade Islâmica de Lisboa (CIL), Abdool Karim Vakil (pai) enfrentava já uma forte contestação interna de um grupo em ascenção, os Tabligh Jamaat, por ser considerado demasiado pró-"kufr", (كُفْر - termo que significa incredulidade ou descrença em Alá e em seus ensinamentos conforme revelados no Alcorão e na Sunnah), o oposto de "iman" (fé).
Essa contestação começou a surgir à medida que a natureza da comunidade islâmica em Portugal conheceu um processo de "substituição", provocado pela imigração de muçulmanos provenientes do Paquistão, Bangladesh e Índia, nas duas últimas décadas.
Até então, a maioria da comunidade islâmica era composta por muçulmanos provenientes de Moçambique e seus descendentes - muçulmanos já com uma forte ligação à cultura portuguesa, muitos deles nascidos naquela colónia portuguesa. Nas duas últimas décadas, a composição da comunidade islâmica sofreu alterações profundas. Os recém-chegados muçulmanos, provenientes dos países indostânicos e muitos deles pertencentes a um ramo do Islão, os Tabligh Jamaat, rapidamente se transformaram na "força de maior dinamização do Islão entre os muçulmanos em Portugal", de acordo com Abdool Karim Vakil (filho), investigador do King's College, em Londres.
Graças a essa imigração regular, o número de muçulmanos indostânicos rapidamente ultrapassou o grupo de muçulmanos provenientes de Moçambique. Nos últimos actos eleitorais antes da sua saída de presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa (CIL), Abdool Karim Vakil viu-se obrigado a "negociar" com os Tabligh Jamaat, para conseguir votos suficientes para a sua eleição. Em contrapartida, os Tabligh Jamaat exigiram lugares na direcção da CIL. O exemplo mais visível dessa negociação era a presença naquele órgão directivo do líder dos Tablih Jammat em Portugal, Esmael Loonat.
Mas o "rigoroso tradicionalismo, traduzido na prescrição do próprio vestuário, na estrita separação entre os sexos, numa atitude de distanciamento em relação à sociedade exterior, representa (...) um factor de ruptura na tendência histórica para a integração na atitude dos muçulmanos em Portugal", salienta Abdool Karim Vakil (Filho), numa investigação intitulada “Do Outro ao Diverso – Islão e Muçulmanos em Portugal: história, discursos, identidades”
Os
Tablighi Jamaat, que significa "o partido dos pregadores do Islão" foi
fundado em 1926 pelo clérigo indiano Muhammad Ilyas al-Kandhlawi com o
objetivo de espalhar o Islão para os não-muçulmanos e também para
purgar a fé das influências de outras religiões, mais notavelmente as
influências hindu e cristã na Índia Britânica na época.
A
organização é um remanescente do movimento Deobandi do Islão, que surgiu
na cidade indiana de Deoband, como resposta à suposta deterioração dos
valores islâmicos na Índia. Antes um movimento local, os Tablighi Jamaat
espalharam-se pelo mundo inteiro. O grupo também organiza reuniões
anuais que têm lugar na cidade de Raiwind, na Índia e
também no Bangladesh.
O
movimento islâmico Tabligh Jamaat também reúne anualmente na Mesquita de
Lisboa, num encontro internacional que decorre num ambiente
aparentemente calma e descontraído, de acordo com a Lusa. No entanto, num
recente encontro, os membros do movimento recusaram falar à Comunicação
Social, alegando que apenas que Esmael Loonat (um dos líderes do Tabligh
Jamaat em Portugal) podia falar. Para além de Esmael Loonat, vários
responsáveis da Comunidade Islâmica do Sul do Tejo e da Escola Islâmica
de Palmela são membros do movimento.
De acordo com Esmael Loonat, em declarações ao jornal Público, da parte dos Tabligh Jamaat "não existe rejeição dos valores ocidentais (…) os pregadores do Tabligh também não têm como objectivo a conversão dos não-muçulmanos (…) Só desenvolvemos a nossa actividade junto dos muçulmanos", acrescentou. Curiosamente, nessa ocasião, Esmael Loonat não autorizou nenhum órgão de Comunicação Social a obter imagens suas, fossem fotos ou gravações para as TV's - um interpretação extremista do Islamismo que proíbe a reprodução de qualquer imagem humana.
A rejeição dos valores ocidentais, por parte dos Tabligh Jamaat, é revelada de forma clara num artigo publicado em 2001, na revista islâmica Al-Madinah, editada pela Comunidade Islâmica do Sul do Tejo. De acordo com esse artigo da revista Al-Madinah,
"nas escolas comuns (...) torna-se impossível salvaguardar a fé. A
solução disto passa pela criação de instituições islâmicas, onde as
crianças possam crescer num ambiente islâmico" - sendo a Escola Islâmica de Palmela um exemplo dessa estratégia.
Em 2004 os Tabligh Jamaat editaram uma tradução portuguesa daquilo que é a sua "bíblia", um livro intitulado "Fazail-E-Amaal", “As virtudes das acções”,
que esteve à venda na Mesquita de Lisboa apenas durante algumas horas. A
publicação, no semanário O Independente, de duas páginas sobre o
movimento em Portugal e o conteúdo de "As Virtudes das Acções" (versão portuguesa) atraiu a atenção de outros Órgãos de Comunicação Social e quando
chegou à Mesquita de Lisboa uma primeira carrinha da televisão, os elementos do
grupo retiraram a publicação, rapidamente, dos escaparates.
No entanto, o próprio imã da Mesquita, David Munir, aconselhou a sua leitura durante a habitual oração de sexta-feira, afirmando que era "uma boa leitura para todos os muçulmanos".
O último capítulo do livro "As Virtudes das Acções" que tem como
título: “A Degradação Muçulmana e a sua Única Solução” apela a um “forte
contra-ataque”, no intuito de recuperar o domínio do Islão sobre o
mundo, dentro dos limites e das directrizes da “Shariah”.
O livro propõe ainda que, para atingir
esses objectivos, sejam adoptados os “métodos e os meios demonstrados
pelo Santíssimo Profeta de Alá, isto porque o profeta não só foi bem
sucedido no seu objectivo, como foi capaz de eliminar todas as relações
(religiosas) entre os seus seguidores e elementos de fora”, acrescenta-se no livro "As Virtudes das Acções". Actualmente, há pelo menos oito comunidades
islâmicas que estão a preparar a abertura de outras tantas escolas
islâmicas, idênticas à Escola Islâmica de Palmela.
Para além disso, existem dezenas de "madrassas" (escolas religiosas islâmicas) espalhadas pelo país. A acrescentar a isto, há o facto de, na maioria das comunidades muçulmanas existentes em Portugal funcionarem "tribunais islâmicos", onde os casos são julgados de acordo com a "Sharia", a lei islâmica. Um desses tribunais funciona, há mais de uma dezena de anos, na Mesquita de Lisboa e é presidido pelo xeque David Munir.
Para além da Mesquita de Lisboa há mais de uma centena de locais de culto islâmicos, espalhados pelo país (incluindo até nos Açores). Embora não haja números oficiais, calcula-se que existam actualmente mais de 200 mil muçulmanos em Portugal, a maioria proveniente do Bangladesh e Paquistão, uma vez que a comunidade islâmica conheceu uma expansão assinalável, nos últimos anos, com a política de imigração do governo de António Costa.
sexta-feira, 15 de agosto de 2025
Lusa, RTP e RDP acusam Bissau de ataque à liberdade de expressão
As Direções de Informação da agência Lusa, RDP e RTP repudiaram hoje a expulsão dos seus jornalistas de Bissau e acusaram o governo guineense de "ataque deliberado à liberdade de expressão".
Numa Nota de Repúdio, os diretores dos três órgãos de comunicação públicos portugueses acusam o governo guineense de "silenciar os jornalistas" numa "ação discriminatória e seletiva" que configura "um ataque deliberado à liberdade de expressão."
O Governo da Guiné-Bissau decidiu hoje expulsar as delegações da agência Lusa, da RTP e da RDP do país, suspender as suas emissões com efeitos imediatos e ordenar aos seus representantes que deixem o país até terça-feira. Não foram avançadas razões para esta decisão.
"Consideramos que a expulsão dos nossos jornalistas é um atentado aos princípios fundamentais que norteiam a atividade jornalística. São igualmente, por isso, atitudes que violam a democracia e o estado de direito", afirmam os três Diretores de Informação - Luísa Meireles (Lusa), Mário Galego (RDP) e Vítor Gonçalves (RTP).
Na nota, estes responsáveis manifestam a sua solidariedade com os profissionais dos três órgãos em Bissau, bem como "a todos os jornalistas que tentam cumprir um elementar pilar da sociedade que é o direito à informação". Os Diretores de Informação exigem por isso que os jornalistas da LUSA, da Rádio e da Televisão da RTP possam continuar a exercer o direito de informar na Guiné-Bissau.
Britain is a nation where Islamist extremists have been a primary criminal concern
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