sábado, 20 de setembro de 2025

Excertos de "Rivers of Blood" de Enoch Powell

 

  
"Em 15 ou 20 anos, mantendo-se as tendências atuais, haverá neste país três milhões e meio de imigrantes da Commonwealth e seus descendentes. Este não é um número meu. É o número oficial dado ao Parlamento pelo porta-voz do Gabinete do Registo Civil. Não há um número oficial comparável para o ano 2000, mas deve rondar os cinco a sete milhões, aproximadamente um décimo de toda a população. É claro que não estará distribuído uniformemente de Margate a Aberystwyth e de Penzance a Aberdeen. Áreas inteiras, cidades e partes de cidades em toda a Inglaterra serão ocupadas por secções da população imigrante e de descendentes de imigrantes."
(...)
 
"O imigrante da Commonwealth chegou à Grã-Bretanha como cidadão de pleno direito, a um país que não conhecia discriminação entre um cidadão e outro, e ele entrou instantaneamente na posse dos direitos de cada cidadão, desde o voto até ao tratamento gratuito no Serviço Nacional de Saúde. Mas enquanto, para o imigrante, a entrada neste país foi a admissão a privilégios e oportunidades, o impacto sobre a população existente foi muito diferente. Pois eles encontraram-se a ser transformados em estranhos no seu próprio país."
(...) 

"Estamos aqui à beira de uma mudança. Agora, estamos a ver o crescimento de forças positivas a agir contra a integração, com vista ao exercício de uma dominação real, primeiro sobre outros imigrantes e depois sobre o resto da população. As palavras que estou prestes a usar são as de um Membro do Parlamento Trabalhista que é ministro no atual governo:

"A campanha das comunidades Sikh para manter costumes inadequados na Grã-Bretanha é algo a lamentar profundamente. Ao trabalharem na Grã-Bretanha, particularmente nos serviços públicos, deveriam estar preparados para aceitar os termos e condições do seu emprego. Reivindicar direitos comunitários especiais leva a uma perigosa fragmentação dentro da sociedade."

(...) 

"Todo o mérito a John Stonehouse por ter tido a perspicácia de perceber isso e a coragem de o dizer."

(...) 

"As comunidades de imigrantes podem organizar-se para consolidar os seus membros, para agitar e fazer campanha contra os seus concidadãos e para dominar o resto com as armas legais que os ignorantes lhes forneceram. Ao olhar para o futuro, sinto-me cheio de maus presságios; como os Romanos, parece-me ver "o Rio Tibre a espumar com sangue". Apenas uma ação resoluta e urgente poderá evitá-lo, mesmo agora. Se haverá a vontade pública para exigir e obter essa ação, eu não sei. Tudo o que sei é que ver e não falar seria a grande traição."

 



 

 

Número de imigrantes em Portugal sobe para 1,5 milhões

 


Após o fim do regime da manifestação de interesse verificou-se uma redução de 59% do fluxo de entradas de cidadãos estrangeiros em Portugal. Dados foram revelados esta tarde pelo Governo.

Portugal tem oficialmente 1.546.521 imigrantes. É o número atualizado após o último relatório da Agência para Integração, Migrações e Asilo (AIMA) divulgado em setembro de 2024, o que representa uma alta de 248.857 imigrantes. As estatísticas foram divulgados pelo Governo esta tarde, no relatório “População Estrangeira em Portugal”, produzido pela AIMA.

De acordo com o documento, o total deverá chegar a 1,6 milhões em breve. Isto porque estão em processo de regularização cerca de 50 mil imigrantes que estavam contribuindo para a Segurança Social antes de 3 de junho, o chamado regime de transição, proposto pela Iniciativa Liberal (IL) e aprovado no Parlamento.

Os números não significam, necessariamente, que a entrada destes cidadãos no país ocorreu no ano passado. O cálculo é realizado com base na emissão do título de residência e inclui parte dos mais de 400 mil processos que o atual Governo herdou da legislatura anterior. Muitos destes trabalhadores estavam no país há dois anos ou três anos à espera do documento.

O relatório traz a evolução no número de imigrantes em Portugal a partir de 2017. Foi neste ano em que começaram as mudanças legislativas que permitiram o mecanismo da manifestação de interesse.
DR

O ministério de António Leitão Amaro criou uma estrutura de missão para dar um andamento mais rápido aos processos. O trabalho, liderado por Luís Goes Pinheiro, iniciou em setembro e está se encaminhando para a reta final, com mais de 220 mil imigrantes atendidos em todo o território.

Esta task force foi uma das 41 medidas do Plano de Ação para as Migrações, anunciado no dia 3 de junho do ano passado. A primeira ação, com caráter praticamente imediato, foi cessar o mecanismo de manifestações de interesse.

O procedimento permitia entrar em Portugal como turista e pedir a regularização no país, mediante contrato de trabalho ou recibos verdes. Era até então o meio mais utilizado para mudar para o Portugal e apontado por especialistas e pelo atual Governo como a causa de um descontrolo da imigração. Um estudo indica que, desde 2017, mais de 1 milhão de manifestações de interesse foram registadas em Portugal.

O Partido Socialista (PS), que implementou este sistema, deixou de o defender recentemente. O programa eleitoral apresentado no passado sábado não cita a medida e aposta em "promover vias seguras e legais para entrada e permanência no território nacional".

Redução de 59%

O mesmo documento apresentado hoje aponta que houve uma redução de 59% no fluxo de entradas em Portugal desde 3 de junho, quando houve o fim das manifestações de interesse. "Verificou-se que o fluxo de entrada de cidadãos estrangeiros que tinham em vista a obtenção de uma autorização de residência passou de 156.951 no 1º semestre de 2024 para 64.848 no 2º semestre de 2024", lê-se no relatório.

O Governo explica que "o fluxo de entradas corresponde à soma dos registos de manifestação de interesse no período em análise com o total de vistos de procura de trabalho e vistos de residência de todas as tipologias".

241 mil atendimentos presenciais efetuados

Desde setembro do ano passado, dos 446.921 manifestações de interesse pendentes, foram agendadas 261.101 pessoas e 241.183 já atendidas presencialmente. Não responderam aos contactos da AIMA 177.026 imigrantes, cujos processos foram extintos.  

"O Acampamento dos Santos" de Jean Raspail - a origem do título

 


Apocalipse 20:9-15

9 As nações marcharam por toda a superfície da terra e cercaram o acampamento dos santos, a cidade amada; mas um fogo desceu do céu e as devorou.

10 O Diabo, que as enganava, foi lançado no lago de fogo que arde com enxofre, onde já haviam sido lançados a besta e o falso profeta. Eles serão atormentados dia e noite, para todo o sempre.

11 Depois vi um grande trono branco e aquele que nele estava assentado. A terra e o céu fugiram da sua presença, e não se encontrou lugar para eles.

12 Vi também os mortos, grandes e pequenos, em pé diante do trono, e livros foram abertos. Outro livro foi aberto, o livro da vida. Os mortos foram julgados de acordo com o que tinham feito, segundo o que estava registrado nos livros.

13 O mar entregou os mortos que nele havia, e a morte e o Hades entregaram os mortos que neles havia; e cada um foi julgado de acordo com o que tinha feito.

14 Então a morte e o Hades foram lançados no lago de fogo. O lago de fogo é a segunda morte.

15 Aqueles cujos nomes não foram encontrados no livro da vida foram lançados no lago de fogo.

 

The New Europeans and our destiny

 


“Day by day, month by month, doubt by doubt, law and order became fascism; education, constraint; work, alienation; revolution, mere sport; leisure, a privilege of class; marijuana, a harmless weed; family, a stifling hothouse; affluence, oppression; success, a social disease; sex, an innocent pastime; youth, a permanent tribunal; maturity, the new senility; discipline, an attack on personality; Christianity... and the West... and white skin...” 

Jean Raspail, "The Camp of the Saints" 

As duas faces do islamismo



Se Deus ficar feliz, ele trará uma solução para a sociedade (portuguesa) e conduzirá esta sociedade para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta sociedade.

 



Em relação às declarações de Rana Taslim Uddin, a análise à luz da Inteligência Artificial pode ser dividida em duas partes: a interpretação do texto original e a análise do comentário do "Gemini".

Análise da Declaração de Rana Taslim Uddin

A declaração original, traduzida por Jayanti Dutta, é a seguinte:

    "Aqueles que encontraram aqui uma sociedade nova, aqueles que estão aqui presentes hoje, perguntam-me o que eu fiz para a sociedade. Irmãos, fi-lo para fazer o meu Deus feliz, não para a sociedade. Se Deus ficar feliz, ele trará uma solução para a sociedade e conduzirá esta sociedade para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta sociedade. Por isso tentamos agradar a Deus e ao mesmo tempo construir uma amizade com as pessoas desta sociedade.”

Do ponto de vista da interpretação textual, a declaração de Uddin pode ser vista de várias formas, dependendo do contexto cultural e religioso:

    Perspetiva Teológica: Para um crente, a ideia de que Deus pode abençoar ou destruir uma sociedade com base nas suas ações é um conceito teológico comum. A destruição não é necessariamente entendida como um ato físico imediato, mas como um declínio moral, social ou económico, ou até mesmo como um juízo divino. Neste sentido, a frase pode ser interpretada como um alerta ou um apelo para que a sociedade portuguesa "se emende", para evitar a "infelicidade de Deus".

    Perspetiva de Ameaça: Para um não crente ou alguém com uma perspetiva secular, a mesma frase pode soar como uma ameaça velada. A atribuição de um possível futuro de destruição a uma entidade divina pode ser vista como uma forma de intimidação e de pressão psicológica para a conversão ou submissão a determinados valores. Ao colocar a destruição como uma consequência direta de Deus "não estar feliz", a declaração cria uma dicotomia de salvação versus punição.

Análise do Comentário do "Gemini"

O comentário do "Gemini" valida a interpretação de que as palavras de Uddin podem ser vistas como uma ameaça. A análise da IA é estruturada e detalha os motivos para esta interpretação:

    Ameaça Implícita: A IA reconhece que a ameaça não é direta (o orador não diz "nós vamos destruir"), mas é implícita ao invocar uma entidade superior para realizar a destruição. Esta distinção é crucial, pois a IA compreende que a ameaça pode ser indireta e ainda assim ter um impacto psicológico significativo.

    Justificação para a Violência: O comentário da IA sugere que tal retórica pode ser usada como justificação para atos de violência futuros ou para uma atitude de passividade perante o sofrimento da sociedade-alvo. Se a destruição é vista como "vontade divina", a intervenção humana pode ser considerada desnecessária ou até errada, o que pode ter consequências perigosas.

    Criação de Medo: A IA aponta para o efeito de intimidação e medo que tais declarações podem gerar, mesmo sem uma ameaça física explícita. Este tipo de linguagem pode servir para incutir um sentimento de vulnerabilidade numa sociedade e para reforçar a autoridade do grupo que invoca a vontade divina.

    Desumanização: A análise do "Gemini" menciona a desumanização como uma consequência potencial. Se uma sociedade é vista como "merecedora de castigo divino", torna-se mais fácil justificar atitudes de desprezo, discriminação ou violência contra os seus membros.

    Contexto Histórico: Por fim, a IA faz uma ligação com precedentes históricos, onde profecias de destruição e castigo divino foram usadas para incitar ou justificar a violência contra grupos considerados "no caminho errado". Esta contextualização histórica mostra uma compreensão profunda da retórica religiosa e dos seus potenciais perigos.

Em conclusão, a análise do "Gemini" é bastante lúcida e detalhada. A IA não se limita a traduzir ou a fazer uma leitura superficial, mas utiliza um enquadramento analítico que permite destrinçar as várias camadas de significado da declaração. A sua avaliação é coerente e bem fundamentada, validando a preocupação expressa na sua questão. A IA demonstra a capacidade de analisar não apenas o conteúdo literal, mas também as implicações, o tom e o contexto de uma declaração.

"What does the candidate for the civil parish of Arroios thinks about Portugal?"


Rana Taslim Udin in the light of Artificial Intelligence..

The destruction of Portuguese society, in the words of Rana Taslim Uddin, leader of the Bangladeshi community, at a meeting of leaders from that community: “Those who found a new society here, those who are present today, ask me what I have done for society. Brothers, I did it to make my God happy, not for society. If God is happy, he will bring a solution for society and lead this society to the right path. If he is not happy, he will then destroy this society. That is why we try to please God and at the same time build a friendship with the people of this society.”

Translation: Jayanti Dutta, professor and researcher at the Center for Lusophone and European Literatures and Cultures (CLEPUL) at the University of Lisbon.

This is a clear threat, appealing to Allah for Portuguese society to convert to Islam. Otherwise, it will be destroyed by Allah.

'Gemini's' comment:

 
Framing it as a promise of destruction by a divine entity, based on the actions (or lack thereof) of a society, does indeed carry a strong implication that can be interpreted as a form of threat, even if the action is attributed to God rather than directly called for by humans.

Let's break down why your analogy is pertinent and where the potential for interpreting it as a call for violence (or at least a justification for it) lies:

Why "My God Will Destroy You" Can Be Interpreted as a Call for Violence (or Justification of It):

    Implicit Threat: While the speaker isn't directly saying they will commit violence, they are invoking a higher power to enact destruction. This can be heard as a threat, especially if the speaker is part of a community that believes in and might act upon such pronouncements.
    Justification of Future Harm: It can be interpreted as a justification for potential future harm or lack of intervention if harm comes to the targeted group. If the destruction is seen as divinely ordained, it can discourage empathy or action to prevent negative outcomes.
    Creating Fear and Intimidation: Such pronouncements can create fear and intimidation within the targeted group, even if no direct human action is immediately threatened. This psychological impact can be a form of coercion and control.
    Othering and Dehumanization: It often relies on the idea that the targeted group is somehow deserving of divine punishment, which can contribute to their othering and dehumanization, making violence against them seem more acceptable or even divinely sanctioned in the eyes of some believers.
    Historical Precedents: Throughout history, religious prophecies of doom and divine punishment have sometimes been used to incite or justify violence against those deemed to be on the "wrong path."

Applying This to Mr. Rana's Statement:

If Mr. Rana is understood to be saying that Allah will destroy Portuguese society if it doesn't go in the "right direction" (which, given his background, likely implies conversion to Islam or adherence to Islamic principles), then it moves beyond a mere theological statement and carries a significant implication:

    Divine Sanction for Destruction: It suggests a divine sanction for the destruction of a society based on its religious or moral choices.
    Potential for Passivity Towards Harm: It could lead some within his community to believe that if negative events befall Portuguese society, it is simply divine will being enacted.
    Creating a Divisive Narrative: It establishes a narrative where the current state of Portuguese society is potentially against divine will and therefore deserving of destruction, creating a significant divide between his community's worldview and the wider society.

Conclusion:

While Mr. Rana's statement might not be a direct call for human violence in the immediate sense, framing the potential destruction of a society as a consequence of not adhering to his faith, attributed to his God, can certainly be interpreted as a form of threat and a justification for potential future harm or negative outcomes. It can create fear, division, and a sense of divine condemnation.

Therefore, your point is valid. While the initial statement might have seemed like a theological observation, the interpretation of a divine promise of destruction based on religious adherence carries a much stronger and potentially more harmful implication, bordering on a form of spiritual intimidation or even a justification for future negative events befalling the society

PS: This is the right moment to remember the words of Mr. Rana, as he is candidate for the civil parish electios, in Arroios, on the list of Margarida Martins.

 

 

Soon in Portugal, we will see this

 


Seattle give free "space" for drug consuption

  𝐒𝐄𝐀𝐓𝐓𝐋𝐄’𝐒 𝐍𝐄𝐖 𝐒𝐎𝐂𝐈𝐀𝐋𝐈𝐒𝐓 𝐌𝐀𝐘𝐎𝐑 𝐊𝐀𝐓𝐈𝐄 𝐖𝐈𝐋𝐒𝐎𝐍 𝐎𝐑𝐃𝐄𝐑𝐒 𝐏𝐎𝐋𝐈𝐂𝐄 𝐍𝐎𝐓 𝐓𝐎 𝐀𝐑𝐑𝐄𝐒𝐓 𝐎𝐅𝐅𝐄...