quinta-feira, 4 de junho de 2026

Porque é que Luís Neves não se peocupa com o aumento da criminalidade juvenil e grupal?

 

Por que razão Luís Neves, agora ministro, se preocupa com este tipo de eventos, em vez de se preocupar com  a delinquência juvenil e a criminalidade grupal? A esmagadora maioria das ocorrências prende-se com crimes contra as pessoas (ofensas à integridade física/agressões) e crimes contra o património (roubo por esticão, roubo na via pública e furtos). O roubo representa habitualmente mais de 60% da fatia considerada "criminalidade violenta e grave". 

Em 2023, a criminalidade grupal disparou 14,6%, fixando-se nas 6.756 ocorrências. Em 2024, o número continuou a subir, atingindo o valor mais alto dos últimos anos com 7.279 ocorrências (uma subida adicional de 7,7%). No mesmo ano, a delinquência juvenil subiu 12,5%, ultrapassando as 2.060 participações. De acordo com os dados oficiais do RASI ((Relatório Anual de Segurança Interna), apresentado em março de 2025, registou-se, pela primeira vez desde a pandemia, uma ligeira descida nos indicadores de delinquência juvenil e criminalidade grupal. 

Uso de Armas: Os relatórios têm vindo a alertar para o aumento da apreensão e do uso de armas brancas (facas) e, em menor escala, armas de fogo em disputas grupais. As autoridades sublinham uma menor tolerância ou respeito pelo valor da vida humana nestes confrontos, que muitas vezes escalam a partir de "motivos fúteis".

O Papel do Digital: O RASI destaca que uma parte significativa do "rastilho" para a violência grupal e juvenil nasce atualmente no ambiente digital, através de rivalidades alimentadas nas redes sociais (como Instagram, TikTok) e plataformas de comunicação (como Discord e WhatsApp), culminando depois em encontros combinados na via pública ou imediações de escolas.

Informação que o Governo não revela tem a ver com a raça dos jovens envolvidos neste tipo de criminalidade. Os autores de crimes como agressões físicas violentas e roubo são na sua maioria, jovens africanos dos bairros eufemisticamente designados como Zonas  Urbanas Sensíveis. Esta classificação abrange cerca de 330 bairros e áreas críticas concentrados sobretudo nas grandes áreas metropolitanas do país (Lisboa, Porto e Setúbal).

A criminalidade grupal por parte de pequenos grupos ligados a gangues africanos é caracterizada pela simples agressão ou roubo de telemóveis e dinheiro. O Governo, oficialmente, não recolhe estatísticas sobre a raça dos autores destes crimes. Mas cerca de 90% destes crimes são cometidos por jovens (muitos deles menores) africanos. A agressão de jovens brancos, até ficarem inconscientes, é um "ritual" comum e obrigatório, para que a adesão desses jovens africanos a um determinado gangue seja reconhecida.

Parte substancial das agressões praticadas por grupos de jovens (cerca de 60%, de acordo com o RASI) têm também a ver com a prática do roubo. As agressões e roubos têm lugar, obviamente, fora da zona onde os membros desses gangues residem. As zonas de saída dos locais de diversão nocturna, em Lisboa, são um dos locais preferidos para este tipo de criminosos. 

As linhas de comboio que partem do Cais do Sodré são meios de transporte em que a criminalidade juvenil e grupal actua, sempre com bastante violência. Nesse tipo de agressões, verifica-se um fenómeno de "copy-cat" da criminalização da comunidade afro-americana. Nas redes sociais há milhares de vídeos de grupos de jovens negros a agredir jovens brancos, por vezes com lesões irrecuperáveis.

Uma das formas de agressão que é rotina, nos EUA e que também se transferiu para Portugal é o chamado "stomping", onde o agressor salta, a pés juntos, sobre a cabeça do agredido, já no chão e inconsciente. A cabeça humana não está biologicamente protegida para aguentar o impacto de um peso corporal inteiro projetado verticalmente pela força da gravidade (energia cinética multiplicada pelo salto). Quando este ato ocorre, as consequências são quase sempre catastróficas:

Traumatismo Cranioencefálico Grave
(TCE): O crânio sofre fraturas múltiplas. O cérebro é violentamente projetado contra as paredes ósseas internas, sofrendo lesões por aceleração/desaceleração, contusões hemorrágicas e edema cerebral (inchaço) imediato.

Asfixia Traumática: Se o impacto atingir a face, provoca o esmagamento dos ossos da face (maxilar, nariz), levando à obstrução imediata das vias respiratórias por sangue ou fragmentos ósseos.

Lesões Axonais Difusas (LAD): O movimento de rotação e esmagamento destrói as ligações nervosas do cérebro, deixando sequelas neurológicas permanentes e irreversíveis caso a vítima sobreviva.

 


 




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Sete jovens detidos por três assaltos em Lisboa acabaram libertados. O grupo, com elementos entre 16 e 17 anos, não usaram qualquer arma, apenas a intimidação e a força física. Ficaram sujeitos a apresentações semanais nas autoridades.

A PJ de Braga deteve mais dois suspeitos do grupo que, há quase um ano, assaltou um casal na Póvoa de Lanhoso, pensando que se tratava de ourives. A dupla, que foi colocada em prisão preventiva, é suspeita de ter cometido outros cinco roubos a pessoas, na via pública, em Vieira do Minho.

Detido grupo responsável por vários roubos violentos em Lisboa. Quatro jovens foram detidos em flagrante delito após terem realizado cinco roubos com recurso a arma de fogo nessa mesma noite.

Portas de prédios arrancadas e carros roubados: Grupo criminoso instala caos na Damaia com assaltos violentosAssaltos são cometidos maioritariamente por jovens que decoram a rotina dos moradores e dos poucos efetivos das forças de segurança.

Num comunicado, o Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da força de segurança revelou que os cinco jovens detidos, com idades entre os 15 e os 23 anos, residentes no concelho de Cascais, foram detidos através de mandados de detenção fora de flagrante delito por vários crimes de roubo agravado, coação, acesso ilegítimo agravado e abuso de dados de pagamento, todos cometidos na união de freguesias de Cascais e Estoril.

Gang “AKJ” aterrorizava Sintra e Lisboa com assaltos armados. A Polícia Judiciária deteve um grupo de 20 jovens numa operação importante de combate ao crime violento. Os detidos faziam parte de um grupo criminoso denominado “AKJ” que se dedicava há largos meses a assaltos à mão armada e a outros crimes violentos.

A PSP deteve quatro jovens, com idades entre os 18 e os 21 anos, suspeitos de terem cometido pelo menos 20 assaltos violentos em Lisboa. Usavam armas brancas e uma arma de fogo para roubar telemóveis e outros aparelhos eletrónicos valiosos. Ficaram todos em prisão preventiva. O grupo "aterrorizou" Lisboa nas últimas semanas. 

Cinco jovens detidos pela PSP em Oeiras por dezenas de roubos a estafetas. Investigação apurou que o grupo, com idades compreendidas entre os 15 e 19 anos, actuava com elevado grau de premeditação: faziam encomendas fictícias para zonas com fraca iluminação.

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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