De acordo com essa sondagem, 52% dos
muçulmanos britânicos inquiridos acreditavam que a homossexualidade não
deveria ser legal no Reino Unido (em comparação com 5% do público em
geral). 31% dos muçulmanos achavam aceitável que um homem tivesse mais
do que uma esposa (em comparação com 19% do público em geral que
discordava).
39% dos muçulmanos concordaram que as esposas devem obedecer sempre aos seus maridos (em
comparação com 5% do público em geral). 4% afirmaram ter simpatia por
pessoas que participam em atentados suicidas, enquanto 85% não
manifestaram qualquer tipo de simpatia. 21% apoiaram o apedrejamento
como punição para o adultério.
O ex-líder da Comissão de Igualdade e Direitos Humanos do Reino Unido (EHRC), numa entrevista ao The Guardian,
admitiu que "errou em quase tudo" em relação à imigração num relatório
anterior. Phillips afirma que os seguidores do Islão têm valores muito
diferentes do resto da sociedade e que muitos querem levar vidas
separadas. O
ex-presidente da Comissão de Igualdade e Direitos Humanos do Reino
Unido também defende o controlo das populações de minorias étnicas em
bairros de habitação social, que não deverão ultrapassar os 50% para evitar que se tornem guetos.
Trevor
Phillips disse ainda que as escolas podem ter de considerar um limite de 50 por
cento para estudantes muçulmanos ou de outras minorias para incentivar a
integração social. E afirma que as conclusões perturbadoras de
investigações recentes apontam para um abismo crescente entre as
atitudes de muitos muçulmanos britânicos e as dos seus compatriotas.
Trevor Phillips justificou a sua afirmação — "os muçulmanos estão a construir 'uma nação dentro de uma nação'" — com os seguintes pontos:
- Fracasso do Multiculturalismo:
Declarou que as políticas liberais de integração falharam porque
assumiram erroneamente que as comunidades muçulmanas se iriam misturar
gradualmente no tecido da sociedade ocidental.
- Divergência de Valores:
Apontou que a sondagem revelou uma resistência à assimilação cultural,
com uma percentagem significativa de inquiridos a expressar visões muito
conservadoras sobre a homossexualidade, o papel das mulheres e a
aplicação da lei Sharia.
- Segregação Social:
Alertou que o país corria o risco de isolar e sacrificar gerações de
jovens a valores que são irreconciliáveis com os valores liberais britânicos.
- Integração vs. Separação:
35% acreditavam que os muçulmanos deveriam fazer mais para se integrar
na sociedade britânica, enquanto 17% sentiam que deveriam viver
separadamente, se assim o desejassem.
Em
relação ao quadro acima reproduzido, é fácil encontrar exemplo do
que acontece, quando a imigração muçulmana ultrapassa determinados
níveis e a sua percentagem populacional sobe a partir de certa
diferença. A Suécia é um bom exemplo: nos últimos dez anos, o
país aceitou um número de residentes estrangeiros que representa,
hoje em dia (incluindo 2ªs gerações)
cerca de 27 % dos habitantes.
Considerado um
dos países mais seguros do mundo, a Suécia está, hoje em dia, no
segundo lugar dos países europeus com mais homicídios. Não
obstante representarem apenas 27% da população, os indivíduos de
origem imigrante (1ª e 2ªs gerações) são responsáveis por
entre 60 a 63 % das violações.
Há cerca de trinta anos (por volta de 1996), a população muçulmana na Europa representava aproximadamente 4% do total de habitantes do continente, o que equivalia a cerca de 30 milhões de pessoas. Esse número quase duplicou, com um total de imigrantes que, actualmente, ronda os 50 milhões.
O
que acontece quando a população
muçulmana
cresce
traduz-se num
padrão social e político que está replicado em todos os países da
Europa, em graus diferentes – de um a nove, como se pode ver no
quadro acima reproduzido. Os muçulmanos não vieram para conviver,
mas sim para conquistar. Declarações de pregadores islâmicos com
este conteúdo são aos milhares, nas redes sociais.
A
Grã-Bretanha chegou agora à 6ª fase. Em Portugal, estamos já na
5ª fase, perceptível em detalhes
perfeitamente explícitos
que são propositadamente
ignorados,
por jornalistas que têm um autêntico pavor de serem acusados de
xenofobia
ou islamofobia.
Enquanto
estão nos 1% da população, os muçulmanos revelam-se humildes e
pacíficos, salientando a sua boa interação na sociedade
portuguesa, como fez sempre questão de salientar o xeque David
Munir,
imã da Mesquita de Lisboa. O xeque é
amplamente reconhecido
pela
sua postura
moderada,
integradora e defensora do diálogo inter-religioso. Mas é ele
próprio que revela, à SIC, a
existência
de
guetos
islâmicos
em
Portugal –
uma
fase da conquista islâmica específica do 5º grau.
“Há
anos alertei que algumas zonas
de Lisboa se poderiam tornar guetos”,
afirma o xeque Munir. Sobre o aumento da imigração
de origem islâmica,
reconhece dificuldades
de integração
de alguns imigrantes que chegam a Portugal, a quem
pede “respeito pelas leis, normas, língua e cultura”,
acrescenta o imã da mesquita de Lisboa, de acordo com a SIC, em
Junho de 2025.
O
xeque Munir revela que há anos "partilhou a sua preocupação
sobre algumas zonas de Lisboa, como o Martim
Moniz,
mas que nada foi feito. “Há uns anos, eu e alguns membros da
comunidade, quando
nos apercebemos que algumas zonas de Lisboa se poderiam tornar
guetos, falámos com as entidades responsáveis
e nada foi feito” - uma constatação ridícula, como se fosse
possível impedir pessoas de alugarem ou comprarem casas numa
determinada zona da cidade.
A
transformação da zona do Martim Moniz numa
no-go zone para
mulheres
ocidentais,
por exemplo, é um resultado dessa "guetização"
voluntária dos naturais do Bangladesh.
Não se evita a constituição de um gueto a não ser que os
imigrantes com valores e costumes diferentes tenham vontade de se
integrarem na sociedade para onde imigraram. Mas aquilo que é
patente, na comunidade
muçulmana,
é a vontade de não
se integrarem,
de forma nenhuma, na sociedade portuguesa - uma exclusão que começa
pela ostensiva
manutenção
de
uma forma de vestir diferente,
tanto em relação a mulheres como a homens.
Por
isso é que, em redor
de
cada mesquita,
a pouco e pouco, vão desaparecendo
os
não-muçulmanos, sobretudo pela intimidação
de
que são alvo os ocidentais, em termos gerais e especialmente, as
mulheres. No entanto, é de reconhecer que os muçulmanos
não
são os únicos a formar guetos, em Portugal. É verdade que também
a minoria
africana,
cujo tipo de integração é, aparentemente,
mais forte que os muçulmanos, organizam-se em guetos que são
no-go-zones
muito
mais violentas
do
que as muçulmanas.
Em
ambos os casos, a criminalização
das
segundas gerações
destas
comunidades é idêntica e está enraizada no facto de ambas terem
uma percepção
dos
"brancos"
como "fracos",
que não se conseguem impôr
fisicamente.
Se compararmos a emigração
portuguesa
dos anos 60 do século passado com estes imigrantes, resulta claro
que os portugueses
recém-chegados
a França - só para citar um exemplo - viviam em bairros de
barracas, mas a segunda geração não se criminalizou. Antes pelo
contrário, integrou-se perfeitamente. Tudo isto se resume a uma
questão de uma cultura incompatível - o Corão e a Sharia versus a Bíblia - e por valores específicos da minoria africana.
Os muçulmanos têm
valores, baseados no Corão e na Sharia, que são mais
importantes, para eles, embora completamente
incompatíveis com a Constituição da Republica
Portuguesa. A sua integração numa sociedade ocidental
nunca será possível porque, na sua essência, os não-muçulmanos
continuam a ser "infiéis" que não aceitam o Islão. A
única forma de integração dos muçulmanos só acontece
quando eles, através de fenómenos vários - imigração
em massa, natalidade com valores descomunais, apropriação de uma
parte substancial dos recursos do Estado, na forma de subsídios e
alojamento - conseguem chegar a um número suficiente
para terem peso político.
Esses fenómenos são facilitados
pelo apoio dos liberais esquerdistas, para
quem a diversidade de culturas é um valor fundamental, devido
à oposição que esses imigrantes fazem ao Estado capitalista
e às forças políticas que não são de Esquerda. Os muçulmanos têm bem consciência dessa atitude de submissão dos grupos políticos de esquerda e aparentam ser parte desse conjunto ideológico, com o acontece com o Green Party, no Reino Unido.
Já a minoria
africana constrói guetos muito mais agressivos, onde a
polícia apenas consegue entrar com as suas unidades especiais, e com
efectivos que rondam, no mínimo as duas dezenas de homens.
Neste caso, não se coloca o problema da cultura - falamos a
mesma língua, fomos educados num contexto judaico-cristão
- mas sim um problema de valores. As sociedades de onde
vem a imigração africana são sociedades violentas, por
natureza, dada a ausência de um Estado que tenha o
reconhecimento dos seus governados como um Estado justo e que,
graças a isso, lhe seja reconhecida idoneidade para manter a
ordem.
A cleptocracia
dominante e a condição financeira miserável em que vive
cerca de 80 % da população (abaixo do limiar da pobreza)
criam uma ausência de valores que se reflecte na alta
taxa de criminalidade dessa minoria. Embora o Governo não
recolha nem divulgue números sobre a raça dos detidos nas prisões
portuguesas, há estalecimentos prisionais onde os detidos de
raça africana representam mais de 60 % dos detidos.
Voltando ao problema
da auto-exclusão da comunidade muçulmana, em matéria
de integração, a descaracterização da baixa lisboeta
prossegue, a um ritmo acelerado, com as lojas de souvenirs
com rendas de 5 mil euros e 400 trabalhadores ali registados, ou
com apartamentos onde "moram" 600 pessoas. A
incapacidade de o poder político, sobretudo a nível municipal,
impedir esta degradação tem a ver com a mesma atitude da
autoridade municipal, polícia e assistentes sociais de Roterham,
que ignoraram durante anos os abusos de gangues paquistaneses
em relação a menores inglesas, na sua maioria provenientes de
famílias disfuncionais.
O envolvimento da polícia no
escândalo de abuso sexual infantil de Rotherham centra-se
numa falha sistémica na proteção de cerca de 1.400 vítimas,
entre 1997 e 2013, por parte de gangues muçulmanos
paquistaneses. A Polícia de South Yorkshire (SYP) enfrenta uma
forte e contínua fiscalização, depois de investigações terem
revelado que agentes ignoraram sinais de alerta,
desconsideraram as vítimas como sendo apenas fugitivas e,
nalguns casos, foram eles próprios autores dos abusos. Mas a
principal razão para esta inacção
da polícia de Roterham teve a ver com o
facto - confessado pelos próprios - de os polícias
e assistentes sociais
terem receio de serem
acusados de racismo
e xenofonobia -
situação em que seriam publicamente
linchados pelas forças políticas da
esquerda liberal.
Hoje
em dia, já nem sequer os turistas sobem a Rua do Bemformoso,
alertados que estão pelos guias
turísticos dos riscos que correm naquela zona - principalmente o
roubo de telemóveis ou malas, por esticão. Isto para não falar no
constante
assédio e intimidação
das centenas
de indostânicos
que ali passam o dia, parados
nos passeios,
em grupos de três ou quatro, sem
fazer nada para além falar ao telemóvel. Carlos
Moedas e os restantes responsáveis autárquicos reagem
da mesma forma que
os polícias de Roterham - não fazem nada
pelo
mesmo medo de
acusações de xenofobia e racismo.
Outros
políticos de Esquerda, como a inefável
Ana Gomes
têm gestos próprios da submissão,
ao irem distribuir cravos
vermelhos
pelos imigrantes que tinham sido alvo de uma rusga policial dias
antes. Não
lhe ocorreu -
mas a Esquerda é mesmo assim - que, à
hora a que teve lugar a rusga
- a meio da tarde - não
fazia sentido
que mais de uma centena
de homens,
entre os 30/40 anos, estivesse
ali
em pé, nos passeios da Rua do Benformoso - uma hora em que é
suposto as pessoas estarem a trabalhar.
Voltando
atrás 20 anos, vemos que a boa
integração
da
comunidade
islâmica tem algumas falhas. Num dos seus sermões de
sexta-feira, o xeque Munir
recomendou
a
todos os crentes
a
leitura
de
um livro, “As
Virtudes das Acções” (versão
portuguesa disponível aqui),
um livro escrito entre
os anos de 1929 e 1964
(também
conhecido como Faza'il-e-A'maal
ou
Tableeghi Nisaab) pelo Maulana Muhammad Zakariyya. Tratava-se, disse
o xeque Munir, de “uma
leitura útil para qualquer crente”.
O
livro é uma compilação islâmica de hádices e histórias e
episódios
edificantes,
de carácter fundamentalista e extremista.
O
livro estava à venda, na Mesquita de Lisboa, numa sexta-feira. Nessa
edição d'O Independente, publiquei duas páginas sobre o livro
e
sobre a organização
fundamentalista
Tablighi
Jamaat,
banidos
da Arábia Saudita, que classificou o grupo como sendo "uma
'porta' para o terrorismo, e que
já tinha então, um grande peso na Comunidade Islâmica de Lisboa.
Mal se aperceberam da notícia, foi uma correria para retirarem dos
escaparates a obra. Tive oportunidade de ler esse livro. Ficou-me na
memória um dos espisódios ali relatados. Nos primórdios do
islamismo, os crentes preparavam-se para uma batalha
contra os seus inimigos. Uma mãe
chamou os seus cinco
filhos
e ordenou-lhes que, no meio da batalha, se preocupassem apenas em
dirigir-se ao local onde estava o chefe
inimigo e que o matassem.
Terminada a batalha,
com a vitória dos muçulmanos, foram dizer à mãe que os seus
cinco filhos tinham sido mortos, mas tinham conseguido matar o
chefe inimigo. A reacção da mãe, escreve-se no livro, foi
de um intenso júbilo e, chorando de alegria, agradeceu a Alá
o ter-lhe dado a honra de ter cinco filhos mártires. O livro
tem dezenas de episódios deste género, alternados com conselhos
jurídicos e interpretações do Corão. Portugal deu alguns “saltos”
na evolução específica da conquista muçulmana, graças à
extrema submissão da sociedade e dos políticos portugueses.
Quando a comunidade islâmica chega aos 2/3%, começa a recrutar
intensamente, tendo como alvos sobretudo jovens de famílias
disfuncionais.
Na
conquista do poder, em qualquer país, o islamismo conta com a
colaboração
das
forças de Esquerda, nomedamente organizações
partidárias
com
características comuns às do Bloco de Esquerda e do Livre. Uma
outra característica desta fase (entre os 2/3% de população) é a
política de atração
de
jovens estudantes,
o que mostra como o Esquerdismo
domina
ainda uma parte substancial dos docentes portugueses. A necessidade
de provar que não há islamofobia
na
sociedade portuguesa é bem demonstrada pela atitude
de submissão
do
ex-Presidente
da República, Marcelo Rebelo de Sousa que visitou a Mesquita de
Lisboa quatro vezes,
ignorando todos os outros credos religiosos e a sua própria
religião, o Catolicismo.
Marcelo
Rebelo de Sousa, numa dessas visitas, foi ao ponto
de se ajoelhar, abrindo as palmas das mãos, viradas para o céu
– um gesto típico que os crentes muçulmanos fazem, durante as
suas orações. Mas os comportamentos de submissão do então
Presidente passaram também por uma visita à Escola Islâmica de
Palmela onde, nas salas de aulas, os rapazes e raparigas estão
sentados em espaços separados, lado a lado.
Com
a chegada em massa de muçulmanos indostânicos,
a Comunidade Islâmica de Lisboa entrou em crise. Esses muçulmanos
não
aceitam
a autoridade
religiosa do xeque Munir
e
têm os seus espaços próprios de culto, com os seus imãs. Aliás,
pela primeira vez a Comunidade Islâmica do Bangladesh, situada na
Mesquita
Baitul Mukarram.
organizou, sem que tenha sido visível a presença da Comunidade
Islâmica de Lisboa, no dia 27 de Maio, uma sessão de orações,
no Martim Moniz, para celebrar o Eid
al-Adha (conhecido
como a "Festa do Sacrifício"). Trata-se de uma das
celebrações mais importantes do calendário islâmico e que recorda
a total devoção do Profeta Abraão a Deus, ao estar disposto a
sacrificar o seu filho, que acabou por ser substituído por um
cordeiro.
Os naturais do
Bangladesh serão, actualmente, cerca de 80 mil –
isto segundo o seu líder, Rana Taslim Uddin, personagem de um
episódio onde, num discurso perante a direcção da Comunidade,
afirmou que “Aqueles que encontraram aqui uma sociedade nova,
aqueles que estão aqui presentes hoje, perguntam-me o que eu fiz
para a sociedade. Irmãos, fi-lo para fazer o meu Deus feliz, não
para a sociedade. Se Deus ficar feliz, ele
trará uma solução para a sociedade e conduzirá esta sociedade
para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta
sociedade.”
O 5º degrau da
conquista muçulmana de um país cristão – fase em Portugal se
encontra - passa por um conjunto muito específico de situações:
1 – Exigência de
comida “halal” nas escolas (Os concelhos de Loures e Odivelas já
o fizeram)
2
- Existência de salas de oração nas escolas (reivindicação,
apenas, em zonas onde a população muçulmana ultrapassa os 5%) e
construção de mais escolas islâmicas. Nesta área, a estratégia
da comunidade muçulmana é bem definida. De acordo com a Al-madinah,
revista da Comunidade Islâmica do Sul do Tejo, "Nas
escolas comuns
(…)
torna-se impossível
salvaguardar a fé.
A solução disto passa pela criação
de instituições islâmicas,
onde
as crianças possam crescer num ambiente islâmico" - Revista
Al-Madinah, edição da Comunidade Islâmica do Sul do Tejo. "Quanto
mais a 'liberdade
de expressão' e a 'consciência da liberdade'
são
propagados, torna-se
cada vez mais evidente (…) que estas regras não foram feitas para
os muçulmanos."
-
de acordo com a mesma revista, cujos mentores são membros da
Irmandade Muçulmana.
3 – Preparação
da tentativa de impôr vestuário uniformizado nas
escolas onde os alunos muçulmanos são a maioria, de forma a proibir as raparigas de andarem de saia. Atitudes agressivas e intimidatórias em relação às
pessoas que passeiam cães nas zonas limítrofes das
mesquitas, lugares de culto e áreas onde a população muçulmana é
maioritária.
4
- “Adaptação”
das festividades natalícias e
de outras manifestações de carácter religioso, nas escolas, de
forma a não
serem
utilizados
termos como “Natal”
ou “Feliz Natal”,
por poderem ser ofensivos para os alunos muçulmanos, segundo
responsáveis pelo Agrupamento
de Escolas José Maria dos Santos, em Pinhal Novo, e na Escola Gil
Vicente, em Lisboa.
Tratou-se, disseram ambos, de retirar elementos temáticos (como
fundos
de
Natal
nas fotos)
com motivos
de inclusão e respeito por alunos de outras culturas e religiões.
Trata-se de uma justificação que apenas demonstra
uma atitude de submissão aos muçulmanos, única
religião que pune com a morte quem a abandonar. A "inclusão"
de que os esquerdistas liberais tanto gostam de proclamar é um
sistema que só funciona para um lado. O ex-Presidente da República
visitou quatro vezes a Mesquita de Lisboa, mas o xeque David Munir
nunca pôs os pés numa igreja.
5 - A manifestação
de força que
é a ocupação de
espaços públicos,
até agora uma vez por ano - duas vezes caso a Comunidade Islâmica
do Bangladesh (CIB) continue com a sua iniciativa, independente da
Comunidade Islâmica de Lisboa (CIL). Enquanto esta se limita à
oração de encerramento do
Ramadão, a Comunidade
Islâmica do Bangladesh realizou este ano uma cerimónia
religiosa diferente, a Eid al-Adha
(Festa do Sacrifício), uma celebração importante do calendário
islâmico. Em ambos os casos, os locais escolhidos (desde há
muitos anos, no caso da oração final do Ramadão) não o são por
acaso. As celebrações religiosas têm lugar na Praça
Martim Moniz e na Alameda Afonso Henriques - escolhas que
não inocentes, porque simbolizam a grande vitória cristã,
na guerra contra o Al-Andaluz, que foi a conquista da
cidade de Lisboa.
6
– Horários especiais
para
os alunos muçulmanos
a
fim de lhes permitir que cumpram as obrigações
de
oração
ou,
em alternativa, a constituição, nas instalações da própria
escola, de salas de oração. Esta saída antecipada de alunos
muçulmanos para orações envolveu, por exemplo, a Escola
Secundária José Saramago,
localizada em Palmela,
onde o seu director, Faisal
Aboobakar, muçulmano, deu
instruções aos professores para que os
alunos muçulmanos pudessem
sair mais cedo
para poderem ir
cumprir as obrigações
do Ramadão.
7
– Implantação dos tribunais islâmicos e da lei islâmica, a
Sharia: há
mais de vinte
anos
que
funciona
um
tribunal islâmico, nas instalações da Mesquita
de
Lisboa, presidido
pelo
xeque Munir e constituído por um “grupo de homens sábios.” Nos
cerca de 60
lugares de culto espalhados por todos o país
funcionam
mais de trinta
tribunais islâmicos, cuja
validade é nula, face à Constituição da República Portuguesa. No
entanto, por pressão e medo
de
serem ostracizados
pelo
resto da comunidade, os muçulmanos
não recorrem aos tribunais legais,
preferindo antes submeter-se a essa justiça nula.
8
- Inserção na área política, começando pelas zonas de guetos
islâmicos, ao nível municipal. À
medida que mais muçulmanos vão adquirindo direito ao voto, a sua
concentração em zonas específicas de cada cidade ou vila, permite
uma votação massiva e concentrada nos seus candidatos. Sinal
dessa estratégia é o facto de os presidentes das câmaras de
Londres, Birmingham e Leeds (as
três maiores cidades inglesas) serem
todos muçulmanos (e
estas são as três maiores cidades inglesas), embora em nenhuma
destas cidades constituam a maioria da população: Birmingham
tem 29,9% de muçulmanos. É a cidade com a maior proporção e
concentração de cidadãos muçulmanos entre as três maiores
cidades de Inglaterra. Londres tem cerca de 15% e Leeds 7,8 por
cento.
A
juntar a isto há centenas de vereadores e outros cargos municipais
electivos que são ocupados por minorias étnicas, com especial
destaque para as de origem muçulmana. Alguns casos recentes
levantaram polémica no Reino Unido. Rukhsana
Ismail,
nomeada Mayor cerimonial de Rotherham
(uma cidade no norte de Inglaterra) discursou durante cerca de oito
minutos. Falou
sete minutos em inglês
e
guardou apenas o último minuto para deixar uma mensagem na sua
língua materna. Também Zaker
Choudhry,
de origem paquistanesa e recém-empossado Lord Mayor de Birmingham,
gerou reações devido ao seu estilo de leitura em inglês muito
pausado, lento e com visível falta de fluência, durante a cerimónia
oficial no Birmingham
City Council.
O autarca optou por fazer parte dos seus agradecimentos familiares em
urdu.
9
- Por fim, a questão do anti-semitismo.
Nas feiras do livro islâmico, que ocorriam todos os anos na Mesquita
de Lisboa, era
comum verem-se à venda livros de supremacistas brancos,
anti-semitas. Essa
feira era uma oportunidade
para adquirir obras de David Duke, norte-americano, neo-nazi,
negacionista do Holocausto e partidário da supremacia branca. David
Duke foi Presidente Nacional do
European-American Unity and Right Organisation e dirigente do
Ku-Klux-Klan.
Exemplo
de uma das publicações à disposição do público, nessa feira:
"Como
o Terrorismo Israelita e a Traição à América Causaram o Ataque de
11 de Setembro".
Outras
obras publicadas por David Duke: "The
Hoax of the Twentieth Century" e Did
Six Million Really Die?, disponíveis também na mesma feira de
livros islâmicos. David Duke foi também o fundador da "National
Association for the Advancement of White People", uma
organização racista e anti-semita. Essas
obras foram editadas por Youssf Adamgy, director da revista islâmica
portuguesa Al-Furqán.
Nessa
mesma revista, em 1988, foi publicado um artigo, com chamada à
primeira página, onde se interrogava “Será que os judeus são
dotados de humanidade? (…) O judeu odeia toda a gente que não seja
judeu (…) "os
judeus propriamente ditos não são seres humanos (…) os judeus
são inimigos de todos aqueles que não o são, e procuram fazer-lhes
todo o mal possível. Talvez tenha sido por isso que Hitler quis
aniquilar este maldito povo”, concluía o texto. O artigo era da
autoria do Xeque Aminuddin
Mohamad,
na altura conselheiro espiritual da Comunidade
Islâmica de Lisboa (presidida pelo banqueiro Abdul
Karim Vakil).
Evolução da
conquista islâmica dos países ocidentais
1% ou menos:
Imagem de minoria pacífica.
2–3%:
O recrutamento
intensifica-se (prisões, gangues, jovens de famílias disfuncionais,
sem-abrigo). Os responsáveis pelas prisões do Reino Unido fazem
acordos
com os grupos organizados
de muçulmanos, sem os quais não conseguem gerir
as cadeias, dado o domínio
que os muçulmanos exercem sobre os outros presos.
A criminalização da 2ª geração de imigrantes muçulmanos é
patente nos números oficiais: são cerca de 6% da população mas
entre os detidos representam 17%. A maioria
dos crimes praticados por muçulmanos é cometida por
jovens e jovens adultos
5%: Começa a
pressão da Sharia – exigências de comida halal nas
escolas/supermercados, salas de oração, códigos de vestimenta
islâmicos, acomodações especiais e assédio a políticos –
situação actual em Portugal.
6%: A
Inglaterra está agora neste nível: conquista de poder político
a nível municipal, eleição de deputados muçulmanos (25
deputados, representando 4% do total de deputados),
concentração populacional em cidades e vilas, implantação
da Sharia, com inúmeros tribunais islâmicos, bairros
inteiros que são totalmente proibidos a não-muçulmanos com
a utilização de violência (muito mais acentuada quando se
trata de jornalistas), domínio dos jovens muçulmanos
sobre os seus colegas, nos estabelecimentos escolares, através
do exercício de violência grupal, controle total dos detidos
nas prisões, violência sexual contra as mulheres e
jovens raparigas menores de idade, Nesta matéria, a “defesa” dos
muçulmanos, em tribunal é sempre a mesma: essas mulheres vestiam
como prostitutas, portanto a Sharia não proíbe as violações.
Submissão dos mais altos representantes da Nação - caso das
mensagens do Ramadão do rei Carlos III.
Aos 10%: A
criminalidade aumenta drasticamente. As queixas
transformam-se em motins e ameaças. 'Ofensas' não-muçulmanas
(caricaturas, liberdade de expressão, críticas ao Islão)
espoletam violência, queima de carros e caos nas ruas.
Multiplicam-se as zonas 'no-go' (onde as autoridades não
entram). Os políticos começam a ceder ao bloco de voto
muçulmano. (Ver a França e partes da Suécia hoje em dia.)
Aos 15%: O
ponto de rutura atinge com força. Motins graves tornam-se
rotina. Começam a formar-se milícias de Jihad.
Ataques esporádicos a não-muçulmanos, igrejas e
instituições disparam. Intensificam-se as exigências de patrulhas
da Sharia e de sociedades paralelas. O poder político muda –
começam a ganhar conselhos locais e a influenciar a
política nacional. (Foi aqui que começaram as zonas
problemáticas da Índia e o colapso do Líbano.)
Aos 20%:
Motins frequentes, milícias de jihad organizadas e ataques
diretos a instituições não-muçulmanas. As tensões
étnicas transformam-se em conflito aberto. Os não-muçulmanos
fogem das áreas. A aplicação da Sharia nas zonas muçulmanas
torna-se lei de facto. Os judeus são especialmente
perseguidos e alvos de violência constante (O Líbano
passou de uma maioria cristã para o inferno da guerra
civil a este nível.)
Aos 40%:
Massacres generalizados, ataques terroristas crónicos
e guerra total de milícias. Regiões inteiras caem sob controlo
islâmico. Os não-muçulmanos enfrentam perseguição diária.
Aos 60%:
Perseguição de não-crentes, limpeza étnica, aplicação
total da lei Sharia e impostos jizya aplicados aos infiéis
restantes.
Aos 80%:
Limpeza étnica e genocídio geridos pelo Estado. A
caminhada rumo aos 100% muçulmanos é implacável.
Aos
100%:
A 'paz' de Dar al-Islam – todos
se submetem, pagam
um imposto
especial para os cristãos
autorizados a
viver em território dominado
por muçulmanos (a jizia)
ou morrem.
NÃO HÁ retorno
a partir destes números. Taxas de natalidade elevadas,
migração em cadeia, recusa em se assimilarem e
construção de sociedades paralelas significam
que a Grã-Bretanha está a caminhar sonâmbula para uma
islamização irreversível."
(*) Versículo 5:51 do Corão: ": "Ó vós que credes! Não tomeis os judeus e os cristãos por aliados;
eles são aliados uns dos outros. E quem de vós se aliar a eles, será um
deles. Em verdade, Deus não guia o povo dos injustos."
PS: Editado a 28.05.2026