quinta-feira, 5 de junho de 2025

Como explicar esta diferença entre judeus e muçulmanos?

 


Até 2024, pelo menos 216 laureados com o Prémio Nobel eram judeus ou descendentes de judeus, representando cerca de 22% de todos os premiados desde 1901, apesar de os judeus constituírem apenas cerca de 0,2% da população mundial.

Em contraste, 16 muçulmanos receberam o Prémio Nobel até 2024, com mais da metade desses prémios atribuídos no século XXI. Os muçulmanos representam 24,3% da população mundial

 

Who are the major owners of properties in London?

 


As of 2024, Hong Kong nationals are the most prominent foreign property owners in London, holding approximately 25,972 homes across the capital. This accounts for 13.7% of all properties owned by foreign nationals in the city, marking a 5.7% increase from the previous year .

Their ownership is particularly concentrated in several boroughs:

    Barking and Dagenham: 31% of foreign-owned homes

    Tower Hamlets: 26%

    Newham: 24%

    Lewisham and Hackney: 23% each

    Greenwich: 22%

    Southwark: 21%

    Islington: 20%

This trend has been significantly influenced by the British National (Overseas) visa scheme introduced in 2021, which has facilitated increased migration and investment from Hong Kong residentes.

Following Hong Kong, the top foreign nationalities owning property in London are:

    Singapore: 15,635 properties (8.2%)

    United States: 12,405 properties (6.5%)

    United Arab Emirates: 11,065 properties (5.8%)

    China: 9,867 properties (5.2%)

Notably, Chinese ownership saw a 12.9% increase year-on-year, the largest among the top 20 foreign nationalities . Additionally, Indian nationals have emerged as significant property owners in London. According to Barratt London, Indians now own more properties in the city than native white Britons. Their investments typically range from £290,000 to £450,000, often focusing on properties intended for both residential use and rental income .

In summary, while Hong Kong nationals currently hold the largest share of foreign-owned properties in London, Indian nationals have become a major force in the city's property market, particularly in the mid-range housing segment

Melbourne, Australia....


 

quarta-feira, 4 de junho de 2025

A ingenuidade do ministro Leitão Amaro em relação aos imigrantes islâmicos

 


O Plano de Ação para as Migrações (...) tinha três pilares: «resolver o volume brutal de processos pendentes», «regular a imigração com controlo de fronteiras e fiscalização no território nacional», e integrar de forma que «funcione e seja humanista para quem queira cumprir as nossas regras e integrar-se na sociedade portuguesa», segundo afirmou Leitão Amaro, ministro da Presidência.
 
O ministro é ingénuo. Os muçulmanos não se querem integrar na nossa sociedade. Querem usufruir do SNS, querem habitação social, querem fugir ao trabalho e viver de subsídios, querem direitos que qualquer cidadão português tem, e querem viver de acordo com a Sharia. Aliás, há um tribunal islâmico a funcionar há mais de 12 anos, na Mesquita de Lisboa. E dezenas, por esse país fora. Na generalidade, há um tribunal islâmico em cada mesquita ou lugar de culto. E esses lugares de culto e mesquitas já são entre 50 e 55, em Portugal, segundo estimativas do imã da Mesquita Central de Lisboa, Xeque David Munir.
 
 Os muçulmanos constroem escolas apenas para eles, como a escola islâmica de Palmela. Porquê? Porque as escolas normais "destroem a fé islâmica", como se escreveu, há alguns anos, numa revista da "Comunidade Islâmica do Sul do Tejo", a Al-Mahdina. Os muçulmanos violam as nossas leis, sistematicamente, batendo nas mulheres - algo que a sua fé autoriza mas a nossa lei criminaliza. 
 
Os muçulmanos querem construir um estado dentro do Estado. Quem o diz é Sir Trevor Phihllips, deputado e ex-presidente da Commission for Racial Equality (Comissão para a Igualdade Racial) e presidente da Equality and Human Rights Commission (Comissão para a Igualdade e Direitos Humanos).  
 
Por toda as cidades da Europa há guetos islâmicos (e não só, os africanos não lhe ficam atrás...), onde os imigrantes de segunda geração se organizam em gangues, dedicados ao tráfico de droga e à criminalidade organizada. Saem dali para assaltar e pilhar, como se viu na festa da vitória do PSG. Têm o hábito de queimar carros, só para se divertirem. Na noite do final do ano de 2024, foram 984 os carros incendiados, a maioria em Paris.
 
Esses guetos islâmicos são bairros onde a polícia só entra com forças especiais. Por cá, o governo e a polícia utilizam eufemismos como "Zonas Urbanas Sensíveis" - que são um total de 239, divididas por cerca de 80 municípios, a maioria com população africana. Muitas mais se desenvolverão, à medida que os cerca de 1,6 milhões de imigrantes indostânicos começarem a "colonizar" outras zonas, por esse país fora, tal como já fazem na rua do Bemformoso e no Martim Moniz, entre outros locais. Vila do Bispo, por exemplo, tem 43,6 % de imigrantes. 
 
Era interessante que o Governo português tivesse a coragem de divulgar a origem/nacionalidade dos 1,6 milhões de imigrantes que Portugal já tem. Dentro de menos de um ano, serão cerca de dois milhões, quando se finalizar a análise de todos os processos pendentes. A seguir a isso, irão aumentar, rondando os cerca de 3 milhões, num espaço de cinco anos (prevê o governo, sem o dizer publicamente...) graças à lei que autoriza a reunião familiar.
 
E teremos então problemas como o Reino Unido tem, em matéria de habitação social: muçulmanos casados com duas ou três mulheres, que identificam como irmãs ou cunhadas, com uma chusma de filhos - dez ou doze - a exigirem casa para todos. 
 
Ainda por cima, temos gente como o dr. Pedro Góis, director científico do Observatório das Migrações, que afirmou, em entrevista à Rádio Renascença que "(...) enquanto que a população nacional pode permanecer em casa dos pais mais alguns anos, quem chega necessita de um espaço para habitar (...)"
 
No futuro, ninguém perdoará a António Costa ter obrigado Portugal a ver a sua população a aumentar em 20%, em pouco mais de cinco anos, com a agravante de a maioria desses imigrantes não terem nenhuma intenção de se integrarem na comunidade portuguesa, como os muçulmanos, que são a quase totalidade dos imigrantes indostânicos - imigrantes esses que são a larga maioria do total de 2 milhões cujos processos de legalização estão concluídos ou em vias de o ser.
 
Paulo Reis 

 

White Britons will be MINORITY in UK within next 40 years, new report suggests

 


 White British people will become a minority in the UK within the next 40 years, according to a new report. Through analysis of birth and death rates as well as migration figures up to the end of the 21st Century, it is predicted that white people will become a minority by 2063. Currently, 73 per cent of the British population is white, but this is predicted to drop to 57 per cent by 2050.

Research by GB News presenter and professor at Buckingham University, Matt Goodwin, projects a significant increase in the number of individuals from foreign-born and second-generation immigrants, rising from below 20 per cent to 33.5 per cent within the next 25 years.
By 2100, the report suggests that 60 per cent of the UK will either have at least one immigrant parent or will not have been born in the UK.

The Muslim population is estimated to rise to 19.2 per cent by the end of the century, with it currently standing at seven per cent. Goodwin said that the research is based on census data and the Office for National Statistics, and will raise "profound questions about the capacity of the UK state to both absorb and manage this scale of demographic change". He added that many voters favour lowering immigration and "their concerns will need to be recognised, respected and addressed".

The analysis suggested that the white population, including white British and other white people, would become a minority by 2079. Goodwin said: "By the end of the current century, most of the people on these islands will not be able to trace their roots in this country back more than one or two generations. "By the year 2100, based on our projections, six in 10 people in the UK will not have been born in the UK or born to two UK-born parents.

(Continue)

Associação de imigrantes diz que Portugal é uma “prisão a céu aberto”

 

O presidente da maior associação de imigrantes do país afirmou que Portugal é uma “prisão a céu aberto” para milhares de imigrantes que não têm processos resolvidos e vivem sob chantagem de expulsão. 

Fazendo o balanço de um ano do Plano de Ação das Migrações, anunciado a 3 de junho de 2024, Timóteo Macedo, presidente da Solidariedade Imigrante, fala num “balanço bastante negativo” das políticas migratórias, tendo-se entrado “num estado de pânico, num estado de desespero, por parte de milhares de imigrantes que têm em cima da cabeça as notificações de abandono”.

Além disso, as “renovações [de documentos] não funcionam e as pessoas estão numa prisão a céu aberto, como é Portugal”, porque não podem ir aos seus países de origem nem resolver questões relacionadas com o reagrupamento familiar, condição essencial para o sucesso da integração.

Hoje, “Portugal tem políticas extremamente severas para com os imigrantes” e “não há a preocupação de melhorar os serviços públicos no sentido de atender” os estrangeiros, de modo a desincentivar quem procura o país.

“Vivemos em modo de pânico e isso leva as pessoas ao desespero, leva ao alimento das máfias e de muita gente sem escrúpulos”, que se “aproveitam dos vazios legais” ou das regras de contratação, como a Via Verde para a Imigração, que “não estão a funcionar” e só servem “para cobrar mais a quem quer vir”.

Na rede diplomática, “à volta das embaixadas, as pessoas usam e abusam da fragilidade destas pessoas que merecem procurar uma vida melhor”, exemplificou Timóteo Macedo.

No passado, “Portugal era visto como um país que acolhia razoavelmente as pessoas e que tinha as políticas mais avançadas da Europa e isso deveria ser um motivo de orgulho para todos”, recordou o dirigente da associação.

(Continua

 

 


"Os muçulmanos britânicos estão a tornar-se uma nação dentro de uma Nação"

 

Sir Trevor Phillips

Numa entrevista que aqui reproduzimos, Sir Trevor Phihllips, deputado e ex-presidente da Commission for Racial Equality (Comissão para a Igualdade Racial) e presidente da Equality and Human Rights Commission (Comissão para a Igualdade e Direitos Humanos) defende o estabelecimento de quotas étnicas nas escolas e nos bairros de habitação social. A razão? "Corremos o risco de sacrificar uma geração de jovens britânicos a valores que são contrários às crenças da maioria de nós, incluindo muitos muçulmanos." afirmou. "Na minha opinião, temos de adotar uma abordagem muito mais musculada da integração do que nunca, substituindo a política fracassada de multiculturalismo”, advertiu, num entrevista ao jornal The Telegraph.

Os muçulmanos britânicos estão a tornar-se uma nação dentro de uma nação, advertiu o antigo presidente da Comissão da Igualdade e dos Direitos Humanos, numa entrevista ao jornal The Telegraph. Comentando uma sondagem recente, Trevor Phillips disse que os ingleses correm o risco o “perigo de sacrificar uma geração de jovens britânicos a valores que são antitéticos em relação às crenças da maioria de nós, incluindo muitos muçulmanos”.

Sir Tevor pediu uma nova e mais dura abordagem à integração e o abandono da “política fracassada do multiculturalismo”. A sondagem chegou a uma conclusão “verdadeiramente assustadora” de que “os muçulmanos têm opiniões separadas sobre como querem viver na Grã-Bretanha e são muito mais propensos a apoiar o terrorismo do que aqueles que não o fazem”, acrescentou o ex- presidente da Comissão da Igualdade e dos Direitos Humanos.

Os comentários de Sir Trevor Phillips surgiram ao mesmo tempo que uma pesquisa da ICM para o Canal 4, que abrangeu cerca de 1.000 muçulmanos revelou resultados preocupantes:

- Um em cada 25 muçulmanos (quatro por cento) disse que sentiu pelo menos alguma compaixão pelas pessoas que participaram nos atentados suicidas, enquanto uma proporção semelhante disse que tinha alguma simpatia por “pessoas que cometem atos terroristas como uma forma de protesto político”;
- Um quarto – 25 por cento – disseram que poderiam entender por que raparigas da escola britânica podiam ser atraídas para se tornarem “noivas jihadistas” no exterior;
- Menos da metade (47%) concordou que os muçulmanos deveriam fazer mais para combater as causas do extremismo na comunidade muçulmana;
- 52% acreditam que a homossexualidade não deve ser legal na Grã-Bretanha, 39% concordam que “as esposas devem obedecer sempre aos seus maridos”, e 31% dizem que é aceitável que um homem tenha mais de uma esposa.

Mas a pesquisa também descobriu que uma grande maioria dos muçulmanos britânicos – 86 por cento – sentem um forte senso de pertença à Grã-Bretanha, em comparação com uma média nacional de 83 por cento, e que entre os muçulmanos, 91 por cento sentem uma forte sensação de pertença à sua área local – outra vez, uma percentagem maior do que a média nacional, de 76 por cento.

Trevor Phillips, que analisou os resultados das sondagens para o Canal 4, apelou a novas abordagens, incluindo a limitação da presença de qualquer grupo étnico em escolas num máximo de 50%. A composição étnica dos bairros de habitação social deve ser controlada para evitar que se tornem "guetos", acrescentou o ex-presidente da Comissão da Igualdade e dos Direitos Humanos.

Em declarações ao jornal Daily Mail, Trevor Phillips salientou acusou o facto de que “nós ‘entendemos’ muito, e desafiamos muito pouco – e, ao fazê-lo, corremos o risco de sacrificar uma geração de jovens britânicos a valores que são contrários às crenças da maioria de nós, incluindo muitos muçulmanos. Na minha opinião, temos de adotar uma abordagem muito mais musculada da integração do que nunca, substituindo a política fracassada de multiculturalismo", acrescentou.

O Canal 4 alegou que a sondagem era mais “rigorosa” do que pesquisas anteriores sobre atitudes dos muçulmanos, porque as entrevistas foram realizadas pessoalmente em vez de ser telefonicamente e os entrevistados eram autorizados a segurar cartões para indicar as suas opiniões, ao invés de ter que exprimir as respostas oralmente, no caso de acharem as perguntas embaraçosas ou difíceis.
“Olhando mais de perto para estes resultados, também revela diferenças significativas em atitudes em relação à violência e ao terrorismo”, disse um porta-voz do Canal 4 ao The Telegraph.
 
David Barrett
11 April 2016
The Telegraph 

 

 

Governo admite que Portugal terá DOIS MILHÕES de imigrantes, "a breve prazo" e numa estimativa "conservadora"

 

Portugal poderá ultrapassar, em breve, a marca dos dois milhões de imigrantes, na sequência do reagrupamento familiar de estrangeiros que já vivem legalmente no país. O alerta foi lançado esta terça-feira pelo ministro da Presidência, António Leitão Amaro, durante a conferência Lisboa – Uma cidade para todos, organizada pelo Correio da Manhã e pela CMTV, onde defendeu a necessidade de um “equilíbrio entre acolhimento e capacidade de resposta”.

“O reagrupamento familiar implica a entrada de mais pessoas e, portanto, precisamos de moderação também na solução”, afirmou o governante, sublinhando que o impacto da atual política migratória se fará sentir de forma significativa nos próximos meses.

Atualmente, vivem em Portugal cerca de 1,6 milhões de imigrantes, mas esse número poderá aumentar substancialmente com a chegada de familiares diretos. De acordo com dados apresentados por Leitão Amaro, existem cerca de 250 mil imigrantes com manifestações de interesse ainda em análise, um processo que permite regularizar a permanência de quem já está em território nacional. Além destes, outros 210 mil cidadãos detentores de vistos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) também têm direito ao reagrupamento familiar. A estes somam-se 50 mil processos pendentes, referentes a pessoas que descontam para a Segurança Social mas que não formalizaram o pedido de manifestação de interesse até à extinção desse mecanismo, há exatamente um ano.

 

O total ultrapassa já o meio milhão de pessoas com potencial para iniciar processos de reagrupamento familiar. Segundo projeções do Governo, se, em média, cada uma destas pessoas trouxer apenas mais um familiar, o número de imigrantes em Portugal pode facilmente ultrapassar os dois milhões — e isto numa estimativa “conservadora”, frisou o ministro.

O regime legal português permite o reagrupamento de vários membros do agregado familiar: cônjuge ou parceiro em união de facto, filhos menores, filhos maiores solteiros que estudem em Portugal, pais a cargo e irmãos menores sob tutela legal do residente, desde que essa tutela tenha sido determinada no país de origem e seja reconhecida em território nacional.

Este cenário coloca desafios adicionais às políticas de habitação, saúde, educação e integração social, particularmente nas grandes áreas urbanas, onde se concentra a maior parte da população imigrante. O Governo tem reiterado a importância de “respostas equilibradas”, que combinem solidariedade com realismo, de forma a evitar sobrecargas nos serviços públicos e assegurar condições dignas para os recém-chegados.

(Executive Digest) 

PS: Tudo isto por causa de uma decisão do governo de António Costa, que facilitou todas as formalidades para a imigração, causando uma enxurrada de imigrantes que conseguiram legalizar-se. A nova política de imigração do governo de Luís Montenegro conseguiu estancar esta enxurrada da responsabilidade dos socialistas, mas tarde demais: 1,6 milhões de imigrantes, a maioria dos países indostânicos e muçulmanos. 

Para já, uma boa notícia: O número de estrangeiros que deverão receber ordem para abandonar voluntariamente o país quase duplicou desde maioPara já só cerca de mil estrangeiros receberam essa notificação, mas o Governo revelou que a AIMA rejeitou a legalização de quase 34 mil pessoas. Mas com dois milhões de imigrantes, a maioria muçulmanos, teremos, como outros países europeus, os habituais guetos islâmicos, onde só a Sharia, a lei islâmica irá imperar e os gangues de imigrantes de segunda geração farão a lei.

 


Britain is a nation where Islamist extremists have been a primary criminal concern

  The battle lines for the preservation of Western civilization were drawn long before the murder of the Dutch filmmaker Theo van Gogh in 20...