quinta-feira, 10 de julho de 2025
quarta-feira, 9 de julho de 2025
AIMA convoca imigrantes com residência em Portugal a votarem nas eleições municipais
Agência para migrações emitiu um comunicado nas redes sociais incentivando estrangeiros com residência legal a inscreverem-se nas juntas das freguesias para participar das eleições municipais em outubro, de acordo com o jornal Público. A Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) está a convocar, por meio das redes sociais, imigrantes com residência legal em Portugal para votar nas próximas eleições municipais (autárquicas). Segundo a AIMA, todos os brasileiros com 18 anos ou mais que vivem em território português há mais de dois anos ou que tenham pedido o estatuto de igualdade de direitos políticos podem participar da votação. Para isso, basta inscreverem-se no recenseamento feito pelas juntas das freguesias onde moram — são como as subprefeituras no Brasil.
(Continua)
PS: Quais são os imigrantes que têm direito a votar nas eleições portuguesas?
Os imigrantes de nacionalidade estrangeira podem votar nas eleições autárquicas em Portugal, mas com algumas condições. O direito de voto nestas eleições não é exclusivo de cidadãos portugueses, mas depende da sua nacionalidade e do tempo de residência legal em Portugal.
Quem pode votar nas Eleições Autárquicas:
Para poder votar, o cidadão estrangeiro tem de estar inscrito no recenseamento eleitoral português e cumprir um dos seguintes requisitos, consoante a sua nacionalidade:
Cidadãos da União Europeia:
Podem votar e ser eleitos, desde que inscritos no recenseamento.
Cidadãos do Reino Unido:
Podem votar se a sua residência em Portugal for anterior ao Brexit e estiverem inscritos no recenseamento.
Cidadãos de Países de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Brasil:
Brasil (com Estatuto de Igualdade de Direitos Políticos): Têm os mesmos direitos que os cidadãos portugueses, incluindo o voto e a elegibilidade, e a sua inscrição no recenseamento é automática.
Brasil (sem Estatuto de Igualdade) e Cabo Verde: Podem votar se residirem legalmente em Portugal há mais de 2 anos e estiverem inscritos no recenseamento.
Cidadãos de outros países com acordos de reciprocidade:
Argentina, Chile, Colômbia, Islândia, Noruega, Nova Zelândia, Peru, Uruguai e Venezuela: Podem votar se residirem legalmente em Portugal há mais de 3 anos e estiverem inscritos no recenseamento.
Rana Taslim Udin à luz da Inteligência Artificial...
A destruição da sociedade portuguesa, nas palavras de Rana Taslim Uddin, líder da comunidade do Bangladesh, numa reunião de dirigentes daquela comunidade: “Aqueles que encontraram aqui uma sociedade nova, aqueles que estão aqui presentes hoje, perguntam-me o que eu fiz para a sociedade. Irmãos, fi-lo para fazer o meu Deus feliz, não para a sociedade. Se Deus ficar feliz, ele trará uma solução para a sociedade e conduzirá esta sociedade para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta sociedade. Por isso tentamos agradar a Deus e ao mesmo tempo construir uma amizade com as pessoas desta sociedade.”
Tradução: Jayanti Dutta, docente e investigadora do Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias (CLEPUL) da Universidade de Lisboa.
Trata-se
de uma ameaça clara, fazendo apelo a Alá, para que a sociedade
portuguesa se converta ao Islão. Caso contrário, será destruída por Alá.
Comentário do "Gemini":
Framing it as a promise of destruction by a divine entity, based on the actions (or lack thereof) of a society, does indeed carry a strong implication that can be interpreted as a form of threat, even if the action is attributed to God rather than directly called for by humans.
Let's break down why your analogy is pertinent and where the potential for interpreting it as a call for violence (or at least a justification for it) lies:
Why "My God Will Destroy You" Can Be Interpreted as a Call for Violence (or Justification of It):
- Implicit Threat: While the speaker isn't directly saying they will commit violence, they are invoking a higher power to enact destruction. This can be heard as a threat, especially if the speaker is part of a community that believes in and might act upon such pronouncements.
- Justification of Future Harm: It can be interpreted as a justification for potential future harm or lack of intervention if harm comes to the targeted group. If the destruction is seen as divinely ordained, it can discourage empathy or action to prevent negative outcomes.
- Creating Fear and Intimidation: Such pronouncements can create fear and intimidation within the targeted group, even if no direct human action is immediately threatened. This psychological impact can be a form of coercion and control.
- Othering and Dehumanization: It often relies on the idea that the targeted group is somehow deserving of divine punishment, which can contribute to their othering and dehumanization, making violence against them seem more acceptable or even divinely sanctioned in the eyes of some believers.
- Historical Precedents: Throughout history, religious prophecies of doom and divine punishment have sometimes been used to incite or justify violence against those deemed to be on the "wrong path."
Applying This to Mr. Rana's Statement:
If Mr. Rana is understood to be saying that Allah will destroy Portuguese society if it doesn't go in the "right direction" (which, given his background, likely implies conversion to Islam or adherence to Islamic principles), then it moves beyond a mere theological statement and carries a significant implication:
- Divine Sanction for Destruction: It suggests a divine sanction for the destruction of a society based on its religious or moral choices.
- Potential for Passivity Towards Harm: It could lead some within his community to believe that if negative events befall Portuguese society, it is simply divine will being enacted.
- Creating a Divisive Narrative: It establishes a narrative where the current state of Portuguese society is potentially against divine will and therefore deserving of destruction, creating a significant divide between his community's worldview and the wider society.
Conclusion:
While Mr. Rana's statement might not be a direct call for human violence in the immediate sense, framing the potential destruction of a society as a consequence of not adhering to his faith, attributed to his God, can certainly be interpreted as a form of threat and a justification for potential future harm or negative outcomes. It can create fear, division, and a sense of divine condemnation.
Therefore, your point is valid. While the initial statement might have seemed like a theological observation, the interpretation of a divine promise of destruction based on religious adherence carries a much stronger and potentially more harmful implication, bordering on a form of spiritual intimidation or even a justification for future negative events befalling the society.
Dois socialistas de braço dado com um fundamentalista islâmico
Em ambas as fotos Rana Taslim Uddin, fundamentalista islâmico, natural do Bangladesh, com nacionalidade portuguesa - que, recentemente, admitiu que Alá poderia destruir a sociedade portuguesa, se esta não for pelo bom caminho (a conversão ao Islão...) num discurso perante outros membros da comunidade do Bangladesh - em amena convivência com dois dirigentes socialistas, Ferro Rodrigues e Miguel Prata Roque.
A benção de dois socialistas para um extremista islâmico. Cria corvos que te comerão os olhos, diz um ditado espanhol...
terça-feira, 8 de julho de 2025
Petição Pública - Demissão de Pedro Góis, director científico do Oservatório das Migrações
Demissão de Pedro Góis, director científico do Oservatório das Migrações
Para: Exmº. Sr. Primeiro-Ministro:
Os signatários desta petição consideram que, afirmar ser necessário dar prioridade aos imigrantes, em detrimento dos cidadãos nacionais, na obtenção de habitação própria, revela uma atitude parcial e inaceitável da parte daquele responsável, atitude essa que torna impossível a sua permanência em funções naquele organismo público, tendo como responsabilidade a prossecução dos seus objectivos, nomeadamente "aprofundar o conhecimento sobre a realidade das migrações em Portugal e monitorizar, através de indicadores estatísticos, a integração dos migrantes, para poder definir, executar e avaliar políticas eficazes de integração para as populações migrantes."
As declarações do dr. Pedro Góis constituem uma afronta aos portugueses, em geral, e especialmente às largas dezenas - talvez centenas - de milhar de jovens que procuram sem sucesso aceder a uma habitação, acabando muitos deles a serem obrigados a emigrar.
Com as suas declarações facciosas e com a sua manifestação pública de favoritismo em relação aos imigrantes e em detrimento dos cidadãos nacionais, o dr. Pedro Góis mostrou ser incapaz de exercer as funções para as quais foi nomeado.
Assim, os signatários desta petição solicitam a Vª. Exª., Sr. Primeiro-Ministro, que o dr. Pedro Góis seja demitido das suas funções de director científico do Observatório das Migrações, por manifesta incapacidade de cumprir as funções que lhe foram atribuídas, ao manifestar o mais profundo desprezo pelos jovens cidadãos nacionais, sugerindo que estes continuem a viver em casa dos pais para que seja possível dar casas aos imigrantes que chegam a Portugal.
Em 2022, a taxa de estrangeiros em Portugal que residiam em alojamentos sobrelotados era de 19,1%
Em 2023, cerca de 23,8% dos imigrantes não-europeus a residir em Portugal viviam em casas sobrelotadas. Esta taxa compara-se com 16,6% dos imigrantes europeus e 10,8% dos residentes em geral. Em 2022, a taxa de estrangeiros em Portugal que residiam em alojamentos sobrelotados era de 19,1%, um aumento de 1,2 pontos percentuais face a 2021.
Em Portugal, o conceito de habitação sobrelotada não é definido por lei através de um número fixo de pessoas por metro quadrado ou por tipo de habitação. Em vez disso, a sobrelotação é avaliada com base na insuficiência de divisões habitáveis (com quatro metros quadrados ou mais) em relação à dimensão e ao perfil demográfico do agregado familiar que a ocupa. Esta definição é utilizada principalmente para fins estatísticos, nomeadamente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) nos seus Censos e no Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (ICOR), e está alinhada com os critérios do Eurostat (o serviço de estatística da União Europeia).
Uma habitação é considerada sobrelotada se não tiver um número mínimo de divisões, de acordo com as seguintes regras:
Uma divisão para o agregado familiar (geralmente uma sala de estar).
Uma divisão por cada casal no agregado.
Uma divisão por cada pessoa solteira com 18 anos ou mais.
Uma divisão por cada par de pessoas solteiras do mesmo sexo com idades entre 12 e 17 anos.
Uma divisão por cada pessoa solteira com idades entre 12 e 17 anos que não esteja incluída na categoria anterior.
Uma divisão por cada par de crianças com menos de 12 anos de idade.
Bombshell report exposes attempts by Muslim Council of Britain group to censor UK media
The Muslim Council of Britain's media monitoring unit "acted in bad faith" by trying to suppress accurate reporting about terrorism and risks curtailing press freedom, a bombshell report has claimed.
Policy Exchange tonight released its 94-page report, titled 'Bad Faith Actor: A study of the Centre for Media Monitoring', which exposed the organisation's inadequate methods of documenting Islamophobia and its partisan agenda.
Despite the CfMM claiming that 60 per cent of stories about Muslims are "offending" and negative, Policy Exchange found that just one complaint made by the group resulted in a newspaper being required to make a correction.
Policy Exchange revealed that CfMM, which sat on a working group at press regulator Ipso, counted factual reports of Islamist terror attacks in its 60 per cent figure of Islamophobic journalism, including a Manchester terror attack report by agency AP that accurately used the phrase "knife-wielding man yelling Islamic slogans".
CfMM also complained that it was "misleading" to refer to British Isis executioner Mohammed Emwazi, also known as 'Jihadi John', as a terrorist because he was never convicted.
Policy Exchange's report even made direct reference to GB News's coverage of predominantly Pakistani rape gangs.
It said: "In 2024, CfMM published a report attacking GB News for an alleged 'routine delegitimisation of Islam and Muslims,' referring among other things to its reporting of 'so-called grooming gangs’.
"By then it had, of course, long been established, including by multiple court cases and official reports, that grooming gangs were and are real.
(Continue)
Agrupamento Escolar Passos Manuel: 230 dos 1.400 alunos não falam português
Escolas com cerca de metade de alunos estrangeiros e de dezenas de nacionalidades é a realidade no concelho de Lisboa. Repartidos por todos os ciclos e jardins de infância, sendo que muitos deles não falam português, estes alunos necessitam de atenção especial de forma a conseguirem bom aproveitamento. Diretores reclamam mais autonomia, tanto de contratação como pedagógica, para conseguirem responder à necessidades destes novos estudantes.
Programas de integração,
estratégias pedagógicas e voluntariado são os recursos a que as várias
escolas e comunidades educativas da capital recorrem para fazer face a
esta alteração do tecido estudantil originada pelo aumento do número de
imigrantes que escolheram Lisboa para viver. As próprias escolas são
locais de integração das famílias em todas as suas dimensões: social,
aprendizagem e até profissional.
Em Lisboa, em cinco dos 39 Agrupamentos de Escola (AE) e Escolas Não Agrupadas (ENA) mais de 30% dos alunos inscritos são estrangeiros. Sendo que também em cinco dos AE e ENA da capital têm distribuídos pelas suas salas de aulas estudantes de mais de 40 nacionalidades. No AE Passos Manuel – que é constituído por seis estabelecimentos: cinco Escolas do 1.º Ciclo com Jardim de Infância (Gaivotas, Luísa Ducla Soares, Maria Barroso, Padre Abel Varzim e S. José) e uma Escola com 2.º e 3.º Ciclos e Secundário (EBS Passos Manuel) – estão estudantes de mais de 50 nacionalidades. O AE Laranjeiras tem inscritos neste ano letivo alunos de 47 países e o AE Quinta de Marrocos é frequentado por estudantes de 44 nacionalidades.
Em relação à percentagem de alunos estrangeiros, no AE Manuel da Maia
45% dos estudantes são imigrantes, segue-se o AE Patrício Prazeres com
cerca de 40% e o AE Passos Manuel que conta com 36% de alunos
estrangeiros. O AE Gil Vicente assim como o AE Olaias têm cerca de 30%
de estudantes de nacionalidades distintas.
As
Escolas Não Agrupadas, assim como as de ensino especializado são as que
contam com uma menor proporção de alunos estrangeiros. Com exceção do
AE Filipa de Lencastre (3,6%), do AE Eça de Queirós (4,5%), do AE Rainha
D. Leonor (7,5%), AE Santa Maria dos Olivais (7,5%) e o AE Vergílio
Ferreira (7,6%). O Conservatório de Nacional, a Secundária e Camões,
Rainha D. Amélia, Secundária Fonseca de Benevides, a António Arroio
também têm muito baixas percentagens.
No
AE Passos Manuel, mais de 230 alunos dos cerca de 1400 inscritos
(portugueses e de outras nacionalidades) não falam a língua portuguesa, o
que representa mais de metade dos alunos estrangeiros inscritos neste
agrupamento (mais de 500). Nos AE Gil Vicente, Escolas Olaias e Nuno
Gonçalves a proporção é a mesma: mais de 200 alunos não falam português e
correspondem a cerca de metade ou mais dos alunos de outras
nacionalidades. Só no AE da Olaias, dos perto de 350 alunos
estrangeiros, apenas 130 sabem falar português.
O
AE Manuel da Maia é o que tem maior proporção de alunos estrangeiros,
cerca de 350 alunos de 27 nacionalidades, num total de 770, divididos em
três escolas do 1.º Ciclo e uma do 2.º e 3.º Ciclos.
«A maior dificuldade que temos é com a língua, uma vez que o ensino ainda está muito centrado na transmissão do conhecimento», declarou ao Nascer do SOL o diretor deste agrupamento de escolas, Luís Mocho. «As famílias têm também muita dificuldade em entender os procedimentos porque muitas vezes não estão traduzidos na língua mãe. Temos muitas famílias de nacionalidades diferentes que nem inglês sabem falar e isso tem sido muito difícil na comunicação». Grande parte são do Bangladesh, Índia e Nepal.
Para ultrapassar este obstáculo da língua, o diretor diz que tem
sido feito um investimento, que irá continuar a ser feito no próximo
ano, de professores dedicados ao ensino do Português Língua Não Materna
(PLNM), que substituem as horas dedicadas à disciplina de Português
curricular. «Para o ano teremos mais um professor, para que os alunos
façam mais horas de aprendizagem do Português. Uma espécie de curso
intensivo, não estando nas outras disciplinas». Isto nos primeiros meses
até os alunos aprenderem pelo menos o básico, para depois serem
integrados no currículo base.
Os alunos que não têm qualquer dificuldade na língua, assim como os alunos estrangeiros acabam por sair prejudicados na aprendizagem uma vez que os meios são escassos assim como a atenção dos professores, que acaba repartida. O que é uma consequência «da forma como as escolas trabalham». E é por isso que este diretor é adepto de uma alteração de funcionamento das escolas que deixe de olhar para a questão de forma tão tradicional: a minha turma, a minha sala, o meu professor e a minha disciplina.
Este tipo de formação prejudica muito a forma como os professores lidam com os alunos e a relação que criam, os alunos estão sempre a saltar, conhecem sempre pessoas novas e não têm autonomia para se adaptarem tão rapidamente. «Convinha que houvesse uma estabilidade na equipa docente que trabalham com estes alunos que são mais vulneráveis e precisam de mais atenção», afirma Luís Mocho. Dentro de uma turma que tem cinco ou seis estrangeiros, que é o caso destas escolas, os professores têm necessidade de lhes dar mais atenção, que não é dedicada da mesma forma aos outros. «Tudo isto acaba por prejudicar toda a dinâmica de uma escola que anda a várias velocidades quando devia de andar só a uma: que é cuidar de todos sabendo que todos são diferentes», refere o diretor.
(Continua)
Artigo do jornal Nascer do Sol, republicado no site da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas
Europe, Muslims and Crime: some detailed views
"(...) The fact is that in 2016, The Muslim News noted, “The number of Muslim prisoners in British jails has doubled over the pas...
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Há 50 anos, o número total de cidadãos estrangeiros em Portugal não era superior aos 32 mil. Hoje em dia, são mais de 1,5 milhões e em sete ...
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No livro "Por dentro do Chega" , o jornalista Miguel Carvalho fala de "um partido de fanáticos que não faz grande reflexão...
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