quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Macau with a super-typhoon, top the scale, number 10 warning

 


Jaques Brél, lyrics de "La Chanson de Jacky"

 

Même si un jour à Knokke-le-Zoute
Je deviens comme je le redoute
Chanteur pour femmes finissantes
Même si j'leur chante "Mi Corazon"
Avec la voix bandonéante
D'un Argentin de Carcassonne
Même si on m'appelle Antonio
Que je brûle mes derniers feux

En échange de quelques cadeaux, Madame
Je fais ce que je peux
Même si j'me saoule à l'hydromel
Pour mieux parler d'virilité
À des mémères décorées
Comme des arbres de Noël
Je sais qu'dans ma soûlographie
Chaque nuit pour des éléphants roses
Je rechanterai ma chanson morose
Celle du temps où j'm'appelais Jacky

Être une heure, une heure seulement
Être une heure, une heure quelquefois
Être une heure, rien qu'une heure durant
Beau, beau, beau et con à la fois

Même si un jour à Macao
J'deviens gouverneur de tripot
Cerclé de femmes languissantes
Même si lassé d'être chanteur
J'y sois devenu maître chanteur
Et qu'ce soit les autres qui chantent
Même si on m'appelle le beau Serge
Que je vende des bateaux d'opium
Du whisky de Clermont-Ferrand
De vrais pédés, de fausses vierges

Que j'aie une banque à chaque doigt
Et un doigt dans chaque pays
Et que chaque pays soit à moi
Je sais quand même que chaque nuit
Tout seul au fond de ma fumerie
Pour un public de vieux Chinois
Je rechanterai ma chanson à moi
Celle du temps où j'm'appelais Jacky

Être une heure, une heure seulement
Être une heure, une heure quelquefois
Être une heure, rien qu'une heure durant
Beau, beau, beau et con à la fois

Même si un jour au Paradis
J'devienne comme j'en serais surpris
Chanteur pour femmes à ailes blanches
Même si je leur chante "Alléluia!"
En regrettant le temps d'en bas
Où c'est pas tous les jours dimanche
Même si on m'appelle Dieu le Père
Celui qui est dans l'annuaire
Entre "Dieulefit" et "Dieu vous garde"
Même si je m'laisse pousser la barbe
Même si toujours trop bonne pomme
Je m'crève le cœur et l'pur esprit
À vouloir consoler les hommes
Je sais quand même que chaque nuit
J'entendrai dans mon paradis
Les anges, les Saints et Lucifer
Me chanter ma chanson d'naguère
Celle du temps où j'm'appelais Jacky

Être une heure, une heure seulement
Être une heure, une heure quelquefois
Être une heure, rien qu'une heure durant
Beau, beau, beau et con à la fois

terça-feira, 23 de setembro de 2025

A flotilha de Gaza corre o risco de ir ao fundo

 


O ambiente na flotilha solidária que se dirige a Gaza não é dos melhores. Segundo o Brussel Signal, um influente meio da capital belga, são cada vez maiores as divisões entre os ativistas que querem impor aquilo que é conhecido como a ‘agenda woke’, e os que defendem que a missão deve centrar-se apenas e só na causa palestiniana.
 
Essa dessintonia entre uns e outros tem-se agravado nos últimos dias, sendo que a decisão da ativista Greta Thunberg em abandonar a liderança da organização, abandonando o estatuto dirigente e até o barco onde viaja Mariana Mortágua e as outras lideranças, foi interpretado como um sinal claro das divergências que se fazem sentir no seio da flotilha.
 
Le Courrier de l'Atlas, uma revista mensal francesa online que cobre assuntos do Magrebe, noticiou também há dias que o coordenador local da flotilha, Khaled Boujemâa, renunciou em protesto contra a presença de ativistas LGBTQIA+ (*) na flotilha: “"Fomos enganados sobre a identidade de alguns participantes da vanguarda da flotilha (...), acuso os organizadores de nos esconderem esse aspeto", reclamou em duas transmissões de vídeo nas redes sociais.
 
Outras figuras, incluindo a ativista Mariem Meftah e o apresentador de televisão tunisino Samir Elwafi, condenaram aquilo que consideraram uma tentativa de impor uma agenda cultural progressista sem relação com a causa palestina, descrevendo-a como uma "linha vermelha cruzada" e um ataque aos "valores sociais".
 
Na terça-feira passada, através da sua página no Facebook, Elwafi chegou mesmo a escrever: "A Palestina é, antes de tudo, a causa dos muçulmanos e não pode ser separada de sua dimensão espiritual e religiosa — com Jerusalém no centro de seus símbolos e destino”. E a seguir, questiona: “Então, por que envolver ativistas duvidosos servindo a outras agendas que não nos dizem respeito e não têm nada a ver com Gaza, como a homossexualidade!?"
 
 
(*) De acordo com relatórios de organizações internacionais como a ILGA (Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexuais), a homossexualidade é criminalizada em mais de 60 países em todo o mundo. 
 
Países onde a homossexualidade é criminalizada, agrupados por região. As leis variam muito, e em alguns locais, a aplicação é menos frequente do que noutros.

África

    Argélia

    Burundi

    Camarões

    Chade

    Comores

    Costa do Marfim

    Egipto

    Etiópia

    Gana

    Guiné

    Libéria

    Líbia

    Malaui

    Marrocos

    Mauritânia

    Nigéria

    Senegal

    Serra Leoa

    Somália

    Sudão do Sul

    Sudão

    Togo

    Tunísia

    Uganda

    Zâmbia

    Zimbabué

Ásia, Médio Oriente e Oceania

    Afeganistão

    Arábia Saudita

    Bangladesh

    Brunei

    Emirados Árabes Unidos

    Gaza (sob o Hamas)

    Irão

    Iraque

    Kuwait

    Líbano

    Malásia

    Maldivas

    Myanmar

    Omã

    Paquistão

    Palestina (Cisjordânia)

    Catar

    Síria

    Turquemenistão

    Uzbequistão

    Iémen

Américas e Caraíbas

    Antígua e Barbuda

    Dominica

    Granada

    Guiana

    Jamaica

    São Vicente e Granadinas

    São Cristóvão e Neves
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Duas citações marcantes de Golda Meir

 

 

"Haverá paz com os árabes quando eles amarem os seus filhos mais do que nos odeiam."

"Podemos perdoar aos árabes por matarem os nossos filhos, mas não podemos perdoá-los por nos forçarem a matar os deles." 

Germany prepares to treat ‘1,000 injured soldiers a day’ in war with Russia

 


As many as 1,000 German soldiers are set to be wounded every day if Vladimir Putin launches a war on Nato, Germany has warned (*). The Kremlin has rejected any suggestions it might be preparing for a war with the Western military alliance.

But the latest incursions of Russian fighter jets and drones into Poland, Romania and Estonia have suggested otherwise – and raised fears of any escalation.

Germany‘s surgeon general Ralf Hoffmann said that the number of injured troops in a potential conflict would depend on the intensity of a battle and which military units were involved.

He explained: ‘Realistically, we are talking about a figure of around 1,000 wounded troops per day.’ Learning from lessons on the frontline in Ukraine, Europe is stepping up preparations for potential conflict with Russia.

In addition to increasing its military spend and considering reintroduction of conscription, these also involve medical services.

Citing a shift from gunshot injuries to blast wounds and burns caused by drones and loitering munitions, Hoffmann said: ‘The nature of warfare has changed dramatically in Ukraine.’

Ukrainian soldiers describe the drone-infested corridor covering about five miles either side of the frontline as the ‘kill zone’ because remotely piloted unmanned aerial vehicles (UAVs) deployed by both sides can swiftly spot and neutralise targets.

‘The Ukrainians often cannot evacuate their wounded fast enough because drones are buzzing overhead everywhere,’ Hoffmann said, underscoring the need for prolonged stabilization of injured soldiers – sometimes for hours – at the frontline,’ he added.

Hoffmann said flexible transport options were needed for wounded troops, noting Ukraine has used hospital trains. For this reason, the German military is looking at hospital trains and buses and expanding medical evacuation by air, he said.

(Continue

 (*) Based on the most widely accepted historical estimates, the German Army (Wehrmacht) suffered a total of about 4 to 5 million casualties on the Eastern Front, including killed, wounded, missing, and prisoners. Considering that the campaign lasted approximately 1,418 days, the average daily loss was between 2,800 and 3,500 men.

With "Gemini" 

 

 

 

Estreia a série inspirada no escândalo sexual de Tomás Taveira

 

A trama de época dos anos 80 e 90 do século passado que se estreia na TVI nesta segunda-feira, 22 de setembro, explora a vida de um arquiteto em ascensão chamado Tomé Serpa e a vida dupla que mantinha com mulheres, filmando-as na intimidade sem consentimento. Uma história que traz as temáticas do abuso, manipulação emocional e luta feminina para o epicentro de debate, invocando factos públicos que envolveram o conhecido arquiteto Tomás Taveira.

Diz não ser uma trama biográfica, mas alicerça-se numa história sobejamente conhecida que abalou a sociedade portuguesa no final dos anos 80 e início dos anos 90 do século passado e que foi protagonizada pelo arquiteto Tomás Taveira. A nova produção nacional da TVI, intitulada "O Arquiteto", estreia-se nesta segunda-feira à noite, 22 de setembro, às 22.30 horas.

A estação refere a que a trama é "inspirada em factos públicos da sociedade portuguesa" e "aborda temas universais e cada vez mais atuais como o abuso de poder, as filmagens de cariz sexual sem consentimento, a manipulação emocional e a luta feminina contra sistemas dominados por figuras aparentemente intocáveis".

Com argumento de Patrícia Müller e realização de João Maia, a série conta a história do arquiteto Tomé Serpa, interpretado pelo ator Rui Melo, que, para lá de uma vida profissional de sucesso nacional e de um casamento aparentemente sólido, esconde outra vida. "Envolve-se com várias mulheres e grava, sem consentimento, os encontros íntimos que mantém", descreve a estação. 

O caso ganha dimensão pública quando uma das amantes, Carolina, descobre as gravações e percebe que não é a única. "Desiludida e em busca de justiça, alia-se a Elsa, a secretária de Tomé Serpa, numa missão ousada. Com apenas alguns dias para agir, as duas mulheres unem forças, movidas por motivações distintas, mas complementares - vingança e redenção - com o objetivo comum de proteger outras vítimas e pôr fim ao ciclo de abuso", descreve a TVI.

A indicação de se tratar de uma história baseada em factos como se de uma biografia se tratasse, tem sido arredada. Contudo, as semelhanças desta trama que conta com elenco com nomes como, entre outros, Lucas Dutra, Mikaela Lupu, Filipe Amorim, Guilherme Amaro, Diogo Branco e Paula Lobo Antunes, lembram essa mesma polémica.

(Continua

 

 

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

A estranha (e suicida) aliança entre esquerdistas e imigrantes muçulmanos

 


A forma mais visível de nos apercebermos da distorção mental do Esquerdismo é a sua posição em relação à imigração. Slogans como o que este cidadão indiano, de religião Sikh, ostentava numa das recentes manifestações de imigrantes, aqui em Lisboa, são uma cópia perfeita do elucidário da dita Esquerda: não há ilegais, somos todos ilegais, bem-vindos refugiados e o supra-sumo de todos os cartazes já paridos por esses seres dementes:

 

A política de António Costa, ao abrir completamente as portas à imigração, transformou este país, para as próximas décadas. O largo número de brasileiros é mais do que bem-vindo. Têm a mesma cultura, falam a mesma língua e integram-se com toda a facilidade.

O maior problema da imigração autorizada pelo homem demitido por um parágrafo terá a ver, em pouco mais de cinco anos, com a imigração indostânica, uma fatia substancial da imigração. Na sua larga maioria provenientes do Bangladesh e do Paquistão, são muçulmanos na quase totalidade. As mudanças que esses imigrantes trarão ao tecido social deste país já começam a ser visíveis. Sinais do que estará para vir são os escândalos das residências onde estão registados 600 moradores ou as empresas de vão-de-escada que têm 700 ou 800 trabalhadores. 

O "modus operandi" dos muçulmanos, na "conquista" dos países ocidentais, tem duas fases distintas: uma primeira implantação, aparentemente pacífica e com a integração como objectivo externo - para inglês ver, como se diz. À medida que o seu número aumenta, têm a tendência de "colonizar" bairros específicos, quase sempre zonas onde já existam lugares de culto ou mesquitas (Martim Moniz é o melhor exemplo) ou localidades onde funcionem empresas de mão-de-obra intensiva, como as zonas de estufas no Sudoeste Alentejano. 

 


Mal o seu número atinja um "valor crítico", alteram a sua política e passam à segunda fase: a conquista e o domínio, nas zonas onde se concentram. A cidade de Londres é um exemplo claro dessa estratégia. Embora os muçulmanos sejam apenas 15 % dos habitantes da capital inglesa, conseguiram eleger para presidente da câmara um muçulmano - graças à concentração de votos no seu candidato. 

Por cá, a principal campanha de domínio dos muçulmanos passa actualmente pela construção de uma mesquita na zona do Martim Moniz - que será seguramente rejeitada, por contribuir para uma completa descaracterização daquela zona turística, uma das mais tradicionais de Lisboa e que já sofre com a proliferação de lojas de souvenirs, sem clientes e com rendas de 5 mil euros.

A atitude dos portugueses, especialmente da classe política (*), é aquilo que se designa pela aceitação da condição de dhimmi, pagando uma taxa chamada jizya. Em termos concretos, é a aceitação, por parte dos muçulmanos, que os cristão e judeus vivam em territórios por eles dominados, pagando essa taxa e usufruindo de menos direitos do que os muçulmanos.  

A ocupação da praça do Martim Moniz, na oração de fecho do Ramadão, é o principal símbolo, hoje em dia, daquilo que é já uma demonstrações de força dos muçulmanos. Uma questão óbvia, aqui, é muito simples: onde rezam os milhares de muçulmanos que usam a praça Martim Moniz, nas outras sextas-feiras do ano? Porque razão utilizam aquela praça, quando poderiam - se fosse uma questão de espaço, utilizar o Terreiro do Paço? 

A explicação é simples: Martim Moniz é um herói - mítico ou não - da conquista do castelo de S.Jorge aos mouros. Que melhor demonstração de força do que ocupar essa praça com aqueles que professam a mesma religião dos que foram derrotados em 1147? Por todo o país, nesta segunda fase de conquista, estão a surgir escolas islâmicas e madrassas, escolas religiosas. As tentativas de construção de mesquitas têm sofrido alguns percalços, como aconteceu em Samora Correia, onde a população em peso se manifestou contra essa hipótese.

Mas em Odivelas, por exemplo, um número substancial de escolas já serve refeições "halal", confeccionadas à maneira islâmica, por exigência dos pais dos alunos e submissão das autarquias, mais acentuada com a época de eleições que se aproxima. A pouco e pouco, nas zonas dominadas por muçulmanos ter-se-á a sensação de estar não em Portugal, mas no Paquistão ou no Bangladesh. Essas zonas passarão a ser "no-go" zones para as mulheres ocidentais, por exemplo, um fenómeno que já hoje é comum nas principais capitais europeias. 

Discretamente, outras forças islâmicas se movem em Portugal: os Tablighi Jaamat e as células da Irmandade Muçulmana. Os primeiros são uma espécie de "testemunhas de Jeová" do islamismo, visitando a casa dos crentes, para estarem certos de que seguem à risca os princípios da doutrina islâmica. Por exemplo, verificam se há ou não uma televisão nessas casas - algo que é completamente proibido. 

Mas o "rigoroso tradicionalismo, dos Tablighi Jaamat, traduzido na prescrição do próprio vestuário, na estrita separação entre os sexos, numa atitude de distanciamento em relação à sociedade exterior, representa (...) um factor de ruptura na tendência histórica para a integração na atitude dos muçulmanos em Portugal", salienta Abdool Karim Vakil (Filho), numa investigação intitulada “Do Outro ao Diverso – Islão e Muçulmanos em Portugal: história, discursos, identidades. Hoje em dia, ainda segundo Abdul Karim Vakil, os Tablighi Jaamat são "a força de maior dinamização do Islão entre os muçulmanos em Portugal".

 Em alguns países, as organizações filiadas na Irmandade Muçulmana são vistas como atores legítimos e parceiras do governo, no diálogo sobre as comunidades muçulmanas. No entanto, muitos serviços de secretos e governos (em países como a França, a Alemanha e a Áustria) veem a Irmandade com desconfiança. As críticas focam-se em acusações de a Irmandade Muçulmana ter uma agenda oculta e que a sua fachada de "moderação" esconde uma ideologia mais radical, com o objetivo final de promover uma separação social e política em vez de uma verdadeira integração. A Irmandade Muçulmana, que luta para estabelecer a "sharia" como base dos estados e das sociedades, é considerada a precursora do fundamentalismo islâmico contemporâneo, que, a partir de cisões, deu origem a grupos mais violentos como o Hamas e a al-Qaeda.

A Irmandade Muçulmana promove uma ideologia  com uma interpretação conservadora e por vezes fundamentalista do Islão, o que pode entrar em conflito com os valores europeus, como a igualdade de género e a liberdade individual. É ponto assente que a Irmandade Muçulmana, em países europeus, funciona como uma rede de influência social e política, operando dentro do quadro legal e democrático. No entanto, a sua presença e os seus objetivos a longo prazo continuam a ser um ponto de discórdia entre os defensores da integração e os que alertam para os riscos de uma ideologia vista como separatista e antagónica aos valores liberais europeus.

Com "Gemini" 


(*) Uma das chamadas "cerimónias ecuménicas" mais ridículas foi protagonizada pelo presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que se ajoelhou como se estivesse a rezar, numa visita à Mesquita de Lisboa. Curiosamente, embora haja notícias várias de cerimónias deste género, até hoje nunca houve uma "cerimónia ecuménica" que tivesse lugar numa igreja, com a presença do xeque David Munir.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A pena de morte, a homossexualidade e o islamismo

 

 

Espero que a flotilha que navega (?) em direcção a Gaza (principalmente os pobres coitados do LGTBQ+) não se perca por aqueles mares turbulentos e não vá encalhar num destes países:

     Irão: A pena de morte é aplicada para atos homossexuais entre homens.

    Arábia Saudita: As punições variam de acordo com a interpretação de um juiz. Podem ir do açoitamento e prisão até à pena de morte.

    Iémen: A pena de morte é legalmente prevista para homens.

    Afeganistão: Sob o governo talibã, a homossexualidade é ilegal e punível com a pena de morte.

    Brunei: A pena de morte por apedrejamento foi introduzida em 2019, embora as autoridades tenham afirmado que não a aplicarão.

    Nigéria: A pena de morte está em vigor em 12 estados do norte do país, onde a lei islâmica se sobrepõe ao código penal federal.

    Somália: A pena de morte é legalmente prevista em alguns estados e regiões do país.

    Mauritânia: A pena de morte é a punição legal para homens, mas a sua aplicação é extremamente rara. 

 

Seattle give free "space" for drug consuption

  𝐒𝐄𝐀𝐓𝐓𝐋𝐄’𝐒 𝐍𝐄𝐖 𝐒𝐎𝐂𝐈𝐀𝐋𝐈𝐒𝐓 𝐌𝐀𝐘𝐎𝐑 𝐊𝐀𝐓𝐈𝐄 𝐖𝐈𝐋𝐒𝐎𝐍 𝐎𝐑𝐃𝐄𝐑𝐒 𝐏𝐎𝐋𝐈𝐂𝐄 𝐍𝐎𝐓 𝐓𝐎 𝐀𝐑𝐑𝐄𝐒𝐓 𝐎𝐅𝐅𝐄...