sexta-feira, 19 de junho de 2026

Capital punishment for non-muslims that do not accept Islam and a "religion of peace", according to Portuguese preachers

 


 

As duas faces do Islão. Uma, para consumo interno, outra (o segundo vídeo) para consumo externo

PS: Na página do segundo vídeo, podem encontrar uma série de links ligados ao mesmo tema: a reconquista, pelos muçulmanos, de Portugal e Espanha

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Islâmicos dão início à pregação para a reconquista do Al-Andaluz 

Nos últimos meses foram várias as intervenções em que foi referido o Al-Andaluz, a antiga possessão muçulmana daquilo que é hoje Espanha e Portugal, com apelos - uns mais explícitos, outros mais subtis - à reconquista de Portugal, nomeadamente de Lisboa. Ao mesmo tempo, numa vergonhosa atitude de submissão, o Patriarcado de Lisboa alterou a procissão do Corpo de Deus, depois de organizações de muçulmanos terem feito chegar à Câmara Municipal as suas objecções à passagem por uma zona densamente povoada por muçulmanos, o Martim Moniz.

A expansão de escolas islâmicas e madrassas continua, como acontece com o novo complexo a construir em Mem-Martins, subsidiado pela principal organização fundamentalista de Portugal, a Fundação  Islâmica de Palmela e que terá uma escola islâmica, a International School of Sintra, para além de uma mesquita e um centro comunitário.

A Câmara Municipal apenas decidiu em cima da hora, o que obrigou o Patriarcado de Lisboa a alertar os fiéis, num post no seu site, por volta das oito horas da manhã, no dia da própria realização da procissão. Ao mesmo tempo, surgiram na internet vários vídeos, onde se diz, por exemplo, que o Islão voltará a governas estas terras - expressão de um pregador, no final da Festa do Sacrifício, no Martim Moniz. Os exemplos são inúmeros e fáceis de listar:

Igreja e Câmara de Lisboa cedem a pressões dos muçulmanos - procissão do Corpo de Deus não passou pelo Martim Moniz

Rana Taslim Uddin quer baptizar rua da zona do Martim Moniz como "Rua Bangladesh" 

Fundação Islâmica de Palmela subsidia construção de mesquita e escola islâmica em Mem-Martins

A recuperação do Al Andalus e a submissão portuguesa ao Islão

"Martim Moniz é zona de Bangladesh e Paquistão, aqui usa-se a burqa"... 

Muslim comments on the existence of the statue of Afonso III, in Faro

Um clérigo paquistanês, o Mufti Abdul Wahab, diz que "os muçulmanos governarão estas portas e paredes (de Lisboa) e se Deus quiser esse dia certamente chegará" 

Sinal verde para a invasão islâmica de Portugal

Two Islamic preachers in Lisbon with extremist and fundamentalist messages during the Eid al-Adha festivities

 

 

 

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Muçulmanos portugueses falsificam a sua religião - vejam todos os vídeos desta página (II)

 















Muçulmanos portugueses falsificam a sua religião - vejam todos os vídeos desta página (I)

 

















Portugueses a pregar a religião da paz, lapidar uma mulher, casar com uma criança de berço, abaixo a Democracia, morte aos homossexuais, adoração dos mártires

 










Pregadores islâmicos portugueses percorrem as ruas de Braga e Guimarães, distribuindo panfletos e tentando "angariar" crentes

 

 

Coincidência ou não, as duas intervenções recentes de dois imãns, depois da Festa do Sacrifício, a 27 de Maio, apelaram à reconquista do Al-Andaluz, um território islâmico que é hoje Espanha e Portugal. Mais curioso ainda é a ausência do xeque Munir destas celebrações. A Festa do Sacrifício, conhecida em árabe como Eid al-Adha (ou Eid al-Kebir), é a celebração mais importante do calendário islâmico e  comemora a profunda devoção e obediência do profeta Abraão a Deus. Segundo o Alcorão, Deus pediu a Ibrahim que sacrificasse o seu filho, Ismael, como prova de submissão. No momento do ato, ao ver a total obediência do profeta, Deus interveio e substituiu o jovem por um carneiro. 

Nas últimas semanas surgiram vários jovens, de aspecto magrebino e falando um português perfeito, a distribuírem panfletos, pelas caixas do correio e abordando transeuntes, para os sensibilizar para a "única religião monoteísta" - proselitismo que constitui um fenómeno visível e original, pela primeira vez, em Portugal, nas cidades de Braga e Guimarães. 

Há cerca de um mês, na Festa do Sacrifício, dois imãns proferiram um discurso de encerramento com apelos à reconquista do Al-Andaluz. Os dois imãns (*) fazem parte da Comunidade Islâmica do Bangladesh, que organizou as celebrações no Martim Moniz e na Alameda Afonso Henriques. 

Sinal de uma maior actividade e proselitismo da comunidade muçulmana é, por exemplo, este comentário de um muçulmano, diante da estátua de Afonso III, em Faro. A dado passo, o muçulmano diz que a estátua está ali "pelas razões erradas", uma vez que foi o rei que conquistou o Algarve.

 


 Um clérigo paquistanês, o Mufti Abdul Wahab, de visita a Lisboa, é filmado, num vídeo onde diz que "os muçulmanos governarão estas portas e paredes (de Lisboa) e se Deus quiser esse dia certamente chegará"

 


 (*) Dois pregadores islâmicos, em Lisboa, com mensagens extremistas e fundamentalistas nas festividades do Eid al-Adha


Transcrição integral das declarações do pregador no Martim Moniz 

 Pela misericórdia de Allah Ta'ala nos abençoou, em um país não muçulmano, de forma muito bonita, sob o céu aberto realizámos a congregação do Eid, sem nenhum tipo de obstáculo. Eles (????) nos apoiaram de todas as formas e em todos os lugares. Isso é uma grande inspiração para a nossa religião. Neste país há muitas oportunidades para o serviço do islamismo. Se trabalharmos com sinceridade para a religião, então certamente a religião (islâmica) será estabelecida novamente nesta terra, se Deus quiser. Que Allah Todo-Poderoso nos aceite a todos como propagadores da religião." 

Transcrição integral do discurso proferido na Alameda Afonso Henriques 

Allah, por favor concede vitória aos muçulmanos, ó Allah, concede vitória aos muçulmanos na Palestina e em Gaza e derruba o politeísmo e os politeístas e a rebelião contra a religião em nossas terras e em todas as outras terras dos muçulmanos, uma nação unida e esplêndida até ao Dia do Juízo.

Ó Deus, dá-nos segurança em nossos lares e orienta os nossos governantes e fazei, ó Deus, com que nossos governantes estejam entre os que Te temem e amam o teu Mensageiro e que sigam os Teus aliados, por Tua misericórdia, ó Mais Misericordioso dos misericordiosos. 

Ó Deus, concede-nos a vitória sobre a religião e protege os tesouros dos muçulmanos e faze-nos daqueles que se apegam à religião de Muhammad, que a paz e as bençãos de Deus esteja com ele, e siga a sua sunnah, e obedeça à sua sharia e conceda-nos a sua intercessão.

Ó Deus, perdoa-nos e aos crentes e às crentes, e aos muçulmanos e às muçulmanas, os vivos entre eles e os mortos. Ó Deus, não desampares os familiares nos túmulos, em seus túmulos, e perdoa-lhes e pacifica os seus assuntos e salda as suas dívidas e cura os doentes e dá-lhes saúde, segurança, sucesso e orientação. E para todos os muçulmanos em tua terra e em teu mar, a nação de Muhammad, que Deus o abençoe.

 Transcrição integral dos comentários do Mufti Abdul Wahab 

Wassalam-o-AlaikumWarahmatullahi Wabarakatuh. Como vocês estão? Estou em Lisboa e vou mostrar-vos um local muito histórico. Vou mostrar a vocês um lugar muito histórico. Em 48 A.C., Lisboa era uma cidade romana. Em 711 os muçulmanos tomaram a cidade. Em 1492, Granada caiu. Em 1147, Lisboa foi tomada pelos muçulmanos. Em 1492, Granada foi tomada pelos muçulmanos. Nesta cidade, todos os monumentos e monumentos islâmicos foram destruídos. Há muitas mesquitas aqui, os muçulmanos aqui são chamados de mouros. As pessoas nem sabem que o governo muçulmano está aqui há mais de 500 anos. Lisboa também foi a capital da Andaluzia.

Era chamado de Al Andalus Al Gharb. Os romanos chamavam-lhe Hispânia. Os muçulmanos chamavam-lhe Andaluzia. Na era moderna de hoje, é chamado de Espanha, Portugal e Lisboa. Vim para Granada depois de procurar um lugar para ficar. Meu amigo Hafizullah guiou-me. Levei uma hora e meia para encontrar um lugar para ficar. Deixe-me mostrar-lhe esse lugar. Isto costumava ser uma mesquita. Agora tornou-se um museu e um restaurante. As pessoas dançam aqui à noite e bebem álcool.

Perguntei a muitos muçulmanos locais sobre este lugar. Eles não conhecem esse lugar. Deixe-me mostrar-lhe este lugar histórico. Esta era a entrada da mesquita. Isto costumava ser uma mesquita. O sultão construiu um pequeno palácio para si. Deixe-me mostrar-lhe o lugar todo. Esta costumava ser a entrada do Palácio de Alhambra. E quem vem a Lisboa, tem que vir aqui visitar. Você pode imaginar qual será a minha condição agora. Agora imagine que os muçulmanos governarão essas portas e paredes. E o som do Adhan será ouvido no ar e no ar. E se Deus quiser, esse dia certamente chegará. Isso foi no passado. Se Deus quiser, Alá nos abençoará.

Que Alá crie paz e harmonia entre os muçulmanos. Que a paz esteja com você.

 


 Rana Taslim Uddin, o líder da comunidade bangladeshi quer mudar o nome de uma rua do Martim Moniz para Rua Bangladeshi. Num vídeo que já terá algum tempo, o líder da comunidade bangladeshi salienta que já têm 25 lojas naquela rua e que falta pouco para que a rua seja completamente propriedade de elementos da sua comunidade.


 A pressão muçulmana começa a ganhar maior amplitude, à medida que encontra, da parte da sociedade - nomeadamente das chamadas forças de Esquerda - uma atitude de submissão. Também recentemente essa atitude foi nítida e resultou de pressões da comunidade muçulmana, às quais nem a Câmara Municipal de Lisboa nem o Patriarcado de Lisboa foram capazes de resistir.

A comunidade muçulmana fez chegar ao gabinete de Carlos Moedas a sua preocupação pela eventualidade de ocorrerem actos hostis resultantes da passagem, no dia 4 de Junho, da procissão do Corpo de Deus por uma zona de grande concentração de muçulmanos, a praça do Martim Moniz. 

O Patriarca de Lisboa apenas publicou uma nota no seu site da Internet, onde refere que "a tradicional Procissão do Corpo de Deus na cidade de Lisboa, hoje (dia 4 de Junho de 2026),  às 17h00, vai este ano mudar de percurso – iniciando e terminando na Sé Patriarcal – o novo trajeto inclui agora a Praça do Município, a Rua do Arsenal e a Praça do Comércio (Terreiro do Paço)", sem acrescentar qualquer razão aceitável para as alterações introduzidas. Há 55 anos que a procissão mantinha o mesmo percurso.


 

 

 

 

 

 

 

 

Instruções de um pregador islâmico sobre como conquistar um país


 

As ususal, one more video from a black boy beating a white boy, child marriage, parlamento europeu e remigração



 


Crazy liberal, pakis et visas easely, whoever leaves Islam, must be killed, asylum seekers go back to their countries, fot hollydays