sexta-feira, 29 de maio de 2026

Leitão Amaro falha data da divulgação do número total de imigrantes em Portugal (DOIS MILHÕES...)

 

Quantos são os estrangeiros em Portugal? “Operação brutal” do INE dá resultados a 22 de junho. O ministro Leitão Amaro detalhou no Parlamento o processo e as causas da suspensão dos números sobre imigração e população estrangeira relativos a 2024. Pelo meio revelou dezenas de dados estatísticos sobre os imigrantes em Portugal, desde a resolução das pendências, número de alunos, inscrições no SNS, consultas nos cuidados de saúde primários e peso na segurança social (Expresso, 14 de Maio) 

O ministro da Presidência antecipou que os próximos dados oficiais do INE, a serem publicados a 22 de junho, devem revelar um "aumento significativo" do número da população imigrante (TVI, 13 de Maio)

Leitão Amaro antecipa "aumento significativo" do número de imigrantes. O ministro da Presidência reconheceu, esta quarta-feira, que o próximo balanço do Instituto Nacional de Estatística (INE), feito a 22 de junho, vai revelar um "aumento significativo" da população residente e da imigrante em Portugal. António Leitão Amaro defendeu ainda que os dados do INE e da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) serão "sempre diferentes", uma vez que se baseiam em metodologias e universos distintos (Jornal de Notícias, 13 de Maio) 

PS: Os números globais da imigração e da concessão de nacionalidade atingem os DOIS MILHÕES. O momento e forma de divulgação desses números, que deviam ser do conhecimento público desde o dia 22 de Junho de 2026, está a ser motivo de polémica. Há quem defenda que a divulgação deve ser conhecida apenas através de uma nota emitida pelo INE enquanto outros membros do Governo entendem que terá que ser um ministro (o próprio primeiro-ministro, nalguns casos) a fazê-lo, devido à sensibilidade política da questão.

A última vez que o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou dados globais detalhados sobre os fluxos migratórios em Portugal foi em 15 de novembro de 2024.

Os números globais do INE ainda não refletem totalmente os dados administrativos mais recentes fornecidos pela Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), que reportou mais de 1,5 milhões de cidadãos estrangeiros no país devido à regularização de processos pendentes.  

 

 

Mensagens de dois pregadores islâmicos: a derrota da religião cristã e a implantação, novamente, do Islão em Portugal

 


Os dois discursos extremistas da passada semana, nas festividades do Eid al-Adha, são típicos de líderes religiosos recém-chegados ao Ocidente, que ainda não têm consciência de que, por enquanto, têm que dominar a arte da "Taqiya", "Dissimulação", uma regra islâmica que significa, de um ponto de vista concreto, mentir, esconder os seus verdadeiros intentos. Também é verdade que mesmo o xeque David Munir, que estudou numa madrassa fundamentalista, no Paquistão, e que é extremamente hábil no uso desse instrumento, vez por outra, tropeça na verdade.

Por exemplo, quando referiu, a propósito das aulas de árabe que são ministradas na Mesquita de Lisboa, que "gostava de chegar ao dia em que os meus alunos escrevessem da direita para a esquerda em Português". Ou quando elogiou um livro de conteúdo fundamentalista, antes da prédica de uma sexta-feira, já lá vão bastantes anos. O referido livro, "As Virtudes das Acções" é uma colectânea de episódios caracterizados pelo seu extremismo e fundamentalismo. No entanto, foi classificado, pelo xeque David Munir como um livro cuja leitura seria "útil para qualquer crente".

O último capítulo do livro "As Virtudes das Acções" tem como título: “A Degradação Muçulmana e a sua Única Solução” e apela a um “forte contra-ataque”, no intuito de recuperar o domínio do Islão sobre o mundo, dentro dos limites e das directrizes da “Shariah".  

Mas os dois pregadores que encerraram as festividades do Eid al-Adha, organizada pela Comunidade Islâmica do Bangladesh, e não pela Comunidade Islâmica de Lisboa, deixaram mensagens explícitas que devem ter arrepiado o xeque Munir. Desses dois discursos, retiro apenas outros tantos excertos que são os mais óbvios, em matéria de expressão de uma intenção de conquistar, através do Islão e da derrota da religião cristã, o domínio desta terra (Portugal):

-  "(...) Ó Allahdá-nos segurança em nossos lares e orienta os nossos governantes e fazei, ó Deus, com que nossos governantes estejam entre os que Te temem e amam o teu Mensageiro e que sigam os Teus aliados, por Tua misericórdia, ó Mais Misericordioso dos misericordiosos (...) Ó Deus, concede-nos a vitória sobre a religião e protege os tesouros dos muçulmanos (...)"

- "(...)  Neste país há muitas oportunidades para o serviço do islamismo. Se trabalharmos com sinceridade para a religião, então certamente a religião (islâmica) será estabelecida novamente nesta terra, se Deus quiser (...)" 

 

Some "stereotypes" of african-american culture

 

























Hino nacional probido

 

 

No Martim Moniz não se pode cantar o hino nacional, os residentes estrangeiros não autorizam...

Two Islamic preachers in Lisbon with extremist and fundamentalist messages during the Eid al-Adha festivities

 


Two of the Islamic preachers who concluded the Eid al-Adha festivities, the second holiest festival in Islam, at Martim Moniz Square and Alameda Afonso Henriques, delivered extremist and threatening messages regarding non-Muslims

The preacher at Martim Moniz emphasized that the festival was held without any obstacles and that "They (????) supported us in every way and everywhere." He added that in this country there are many opportunities for the service of Islam (...) If we work with sincerity for the religion, then certainly the (Islamic) religion will be established again on this land."

The second preacher, in his closing speech of the festivities at Alameda Afonso Henriques, prayed that Allah grant victory to Muslims in Palestine and Gaza and "overthrow polytheism and the polytheists and the rebellion against the religion in our lands and in all other lands of the Muslims, a united and splendid nation until the Day of Judgment" - the Ummah, the Muslim nation that will encompass the whole world, under Muslim rule. 

"Oh (Allah) guide our rulers and make, oh God, our rulers among those who fear Thee and love Thy Messenger and who follow Thy allies," the preacher added. 

"Oh God, grant us victory over the religion," the preacher continued, without mentioning which religion the victory was intended against - it being, however, obvious that it refers to the Christian religion. At the end of the speech, the preacher asked for Allah's blessing for all Muslims "on your land and on your sea, the nation of Muhammad" - a direct reference to the concept of the Ummah, a term that specifically refers to a world dominated by the Muslim religion, to the global community of believers of Islam, united above any geographical borders, linguistic barriers, nationalities, or political divisions.


Full transcription of the speech given at Alameda Afonso Henriques

Allah, please grant victory to the Muslims, oh Allah, grant victory to the Muslims in Palestine and Gaza and overthrow polytheism, the polytheists, and the rebellion against the religion in our lands and in all other lands of the Muslims, a united and splendid nation until the Day of Judgment. 

Oh God, grant us security in our homes and guide our rulers and make, oh God, our rulers among those who fear Thee and love Thy Messenger and who follow Thy allies, by Thy mercy, oh Most Merciful of the merciful. Oh God, grant us victory over the religion and protect the treasures of the Muslims and make us among those who cling to the religion of Muhammad, may God's peace and blessings be upon him, and follow his sunnah, and obey his sharia, and grant us his intercession. 

Oh God, forgive us and the believing men and believing women, and the Muslim men and Muslim women, the living among them and the dead. Oh God, do not forsake the relatives in the graves, in their graves, and forgive them and settle their affairs and pay their debts and heal the sick and give them health, security, success, and guidance. And for all Muslims on your land and on your sea, the nation of Muhammad, may God bless him.

Full transcription of the preacher's statements at Martim Moniz

By the mercy of Allah Ta'ala, He blessed us, in a non-Muslim country, in a very beautiful way, under the open sky we held the Eid congregation, without any kind of obstacle. They (????) supported us in every way and everywhere. This is a great inspiration for our religion. In this country, there are many opportunities for the service of Islam. If we work with sincerity for the religion, then certainly the (Islamic) religion will be established again in this land, God willing. May Allah Almighty accept us all as propagators of the religion.

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Two preachers with messages of intolerance 

Last Wednesday's celebration was the festival of Eid al-Adha, the second holiest in Islam, which celebrates the episode in which Abraham is called by God to sacrifice his own son. These celebrations are notable because, for the first time in Portugal, the Islamic Community of Lisbon had nothing to do with the celebration, which was organized solely by the Bangladeshi Islamic Community.

Sheikh David Munir, the iman of Lisbon's Mosque was accepted as the supreme religious authority by about 40,000 believers, most of whom have lived in Portugal for dozens of years, many of them from Mozambique, others already holding Portuguese nationality. Muslims from Bangladesh currently number around 100,000.

There is a schism among Muslims in Portugal, with the Bangladeshi community refusing the religious authority of Sheikh David Munir. Another example of this, in addition to celebration of the Eid al-Adha, is the fact that the Bangladeshi Islamic Community already controls 14 of the approximately 60 Islamic mosques/places of worship in Portugal.

 

 

 

 


Dois pregadores islâmicos, em Lisboa, com mensagens extremistas e fundamentalista nas festividades do Eid al-Adha

 


Dois dos pregadores islâmicos que encerraram as festividades do Eid al-Adha, a segunda mais sagrada do Islão, na Praça do Martim Moniz e na Alameda Afonso Henriques, deixaram mensagens extremistas e ameaçadoras em relação aos não-muçulmanos. O pregador do Martim Moniz salientou que a festa foi realizada "sem nenhum tipo de obstáculo" e que "Eles (????) nos apoiaram de todas as formas e em todos os lugares." Adiantou que "neste país há muitas oportunidades para o serviço do islamismo (...) Se trabalharmos com sinceridade para a religião, então certamente a religião (islâmica) será estabelecida novamente nesta terra".

O segundo pregador, no seu discurso de encerramento das festividades, na Alameda Afonso Henriques,  apelou para que Allah concedesse "vitória aos muçulmanos na Palestina e em Gaza e derruba o politeísmo e os politeístas e a rebelião contra a religião em nossas terras e em todas as outras terras dos muçulmanos, uma nação unida e esplêndida até ao Dia do Juízo." - a Ummah, a nação muçulmana que abrangerá todo o mundo, sob domínio muçulmano.

"Ó (Allah) orienta os nossos governantes e fazei, ó Deus, com que nossos governantes estejam entre os que Te temem e amam o teu Mensageiro e que sigam os Teus aliados," acrescentou o pregador.

"Ó Deus, concede-nos a vitória sobre a religião", adiantou o pregador sem mencionar qual a religião sobre a qual se pretendia a vitória - sendo. no entanto óbvio que se trata da religião cristã. No final do discurso, o pregador  pediu a benção de Allah "para todos os muçulmanos em tua terra e em teu mar, a nação de Muhammad" - uma referência directa ao conceito de Ummah, um termo que se refere específicamente a um mundo dominado pela religião muçulmana, à comunidade global de crentes do Islão, unida acima de quaisquer fronteiras geográficas, barreiras linguísticas, nacionalidades ou divisões políticas.

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Transcrição integral do discurso proferido na Alameda Afonso Henriques 

Allah, por favor concede vitória aos muçulmanos, ó Allah, concede vitória aos muçulmanos na Palestina e em Gaza e derruba o politeísmo e os politeístas e a rebelião contra a religião em nossas terras e em todas as outras terras dos muçulmanos, uma nação unida e esplêndida até ao Dia do Juízo.

Ó Deus, dá-nos segurança em nossos lares e orienta os nossos governantes e fazei, ó Deus, com que nossos governantes estejam entre os que Te temem e amam o teu Mensageiro e que sigam os Teus aliados, por Tua misericórdia, ó Mais Misericordioso dos misericordiosos. 

Ó Deus, concede-nos a vitória sobre a religião e protege os tesouros dos muçulmanos e faze-nos daqueles que se apegam à religião de Muhammad, que a paz e as bençãos de Deus esteja com ele, e siga a sua sunnah, e obedeça à sua sharia e conceda-nos a sua intercessão.

Ó Deus, perdoa-nos e aos crentes e às crentes, e aos muçulmanos e às muçulmanas, os vivos entre eles e os mortos. Ó Deus, não desampares os familiares nos túmulos, em seus túmulos, e perdoa-lhes e pacifica os seus assuntos e salda as suas dívidas e cura os doentes e dá-lhes saúde, segurança, sucesso e orientação. E para todos os muçulmanos em tua terra e em teu mar, a nação de Muhammad, que Deus o abençoe.

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Transcrição integral das declarações do pregador no Martim Moniz 

 Pela misericórdia de Allah Ta'ala nos abençoou, em um país não muçulmano, de forma muito bonita, sob o céu aberto realizámos a congregação do Eid, sem nenhum tipo de obstáculo. Eles (????) nos apoiaram de todas as formas e em todos os lugares. Isso é uma grande inspiração para a nossa religião. Neste país há muitas oportunidades para o serviço do islamismo. Se trabalharmos com sinceridade para a religião, então certamente a religião (islâmica) será estabelecida novamente nesta terra, se Deus quiser. Que Allah Todo-Poderoso nos aceite a todos como propagadores da religião."  

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A celebração da passada quarta-feira foi a festa do Eid al-Adha, a segunda mais sagrada do Islão, que celebra o episódio em que Abraão é chamado por Deus para sacrificar o próprio filho. Estas celebrações são marcantes porque, pela primeira vez, em Portugal, a Comunidade Islâmica de Lisboa não teve nada a ver com a celebração, organizada apenas pela Comunidade Islâmica do Bangladesh

O xeque David Munir era aceite, como autoridade religiosa máxima, por cerca de 40 mil crentes, a maioria residentes em Portugal há dezenas de anos, muitos deles provenientes de Moçambique, outros já com a nacionalidade portuguesa.

Os muçulmanos do Bangladesh rondam actualmente os 100 mil. Há um cisma nos muçulmanos em Portugal, com os bangladeshi a recusarem a autoridade religiosa do Xeque David Munir. Mais um exemplo disso, para além desta  celebração, é o facto de a Comunidade Islâmica do Bangladesh controlar já 14 das cerca de 60 mesquitas/lugares de culto islâmicos, em Portugal. 

 


 PS1: Um pormenor, o panfleto não está escrito em árabe mas em Urdu

PS2: Nos posts sobre esta festividade, no Facebook, muita gente levanta uma questão simples: mas estes milhares de homens (mulheres não são autorizadas) não trabalham? 

Muslim preacher from Bangladesh says Islam will conquer Portugal again

 


"By the mercy of Allah Ta'ala, we have been beautifully blessed in a non-Muslim country to hold the Eid congregation under the open sky without any obstacles. They supported us in every way and everywhere. This is a great inspiration for our religion. In this country, there are many opportunities for the service of Islam. If we work sincerely for the religion, then surely the (Islamic) religion will be established once again in this land, God willing. May Almighty Allah accept us all as propagators of the religion." 

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Pregador islâmico diz, em Portugal, que a "religião (islâmica) será estabelecida novamente nesta terra"

 

Tradução: 

Pela misericórdia de Allah Ta'ala nos abençoou, em um país não muçulmano, de forma muito bonita, sob o céu aberto realizámos a congregação do Eid, sem nenhum tipo de obstáculo. Eles (????) nos apoiaram de todas as formas e em todos os lugares. Isso é uma grande inspiração para a nossa religião. Neste país há muitas oportunidades para o serviço do islamismo. Se trabalharmos com sinceridade para a religião, então certamente a religião (islâmica) será estabelecida novamente nesta terra, se Deus quiser. Que Allah Todo-Poderoso nos aceite a todos como propagadores da religião."