sexta-feira, 28 de agosto de 2026
Norway Offers Migrants a Lesson in How to Treat Women
A Noruega implementou cursos específicos sobre igualdade de género, códigos de conduta social e crimes sexuais direcionados a requerentes de asilo e refugiados. O programa pioneiro foi desenvolvido por organizações como a Hero Norge (que gere centros de acolhimento) em colaboração com o departamento de imigração e a fundação Alternative to Violence .
O objetivo principal destas lições é ajudar os migrantes recém-chegados, especialmente os vindos de sociedades culturalmente muito conservadoras ou patriarcais, a compreenderem as normas liberais ocidentais e as leis de igualdade da Noruega.
"Não significa Não": O curso foca-se intensamente na premissa de que qualquer avanço sexual sem consentimento explícito constitui crime. O consentimento deve ser mútuo do início ao fim.
Prevenção da violação conjugal: Uma das regras mais explícitas ensinadas nos manuais é que forçar alguém a ter relações sexuais é proibido por lei, mesmo que as pessoas envolvidas sejam casadas.
A lei acima da religião ou cultura: Os formadores enfatizam que, independentemente da fé ou costumes de origem do indivíduo, são as leis e o código penal norueguês que ditam as regras do país.
A roupa das mulheres: Utilizam-se imagens e exemplos práticos para explicar que o facto de uma mulher usar roupas curtas (como minissaias), consumir álcool, sorrir ou andar sozinha à noite não constitui um convite ou sinal verde para abordagens sexuais.
A iniciativa surgiu inicialmente na cidade de Stavanger, entre 2009 e 2011, após o registo de uma vaga de agressões sexuais na região. Embora o programa tenha sido amplamente elogiado pela promoção dos direitos humanos, também enfrentou alguma controvérsia:
Críticas: Alguns opositores e críticos argumentaram que os cursos poderiam estigmatizar os refugiados masculinos, criando o pressuposto generalizado de que todos os imigrantes são predadores sexuais potenciais. Para mitigar isto, os manuais passaram a utilizar dinâmicas de grupo com cenários onde o agressor hipotético também assume uma identidade nativa norueguesa.
O modelo norueguês acabou por inspirar outros países europeus (como a Dinamarca e a Bélgica) a desenharem programas de orientação semelhantes para os seus fluxos migratórios.
New York Times - By Andrew Higgins - Dec. 19, 2015
"Islam is only one – its interpretations are what differ, as can be seen in this translation of a text by Ayatollah Khomeini, in which he states that a man 'may have sexual pleasure with a child. However, he must not penetrate her vaginally, but sodomizing the child is already acceptable.'
It is a pity that no journalist asks Sheikh Munir – that wolf in sheep's clothing – whether he agrees that the terrorists who brought down the Twin Towers practiced the same Islam that he, as imam of the Lisbon Mosque, practices.
Or whether Sheikh Munir agrees with the positions in the book "Tahrir al-Wasilah" (1) by Ayatollah Ruhollah Khomeini on sex with children, in which the founder of the Islamic Republic of Iran states that 'A man may have sexual pleasure with a child. However, he must not penetrate her vaginally, but sodomizing the child is acceptable.' (2)
“Tahrir al-Wasilah” by Ayatollah Ruhollah Khomeini - Part 3, Page 229, Problem 12
"Unveiling 'Tahrir al-Wasilah' and Khomeini's defenses of pedophilia" - by Ahmad Batebi
PS1: Shortly after publishing this post, I received a few messages from some Muslims (who were far from pleased, of course). To all of them, I leave an old saying from the small village where my late father was born: "People who die of fear end up buried in shit."
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
O islão é só um - as suas interpretações é que são diferentes, como se pode ver nesta tradução de um texto do Aiatolá Khomeini, onde se refere que um homem "pode ter prazer sexual com uma criança. No entanto ele não deve penetrá-la vaginalmente, mas sodomizar a criança já é aceitável"
O Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, tem uma posição pública amplamente documentada contra a expressão "Islão moderado". Ao longo da sua carreira política, Erdoğan defendeu repetidamente que não existe um Islão moderado ou imoderado, afirmando que "o Islão é apenas um".
É pena que nenhum jornalista pergunte ao xeque Munir, esse lobo com pele de cordeiro, se concorda com o facto de os terroristas que deitaram abaixo as torres gémeas, praticarem o mesmo Islão que ele, imã da Mesquita de Lisboa, pratica.
Ou se o Xeque Munir concorda com as posições do livro "Tahrir al-Wasilah” (1) da autoria do Aiatolá Ruhollah Khomeini sobre sexo com crianças, onde o fundador da República Islâmica do Islão afirma que "Um homem pode ter prazer sexual com uma criança. No entanto, ele não deve penetrá-la vaginalmente, mas sodomizar a criança é aceitável." (2) (3)
(1)“Tahrir al-Wasilah” from Aiatolá Ruhollah Khomeini - Part 3, Page 229, Problem 12
(2)"Unveiling 'Tahrir al-Wasilah' and Khomeini's defenses of pedophilia"
(3) by Ahmad Batebi
PS1: In a short time, after the publication of this post, I received a couple of messages from some muslims (far from pleased, of course). For all of them, one old say of the small vilage where my late father was born: "People who die of fear end up buried in shit."
PS2:"Pouco tempo depois da publicação deste post, recebi algumas mensagens de muçulmanos (pouco satisfeitos, claro). Para todos eles, um velho ditado da pequena aldeia onde o meu falecido pai nasceu: 'As pessoas que morrem de medo são enterradas em merda.'"
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Há 50 anos, o número total de cidadãos estrangeiros em Portugal não era superior aos 32 mil. Hoje em dia, são mais de 1,5 milhões e em sete ...
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S ome excerts of this study from United Nations : "(...) Focusing on these two striking and critical trends, the present study addre...
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The statement attributed to Hamas commanders reflects an extremist and violent ideology that promotes hatred against non-Muslims, espe...






