A empatia suicida é um suposto fenômeno no qual formas excessivas, mal direcionadas e patológicas de empatia são destrutivas para a parte que as exibe. Os proponentes deste conceito afirmam que ele ocorre quando se prioriza a compaixão, a compreensão e a empatia em detrimento da lógica e das consequências a longo prazo.
O termo foi cunhado pelo professor de marketing canadiano Gad Saad no seu livro Suicidal Empathy: Dying to Be Kind. Segundo Saad, a empatia suicida é a incapacidade de tomar decisões ótimas quando se está psicologicamente condicionado a priorizar a empatia ou a sua demonstração em vez de um curso de ação racional.
Ele argumenta que a empatia suicida privilegia grupos minoritários, como os imigrantes ilegais, em detrimento da sobrevivência e da segurança dos próprios grupos e valores do indivíduo. Por exemplo, Saad defende que, nos Estados Unidos, os soldados que combatem pelo país recebem muito menos empatia do que os membros de gangues de imigrantes. Ele associa este conceito à moral das fábulas de Esopo O Camponês e a Víbora e O Escorpião e a Rã."

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