sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Arnaldo Gonçalves: “DISCORDO profundamente de ti caro amigo LUIS OSÓRIO”

 


Via Florbela Fernandes (o Observador) sobre um texto encómio do ex-director da Policia Judiciaria pelo conhecido cronista socialista no Diário de Notícias.

“DISCORDO profundamente de ti caro amigo LUIS OSÓRIO”

Caro Luís,

Há textos que lemos e com os quais discordamos. E há outros que nos obrigam a parar, porque são escritos por alguém que conhecemos, que respeitamos e cuja inteligência reconhecemos.

O teu texto sobre Luís Neves pertence à segunda categoria.

E é precisamente por isso que te digo, com amizade e sem qualquer animosidade: discordo profundamente de ti. Não porque considere que Luís Neves seja necessariamente um mau homem. Não porque queira ignorar o seu percurso profissional, a sua competência ou o trabalho que desenvolveu enquanto polícia e responsável máximo pela Polícia Judiciária. 

Discordo porque acredito que estamos a discutir uma coisa muito maior do que Luís Neves e, ao contrário de ti, não tenho Luís Neves como um exemplo inquestionável, nem partilho da premissa de que a sua gestão na Polícia Judiciária tenha sido perfeita. Mas mesmo que a sua competência fosse irrepreensível, estamos a discutir algo muito maior do que um homem: estamos a discutir as fundações da nossa democracia.

Estamos a discutir a República. Há uma ideia que deveria ser absolutamente elementar numa democracia liberal e republicana: ninguém está acima das regras. Muito menos quem exerce funções públicas.

A República não nos pede homens perfeitos. Não nos pede santos, heróis imaculados ou pessoas sem contradições. Pede-nos servidores públicos sujeitos às mesmas leis, aos mesmos deveres e aos mesmos padrões de responsabilidade que se aplicam aos restantes cidadãos. É por isso que a competência não pode ser uma espécie de moeda com que se compram descontos éticos.

Um excelente polícia não deixa de estar obrigado à lei porque é um excelente polícia. Um excelente ministro não deixa de estar obrigado às regras porque foi um excelente ministro. Um excelente presidente de câmara não fica dispensado dos deveres de transparência porque conseguiu transformar a sua cidade. E um excelente dirigente público não pode beneficiar de uma tolerância moral que não concederíamos a um cidadão comum.

Quando escreves que preferes este “bandido bom” a um “choninhas”, estás, talvez involuntariamente, a aceitar uma dicotomia que considero perigosa. Não temos de escolher entre o bandido bom e o choninhas. Podemos — e devemos — exigir competência com integridade. 

Aliás, eu diria mais: quanto maior for o poder, maior deve ser a exigência ética. Porque o poder público não é propriedade de quem temporariamente o exerce. É um empréstimo que a República faz a algumas pessoas. E quem recebe esse empréstimo recebe também uma responsabilidade acrescida.

A Filosofia Política debate há séculos uma questão essencial: como devemos organizar a vida coletiva e que virtudes devemos exigir a quem exerce o poder. Desde Aristóteles à tradição republicana, passando por Kant e pela construção moderna do Estado de Direito, existe uma ideia que atravessa séculos de pensamento político: a política não pode ser separada da ética.

A tentação de justificar determinados comportamentos porque “o homem é bom”, porque “fez muito pelo país”, porque “é competente” ou porque “os resultados estão à vista” é precisamente uma das tentações contra as quais as instituições republicanas foram construídas.

É muito fácil dizer: “Sim, fez aquilo, mas…” E depois acrescentar tudo aquilo que admiramos na pessoa: “Mas é um excelente profissional.”; “Mas combateu o crime.”; “Mas foi corajoso.”; “Mas fez muito pela Polícia Judiciária.”

Tudo isso pode ser verdade. Mas não responde à questão ética.

A pergunta não é se Luís Neves fez coisas boas, aliás como era a sua obrigação. A pergunta é se, quando existem dúvidas ou factos que podem configurar incumprimentos legais e éticos, devemos ser mais tolerantes porque ele fez coisas boas? A minha resposta é não.

Porque, se começarmos a medir a exigência ética pelo saldo positivo da pessoa, que mais não é do que a sua obrigação profissional, deixamos de ter princípios. Passamos a ter contabilidade moral. E isso é muito perigoso.

Hoje abrimos uma exceção para o homem competente. Amanhã, para o político eficaz, o que dizer de Sócrates, foi ou não eficaz na modernização do País? Depois para o amigo. Depois para aquele que “é dos nossos”. E quando damos por isso, a regra deixou de ser uma regra. Passou a ser uma recomendação.

Voltemos aos factos.

É aqui que também discordo da forma como esta discussão tem sido conduzida. Não estamos perante uma história sobre alguém que simplesmente se esqueceu de entregar um papel. É o valor republicano desse papel.

“Roubado”, com o devido respeito, ao Arnaldo Gonçalves

PS: Todos estes episódios em torno de Luís Neves fazem-me lembrar uma figura  ímpar da política brasileira, Adhemar de Barros, o homem que "apadrinhou" a expressão: "Eu roubo, mas eu faço" - o nosso "isaltino", que deu origem ao verbo "isaltinar", tão comum nas redacções dos jornais.

Adhemar de Barros foi  prefeito da cidade de São Paulo e governador do estado. A expressão "Eu roubo, mas eu faço", inicialmente  foi cunhada por um adversário político, Paulo Junqueira, que acusava Adhemar de Barros de apenas delapidar e roubar o erário público. 

Os "spin doctors" (assessores de Imprensa) de Adhemar de Barros tiveram uma ideia genial: em vez de contra-atacarem, assumiram que sim senhora, era verdade, Adhemar de Barros roubava. Mas também fazia: embora houvesse desvios de dinheiros públicos, o político realizava grandes obras públicas (como hospitais e estradas) que beneficiavam a população, ao contrário de outros que "não faziam nada".

Outra figura ímpar da política brasileira é um célebre palhaço e humorista, cujo slogan de campanha pediu meças ao de Adhemar de Barros: "Vote Tiririca, pior não fica". A originalidade foi recompensada nas urnas: em 3 de outubro de 2010, Tiririca tornou-se o quinto Deputado Federal mais votado em toda a história do Brasil, naquele ano, sendo eleito pelo estado de São Paulo com 1.348.295 (6,35%) votos. Á sua frente ficaram apenas nomes sonantes da política brasileira: Eduardo Bolsonaro, Enéas Carneiro, Nikolas Ferreira e Celso Russomanno.

Nos (escassos) factos que hoje nos colocam à frente - mas que vemos, ouvimos e lemos / não podemos ignorar - temos uma versão de outras figuras, populares para quem já esteve numa esquadra da PSP, sujeito a interrogatório: o "polícia bom" e o "polícia mau." Há quem ache que Luís Neves foi um excepcional director-geral da Polícia Judiciária e que isso "apaga pequenos" erros, como a não entrega da declaração de interesses, dar umas cacetadas a um detido em prisão preventiva ou ter um "tanque" com uma escada de metal, própria para quem quer subir e descer de uma piscina. 

Outros pensam que a actuação de Luís Neves é inconcebível e inaceitável, indigna de um ministro, que já deveria ter-se demitido, mais que não fosse pela forma arrogante como ignora e insulta a Comunicação Social, atirando-lhes com expressões impróprias de qualquer político: "

"No meu tempo, irei esclarecer ponto por ponto todas as questões, com toda a transparência", garante Luís Neves. "O ministro da Administração Interna promete falar com os jornalistas 'em momento próprio', sem adiantar uma data específica." de acordo com a SIC Notícias.

Convém aqui lembrar que foi Pedro Passos Coelho a primeira voz a levantar-se contra a nomeação de um Director-Geral da Polícia Judiciária para um cargo de ministro. Será que PPC sabe algo que todos nós ignoramos?

Quanto ao interrogatório na esquadra, que há pouco referia, há sempre dois agentes que desempenham o papel do "polícia bom" e do "polícia mau". O primeiro chega ao pé de nós e diz: "Eh pá, é melhor confessares tudo, se não vem aí o meu colega e olha que ele não é para brincadeiras, não é um gajo calmo como eu..."

À falta de confissão, entra em acção o "polícia mau": agressivo, aos berros, a dar cacetadas na mobília com o bastão de metal extensível. "Este c....., f....da...p...." não quer falar? Eu sei como o pôr a falar. Mete-o ali na cela dos preventivos onde estão os três "blacks" que apanhámos hoje. Diz-lhes para lhe darem o tratamento especial que ele, no fim, confessa tudo e mais alguma coisa que nem sequer fez..."

E, enfim, as perguntas que ouço todas as manhãs, no cafézinho onde leio o Correio da Manhã, a TV ligada no canal do CM: que papel irá o ex-Director-Geral da Polícia Judiciária e actual Ministro da Administração Interna, desempenhar? Sim, porque entre os lamentos do custo de vida, as leituras de A Bola e os apelidos pouco recomendáveis atribuídos à maioria dos membros do governo, muita gente está a ficar mais do que  farta das histórias - sempre adiadas, de Luís Neves.

Era bom que se colocasse colocar um fim neste ror de episódios que já parece uma das mais conhecidas opera-bufa, "O Barbeiro de Sevilha" ("Largo al factotum"), com personagens como o criado astuto, o servo inteligente, trapaceiro e engenhoso, o velho resmungão, um homem idoso e avarento, etc. Há para todos os gostos.

 

 


 

 

 


 

 



 

 

O Delaunay-Belleville, o "Rolls-Royce" dos carros de luxo, na década de 30 do século passado

 

Não existe um consenso histórico ou uma condenação judicial que aponte um único político como o "mais corrupto" da Primeira República (1910–1926). No entanto, a figura central do período, Afonso Costa, líder do Partido Republicano Português e várias vezes chefe do governo, foi frequentemente alvo de intensas acusações de corrupção, enriquecimento ilícito e uso político do Estado por parte dos seus opositores.

O ambiente político da Primeira República era marcado por grande instabilidade, facciosismo e uso da propaganda. A pecha de corrupção foi largamente aplicada de forma genérica ao regime e aos seus dirigentes, servindo também de argumento para a oposição e para a retórica que culminou no golpe militar de 28 de maio de 1926.

Fatores associados às acusações da época: Acusava-se Afonso Costa de ostentar sinais exteriores de riqueza pouco comuns na época — como ser um dos primeiros proprietários de automóveis em Lisboa ou passar férias de luxo na Suíça —, embora os defensores apontassem que ele já era um advogado bem-sucedido antes de entrar na política.

O Partido Republicano implementou uma teia de nomeações e distribuição de cargos públicos pelos seus apoiantes (o chamado "amiguismo"), prática vista pelos críticos como uma forma sistémica de corrupção política. Jornais monárquicos, católicos e da oposição republicana usavam o argumento da corrupção como arma de arremesso constante contra os governos afonsistas, num período sem tribunais de contas ou escrutínio moderno independente.

Mais do que casos provados de corrupção individual nos moldes atuais, a I República ficou associada a uma crise moral e financeira global do Estado, frequentemente descrita por historiadores como um esgotamento geral das instituições e das práticas clientelares do parlamentarismo da altura. Foi isso que abriu as portas a um senhor sisudo e de poucas falas, professor de Direito. 

Lembro-me de o meu falecido pai, que tinha boa memória e o prazer de me contar histórias antigas, dos seus tempos de criança, nascido e criado num aldeia miserável da Beira Baixa, me reproduzir uma conversa da minha avô, com uma vizinha, a propósito de Salazar.

"Com este, pelo menos, o pão já não aumenta" - dizia a amiga da minha avó. Com este, entenda-se, António de Oliveira Salazar, ministro das Finanças desde 27 de Abril de 1928. Só quem viveu esses tempos ou deles teve conhecimento pela memória que lhe foi passada pela geração anterior pode imaginar o peso que o simples pão tinha na economia familiar.

Em casa do meu pai, um dos cinco filhos de uma viúva, comida eram batatas, couves e algumas rodelas de chouriço, apenas para dar sabor. Quando as finanças estavam melhor e a minha avó conseguia vendar mais ovos - produto de um modesto galinheiro, onde criava galinhas e perús - acrescentavam-se umas tiras de presunto. 

Quanto a Salazar, não consta que tivesse um tanque transmutado em  piscina ou carros de alta gama. Era tão poupado que os únicos luxos que lhe conhecem eram os ovos frescos que a D.Maria, a sua eterna governante, colhia no pequeno galinheiro instalado nos jardins do Palacete de S.Bento e as couves tronchudas que também cultivava nesses jardins.

Salazar mudou-se para o Palacete de S.Bento depois de ter sido alvo de um atentado bombista, em 1937, à porta da casa onde vivia, no nº 64 da Rua Bernardo Lima. Ali viveu o resto da sua vida, com a fiel D.Maria, os seus ovos frescos e as couves tronchudas que, com uma posta de bacalhau e um fiozinho de azeite satisfaziam o ditador que nunca teve um Delaunay-Belleville, a marca francesa considerada, na época, o "Rolls-Royce do mundo francófono" e que representava o auge do luxo, da engenharia e do prestígio internacional. 

Um modelo Delaunay-Belleville (que custaria, a preços da altura, cerca de 80 mil euros) foi adquirido logo no início do novo regime para servir de viatura oficial ao Dr. Manuel de Arriaga, o primeiro Presidente da República Portuguesa eleito. O valor do carro com que Luís Neves anda custaria hoje à roda dos 40 mil euros. 

As despesas com o funeral de António de Oliveira Salazar e com o seu longo período de doença, foram integralmente suportadas pelo Estado Português. Salazar faleceu a 27 de julho de 1970 e foram decretados quatro dias de luto nacional. 

O funeral realizou-se a 30 de julho no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, e foi um Funeral de Estado. Foram cumpridos os seus desejos, sendo sepultado em campa rasa, ao lado dos pais, no cemitério da sua terra natal, Vimieiro, em Santa Comba Dão.

(Com 'deepseek', 'Google AI' e 'Wikipedia') 

 

"A solution to the issue of immigrants raping young girls"

 


quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Just for a break from so many serious subjects I've been writing about, here it is a change: 'El Cristo de Santa Muerte', hymn of the Spanish Foreign Legion."

 


"Muslim refugees come to Europe because this continent is 'infected' with a virus called 'Suicidal Empathy: Dying to Be Kind' (Gad Saad)."

 

Suicidal empathy is a purported phenomenon in which excessive, misdirected and pathological forms of empathy are destructive for the party that exhibits it. Proponents of the concept claim it happens through prioritizing compassion, understanding and empathy over logic and long-term consequences. 

The term was coined by Canadian marketing professor Gad Saad in his book Suicidal Empathy: Dying to Be Kind. According to Saad, suicidal empathy is the inability to implement optimal decisions when one is psychologically conditioned to prioritize empathy or displays of empathy over a rational course of action.

 He argues that suicidal empathy prioritizes minority groups such as illegal immigrants at the expense of survival and security of one's own groups and values.For example, Saad argues that in the United States, soldiers fighting for the country receive much less empathy than immigrant gang members. He associates the concept with the morals of Aesop's fables The Farmer and the Viper and The Scorpion and the Frog."

 



 

Os refugiados muçulmanos vêm para a Europa porque este continente está "infectado" com um vírus chamado "Suicidal Empathy: Dying to Be Kind" (Gad Saad)

 

A empatia suicida é um suposto fenômeno no qual formas excessivas, mal direcionadas e patológicas de empatia são destrutivas para a parte que as exibe. Os proponentes deste conceito afirmam que ele ocorre quando se prioriza a compaixão, a compreensão e a empatia em detrimento da lógica e das consequências a longo prazo.

O termo foi cunhado pelo professor de marketing canadiano Gad Saad no seu livro Suicidal Empathy: Dying to Be Kind. Segundo Saad, a empatia suicida é a incapacidade de tomar decisões ótimas quando se está psicologicamente condicionado a priorizar a empatia ou a sua demonstração em vez de um curso de ação racional.

Ele argumenta que a empatia suicida privilegia grupos minoritários, como os imigrantes ilegais, em detrimento da sobrevivência e da segurança dos próprios grupos e valores do indivíduo. Por exemplo, Saad defende que, nos Estados Unidos, os soldados que combatem pelo país recebem muito menos empatia do que os membros de gangues de imigrantes. Ele associa este conceito à moral das fábulas de Esopo O Camponês e a Víbora e O Escorpião e a Rã."


 

 


 

Por que é que os refugiados muçulmanos emigram maciçamente para a Europa?

A chegada em massa de refugiados à Europa, o maior fluxo migratório registrado desde a Segunda Guerra Mundial, confrontou as autoridades europeias perante uma realidade de uma tragédia de dimensões astronômicas. 

Apenas entre 1º de janeiro e 1º de setembro de 2015, ao menos 351.314 pessoas chegaram às costas europeias, principalmente à Grécia (234.778 pessoas) e Itália (114.276), seguidas muito de longe pela Espanha (2.166) e Malta (94). 

Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), pelo menos 2.643 pessoas que tentavam chegar à Europa perderam a vida no Mediterrâneo, embora o órgão não descarte que esse número seja muito maior. 

(Continua


Germany: Outrage as Syrian refugee with four wives and 23 kids ‘claims £320,000 in benefits every year’

  

He was given special ‘exemption’ to choose his ‘main’ wife and class the other three as ‘friends’. 

A Syrian migrant has sparked outrage after allegedly using his four wives and 23 children to rake in over £320,000 a year in benefits.

The man named only as Ghazia A fled Syria with his huge family last year and has since settled in Germany.

He doesn’t work and instead lives off the huge benefit bung, according to a financial manager who worked out what the state is liable to fork out.

There is no official confirmation of the £320,000 figure.

Under Islamic law a man can marry up to four wives as long as he is able to give them financial support.

However, German law does not recognise polygamous marriages.

But instead of the marriages being ignored, the refugee was given special leeway to choose his “main wife”.

The other three women were then categorised as “friends” in an arrangement a local official described as an “exemption”, German daily Rhein-Zeitung reports.

Gazia, 49, lives with his “main” wife Twasif and their five children in the Rhineland-Palatinate town and visits his other families that live in the surrounding area every few days.

He said he used to run a garage and car hire service in Syria before the country’s descent into civil war, allowing him to provide for his family.

However he has not worked since the move to Europe last year on the back of Chancello rAngela Merkel‘s open door policy.

He told German daily Bildhe was committed to his families: “In our religion it is my duty to visit every family and to be with them.

“I am practically all the time go to with my family to be together – and I would like to find work again.”

 

Celebrating a massacre on October 7th

  Michael Rapaport   Never forget the elation, the orgasmic celebration of the innocent civilians of Gaza on 10/7. This was their World Se...