quinta-feira, 18 de junho de 2026
quarta-feira, 17 de junho de 2026
Terrorismo: muçulmanos matam muçulmanos
Desde 2005 até aos dados consolidados mais recentes, estima-se que extremistas muçulmanos tenham perpetrado mais de 45.000 atentados terroristas à escala global, resultando em mais de 220.000 vítimas mortais.
Balanço Geral das Vítimas e Ataques
Número de mortos: Os estudos históricos indicam que o terrorismo de matriz extremista islâmica provocou entre 210.000 e 240.000 mortes acumuladas nas últimas décadas, concentrando-se a esmagadora maioria deste volume (mais de 85%) no período pós-2005.
Auge da violência (2013–2017): O surgimento e a expansão territorial do Estado Islâmico (Daesh) no Iraque e na Síria, combinados com a atividade dos Taliban e do Boko Haram, geraram os anos mais letais da história moderna. Só o ano de 2014 registou mais de 32.000 mortes por terrorismo global.
Quem são as vítimas: Ao contrário da perceção pública comum no Ocidente, entre 80% e 90% das vítimas mortais destes atentados são muçulmanos, uma vez que os alvos principais são populações civis e forças locais em países de maioria islâmica.
Os Grupos Mais Letais (Volume de Baixas)
De acordo com os relatórios consolidados de monitorização do extremismo:
-Taliban: Responsáveis por mais de 71.000 mortes (principalmente no Afeganistão e Paquistão).
- Estado Islâmico (ISIS/Daesh) e afiliados: Responsáveis por mais de 69.000 mortes diretas.
- Boko Haram: Responsável por mais de 26.000 mortes (sobretudo na Nigéria e bacia do Lago Chade).
- Al-Shabaab: Responsável por mais de 21.000 mortes (Somália e África Oriental).
- Al-Qaeda e ramos regionais: Mais de 14.000 mortes.
Distribuição Geográfica dos Atentados
Os ataques não se distribuem de forma igual pelo planeta. Quase a totalidade da atividade terrorista violenta está concentrada em zonas de conflito ativo:
O Epicentro (Médio Oriente e Sul da Ásia): Países como o Afeganistão, Iraque, Síria e Paquistão acumulam mais de metade de todos os ataques mundiais desde 2005.
A Transição para a África Subsariana: A região do Sahel (Mali, Burquina Faso, Níger) e a Somália tornaram-se o principal foco de letalidade do terrorismo extremista.
Impacto na Europa e Ocidente: Embora os ataques em solo europeu tenham gerado enorme repercussão mediática — como os atentados de Londres (2005), Paris (2015) ou Bruxelas (2016) —, estatisticamente a Europa representa menos de 1% do total mundial de ataques e vítimas da violência jihadista global
a "Irmandade Muçulmana" nas ruas de Guimarães: "O Islão não é teu inimigo (...) é uma religião de paz" - uma falsificação da realidade
Segunda fase na conquista de um país ocidental: Proselitismo com falsas premissas, dando relevo a passagens do Corão que podem ser interpretadas como apelando ao pacifismo é à convivência com outras religiões, ignorando as passagens em que a violência é tema.. Nas prédicas internas, nas mesquitas, o Islão é referido como a única religião, que há-de dominar as outras religiões e conquistar o mundo, "a bem ou a mal - pela submissão ou pela espada." Trata-se de uma das tácticas empregues pela "Irmandade Muçulmana", uma organização proibida em quase duas dezenas de países muçulmanos.
Em Portugal, pela primeira vez, viram-se recentemente, pelas ruas de Lisboa, muçulmanos a distribuírem panfletos pelas caixas dos correios e pelos transeuntes e a insistirem que o islamismo é a única religião monoteísta e é uma religião da paz. No entanto, uma leitura do conteúdo do Corão e de alguns "Hadits" (Dizeres do Profeta, recolhidos pelos seus mais próximos "colaboradores") destroem completamente esta falsificação do Islão enquanto religião de paz. Aliás, se mais não fosse necessário, há países muçulmanos que executam qualquer crente que abandone a religião muçulmana.
O Corão é muito claro no tratamento que os muçulmanos devem dar aos judeus e cristãos:
Surata 5:51: Adverte os muçulmanos a não tomarem judeus e cristãos como aliados protetores, indicando que eles são aliados apenas entre si.
Surata 5:82: Descreve os judeus e os idólatras como severos na inimizade, mas aponta os cristãos como aqueles mais próximos em afeição aos muçulmanos.
Surata 9:29: Ordena o combate aos "que não creem em Alá", incluindo judeus e cristãos (Povo do Livro), até que paguem um tributo (o jizya) e se submetam à autoridade islâmica.
2. Combate aos Infiéis (Descrentes)
Surata 9:5: Frequentemente chamado de "Versículo da Espada", ordena que os muçulmanos combatam e matem os idólatras (associadores) onde os encontrarem, após o término de um período de trégua, caso estes persistam na agressão.
Surata 2:191: Permite o combate aos descrentes que perseguem os muçulmanos, instruindo-os a combatê-los onde os encontrarem e expulsá-los, afirmando que "a perseguição é pior do que o homicídio"
Há um um hadith (dito atribuído ao profeta Maomé) que se encontra nas coleções canônicas do Islã, Sahih al-Bukhari e Sahih Muslim (Surata At-Tawbah (9:29): e que diz aos muçulmanos: "Combatei aqueles que não creem em Deus nem no Último Dia, e que não consideram proibido o que Deus e o Seu Mensageiro proibiram, e que não praticam a religião da verdade — dentre aqueles a quem foi dado o Livro — até que paguem o tributo (Jizyah) voluntariamente, e se submetam.
Sob a lei islâmica clássica derivada deste versículo, os judeus e os cristãos que viviam em territórios islâmicos eram classificados como dhimmis (pessoas protegidas). Em troca do pagamento da Jizyah (um imposto de vassalagem), ficavam isentos do serviço militar obrigatório e tinham garantida a proteção das suas vidas, bens e liberdade de culto.
Nas redes sociais há milhares de vídeos com discursos de pregadores islâmicos, cujas afirmações são completamente contrárias ao que os dois pregadores do primeiro vídeo, acima colocado, afirmam, dirigindo-se a um transeunte. No total há 16 países que baniram a Irmandade Muçulmana, com destaque para o facto de sete deles serem países muçulmanos.
Imigrantes têm prioridade na atribuição de casas
"As novas entradas no mercado de trabalho já serão em torno de 30, 40 por cento de mão-de-obra imigrante. Portanto, nós temos de olhar para as necessidades destas pessoas. E o pacote incluiu obviamente a habitação porque enquanto que a população nacional pode permanecer em casa dos pais mais uns anos, quem chega necessita de um espaço para habitar e portanto tem que incluir a habitação." - Pedro Góis, director científico do Observatório das Migrações."




