Segunda fase na conquista de um país ocidental: Proselitismo com falsas premissas, dando relevo a passagens do Corão que podem ser interpretadas como apelando ao pacifismo é à convivência com outras religiões, ignorando as passagens em que a violência é tema.. Nas prédicas internas, nas mesquitas, o Islão é referido como a única religião, que há-de dominar as outras religiões e conquistar o mundo, "a bem ou a mal - pela submissão ou pela espada." Trata-se de uma das tácticas empregues pela "Irmandade Muçulmana", uma organização proibida em quase duas dezenas de países muçulmanos.
Em Portugal, pela primeira vez, viram-se recentemente, pelas ruas de Lisboa, muçulmanos a distribuírem panfletos pelas caixas dos correios e pelos transeuntes e a insistirem que o islamismo é a única religião monoteísta e é uma religião da paz. No entanto, uma leitura do conteúdo do Corão e de alguns "Hadits" (Dizeres do Profeta, recolhidos pelos seus mais próximos "colaboradores") destroem completamente esta falsificação do Islão enquanto religião de paz. Aliás, se mais não fosse necessário, há países muçulmanos que executam qualquer crente que abandone a religião muçulmana.
O Corão é muito claro no tratamento que os muçulmanos devem dar aos judeus e cristãos:
Surata 5:51: Adverte os muçulmanos a não tomarem judeus e cristãos como aliados protetores, indicando que eles são aliados apenas entre si.
Surata 5:82: Descreve os judeus e os idólatras como severos na inimizade, mas aponta os cristãos como aqueles mais próximos em afeição aos muçulmanos.
Surata 9:29: Ordena o combate aos "que não creem em Alá", incluindo judeus e cristãos (Povo do Livro), até que paguem um tributo (o jizya) e se submetam à autoridade islâmica.
2. Combate aos Infiéis (Descrentes)
Surata 9:5: Frequentemente chamado de "Versículo da Espada", ordena que os muçulmanos combatam e matem os idólatras (associadores) onde os encontrarem, após o término de um período de trégua, caso estes persistam na agressão.
Surata 2:191: Permite o combate aos descrentes que perseguem os muçulmanos, instruindo-os a combatê-los onde os encontrarem e expulsá-los, afirmando que "a perseguição é pior do que o homicídio"
Há um um hadith (dito atribuído ao profeta Maomé) que se encontra nas coleções canônicas do Islã, Sahih al-Bukhari e Sahih Muslim (Surata At-Tawbah (9:29): e que diz aos muçulmanos: "Combatei aqueles que não creem em Deus nem no Último Dia, e que não consideram proibido o que Deus e o Seu Mensageiro proibiram, e que não praticam a religião da verdade — dentre aqueles a quem foi dado o Livro — até que paguem o tributo (Jizyah) voluntariamente, e se submetam.
Sob a lei islâmica clássica derivada deste versículo, os judeus e os cristãos que viviam em territórios islâmicos eram classificados como dhimmis (pessoas protegidas). Em troca do pagamento da Jizyah (um imposto de vassalagem), ficavam isentos do serviço militar obrigatório e tinham garantida a proteção das suas vidas, bens e liberdade de culto.
Nas redes sociais há milhares de vídeos com discursos de pregadores islâmicos, cujas afirmações são completamente contrárias ao que os dois pregadores do primeiro vídeo, acima colocado, afirmam, dirigindo-se a um transeunte. No total há 16 países que baniram a Irmandade Muçulmana, com destaque para o facto de sete deles serem países muçulmanos.

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