terça-feira, 16 de junho de 2026

Manif na AIMA, Black anti-islam, bangladeshi try to rape 14-years-old girl, black invasion, black mob beating white girls

 






Um “retrato” do Centro Islâmico do Bangladesh e da Mesquita de Mem-Martins

 


O principal organismo representativo desta comunidade em Portugal é o Centro Islâmico do Bangladesh (Mesquita Baitul Mukarram), registado legalmente sob a forma jurídica de associação. Esta instituição desempenha um papel fulcral no acolhimento, na prática religiosa e na inclusão cívica.

Origem: O projeto nasceu no ano 2000 no bairro da Mouraria, em Lisboa, inicialmente num pequeno apartamento com capacidade para cerca de 35 pessoas.

    Crescimento: Sob a liderança do fundador Rana Taslim Uddin, o espaço expandiu-se progressivamente devido ao aumento da imigração, chegando a ocupar um edifício inteiro na Calçada de Agostinho de Carvalho.

    Liderança: A nível religioso, destaca-se o imã Abu Sayed, enquanto Rana Taslim Uddin atua frequentemente como presidente e porta-voz da comunidade junto dos meios de comunicação e de órgãos autárquicos.

Principais Funções e Impacto

    Apoio Social e Integração: Funciona como uma rede de entreajuda para orientar os cidadãos que chegam ao país, facilitando a aprendizagem da língua, inserção no mercado de trabalho e o acesso a serviços públicos. 

    Espaço de Oração: Sendo a população bangladeshiana maioritariamente muçulmana, o centro disponibiliza a Mesquita Baitul Mukarram para as orações diárias e celebrações festivas (como o Eid).

    Intervenção Cívica: A associação participa ativamente no diálogo local (por exemplo, junto da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior) e na desmistificação de preconceitos, promovendo a coesão social na zona do Martim Moniz.

Organização e financiamento:

1. CLAIM (Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes)

O funcionamento deste gabinete provém de fundos públicos institucionais e internacionais:

2. Associação Comunidade Islâmica da Tapada das Mercês e Mem Martins (ACITMMM)

Por ser uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), o seu financiamento é misto:

    Acordos de Cooperação com a Segurança Social: O Estado português subsidia valências sociais específicas desenvolvidas pela associação (como o apoio escolar ou alimentar).

    Candidaturas a Fundos Públicos: A associação concorre a projetos financiados para a inclusão social e igualdade de oportunidades.

    Receitas Próprias: Quotizações dos associados, voluntariado e donativos diretos da comunidade local para a manutenção da associação.

3. Centro Islâmico do Bangladesh (Mesquita Baitul Mukarram) [1]

Ao contrário das duas anteriores, esta organização funciona de forma quase inteiramente independente do Estado:

    Donativos Comunitários (Sadaqah e Zakat): O financiamento vem dos próprios imigrantes e comerciantes da comunidade do Bangladesh em Portugal. Os fiéis contribuem financeiramente para pagar a renda do edifício, as despesas de manutenção e o salário do imã.

    Eventos e Campanhas: Angariação de fundos interna em momentos de celebração religiosa (como as festas do Eid).

    Parcerias Sociais e de Saúde: pontualmente, para projetos de intervenção cívica e saúde pública (como o projeto bengalisboa), trabalham em parceria com juntas de freguesia locais e o Serviço Nacional de Saúde, embora estes apoios se traduzam mais em cedência de recursos do que em financiamento direto de capitais.

  

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Islâmicos dão início à pregação para a reconquista do Al-Andaluz

Nos últimos meses foram várias as intervenções em que foi referido o Al-Andaluz, a antiga possessão muçulmana daquilo que é hoje Espanha e Portugal, com apelos - uns mais explícitos, outros mais subtis - à reconquista de Portugal, nomeadamente de Lisboa. Ao mesmo tempo, numa vergonhosa atitude de submissão, o Patriarcado de Lisboa alterou a procissão do Corpo de Deus, depois de organizações de muçulmanos terem feito chegar à Câmara Municipal as suas objecções à passagem por uma zona densamente povoada por muçulmanos, o Martim Moniz.

A expansão de escolas islâmicas e madrassas continua, como acontece com o novo complexo a construir em Mem-Martins, subsidiado pela principal organização fundamentalista de Portugal, a Fundação  Islâmica de Palmela e que terá uma escola islâmica, a International School of Sintra, para além de uma mesquita e um centro comunitário.

A Câmara Municipal apenas decidiu em cima da hora, o que obrigou o Patriarcado de Lisboa a alertar os fiéis, num post no seu site, por volta das oito horas da manhã, no dia da própria realização da procissão. Ao mesmo tempo, surgiram na internet vários vídeos, onde se diz, por exemplo, que o Islão voltará a governas estas terras - expressão de um pregador, no final da Festa do Sacrifício, no Martim Moniz. Os exemplos são inúmeros e fáceis de listar:

Igreja e Câmara de Lisboa cedem a pressões dos muçulmanos - procissão do Corpo de Deus não passou pelo Martim Moniz

Rana Taslim Uddin quer baptizar rua da zona do Martim Moniz como "Rua Bangladesh" 

Fundação Islâmica de Palmela subsidia construção de mesquita e escola islâmica em Mem-Martins

A recuperação do Al Andalus e a submissão portuguesa ao Islão

"Martim Moniz é zona de Bangladesh e Paquistão, aqui usa-se a burqa"... 

Muslim comments on the existence of the statue of Afonso III, in Faro

Um clérigo paquistanês, o Mufti Abdul Wahab, diz que "os muçulmanos governarão estas portas e paredes (de Lisboa) e se Deus quiser esse dia certamente chegará" 

Sinal verde para a invasão islâmica de Portugal

Two Islamic preachers in Lisbon with extremist and fundamentalist messages during the Eid al-Adha festivities

 


 



A Irmandade Muçulmana, um dos “polvos” do islamismo


A Irmandade Muçulmana, o “polvo” do islamismo

Pelo menos 7 países baniram totalmente ou declararam a Irmandade Muçulmana (Islamic Brotherhood ou Ikhwan) como uma organização terrorista:

Médio Oriente África: Egito, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos (EAU), Bahrein, Jordânia e Síria.

Ásia Central: Cazaquistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão também proíbem o grupo severamente.

Outras nações, como os Estados Unidos e a Argentina, optaram por designar apenas algumas ramificações específicas ou alas militares da Irmandade como grupos terroristas. A nível global, a organização mantém uma presença descentralizada com ramificações em dezenas de países, sendo apoiada ou tolerada por estados como a Turquia e o Qatar.

A Irmandade Muçulmana utiliza uma estratégia de implantação gradual e indireta em países não-muçulmanos, frequentemente teorizada por ideólogos do grupo como "Infiltração Pacífica" ou "Jiade Civilizacional" (Civilizacional Jihad). O método baseia-se em não confrontar diretamente as leis locais, mas sim usar as liberdades democráticas ocidentais para construir uma infraestrutura social e política paralela.

O processo divide-se em quatro pilares fundamentais:

1. Criação de Organizações de Fachada

O grupo raramente opera com o nome "Irmandade Muçulmana". Em vez disso, fundam associações locais que aparentam ser civis, legítimas e moderadas:

2. Controlo da Infraestrutura Religiosa e Social

A Irmandade procura hegemonia cultural dentro da própria comunidade muçulmana migrante:

    Mesquitas e Centros Culturais: Financiamento e gestão de locais de culto para controlar a narrativa religiosa e a nomeação de imãs.

    Escolas e Escutismo: Criação de instituições educativas e de tempos livres para doutrinar as camadas mais jovens desde cedo. (Mesquita e Centro Comunitário de Mem-Martins, p.ex.)

3. Ativismo Político e Lobismo

O grupo infiltra-se nas estruturas democráticas para influenciar decisões políticas de fora para dentro:

    Parcerias com o Estado: Posicionam-se como os interlocutores preferenciais dos governos ocidentais para gerir assuntos de integração, segurança e contraterrorismo.

    Alianças de Conveniência: Apoio a partidos políticos progressistas ou de esquerda, instrumentalizando a agenda da diversidade e das minorias para ganhar espaço político (caso do Green Party no Reino Unido)

4. Isolamento Comunitário (Sociedades Paralelas)

O objetivo final a médio prazo é evitar a assimilação cultural dos muçulmanos na sociedade recetora:

Mas a Irmandade Muçulmana não é a única organização fundamentalista que camufla as suas intenções sob uma capa de boas-intenções e de pacífica convivência com os não-muçulmanos. Os Tablighi Jamaat, também foram banidos de uma série de países islâmicos: Iran, Uzbekistan, Tajikistan and Kazakhstan, Russia and Saudi Arabia. Em alguns países da Ásia Central, como o Uzbekistan, Tajikistan e Kazakhstan e na Arábia Saudita, os Tablighi Jamaat são comsiderados como extremistas.

Em Portugal, a sua presença era assinalável nas eleições para a liderança da Comunidade Islâmica de Lisboa. O seu voto garantia sempre a eleição do presidente da CIL e um dos seus membros fazia parte da direcção daquela comunidade. Abdul Karim Vakil, filho, foi muito crítico em relação à actuação das Tablighi Jamat em Portugal: 

O Grupo extremista Tabligh Jamaat "representa, por um lado, e incontestavelmente, a força de maior dinamização do Islão entre os muçulmanos em Portugal. Por outro, o seu rigoroso tradicionalismo, traduzido na prescrição do próprio vestuário, na estrita separação entre os sexos, numa atitude de distanciamento em relação à sociedade exterior, representa, como já referi, um factor de ruptura na tendência histórica para a integração na atitude dos muçulmanos em Portugal", escreveu, num estudo sobre o Islão em Portugal.

O recente afluxo de muçulmanos provenientes do Bangladesh alterou o equilíbio de forças no seio da comunidade islâmica em Portugal. Os imigrantes do Bangladesh não reconhecem a autoridade religiosa do xeque Munir e têm os seus próprios imãs. Num total de cerca de 70 mesquitas e lugares de culto, 14 já são controlados por muçulmanos do Bangladesh – uma discreta manobra, típica das tácticas da Irmandade Muçulmana.

A principal estratégia da Irmandade Muçulmana, em Portugal, tem-se concentrado na construção de escolas alegadamente “internacionais”, como a Internacional School of Palmela e abertas a estudantes não muçulmanos. O facto é que, por exemplo, na Escola as alunas e alunos estão separados, nas salas de aula. E no ensino secundário, passam a ter tumas separadas, com as crianças do sexo feminino a ter que usar o tchador, o lenço islâmico, para além de passar a ser ministrado o ensino islâmico facultativo, alegam os responsáveis pela escola.

Aaposta na construção de escolas islâmicas é clara, desde há muito. Há alguns anos, a revista Al-Madinah, pubicação da Comunidade Islâmica do Sul do Tejo, apelava para que fossem construídas mais escolas islâmicas, uma vez que as escolas normais “destroem a fé islâmica”. A estratégia de construção de novas escolas, mesquitas e madrassas (escolas islâmicas) tem vindo a ser aplicada, recorrendo muitas vezes ao financiamento de países muçulmanos, entre os quais se destacam o Quatar e a Turquia – por casualidade, os dois principais apoiantes do movimento terrorista Hamas. 

 

 

segunda-feira, 15 de junho de 2026

A compilation of muslim preachers, with a simple message: Islam is here (in Europe) not to coexiste but to conquer


 


















Marine Le Pen and elections, black mob fight (as always...), opinion of Gad Saad, two boys make girl fall down, "Portuguese" killer


 




Últimos cinco países a abolir a escravatura

 

 

Últimos cinco países do mundo a abolir oficialmente a escravatura foram: Mauritânia (1981 / 2007): Foi o último país do mundo a abolir oficialmente a escravatura por decreto presidencial em 1981. No entanto, a prática só passou a ser considerada crime na justiça em 2007. Arábia Saudita (1962): Aboliu formalmente a escravatura em 1962, através de um decreto real emitido pelo Príncipe Faisal. Catar (1952): Proibiu oficialmente a escravatura em 1952. Etiópia (1942): Aboliu a escravidão formalmente após a libertação e o retorno do Imperador Haile Selassie ao poder. Irão (1928): A abolição oficial da escravatura no país ocorreu através de uma lei aprovada no parlamento em 1928

Crime and immigration: afeghans are the nº 1 responsible for sexual criminals in UK. After, Eritrea, Sudan, Albania, Somália and Síria

 


Queers for Palestine, a suicidal tendency - like a chicken going to a KFC