segunda-feira, 15 de junho de 2026
domingo, 14 de junho de 2026
Papa faz um apelo a uma resposta "solidária e eficaz" para a questão dos imigrantes
O Papa defendeu esta segunda-feira que o "trágico drama migratório" deve agitar "a consciência das nações" e apelou à cooperação multilateral para lhe ser dada uma resposta "solidária e eficaz" que tenha no centro a dignidade humana. "O trágico drama migratório interpela hoje a consciência das nações e o fundamento ético da ordem internacional. Homens, mulheres e crianças são obrigados, por circunstâncias muitas vezes dramáticas, a partir das suas comunidades e deixar para trás seres queridos, histórias e vínculos. Esta realidade extravasa qualquer leitura puramente demográfica: é uma questão eminentemente moral e jurídica", disse Leão XIV num discurso no parlamento de Espanha
Política de imigração do Vaticano:
A política de imigração do Estado da Cidade do Vaticano é uma das mais restritas e exclusivas do mundo. Por se tratar de um enclave microestatal, a residência e a cidadania não são concedidas por critérios tradicionais (como nascimento ou casamento), mas sim exclusivamente por motivos de função ou cargo eclesiástico e diplomático.
Em relação à imigração ilegal e às entradas não autorizadas, a legislação do Vaticano foi severamente endurecida por meio de um decreto emitido pela Pontifícia Comissão para o Estado da Cidade do Vaticano.
Penalidades Aplicadas a Entradas Ilegais: As sanções penais e financeiras para quem acede ou tenta permanecer de forma irregular no território do Vaticano incluem:
Entrada Irregular: Quem entrar nos limites do Vaticano sem os critérios ou autorizações devidas depara-se com penalidades administrativas e multas que variam entre 2.000€ e 5.000€.
Entrada por Força ou Fraude: A introdução no território com recurso a violência, ameaças, engano ou contornando os sistemas de segurança e controlos de fronteira é considerada crime e pune-se com penas de 1 a 4 anos de prisão, além de multas de 10.000€ a 25.000€.
Agravantes: As penas de prisão e financeiras aumentam substancialmente se a infração for cometida em grupo ou com a utilização de armas ou substâncias perigosas.
Interdição de Território: Qualquer indivíduo condenado por entrada ilegal fica estritamente proibido de voltar a entrar no Vaticano por um período de até 15 anos.
Violação da Interdição: Se o infractor desrespeitar esta expulsão e tentar reentrar no Estado nesse período, incorre numa nova pena de 1 a 5 anos de prisão efectiva.
Judeus, muçulmanos e prémios Nobel
Até ao ano de 2025, pelo menos 220 galardoados com o Prémio Nobel são judeus ou têm descendência judaica (pelo menos um progenitor judeu). No âmbito global do prémio, o total acumulado de indivíduos e organizações premiados desde a sua criação, em 1901, cifra-se em 1.026 laureados.
Isto significa que o grupo de laureados judeus ou de origem judaica representa cerca de 22% do total de prémios atribuídos individuais. A percentagem de judeus e os seus descendentes diretos representa cerca de 0,2% a 0,3% da população mundial.
População Muçulmana e Prémios Nobel: 0,00000065% de 2 biliões de muçulmanos ganharam o prémio Nobel. Os muçulmanos representam aproximadamente 25% da população mundial.
Islâmicos dão início à pregação para a reconquista do Al-Andaluz
Nos últimos meses foram várias as intervenções em que foi referido o Al-Andaluz, a antiga possessão muçulmana daquilo que é hoje Espanha e Portugal, com apelos - uns mais explícitos, outros mais subtis - à reconquista de Portugal, nomeadamente de Lisboa. Ao mesmo tempo, numa vergonhosa atitude de submissão, o Patriarcado de Lisboa alterou a procissão do Corpo de Deus, depois de organizações de muçulmanos terem feito chegar à Câmara Municipal as suas objecções à passagem por uma zona densamente povoada por muçulmanos, o Martim Moniz.
A expansão de escolas islâmicas e madrassas continua, como acontece com o novo complexo a construir em Mem-Martins, subsidiado pela principal organização fundamentalista de Portugal, a Fundação Islâmica de Palmela e que terá uma escola islâmica, a International School of Sintra, para além de uma mesquita e um centro comunitário.
A Câmara Municipal apenas decidiu em cima da hora, o que obrigou o Patriarcado de Lisboa a alertar os fiéis, num post no seu site, por volta das oito horas da manhã, no dia da própria realização da procissão. Ao mesmo tempo, surgiram na internet vários vídeos, onde se diz, por exemplo, que o Islão voltará a governas estas terras - expressão de um pregador, no final da Festa do Sacrifício, no Martim Moniz. Os exemplos são inúmeros e fáceis de listar:
Igreja e Câmara de Lisboa cedem a pressões dos muçulmanos - procissão do Corpo de Deus não passou pelo Martim Moniz
Rana Taslim Uddin quer baptizar rua da zona do Martim Moniz como "Rua Bangladesh"
Fundação Islâmica de Palmela subsidia construção de mesquita e escola islâmica em Mem-Martins
A recuperação do Al Andalus e a submissão portuguesa ao Islão
"Martim Moniz é zona de Bangladesh e Paquistão, aqui usa-se a burqa"...
Muslim comments on the existence of the statue of Afonso III, in Faro
Um clérigo paquistanês, o Mufti Abdul Wahab, diz que "os muçulmanos governarão estas portas e paredes (de Lisboa) e se Deus quiser esse dia certamente chegará"
Sinal verde para a invasão islâmica de Portugal
Two Islamic preachers in Lisbon with extremist and fundamentalist messages during the Eid al-Adha festivities
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