sábado, 5 de julho de 2025

Socialistas e muçulmanos, a mesma luta...

 

Discurso do líder radical da comunidade indostânica de Portugal, o Bangladeshi Rana Taslim Uddin, morador do Martim Moniz, na Conferência do Observatório do Mundo Islâmico no CIL, Lisboa, 18 de novembro de 2023, a reclamar representantes muçulmanos na Assembleia da República Portuguesa.


  

Um grupo de activistas de várias comunidades indostânicas está em negociações com diversas organizações concelhias do Partido Socialista, para mobilizar o seu eleitorado a votar nos candidatos do Partido Socialista. Embora o número de cidadãos do Paquistão, Bangladesh, Nepal e Índia que já adquiriram nacionalidade portuguesa não deva ultrapassar os 30 mil, a sua concentração em alguns concelhos pode ajudar a equilibrar a balança a favor do PS. 

Enquanto isso, os dirigentes do chamado Partido Islâmico Português ainda não procederam às formalidades necessárias para legalizar o partido, uma vez que enfrentam aspectos legais que o impedem de utilizar o nome "Islâmico". A Constituição da República Portuguesa estabelece o princípio da separação entre o Estado e as confissões religiosas e a Lei dos Partidos Políticos (Lei Orgânica n.º 2/2003) proíbe partidos que "contenham expressões diretamente relacionadas com qualquer religião ou instituição nacional" no seu nome, sigla ou símbolo. 

Por agora, em termos formais, o dito Partido Islâmico Português limita-se a uma página no Facebook. 


 


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