terça-feira, 23 de junho de 2026

Tradução da sinopse do livro “Suicidal Empathy”, de Gad Saad, retirada do site da “Wook”

 


O autor do bestseller The Parasitic Mind demonstra por que a empatia na política leva ao colapso civilizacional. O que acontece quando uma sociedade eleva a vitimização a uma virtude e decide que punir é cruel? Obtém-se a doença que o Dr. Gad Saad chama de empatia suicida. E o Ocidente pode estar terminalmente infetado.

 


Em seu novo livro, Suicidal Empathy, Saad lança uma crítica contundente ao altruísmo irracional e desadaptativo que se apoderou da nossa cultura. Esse parasita mental sequestrou o módulo de empatia da nossa elite progressista, levando a uma descalibração catastrófica das prioridades morais. Os resultados estão por toda parte: desde passar a mão pela cabeça de criminosos violentos e proteger violadores, até rotular a autodefesa como comportamento tóxico.

Estamos a testemunhar uma civilização em rápido declínio. Políticas lunáticas são instituídas porque priorizamos os sentimentos de grupos ostensivamente marginalizados em detrimento da Verdade, os criminosos em detrimento das vítimas, e os invasores de propriedades em detrimento dos proprietários. Isso não é humano; é um desmantelamento ativo dos pilares que nos mantêm seguros e livres.

Esta crise de empatia cria um sistema horripilante de moralidade inversa, onde os fortes e bem-sucedidos são demonizados e os destrutivos são celebrados. Basta olhar para as inversões insanas que toleramos diariamente: preferimos migrantes ilegais aos nossos próprios cidadãos e veteranos legais, permitimos que viciados em drogas ameacem a segurança das crianças nos parques, e elevamos mulheres transgénero acima de mulheres biológicas nos desportos e espaços seguros. O bom senso está a morrer num dilúvio de compaixão equivocada.

Suicidal Empathy é o seu alerta. Pare de ignorar os seus instintos de sobrevivência em nome do politicamente correto. Isso não é apenas uma política equivocada; é a expressão máxima de uma cultura que escolhe ativamente a sua própria morte.

 

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