sexta-feira, 12 de junho de 2026

Male pregnancy, black beating old white man, machete fight in London, riots in France, true face of Karmelo, liberals not sharing home with immigrants

 













A law protecting pedophiles, no british badges as they are racists, percentage of women that are single mothers, sharia patrols


 







Blacks against blacks, blacks against Karmelo, public school teaching islam, USA is the land of Allah, percentage of single mothers according to race

 















Igreja e Câmara de Lisboa cedem a pressões dos muçulmanos - procissão do Corpo de Deus não passou pelo Martim Moniz

 

A comunidade muçulmana bangladeshi fez chegar ao gabinete de Carlos Moedas a sua preocupação pela eventualidade de ocorrerem actos hostis resultantes da passagem da procissão do Corpo de Deus por uma zona de grande concentração de muçulmanos, a praça do Martim Moniz.

De recordar que a PSP deu parecer negativo à realização de uma manifestação, na Praça Martim Moniz, em Abril do ano passado, organizadas por associações e partidos críticos do islamismo, que incluía um porco assado no espeto. Na altura, a PSP considerou que a organização de uma iniciativa de um desses grupos justificava a decisão, comunicada à Câmara Municipal de Lisboa, com a realização de "manifestações/concentrações antagónicas para a mesma hora e área geográfica" com "desígnios e posicionamentos ideológicos distintos e antagónicos" e a necessidade de "garantir a ordem e tranquilidade públicas".

A decisão de alterar o trajecto de uma procissão com 630 anos resultou das reticências da comunidade muçulmana, acima referidas, acolhidas tanto pela Câmara de Lisboa como pelo próprio Patriarcado de Lisboa que não apresentou, publicamente, qualquer justificação razoável pela alteração do trajecto. 

O Patriarca de Lisboa apenas publicou uma nota no seu site da Internet, onde refere que "a tradicional Procissão do Corpo de Deus na cidade de Lisboa, hoje (dia 4 de Junho de 2026),  às 17h00, vai este ano mudar de percurso – iniciando e terminando na Sé Patriarcal – o novo trajeto inclui agora a Praça do Município, a Rua do Arsenal e a Praça do Comércio (Terreiro do Paço)", sem acrescentar qualquer razão para as alterações introduzidas.

Em Portugal, a Solenidade do Corpo de Deus começou a ser celebrada no século XIII, durante o reinado de D. Afonso III, logo após a sua instituição papal em 1264. Contudo, no início era apenas uma festa litúrgica celebrada dentro das igrejas. O formato de procissão solene pelas ruas começou em 1317-1318, por determinação do Papa João XXII.

 Em Lisboa, a procissão pública foi introduzida formalmente em 1389 (no reinado de D. João I), unindo-se à festa de São Jorge e tornando-se a celebração mais pomposa e importante da capital portuguesa. O trajeto tradicional e habitual compreendia o início na Sé Patriarcal de Lisboa, descendo a Rua das Pedras Negras e Rua da Madalena com passagem pela Praça da Figueira e Praça D. Pedro IV (Rossio) retornando à Baixa. Historicamente passava pela zona do Martim Moniz ou descia as ruas paralelas da Baixa Pombalina (como a Rua do Ouro ou a Rua dos Fanqueiros) para regressar à Sé.

O trajeto tradicional incluía a passagem pela praça do Martim Moniz, logo após a saída da Igreja da Madalena e da Praça da Figueira. O cortejo subia até ao Martim Moniz, contornava a zona junto ao Hotel Mundial e só depois descia em direção ao Rossio (Praça D. Pedro IV). Essa passagem garantia que a procissão abrangesse uma das praças mais multiculturais e movimentadas do centro de Lisboa. 

Até 2025, o trajecto incluía a passagem pela praça do Martim Moniz Após 55 anos a efetuar o circuito que incluía a praça Martim Moniz (1971–2025), o Patriarcado alterou este ano, de forma permanente, o trajeto, passando a excluir a praça Martim Moniz.

 

Three girls stabed, one is now non-verbal, uses a wheelchair, and communicates by blinking

 


A jury in Dublin, Ireland has heard that Riad Bouchaker, who is accused of attempting to murder three young children outside a school, had allegedly been “upset” over a social welfare refusal before the attack.
Three children were stabbed.
One 5-year-old girl was stabbed in the upper body, head, and chest.
Her mother told the court that her daughter required emergency surgery, during which a fragment of her skull had to be removed. The court also heard that bone fragments were found in her hair.
The child survived.
But her life has been permanently changed.
She is now reportedly non-verbal, uses a wheelchair, and communicates by blinking.
This is not just a crime story.
It is a story about public safety, failed systems, weak borders, and governments that keep exposing ordinary families to dangers they never voted for.
How many more children have to be harmed before Western leaders admit that their first duty is to protect their own citizens?
This could have been anyone’s child.
A government that refuses to protect its people from preventable violence has betrayed the most basic responsibility of leadership.
 

The usual daily dose of videos of blacks and migrants beating white people (1)


 






The Karmelo case: blacks against blacks...

 






black percentage in advertisement, woke idiots, transgenderism, group pf black kids beating white boy an few more