- Fracasso do Multiculturalismo: Declarou que as políticas liberais de integração falharam porque assumiram erroneamente que as comunidades muçulmanas se iriam misturar gradualmente no tecido da sociedade ocidental.
- Divergência de Valores: Apontou que a sondagem revelou uma resistência à assimilação cultural, com uma percentagem significativa de inquiridos a expressar visões muito conservadoras sobre a homossexualidade, o papel das mulheres e a aplicação da lei Sharia.
- Segregação Social: Alertou que o país corria o risco de isolar e sacrificar gerações de jovens a valores que são irreconciliáveis com os valores liberais britânicos.
- Integração vs. Separação: 35% acreditavam que os muçulmanos deveriam fazer mais para se integrar na sociedade britânica, enquanto 17% sentiam que deveriam viver separadamente, se assim o desejassem.
Em relação ao quadro acima reproduzido, é fácil encontrar exemplo do que acontece, quando a imigração muçulmana ultrapassa determinados níveis e a sua percentagem populacional sobe a partir de certa diferença. A Suécia é um bom exemplo: nos últimos dez anos, o país aceitou um número de residentes estrangeiros que representa, hoje em dia (incluindo 2ªs gerações) cerca de 27 % dos habitantes.
Considerado um dos países mais seguros do mundo, a Suécia está, hoje em dia, no segundo lugar dos países europeus com mais homicídios. Não obstante representarem apenas 27% da população, os indivíduos de origem imigrante (1ª e 2ªs gerações) são responsáveis por entre 60 a 63 % das violações.
Há cerca de trinta anos (por volta de 1996), a população muçulmana na Europa representava aproximadamente 4% do total de habitantes do continente, o que equivalia a cerca de 30 milhões de pessoas. Esse número quase duplicou, com um total de imigrantes que, actualmente, ronda os 50 milhões.
O que acontece quando a população muçulmana cresce traduz-se num padrão social e político que está replicado em todos os países da Europa, em graus diferentes – de um a nove, como se pode ver no quadro acima reproduzido. Os muçulmanos não vieram para conviver, mas sim para conquistar. Declarações de pregadores islâmicos com este conteúdo são aos milhares, nas redes sociais.
A Grã-Bretanha chegou agora à 6ª fase. Em Portugal, estamos já na 5ª fase, perceptível em detalhes perfeitamente explícitos que são propositadamente ignorados, por jornalistas que têm um autêntico pavor de serem acusados de xenofobia ou islamofobia.
Enquanto estão nos 1% da população, os muçulmanos revelam-se humildes e pacíficos, salientando a sua boa interação na sociedade portuguesa, como fez sempre questão de salientar o xeque David Munir, imã da Mesquita de Lisboa. O xeque é amplamente reconhecido pela sua postura moderada, integradora e defensora do diálogo inter-religioso. Mas é ele próprio que revela, à SIC, a existência de guetos islâmicos em Portugal – uma fase da conquista islâmica específica do 5º grau.
“Há anos alertei que algumas zonas de Lisboa se poderiam tornar guetos”, afirma o xeque Munir. Sobre o aumento da imigração de origem islâmica, reconhece dificuldades de integração de alguns imigrantes que chegam a Portugal, a quem pede “respeito pelas leis, normas, língua e cultura”, acrescenta o imã da mesquita de Lisboa, de acordo com a SIC, em Junho de 2025.
O xeque Munir revela que há anos "partilhou a sua preocupação sobre algumas zonas de Lisboa, como o Martim Moniz, mas que nada foi feito. “Há uns anos, eu e alguns membros da comunidade, quando nos apercebemos que algumas zonas de Lisboa se poderiam tornar guetos, falámos com as entidades responsáveis e nada foi feito” - uma constatação ridícula, como se fosse possível impedir pessoas de alugarem ou comprarem casas numa determinada zona da cidade.
A transformação da zona do Martim Moniz numa no-go zone para mulheres ocidentais, por exemplo, é um resultado dessa "guetização" voluntária dos naturais do Bangladesh. Não se evita a constituição de um gueto a não ser que os imigrantes com valores e costumes diferentes tenham vontade de se integrarem na sociedade para onde imigraram. Mas aquilo que é patente, na comunidade muçulmana, é a vontade de não se integrarem, de forma nenhuma, na sociedade portuguesa - uma exclusão que começa pela ostensiva manutenção de uma forma de vestir diferente, tanto em relação a mulheres como a homens.
Por isso é que, em redor de cada mesquita, a pouco e pouco, vão desaparecendo os não-muçulmanos, sobretudo pela intimidação de que são alvo os ocidentais, em termos gerais e especialmente, as mulheres. No entanto, é de reconhecer que os muçulmanos não são os únicos a formar guetos, em Portugal. É verdade que também a minoria africana, cujo tipo de integração é, aparentemente, mais forte que os muçulmanos, organizam-se em guetos que são no-go-zones muito mais violentas do que as muçulmanas.
Em ambos os casos, a criminalização das segundas gerações destas comunidades é idêntica e está enraizada no facto de ambas terem uma percepção dos "brancos" como "fracos", que não se conseguem impôr fisicamente. Se compararmos a emigração portuguesa dos anos 60 do século passado com estes imigrantes, resulta claro que os portugueses recém-chegados a França - só para citar um exemplo - viviam em bairros de barracas, mas a segunda geração não se criminalizou. Antes pelo contrário, integrou-se perfeitamente. Tudo isto se resume a uma questão de uma cultura incompatível - o Corão e a Sharia versus a Bíblia - e por valores específicos da minoria africana.
Os muçulmanos têm valores, baseados no Corão e na Sharia, que são mais importantes, para eles, embora completamente incompatíveis com a Constituição da Republica Portuguesa. A sua integração numa sociedade ocidental nunca será possível porque, na sua essência, os não-muçulmanos continuam a ser "infiéis" que não aceitam o Islão. A única forma de integração dos muçulmanos só acontece quando eles, através de fenómenos vários - imigração em massa, natalidade com valores descomunais, apropriação de uma parte substancial dos recursos do Estado, na forma de subsídios e alojamento - conseguem chegar a um número suficiente para terem peso político.
Esses fenómenos são facilitados pelo apoio dos liberais esquerdistas, para quem a diversidade de culturas é um valor fundamental, devido à oposição que esses imigrantes fazem ao Estado capitalista e às forças políticas que não são de Esquerda. Os muçulmanos têm bem consciência dessa atitude de submissão dos grupos políticos de esquerda e aparentam ser parte desse conjunto ideológico, com o acontece com o Green Party, no Reino Unido.
Já a minoria africana constrói guetos muito mais agressivos, onde a polícia apenas consegue entrar com as suas unidades especiais, e com efectivos que rondam, no mínimo as duas dezenas de homens. Neste caso, não se coloca o problema da cultura - falamos a mesma língua, fomos educados num contexto judaico-cristão - mas sim um problema de valores. As sociedades de onde vem a imigração africana são sociedades violentas, por natureza, dada a ausência de um Estado que tenha o reconhecimento dos seus governados como um Estado justo e que, graças a isso, lhe seja reconhecida idoneidade para manter a ordem.
A cleptocracia dominante e a condição financeira miserável em que vive cerca de 80 % da população (abaixo do limiar da pobreza) criam uma ausência de valores que se reflecte na alta taxa de criminalidade dessa minoria. Embora o Governo não recolha nem divulgue números sobre a raça dos detidos nas prisões portuguesas, há estalecimentos prisionais onde os detidos de raça africana representam mais de 60 % dos detidos.
Voltando ao problema da auto-exclusão da comunidade muçulmana, em matéria de integração, a descaracterização da baixa lisboeta prossegue, a um ritmo acelerado, com as lojas de souvenirs com rendas de 5 mil euros e 400 trabalhadores ali registados, ou com apartamentos onde "moram" 600 pessoas. A incapacidade de o poder político, sobretudo a nível municipal, impedir esta degradação tem a ver com a mesma atitude da autoridade municipal, polícia e assistentes sociais de Roterham, que ignoraram durante anos os abusos de gangues paquistaneses em relação a menores inglesas, na sua maioria provenientes de famílias disfuncionais.
O envolvimento da polícia no escândalo de abuso sexual infantil de Rotherham centra-se numa falha sistémica na proteção de cerca de 1.400 vítimas, entre 1997 e 2013, por parte de gangues muçulmanos paquistaneses. A Polícia de South Yorkshire (SYP) enfrenta uma forte e contínua fiscalização, depois de investigações terem revelado que agentes ignoraram sinais de alerta, desconsideraram as vítimas como sendo apenas fugitivas e, nalguns casos, foram eles próprios autores dos abusos. Mas a principal razão para esta inacção da polícia de Roterham teve a ver com o facto - confessado pelos próprios - de os polícias e assistentes sociais terem receio de serem acusados de racismo e xenofonobia - situação em que seriam publicamente linchados pelas forças políticas da esquerda liberal.
Hoje em dia, já nem sequer os turistas sobem a Rua do Bemformoso, alertados que estão pelos guias turísticos dos riscos que correm naquela zona - principalmente o roubo de telemóveis ou malas, por esticão. Isto para não falar no constante assédio e intimidação das centenas de indostânicos que ali passam o dia, parados nos passeios, em grupos de três ou quatro, sem fazer nada para além falar ao telemóvel. Carlos Moedas e os restantes responsáveis autárquicos reagem da mesma forma que os polícias de Roterham - não fazem nada pelo mesmo medo de acusações de xenofobia e racismo.
Outros políticos de Esquerda, como a inefável Ana Gomes têm gestos próprios da submissão, ao irem distribuir cravos vermelhos pelos imigrantes que tinham sido alvo de uma rusga policial dias antes. Não lhe ocorreu - mas a Esquerda é mesmo assim - que, à hora a que teve lugar a rusga - a meio da tarde - não fazia sentido que mais de uma centena de homens, entre os 30/40 anos, estivesse ali em pé, nos passeios da Rua do Benformoso - uma hora em que é suposto as pessoas estarem a trabalhar.
Voltando atrás 20 anos, vemos que a boa integração da comunidade islâmica tem algumas falhas. Num dos seus sermões de sexta-feira, o xeque Munir recomendou a todos os crentes a leitura de um livro, “As Virtudes das Acções” (versão portuguesa disponível aqui), um livro escrito entre os anos de 1929 e 1964 (também conhecido como Faza'il-e-A'maal ou Tableeghi Nisaab) pelo Maulana Muhammad Zakariyya. Tratava-se, disse o xeque Munir, de “uma leitura útil para qualquer crente”. O livro é uma compilação islâmica de hádices e histórias e episódios edificantes, de carácter fundamentalista e extremista.
O livro estava à venda, na Mesquita de Lisboa, numa sexta-feira. Nessa edição d'O Independente, publiquei duas páginas sobre o livro e sobre a organização fundamentalista Tablighi Jamaat, banidos da Arábia Saudita, que classificou o grupo como sendo "uma 'porta' para o terrorismo, e que já tinha então, um grande peso na Comunidade Islâmica de Lisboa. Mal se aperceberam da notícia, foi uma correria para retirarem dos escaparates a obra. Tive oportunidade de ler esse livro. Ficou-me na memória um dos espisódios ali relatados. Nos primórdios do islamismo, os crentes preparavam-se para uma batalha contra os seus inimigos. Uma mãe chamou os seus cinco filhos e ordenou-lhes que, no meio da batalha, se preocupassem apenas em dirigir-se ao local onde estava o chefe inimigo e que o matassem.
Terminada a batalha, com a vitória dos muçulmanos, foram dizer à mãe que os seus cinco filhos tinham sido mortos, mas tinham conseguido matar o chefe inimigo. A reacção da mãe, escreve-se no livro, foi de um intenso júbilo e, chorando de alegria, agradeceu a Alá o ter-lhe dado a honra de ter cinco filhos mártires. O livro tem dezenas de episódios deste género, alternados com conselhos jurídicos e interpretações do Corão. Portugal deu alguns “saltos” na evolução específica da conquista muçulmana, graças à extrema submissão da sociedade e dos políticos portugueses. Quando a comunidade islâmica chega aos 2/3%, começa a recrutar intensamente, tendo como alvos sobretudo jovens de famílias disfuncionais.
Na conquista do poder, em qualquer país, o islamismo conta com a colaboração das forças de Esquerda, nomedamente organizações partidárias com características comuns às do Bloco de Esquerda e do Livre. Uma outra característica desta fase (entre os 2/3% de população) é a política de atração de jovens estudantes, o que mostra como o Esquerdismo domina ainda uma parte substancial dos docentes portugueses. A necessidade de provar que não há islamofobia na sociedade portuguesa é bem demonstrada pela atitude de submissão do ex-Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa que visitou a Mesquita de Lisboa quatro vezes, ignorando todos os outros credos religiosos e a sua própria religião, o Catolicismo.
Marcelo Rebelo de Sousa, numa dessas visitas, foi ao ponto de se ajoelhar, abrindo as palmas das mãos, viradas para o céu – um gesto típico que os crentes muçulmanos fazem, durante as suas orações. Mas os comportamentos de submissão do então Presidente passaram também por uma visita à Escola Islâmica de Palmela onde, nas salas de aulas, os rapazes e raparigas estão sentados em espaços separados, lado a lado.
Com a chegada em massa de muçulmanos indostânicos, a Comunidade Islâmica de Lisboa entrou em crise. Esses muçulmanos não aceitam a autoridade religiosa do xeque Munir e têm os seus espaços próprios de culto, com os seus imãs. Aliás, pela primeira vez a Comunidade Islâmica do Bangladesh, situada na Mesquita Baitul Mukarram. organizou, sem que tenha sido visível a presença da Comunidade Islâmica de Lisboa, no dia 27 de Maio, uma sessão de orações, no Martim Moniz, para celebrar o Eid al-Adha (conhecido como a "Festa do Sacrifício"). Trata-se de uma das celebrações mais importantes do calendário islâmico e que recorda a total devoção do Profeta Abraão a Deus, ao estar disposto a sacrificar o seu filho, que acabou por ser substituído por um cordeiro.
Os naturais do Bangladesh serão, actualmente, cerca de 80 mil – isto segundo o seu líder, Rana Taslim Uddin, personagem de um episódio onde, num discurso perante a direcção da Comunidade, afirmou que “Aqueles que encontraram aqui uma sociedade nova, aqueles que estão aqui presentes hoje, perguntam-me o que eu fiz para a sociedade. Irmãos, fi-lo para fazer o meu Deus feliz, não para a sociedade. Se Deus ficar feliz, ele trará uma solução para a sociedade e conduzirá esta sociedade para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta sociedade.”
O 5º degrau da conquista muçulmana de um país cristão – fase em Portugal se encontra - passa por um conjunto muito específico de situações:
1 – Exigência de comida “halal” nas escolas (Os concelhos de Loures e Odivelas já o fizeram)
2 - Existência de salas de oração nas escolas (reivindicação, apenas, em zonas onde a população muçulmana ultrapassa os 5%) e construção de mais escolas islâmicas. Nesta área, a estratégia da comunidade muçulmana é bem definida. De acordo com a Al-madinah, revista da Comunidade Islâmica do Sul do Tejo, "Nas escolas comuns (…) torna-se impossível salvaguardar a fé. A solução disto passa pela criação de instituições islâmicas, onde as crianças possam crescer num ambiente islâmico" - Revista Al-Madinah, edição da Comunidade Islâmica do Sul do Tejo. "Quanto mais a 'liberdade de expressão' e a 'consciência da liberdade' são propagados, torna-se cada vez mais evidente (…) que estas regras não foram feitas para os muçulmanos." - de acordo com a mesma revista, cujos mentores são membros da Irmandade Muçulmana.
3 – Preparação da tentativa de impôr vestuário uniformizado nas escolas onde os alunos muçulmanos são a maioria, de forma a proibir as raparigas de andarem de saia. Atitudes agressivas e intimidatórias em relação às pessoas que passeiam cães nas zonas limítrofes das mesquitas, lugares de culto e áreas onde a população muçulmana é maioritária.
4 - “Adaptação” das festividades natalícias e de outras manifestações de carácter religioso, nas escolas, de forma a não serem utilizados termos como “Natal” ou “Feliz Natal”, por poderem ser ofensivos para os alunos muçulmanos, segundo responsáveis pelo Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos, em Pinhal Novo, e na Escola Gil Vicente, em Lisboa. Tratou-se, disseram ambos, de retirar elementos temáticos (como fundos de Natal nas fotos) com motivos de inclusão e respeito por alunos de outras culturas e religiões. Trata-se de uma justificação que apenas demonstra uma atitude de submissão aos muçulmanos, única religião que pune com a morte quem a abandonar. A "inclusão" de que os esquerdistas liberais tanto gostam de proclamar é um sistema que só funciona para um lado. O ex-Presidente da República visitou quatro vezes a Mesquita de Lisboa, mas o xeque David Munir nunca pôs os pés numa igreja.
5 - A manifestação de força que é a ocupação de espaços públicos, até agora uma vez por ano - duas vezes caso a Comunidade Islâmica do Bangladesh (CIB) continue com a sua iniciativa, independente da Comunidade Islâmica de Lisboa (CIL). Enquanto esta se limita à oração de encerramento do Ramadão, a Comunidade Islâmica do Bangladesh realizou este ano uma cerimónia religiosa diferente, a Eid al-Adha (Festa do Sacrifício), uma celebração importante do calendário islâmico. Em ambos os casos, os locais escolhidos (desde há muitos anos, no caso da oração final do Ramadão) não o são por acaso. As celebrações religiosas têm lugar na Praça Martim Moniz e na Alameda Afonso Henriques - escolhas que não inocentes, porque simbolizam a grande vitória cristã, na guerra contra o Al-Andaluz, que foi a conquista da cidade de Lisboa.
6 – Horários especiais para os alunos muçulmanos a fim de lhes permitir que cumpram as obrigações de oração ou, em alternativa, a constituição, nas instalações da própria escola, de salas de oração. Esta saída antecipada de alunos muçulmanos para orações envolveu, por exemplo, a Escola Secundária José Saramago, localizada em Palmela, onde o seu director, Faisal Aboobakar, muçulmano, deu instruções aos professores para que os alunos muçulmanos pudessem sair mais cedo para poderem ir cumprir as obrigações do Ramadão.
7 – Implantação dos tribunais islâmicos e da lei islâmica, a Sharia: há mais de vinte anos que funciona um tribunal islâmico, nas instalações da Mesquita de Lisboa, presidido pelo xeque Munir e constituído por um “grupo de homens sábios.” Nos cerca de 60 lugares de culto espalhados por todos o país funcionam mais de trinta tribunais islâmicos, cuja validade é nula, face à Constituição da República Portuguesa. No entanto, por pressão e medo de serem ostracizados pelo resto da comunidade, os muçulmanos não recorrem aos tribunais legais, preferindo antes submeter-se a essa justiça nula.
8 - Inserção na área política, começando pelas zonas de guetos islâmicos, ao nível municipal. À medida que mais muçulmanos vão adquirindo direito ao voto, a sua concentração em zonas específicas de cada cidade ou vila, permite uma votação massiva e concentrada nos seus candidatos. Sinal dessa estratégia é o facto de os presidentes das câmaras de Londres, Birmingham e Leeds (as três maiores cidades inglesas) serem todos muçulmanos (e estas são as três maiores cidades inglesas), embora em nenhuma destas cidades constituam a maioria da população: Birmingham tem 29,9% de muçulmanos. É a cidade com a maior proporção e concentração de cidadãos muçulmanos entre as três maiores cidades de Inglaterra. Londres tem cerca de 15% e Leeds 7,8 por cento.
A juntar a isto há centenas de vereadores e outros cargos municipais electivos que são ocupados por minorias étnicas, com especial destaque para as de origem muçulmana. Alguns casos recentes levantaram polémica no Reino Unido. Rukhsana Ismail, nomeada Mayor cerimonial de Rotherham (uma cidade no norte de Inglaterra) discursou durante cerca de oito minutos. Falou sete minutos em inglês e guardou apenas o último minuto para deixar uma mensagem na sua língua materna. Também Zaker Choudhry, de origem paquistanesa e recém-empossado Lord Mayor de Birmingham, gerou reações devido ao seu estilo de leitura em inglês muito pausado, lento e com visível falta de fluência, durante a cerimónia oficial no Birmingham City Council. O autarca optou por fazer parte dos seus agradecimentos familiares em urdu.
9 - Por fim, a questão do anti-semitismo. Nas feiras do livro islâmico, que ocorriam todos os anos na Mesquita de Lisboa, era comum verem-se à venda livros de supremacistas brancos, anti-semitas. Essa feira era uma oportunidade para adquirir obras de David Duke, norte-americano, neo-nazi, negacionista do Holocausto e partidário da supremacia branca. David Duke foi Presidente Nacional do European-American Unity and Right Organisation e dirigente do Ku-Klux-Klan. Exemplo de uma das publicações à disposição do público, nessa feira: "Como o Terrorismo Israelita e a Traição à América Causaram o Ataque de 11 de Setembro". Outras obras publicadas por David Duke: "The Hoax of the Twentieth Century" e Did Six Million Really Die?, disponíveis também na mesma feira de livros islâmicos. David Duke foi também o fundador da "National Association for the Advancement of White People", uma organização racista e anti-semita. Essas obras foram editadas por Youssf Adamgy, director da revista islâmica portuguesa Al-Furqán.
Nessa mesma revista, em 1988, foi publicado um artigo, com chamada à primeira página, onde se interrogava “Será que os judeus são dotados de humanidade? (…) O judeu odeia toda a gente que não seja judeu (…) "os judeus propriamente ditos não são seres humanos (…) os judeus são inimigos de todos aqueles que não o são, e procuram fazer-lhes todo o mal possível. Talvez tenha sido por isso que Hitler quis aniquilar este maldito povo”, concluía o texto. O artigo era da autoria do Xeque Aminuddin Mohamad, na altura conselheiro espiritual da Comunidade Islâmica de Lisboa (presidida pelo banqueiro Abdul Karim Vakil).
Evolução da conquista islâmica dos países ocidentais
1% ou menos: Imagem de minoria pacífica.
2–3%: O recrutamento intensifica-se (prisões, gangues, jovens de famílias disfuncionais, sem-abrigo). Os responsáveis pelas prisões do Reino Unido fazem acordos com os grupos organizados de muçulmanos, sem os quais não conseguem gerir as cadeias, dado o domínio que os muçulmanos exercem sobre os outros presos. A criminalização da 2ª geração de imigrantes muçulmanos é patente nos números oficiais: são cerca de 6% da população mas entre os detidos representam 17%. A maioria dos crimes praticados por muçulmanos é cometida por jovens e jovens adultos
5%: Começa a pressão da Sharia – exigências de comida halal nas escolas/supermercados, salas de oração, códigos de vestimenta islâmicos, acomodações especiais e assédio a políticos – situação actual em Portugal.
6%: A Inglaterra está agora neste nível: conquista de poder político a nível municipal, eleição de deputados muçulmanos (25 deputados, representando 4% do total de deputados), concentração populacional em cidades e vilas, implantação da Sharia, com inúmeros tribunais islâmicos, bairros inteiros que são totalmente proibidos a não-muçulmanos com a utilização de violência (muito mais acentuada quando se trata de jornalistas), domínio dos jovens muçulmanos sobre os seus colegas, nos estabelecimentos escolares, através do exercício de violência grupal, controle total dos detidos nas prisões, violência sexual contra as mulheres e jovens raparigas menores de idade, Nesta matéria, a “defesa” dos muçulmanos, em tribunal é sempre a mesma: essas mulheres vestiam como prostitutas, portanto a Sharia não proíbe as violações. Submissão dos mais altos representantes da Nação - caso das mensagens do Ramadão do rei Carlos III.
Aos 10%: A criminalidade aumenta drasticamente. As queixas transformam-se em motins e ameaças. 'Ofensas' não-muçulmanas (caricaturas, liberdade de expressão, críticas ao Islão) espoletam violência, queima de carros e caos nas ruas. Multiplicam-se as zonas 'no-go' (onde as autoridades não entram). Os políticos começam a ceder ao bloco de voto muçulmano. (Ver a França e partes da Suécia hoje em dia.)
Aos 15%: O ponto de rutura atinge com força. Motins graves tornam-se rotina. Começam a formar-se milícias de Jihad. Ataques esporádicos a não-muçulmanos, igrejas e instituições disparam. Intensificam-se as exigências de patrulhas da Sharia e de sociedades paralelas. O poder político muda – começam a ganhar conselhos locais e a influenciar a política nacional. (Foi aqui que começaram as zonas problemáticas da Índia e o colapso do Líbano.)
Aos 20%: Motins frequentes, milícias de jihad organizadas e ataques diretos a instituições não-muçulmanas. As tensões étnicas transformam-se em conflito aberto. Os não-muçulmanos fogem das áreas. A aplicação da Sharia nas zonas muçulmanas torna-se lei de facto. Os judeus são especialmente perseguidos e alvos de violência constante (O Líbano passou de uma maioria cristã para o inferno da guerra civil a este nível.)
Aos 40%: Massacres generalizados, ataques terroristas crónicos e guerra total de milícias. Regiões inteiras caem sob controlo islâmico. Os não-muçulmanos enfrentam perseguição diária.
Aos 60%: Perseguição de não-crentes, limpeza étnica, aplicação total da lei Sharia e impostos jizya aplicados aos infiéis restantes.
Aos 80%: Limpeza étnica e genocídio geridos pelo Estado. A caminhada rumo aos 100% muçulmanos é implacável.
Aos 100%: A 'paz' de Dar al-Islam – todos se submetem, pagam um imposto especial para os cristãos autorizados a viver em território dominado por muçulmanos (a jizia) ou morrem.
NÃO HÁ retorno a partir destes números. Taxas de natalidade elevadas, migração em cadeia, recusa em se assimilarem e construção de sociedades paralelas significam que a Grã-Bretanha está a caminhar sonâmbula para uma islamização irreversível."
(*) Versículo 5:51 do Corão: ": "Ó vós que credes! Não tomeis os judeus e os cristãos por aliados; eles são aliados uns dos outros. E quem de vós se aliar a eles, será um deles. Em verdade, Deus não guia o povo dos injustos."
PS: Editado a 28.05.2026



