sexta-feira, 26 de setembro de 2025
Mauritania, slave market
Mauritania abolished slavery in 1981, becoming the last country in the world to do so, but the practice of descent-based slavery persists due to a deeply entrenched system of racial hierarchy and the influence of a powerful, enslaved-owning minority. While anti-slavery laws were passed in 2007 and revised in 2015 to criminalize slavery and increase penalties, government inaction and suppression of activists have hindered their enforcement. Consequently, organizations like SOS-Esclaves continue to provide critical support, legal aid, and resources to victims of slavery
Slavery has been called "deeply rooted" in the structure of the northwest African country of Mauritania and estimated to be "closely tied" to the ethnic composition of the country, although it has also been estimated that "Widespread slavery was traditional among ethnic groups of the largely nonpastoralist south, where it had no racial origins or overtones; masters and slaves alike were black",despite the cessation of slavery across other African countries and an official ban on the practice since 1905.
In 1981, Mauritania became the last country in the world to officially abolish slavery, when a presidential decree abolished the practice. However, no criminal laws were passed to enforce the ban. In 2007, under international pressure, the government passed a law allowing slaveholders to be prosecuted. Despite the official abolition of slavery, the 2018 Global Slavery Index estimated the number of slaves as 90,000 (or 2.1% of the population),a reduction from the 155,600 reported in the 2014 index in which Mauritania ranked 31st of 167 countries by total number of slaves and first by prevalence, with 4% of the population. The Mauritanian government ranks 121st of 167 in its response to all forms of modern slavery. In 2017, the BBC claimed that a total of 600,000 were living in slavery.
La flottille humanitaire pour Gaza a subi une attaque d’une violence inédite
L’attaque de la Global Sumud Flotilla et de ses 51 navires en route pour tenter symboliquement de briser le blocus de la bande de Gaza, attribuée à Israël, oblige les pays européens à clarifier leurs positions.
Des défenseurs des droits humains à bord du yacht Alma, qui fait partie de la flottille internationale pour Gaza, alors qu’il quitte le port nord de Bizerte (Tunisie), le 15 septembre 2025.
En moins de vingt-quatre heures, mercredi 24 septembre, une flottille humanitaire pour Gaza a fait l’objet d’une attaque d’une violence inédite attribuée à Israël ; un navire militaire italien a été déployé vers la zone en réponse à l’incident, suivi par un bâtiment espagnol. La situation est sans précédent. Les implications d’Israël restent incertaines, alors que les souffrances de Gaza mobilisent les opinions européennes. En Italie, lundi, des manifestations massives de soutien aux Palestiniens ont réuni des centaines de milliers de personnes.
Lire aussi | En direct, Gaza : 83 personnes ont été tuées dans la bande de Gaza au cours des dernières vingt-quatre heures, selon le ministère de la santé de l’enclave. Cibles de menaces ouvertes d’Israël, la Global Sumud Flotilla et ses 51 navires ont entrepris de faire route vers Gaza pour tenter symboliquement d’en briser le blocus, alors que les destructions meurtrières orchestrées par les forces israéliennes s’y intensifient. Selon les équipages, plusieurs de ses embarcations ont été touchées, mercredi, par des fusées éclairantes explosives et des grenades assourdissante
Par Allan Kaval (Rome, correspondant) et Marina Rafenberg (Athènes, correspondante)
(Continue)
PS: Remembers me the "human shields" that went to Iraq, to avoid a war wirh the United States
"Nada de Novo na Frente Ocidental"
Embaixador russo em França: "Caso aviões russos sejam abatidos, será a guerra" - lexey Meshkov.
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"Somos jovens. Temos vinte anos e mal conhecemos a vida, a não ser a morte. Ela nos fez maduros, não por experiência, mas pelo sofrimento. Estamos sós. Fomos separados de nossa própria juventude de uma maneira terrível. Não cremos em mais nada, exceto na guerra."
In "Nada de Novo na Frente Ocidental" (Im Westen nichts Neues), de Erich Maria Remarque,
Não viveremos de joelhos": Ex-diretor FBI foi acusado de obstrução à justiça após pressão de Trump, mas diz "não ter medo"
"Não tenho medo", reagiu na quinta-feira, James Comey, acrescentando que "o medo é a arma dos tiranos".
"A minha família e eu sabemos há anos que há um preço a pagar por se opor a Donald Trump. (...) Não viveremos de joelhos, e vocês também não deveriam" fazê-lo, afirmou numa mensagem de vídeo publicada na rede social Instagram, concluindo: "Tenho confiança na justiça federal e sou inocente. Então, vemo-nos no julgamento e mantenham a fé".
Comey foi acusado de obstrução à justiça e perjúrio por grande júri federal em Alexandria, estado da Virgínia, depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, apelar publicamente a que fosse processado judicialmente. É apenas um dos vários casos em que Trump fez pressão para que fossem acusados os seus adversários.
A acusação decorre de um depoimento de Comey ao Comité Judiciário do Senado em setembro de 2020 sobre a investigação do FBI às ligações entre a campanha presidencial de Trump em 2016 e a Rússia.
Os procuradores avançaram com a acusação pouco antes do fim do prazo legal de 30 de setembro, em que o caso prescreveria.
O processo foi imediatamente saudado por Donald Trump, através da rede social Truth Social, que lhe pertence.
"Um dos piores seres humanos a que este país já foi exposto é James Comey, o ex-chefe corrupto do FBI. Hoje, foi acusado por um grande júri por dois crimes graves, envolvendo vários atos ilegais e ilícitos", publicou o Presidente norte-americano.
"Ele tem sido tão mau para o nosso país, durante tanto tempo, e agora está prestes a ser responsabilizado pelos seus crimes contra a nossa Nação", adiantou.
O Departamento de Justiça afirmou através de um comunicado que a acusação contra Comey envolve "infrações graves relacionadas com a divulgação de informações sensíveis".
A procuradora-geral, Pam Bondi, afirmou na rede social X, logo após a divulgação da acusação contra Comey, que "ninguém está acima da lei".
"A acusação de hoje reflete o compromisso deste Departamento de Justiça em responsabilizar aqueles que abusam de posições de poder para enganar o povo americano. Vamos acompanhar os factos neste caso", adiantou a procuradora, sobre quem Trump tem vindo a exercer pressões públicas para processar indivíduos que considera inimigos políticos.
Comey foi identificado pelo Presidente numa publicação nas redes sociais no passado fim-de-semana, na qual Trump se queixava diretamente a Bondi por esta ainda não ter apresentado acusações contra o ex-responsável do FBI.
Trump lamentou, numa publicação no Truth Social dirigida à procuradora-geral, que as investigações do Departamento de Justiça não tivessem resultado em processos judiciais e afirmou que nomearia Lindsey Halligan, conselheira da Casa Branca, para exercer as funções de procuradora no Distrito Leste da Virgínia.
Halligan foi uma das advogadas pessoais de Trump e não tem experiência como procuradora federal.
"Não podemos adiar mais, isto está a acabar com a nossa reputação e credibilidade", escreveu Trump, referindo-se ao facto de ele próprio ter sido acusado e submetido a processos de destituição várias vezes.
(Continua)
"Expresso)
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