domingo, 21 de dezembro de 2025

"Se uma rapariga for violada e morta, a culpa é dela" - pregador islâmico

 


Submissão da Junta de Freguesia de Arroios aos islamitas

 


Uma demonstração da mais nojenta das cobardias, foi perpetrada pelos facínoras de extrema-esquerda que dominam a freguesia de Arroios, ao cancelar o Natal e substituí-lo por um aborto designado como "Mercado Comunitário de Inverno". 

Um dia destes, estes mesmos "dhimmi" (*) irão patrocinar casamentos de adultos com crianças de 9 anos, concedendo subsídios para apoiar as celebrações desses casamentos e abrirão uma clínica para apoio às famílias que queiram proceder à mutilação genital feminina (MGF) das crianças do sexo feminino. Neste último caso, estou mesmo a ver o argumento: proceder à MGF numa clínica portuguesa é muito mais seguro para as crianças, em vez de as enviarem de "férias" à Guiné-Bissau. Claro que tudo isto é uma mera especulação minha. Mas quem é capaz de cancelar o Natal, para agradar aos muçulmanos, é capaz de muito mais. E não acredito que fiquem por aqui...

(*) "dhimmi" - termo árabe para "protegido", refere-se a não-muçulmanos (originalmente Judeus e Cristãos, "Povos do Livro") vivendo num Estado Islâmico, com direito à proteção da vida, propriedade e religião em troca de lealdade e pagamento de um imposto especial (jizya), desfrutando de mais direitos que outros não-muçulmanos, mas menos que muçulmanos, sujeitos a certas restrições sociais e legais, um sistema que vigorou do século VII até o século XIX. 

Num esclarecimento ao Polígrafo, segundo a JFA, “nunca houve um evento de Mercado de Natal da iniciativa da Junta de Freguesia, nem de iniciativa de outras entidades nos mercados da Freguesia, não havendo por isso qualquer cancelamento ou alteração de nome de iniciativa passada, mas sim a criação de uma nova iniciativa – o Mercado Comunitário de Inverno”. Além disso, a Junta assegura – e o Polígrafo confirmou – que nenhuma das referências ao Natal que existiam em iniciativas já previstas foram alteradas ou apagadas. 

Em novembro e dezembro de 2025 a Junta de Freguesia de Arroios JFA) tem participado e organizado iniciativas natalícias, tais como a Caminha Natalícia de Arroios, o Circo de Natal, a Festa de Natal da Escola Básica O Leão de Arroios, o Natal em Movimento e a Festa de Natal da Academia Sénior de Arroios (ASA).

“O argumento de que o executivo da Junta de Freguesia de Arroios pretende cancelar as iniciativas natalícias, ou alterar-lhes o nome, é assim falso”, assegura a JFA. “Lamentamos profundamente que a ideia de pensar as políticas públicas para todas as pessoas que vivem, trabalham ou fruem de Arroios, sem excluir com base no seu lugar de origem, pertença étnico-racial, credo ou religião, filiação política, ou condição socioeconómica se tenha tornado fonte de espanto ou de ataque político-partidário, e não a mais elementar regra de serviço público e de cumprimento da Constituição da República Portuguesa”.

PS1: Este "esclarecimento" é uma chachada a descair para o cómico. A JFA confessa que "tirou do bolso", assim de repente, um "Mercado Comunitário de Inverno" para satisfazer as pessoas que vivem em Arroios, sem excluir com base no seu lugar de origem, pertença étnico-racial, credo ou religião, filiação política, ou condição socioeconómica". A JFA ignora que, caso chamasse à celebração Mercado de Natal, nenhum dos muçulmanos que vive em Arroios lá punha os pés. É "Haram" (proibido) para os muçulmanos celebrar o Natal, dizer "boas-Festas", etc, etc. 

Em vez de partir do princípio de que as nossas tradições e a nossa cultura deve ter primazia sobre as dos imigrantes, a JFA retorce a realidade e grita "aqui d'el Rei que nos estão a acusar de algo que não fizémos."

Exactamente. Porque razão quem fez a Caminha Natalícia de Arroios, o Circo de Natal, a Festa de Natal da Escola Básica O Leão de Arroios, o Natal em Movimento e a Festa de Natal da Academia Sénior de Arroios, de repente lhe dá uma "travadinha" e inventa um "Mercado Comunitário de Inverno" a coincidir com o Natal?

Para não ferir a sensibilidade de gente - os muçulmanos, que consideram o Natal "Haram" - que, noutros países - como a Alemanha, por exemplo - tentou atacar uma festa de rua de Natal, uma tradição centenária desses país. Ou que, na França, obrigou a dispositivos policiais com centenas de homens colocados em inúmeras localidades, a fim de impedir novos ataques de muçulmanos, como os que aconteceram em Dezembro de 2024. Para além de provocações como ir rezar diante de uma igreja católica no Canadá. Pelas redes sociais fora, são inúmeros os pregadores islâmicos que consideram ser proibido aos muçulmanos participar sequer em festas públicas de Natal.


E nisto de práticas de submissão, Arroios não está sózinha. Há mais do mesmo. Numa escola do Pinhal Novo, por exemplo, que removeu os cenários de Natal das fotos escolares de grupo. Começa a fazer pouco sentido, à medida que nos ajoelhamos - como escreveu Rodrigo Guedes de Carvalho - perante a religião e cultura dos imigrantes e, acima de tudo, dos muçulmanos. O que não admira, quando se tem um presidente que já se ajoelhou para rezar numa mesquita mas nunca participou numa celebração ecuménica com Judeus, por exemplo. 

 
PS2: Não é verdade que, ao contrário do afirmado neste post, a Junta Freguesia de Arroios tenha decidido "cancelar o Natal e substituí-lo por um aborto designado como "Mercado Comunitário de Inverno". Mas a realidade não se altera: a JFA não quis fazer um "Mercado de Natal" e optou pelo "Mercado Comunitário de Inverno", para agradar aos imigrantes muçulmanos que ali residem, tendo em conta "todas as pessoas que vivem, trabalham ou fruem de Arroios, sem excluir com base no seu lugar de origem, pertença étnico-racial, credo ou religião, filiação política, ou condição socioeconómica", diz um comunicado da JFA.
 
A verdade é que as associações de imigrantes muçulmanos que controlam aquela freguesia (onde os imigrantes do Bangladesh já são a maioria da população) fizeram saber aos responsáveis da JFA que iriam boicotar qualquer iniciativa onde houvesse a palavra Natal. A ameaça assustou os cobardes que controlam a JFA e que, numa atitude de subserviência, inventaram o tal "Mercado Comunitário de Inverno".
 
PS3: Mercado de Natal de Bruxelas invadido por muçulmanos...
 

 
 
 
 
 
 

A estratégia da Irmandade Muçulmana em Portugal e na França

 

 

"A Irmandade tradicionalmente defende uma abordagem gradual para a implementação da lei islâmica (Sharia). Seu lema histórico é: "Deus é o nosso objetivo. O Profeta é o nosso líder. O Alcorão é a nossa constituição. A Jihad é o nosso caminho. A morte no caminho de Deus é a nossa maior aspiração.

"Allah honored wives by instating the punishment of beatings"

 


The Muslim Brotherhood is an Islamic terror group so dangerous that it's banned in Saudi Arabia, Syria, and Egypt.

 

 

This year in the U.S., Texas and Florida designated the group a foreign terrorist organization. In the coming days, the Trump administration is expected to do the same.

President Donald Trump's executive order beginning the process of designating the Muslim Brotherhood as a terrorist organization follows a lengthy report by the Institute for the Study of Global Antisemitism and Policy, known as ISGAP.

The report, nearly 200 pages long, argues that the Muslim Brotherhood has spent decades advancing what it calls a "civilization jihad" aimed at undermining democratic institutions in the United States and the West.

"This is an organization that believes in murdering Jews, destroying Israel, and destroying the United States of America," said Dr. Charles Asher Small, the founder and director of ISGAP. "This is their objective."

Founded nearly a century ago in Egypt, the Muslim Brotherhood now operates across the Middle East. Hamas originated as the group's Palestinian branch, according to the report.

In November, Small appeared alongside lawmakers and scholars to warn that the Brotherhood is "more than halfway through" what ISGAP describes as a 100-year plan to erode democratic societies from within.

"They sponsor terrorism, murder, and mayhem across the planet," said U.S. Ambassador to Israel Mike Huckabee at a recent Knesset prayer event. "They are a very negative and destructive force, and it's very important for the United States to use its power and influence to call them out for what they are."

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