segunda-feira, 8 de junho de 2026

Blacks one-on-one or mob figthing

 














islam at war with uk, woke dictatorship, asylum seekers and rape, novak's killing and a few other subjects

 























Como é que os imigrantes conseguem ter condições financeiras e habitacionais para terem 2, 3 ou mais filhos?

 


Em 2025, nasceram exatamente 87.764 crianças em Portugal, de acordo com o relatório final de Estatísticas Vitais do Instituto Nacional de Estatística (INE). Este número representa o valor mais alto de nascimentos registado na última década no país. A população de Portugal é de 10,85 milhões de residentes, cerca de 1,54 milhões dos quais são imigrantes com título de residência. Isto significa que os cidadãos de nacionalidade estrangeira representam, atualmente, perto de 15% de toda a população a viver no país. 

A percentagem de mulheres imigrantes, em relação à população total de Portugal, é de 7,5%. Em relação à população imigrante, as mulheres representam cerca de 49% -  797.475, num total de 1,6 milhões de imigrantes. Dos 87.764 nascimentos verificados em 2025, 30.695 eram filhos de mãe estrangeira. Fazendo o cálculo por números, 5,6 milhões de mulheres foram responsáveis pelo nascimento de 87.764 crianças. Se retirarmos ao total de população feminina (5,6 milhões) as 797.475 mulheres estrangeiras, sobram 4,8 milhões de mulheres não estrangeiras - responsáveis pelo nascimento de 57.069 crianças. 

A percentagem de filhos de mães de nacionalidade estrangeira duplicou no espaço de uma década, dado que representava cerca de 16% em 2015 e pouco mais de 20% em 2023.  Os dados oficiais indicam que, por cada 1.000 mulheres estrangeiras em idade fértil a residir em Portugal, registam-se mais de 68 nados-vivos. Comparação com mulheres portuguesas: No mesmo período e universo, registam-se apenas cerca de 32 nados-vivos por cada 1.000 mulheres de nacionalidade portuguesa. 


Dizer que uma taxa de fecundidade estimada ronda os 1,8 a 2,0 filhos significa, de forma literal, que a média estatística é de aproximadamente 2 filhos por casal. Na demografia, o valor de 2,1 filhos por mulher é conhecido como o "limiar de substituição das gerações". É o número necessário para que um casal se "substitua" a si próprio (dois progenitores geram dois filhos). 

As mulheres portuguesas têm uma média baixa (na casa de 1,2 a 1,3 filhos se isolarmos a nacionalidade), a maioria das famílias portuguesas tem apenas 1 filho ou opta por não ter filhos. Nas mulheres estrangeiras, como a sua taxa duplica a das nacionais, a tendência estatística foca-se em casais com 2 filhos, existindo também uma maior incidência de famílias numerosas (3 ou mais filhos) em determinadas comunidades imigrantes face à realidade local atual.

E agora, uma pergunta: os casais portugueses só têm um filho (ou nenhum) porque não têm condições financeiras e habitacionais para terem 2 filhos. Como é que os imigrantes conseguem condições financeiras e habitacionais para terem 2, 3 ou mais filhos?
 

 
 

 

 

Mulheres: 52,2% da população (cerca de 5,66 milhões) 

 15% - 1,6 milhões

nascimentos 30.695 

7,5% - mulheres imigrantes - têm 35,3% das crianças nascidas em Portugal...

 

 

Os nascimentos totais em Portugal aumentaram cerca de 3,7% em 2025 (fixando-se em 87.764 nados-vivos), sendo que os filhos de mães estrangeiras já representam cerca de um terço (35,3%) de todos os bebés nascidos no país. Os imigrantes, recebem os mais baixos salários - cerca de 600 euros, em 2023. Os jovens portugueses não conseguem comprar nem arrendar casas, porque os seus salários são baixos e essa é uma das razões por que não têm filhos. 

Como é que os imigrantes não têm os mesmos problemas que os portugueses, em matéria de filhos e casas? Há cerca de 1,5 milhões de imigrantes em Portugal, representando perto de 15% da população. Como é que esta percentagem corresponde a 35% dos nascimentos totais em Portugal? Ou seja, como é que 7,5% da população (mulheres imigrantes) dá origem a 35,3% dos nascimentos, cinco vezes mais do que a sua percentagem populacional?

A questão torna-se ainda mais estranha se analisarmos os dados referentes à percentagem de homens e mulheres, no total de imigrantes. A divisão populacional dos imigrantes em Portugal apresenta um equilíbrio global muito próximo dos 50%, mas com uma ligeira prevalência de homens no total acumulado. De forma geral, a proporção divide-se da seguinte forma: 

Homens: cerca de 51% a 53%
Mulheres: cerca de 47% a 49% 

Ou seja, 7,5 por cento da população (percentagem das mulheres imigrantes em relação à população total de Portugal) é responsável por 35% dos nascimentos. Porque é que os portugueses não conseguem ter filhos com a mesma percentagem que os imigrantes? Como é que imigrantes conseguem arranjar casas para uma família quando os portugueses não conseguem? Como é que os imigrantes conseguem sustentar uma família, com os baixos salários que recebem, quando os portugueses têm tanta dificuldade em garantir as suas despesas mensais?

O salário médio global declarado pelos imigrantes em Portugal mantém-se fixado em torno dos 600 euros brutos mensais, de acordo com os dados estatísticos consolidados mais recentes da Segurança Social e do Observatório das Migrações relativos a 2024 e 2025
 

 

 

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