domingo, 14 de junho de 2026

Rana Taslim Uddin quer baptizar rua da zona do Martim Moniz como "Rua Bangladesh"

 


Num encontro com a comunidade Bangladeshi, o seu líder, Rana Taslim Uddin, proferiu um curto discurso, onde salientava o facto de ter proposto "a construção de uma Rua Bangladeshi aqui". O vídeo não identifica a rua, apenas diz que "aqui temos cerca de 25 restaurantes nesta zona. Ao mesmo tempo, esta zona tornou-se a nossa zona Bangladesh (...) Ainda nos falta uma parte da rua para isso. Se Deus quiser, iremos fazer isso." 

 O líder da comunidade bangladeshi acrescenta que "se Deus quiser, um dia tal como a Brick Lane em Inglaterra (*), esta será uma rua Bangladesh e nesse dia, a rua Bangladesh será baptizada aqui."

"Os vossos negócios vão prosperar e ao mesmo tempo, a nossa sociedade, a nossa comunidade... sejam simpáticos entre vocês, estejam prontos a ajudar e, ao mesmo tempo, o vosso objectivo não é apenas o vosso negócio. Existem dois tipos de negócio. Um tipo é o negócio lucrativo, outro tipo é o negócio social. Todos vocês devem fazer negócios sociais."

"Não pensem que o dinheiro é todo vosso. O vosso negócio tem outros direitos. Cumpram os vossos direitos para poderem criar a vossa própria instituição. Instituição comunitária, instituição social e em Portugal o nome dos bangladeshianos permanecerá."

"Da mesma forma, temos de trazer a nossa identidade para aqui. O seu restaurante, restaurante halal... temos outros restaurantes aqui, temos cerca de 25 restaurantes nesta zona. Ao mesmo tempo, esta zona tornou-se a nossa zona Bangladesh."

"Há alguns anos atrás, propus a construção de uma rua Bangladesh aqui. Se Deus quiser, um dia tal como a Brick Lane em Inglaterra (*), esta será uma rua Bangladesh e nesse dia, a rua Bangladesh será baptizada aqui. Ainda nos falta uma parte da rua para isso. Se Deus quiser, iremos fazer isso. Os vossos negócios vão prosperar e, ao mesmo tempo, a nossa sociedade, a nossa comunidade... sejam simpáticos entre vocês, estejam prontos a ajudar e, ao mesmo tempo, o vosso objectivo não é apenas o vosso negócio."

Rana Taslim Uddim já teve intervenções anteriores que geraram alguma polémica. Por exemplo, quando afirmou, também num discurso para a comunidade, que "Se Deus ficar feliz, ele trará uma solução para a sociedade (portuguesa) e conduzirá esta sociedade para o caminho certo. Se não ficar feliz, então destruirá esta sociedade. 

Noutra ocasião, em declarações à CNN, e a propósito de o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH) ter considerado que a proibição do uso da burca e do niqab em locais públicos, como previa a lei francesa de 2010, era compatível com a Convenção Europeia dos Direitos do Homem, Rana Taslim Uddin disse que essa decisão gerava "inquietação e receios: Martim Moniz é zona de Bangladesh e Paquistão, aqui usa-se a burqa."

O líder da comunidade gangladeshi acrescentou que "reação dos muçulmanos vai depender do que ficar escrito no diploma final. Não pode ser uma coisa contra os muçulmanos. Se é uma coisa sobre a cara e o rosto, por questões de segurança, tudo bem. Já há outros países que fazem e não levanta problemas", explicou Rana Taslim Usddin. Contudo, se a lei "impõe regras de vestir" para as mulheres muçulmanas, Rana Taslim Uddin alertou que isso pode constituir "uma violação da lei islâmica." As normas religiosas impõem "uma prática de não mostrar as formas femininas", com uso de "roupas largas" e isso é algo que todos os muçulmanos vão querer manter, avisou.  

(*) Today, the London Borough of Tower Hamlets, where Brick Lane sits, is home to the largest concentration of Bangladeshis in England and Wales. Census data from 2011 recorded that 32% of the borough’s population was of Bangladeshi ethnicity (including those born both in the UK and outside the UK), and that 15% of the borough’s total population was born in Bangladesh. The 2011 data recorded that 57% of the borough’s children (aged 0 to 15) were of Bangladeshi descent, making up the majority of the school population, and 18% of residents cited Bengali as their main language. 

 

 

 

 

Fundação Islâmica de Palmela subsidia construção de mesquita e escola islâmica em Mem-Martins

 


A lei portuguesa não proíbe a utilização de dinheiros públicos para construir ou reabilitar templos. Por ser um Estado laico, Portugal consagra o princípio da separação entre o Estado e as igrejas, mas isto não impede o financiamento público de edifícios religiosos caso exista um interesse público (como o património histórico e cultural) ou haja acordos de cooperação.

A legislação é clara quanto à forma como o Governo pode subsidiar confissões religiosas: apenas em caso de interesse público (colaboração na preservação de património cultural) ou existência de acordos de cooperação. A lei também permite que o Estado celebre acordos com outras confissões religiosas. No caso da decisão de financiar a construção da mesquita de Mem-Martins trata-se de um investimento público directo, para a construção de um edifício de raiz e não de um caso de preservação de património histórico e cultural. A construção da mesquita resulta de uma parceria com a Fundação Islâmica de Palmela, em 2021, que associou à mesquita de Mem-Martins um espaço comunitário e uma escola islâmica, dirigida pela referida Fundação Islâmica de Palmela - a "International School of Sintra."

O enquadramento legal desta matéria assenta em três pontos principais:

Acordo com a Igreja Católica: A Concordata entre Portugal e a Santa Sé (atualizada em 2004) reconhece o papel histórico da Igreja Católica e permite a colaboração na conservação do património.

Lei da Liberdade Religiosa: A Lei n.º 16/2001 garante a igualdade e permite que o Estado celebre acordos de cooperação com outras confissões religiosas, o que viabiliza apoios estatais. 

Património Cultural: É comum o Estado, as autarquias ou fundos europeus financiarem obras em igrejas, mosteiros ou catedrais através de programas de proteção do património e turismo (por exemplo, a Rota do Românico), ou através de subsídios diretos por utilidade pública. Propostas para proibir totalmente o uso de dinheiros públicos em espaços de culto têm sido chumbadas na Assembleia da República por serem consideradas inconstitucionais — uma vez que uma proibição absoluta seria entendida como uma violação do princípio da separação e da igualdade de tratamento entre religiões.




sábado, 13 de junho de 2026

Um Papa submisso e desligado da realidade no que toca aos imigrantes

 






A recuperação do Al Andalus e a submissão portuguesa ao Islão

 


A cidade de Beja inaugurou, no sábado, 13 de junho, pelas 18h00, no Largo das Portas de Mértola, uma escultura dedicada ao rei e poeta árabe Al-Mu’tamid, nascido em Beja no ano de 1040. Al-Mu'tamid (ou Al-Mutamid, cujo nome completo era Muhammad ibn Abbad al-Mu'tamid) foi o último governante muçulmano da dinastia Abádida em Sevilha, no Al-Andalus, tendo governado de 1069 a 1091. É também amplamente celebrado como um dos poetas mais talentosos e importantes da história da Andaluzia. 

Não deixa de ser irónico que isto aconteça na mesma altura em que vários pregadores muçulmanos apelam à "derrota da religião (cristã)" e manifestam a esperança de que Lisboa volte a ser governada por muçulmanos. Isso aconteceu recentemente, no final das orações da Festa do Sacrifício, a 28 de Maio, quando dois dos pregadores islâmicos que encerraram as festividades do Eid al-Adha, a segunda festa mais sagrada do Islão, na Praça do Martim Moniz e na Alameda Afonso Henriques, proferiram mensagens extremistas e ameaçadoras em relação aos não-muçulmanos.

O pregador do Martim Moniz enfatizou que a festividade foi realizada sem quaisquer obstáculos e que 'Eles (????) apoiaram-nos de todas as formas e em todos os lugares'. Ele acrescentou que neste país existem muitas oportunidades para o serviço do Islão (...) 'Se trabalharmos com sinceridade pela religião, então certamente a religião (islâmica) será estabelecida novamente nesta terra.'
O segundo pregador, no seu discurso de encerramento das festividades na Alameda Afonso Henriques, rezou para que Alá conceda a vitória aos muçulmanos na Palestina e em Gaza e 'derrube o politeísmo e os politeístas e a rebelião contra a religião nas nossas terras e em todas as outras terras dos muçulmanos, uma nação unida e esplêndida até ao Dia do Juízo Final' — a Ummah, a nação muçulmana que abrangerá o mundo inteiro, sob o domínio muçulmano.
'Oh (Alá), guia os nossos governantes e faz, oh Deus, com que os nossos governantes estejam entre aqueles que Te temem e amam o Teu Mensageiro e que seguem os Teus aliados', acrescentou o pregador.
  

 'Oh Deus, concede-nos a vitória sobre a religião', continuou o pregador, sem mencionar contra qual religião a vitória era pretendida — sendo, no entanto, óbvio que se refere à religião cristã. No final do discurso, o pregador pediu a bênção de Alá para todos os muçulmanos 'na tua terra e no teu mar, a nação de Maomé' — uma referência direta ao conceito de Ummah, um termo que se refere especificamente a um mundo dominado pela religião muçulmana, à comunidade global de crentes do Islão, unida acima de quaisquer fronteiras geográficas, barreiras linguísticas, nacionalidades ou divisões políticas."

Já vai um pouco longe, em termos temporais, mas convém nunca esquecer as palavras de Rana Taslim Uddin, natural do Bangladesh, que vive em Portugal há 35 anos e é o principal rosto (e líder) da comunidade bangladeshiana. Num discurso perante outros líderes da comunidade bangladeshiana, Rana Taslim Uddin afirmou o seguinte:

'Aqueles que encontraram uma nova sociedade aqui, aqueles que estão aqui presentes hoje, perguntam-me o que fiz pela sociedade. Irmãos, fiz para agradar ao meu Deus, não pela sociedade. Se Deus estiver feliz, trará uma solução para a sociedade e guiará esta sociedade para o caminho certo. Se Ele não estiver feliz, então destruirá esta sociedade. Portanto, tentamos agradar a Deus e, ao mesmo tempo, construir uma amizade com as pessoas desta sociedade.'"

A insistência numa convivência pacífica com os islamitas está mais do que provado que é uma impossibilidade total. Nada, na sua cultura e valores, tem a ver com a nossa cultura e os nossos valores. O islamismo não é uma religião, mas sim um projecto político-militar de conquista do poder e transformação das democracias ocidentais em teocracias, ao estilo do Irão. Se dúvidas houvesse, bastaria lembrar as palavras do presidente turco,  Recep Tayyip Erdogan, sobre a matéria: "A  patente do conceito de 'Islão moderado' pertence ao Ocidente. Aqueles que usam o termo 'Islão moderado' podem pensar que o conceito lhes pertence, mas não pertence. Não existe Islão moderado ou não-moderado. O Islão é um só. O objetivo de usar tais termos é enfraquecer o Islão."

  


 Basta ouvir alguns dos milhares de vídeos que circulam nas redes sociais, com pregadores muçulmanos a explicar quais são os seus objectivos para qualquer pessoa com dois dedos de testa se aperceber que o Islão é uma religião do poder e conquista. É, aliás, a única religião que aplica a pena de morte a quem deixar de ser muçulmano. Mas, cinicamente, os chamados muçulmanos moderados alegam, citando o Corão, que "Não há compulsão na religião".

Portugal já começou a ceder, nas primeiras fases em que o islamismo conquista poder. Temos multidões de milhares de muçulmanos a rezar em conjunto, na praça Martim Moniz e na Alameda D.Afonso Henriques - dois locais escolhidos porque, historicamente, têm o nome de dois heróis da conquista de Lisboa aos muçulmanos. 

Uma questão que coloco é a seguinte: onde rezam esses milhares de muçulmanos, nas sextas-feiras normais, sem ser no fecho do Ramadão? Não precisam de ir para o Martim Moniz ou para a Alameda Afonso Henriques, em 51 semanas por ano - só lá vão numa única sexta-feira, para marcar posição e mostrar a sua força. 

  


 Numa escalada que irá continuar, dada a atitude de submissão da Esquerda, sempre sedenta do multiculturalismo, já há escolas que têm comida "halal" e outras que autorizam os alunos muçulmanos a sair mais cedo, para cumprir as suas obrigações religiosas. Na mesquita de Lisboa e em mais cerca de três dezenas de outras mesquitas já funcionam tribunais islâmicos.  

Este ano, pela primeira vez desde há 55 anos, a procissão do Corpo de Deus não passou pelo Martim Moniz. A comunidade muçulmana bangladeshi fez chegar ao gabinete de Carlos Moedas a sua preocupação pela eventualidade de ocorrerem actos hostis resultantes da passagem da procissão do Corpo de Deus por uma zona de grande concentração de muçulmanos, a praça do Martim Moniz.

De recordar que a PSP deu parecer negativo à realização de uma manifestação, na Praça Martim Moniz, em Abril do ano passado, organizadas por associações e partidos críticos do islamismo, que incluía um porco assado no espeto. Na altura, a PSP considerou que a organização de uma iniciativa de um desses grupos justificava a decisão, comunicada à Câmara Municipal de Lisboa, com a realização de "manifestações/concentrações antagónicas para a mesma hora e área geográfica" com "desígnios e posicionamentos ideológicos distintos e antagónicos" e a necessidade de "garantir a ordem e tranquilidade públicas".

A decisão de alterar o trajecto de uma procissão com 630 anos resultou das reticências da comunidade muçulmana, acima referidas, acolhidas tanto pela Câmara de Lisboa como pelo próprio Patriarcado de Lisboa que não apresentou, publicamente, qualquer justificação pela alteração do trajecto. 

O Patriarca de Lisboa apenas publicou uma nota no seu site da Internet, onde refere que "a tradicional Procissão do Corpo de Deus na cidade de Lisboa, hoje (dia 4 de Junho de 2026),  às 17h00, vai este ano mudar de percurso – iniciando e terminando na Sé Patriarcal – o novo trajeto inclui agora a Praça do Município, a Rua do Arsenal e a Praça do Comércio (Terreiro do Paço)", sem acrescentar qualquer razão para as alterações introduzidas.

 


 

 

 

 

"Rana Taslim Uddin: If (God) is not happy, then He will destroy this (Portuguese) society."

 

"Rana Taslim Uddin, a native of Bangladesh, has lived in Portugal for 35 years and is the main face (and leader) of the Bangladeshi community.
In a recent speech, before other leaders of the Bangladeshi community, Rana Taslim Uddin stated the following:


“Those who found a new society here, those who are present here today,
ask me what I have done for society. Brothers, I did it to make my God happy, not for society. If God is happy, He will bring a solution to society and will lead this society onto the right path. If He is not happy, then He will destroy this society. Therefore, we try to please God and, at the same time, build a friendship with the people of this society.”


Muslim comments on the existence of the statue of Afonso III, in Faro

 

ENGLISH VERSION 

Salam Alaikum, may the peace, mercy, and blessing of Allah be upon you. I am in the Algarve, I am in a city called Faro and the statue you can see behind me is of King Dom Afonso III.

 
He was the fifth king of Portugal and he was the one who is important in Islamic history for all the wrong reasons, I think. He was responsible for the conquest of these lands, which were Muslim lands.

 
And, when he took these lands, he actually put an end to the kind, he put an end to Muslim rule in these lands, so in Spain and in Portugal, these kinds of areas.

 
And then, two centuries later, as we know, Muslims and Jews were expelled from here. They were either forced to convert, some were killed but they were also expelled from these lands as well.

 
So he is, he is an important figure in historically and they put a statue of him here. Many people don't know his history because a lot of the history is not really talked about in these land.

PORTUGUESE VERSION

Muçulmano comenta existência de estátua de Afonso III, em Faro

Salam Aleikum, que a paz, a misericórdia e a benção de Alá estejam convosco. Estou no Algarve, estou numa cidade chamada Faro e a estátua que podem ver, atrás de mim é do Rei D.Afonso III.

Ele foi o quinto rei de Portugal e ele foi aquele que é importante na história islâmica por todos os motivos errados, acho eu. Ele foi responsável pela conquista destas terras, que eram terras muçulmanas.

E, quando ele tomou essas terras,  ele acabou realmente com o tipo de fim, ele acabou com o domínio muçulmano nessas terras, então na Espanha e em Portugal, este tipo de áreas.

E então, dois séculos depois, como sabemos, muçulmanos e judeus foram expulsos daqui. Eles foram ou forçados a se converter, alguns foram mortos mas eles também foram expulsos destas terras também.

Então ele é, ele é uma figura importante em... historicamente e eles colocaram uma estátua dele aqui. Muitas pessoas não conhecem a história dele porque muita da história não é realmente falada nestas terras.

 

 

 


Um clérigo paquistanês, o Mufti Abdul Wahab, diz que "os muçulmanos governarão estas portas e paredes (de Lisboa) e se Deus quiser esse dia certamente chegará"

 


Assalam -o-AlaikumWarahmatullahi Wabarakatuh. Como vocês estão? Estou em Lisboa e vou mostrar-vos um local muito histórico. Vou mostrar a vocês um lugar muito histórico. Em 48 A.C., Lisboa era uma cidade romana. Em 711 os muçulmanos tomaram a cidade. Em 1492, Granada caiu. Em 1147, Lisboa foi tomada pelos muçulmanos. Em 1492, Granada foi tomada pelos muçulmanos. Nesta cidade, todos os monumentos e monumentos islâmicos foram destruídos. Há muitas mesquitas aqui, os muçulmanos aqui são chamados de mouros. As pessoas nem sabem que o governo muçulmano está aqui há mais de 500 anos. Lisboa também foi a capital da Andaluzia.

Era chamado de Al Andalus Al Gharb. Os romanos chamvam-lhe Hispânia. Os muçulmanos chamavam-lhe Andaluzia. Na era moderna de hoje, é chamado de Espanha, Portugal e Lisboa. Vim para Granada depois de procurar um lugar para ficar. Meu amigo Hafizullah guiou-me. Levei uma hora e meia para encontrar um lugar para ficar. Deixe-me mostrar-lhe esse lugar. Isto costumava ser uma mesquita. Agora tornou-se um museu e um restaurante. As pessoas dançam aqui à noite e bebem álcool.

Perguntei a muitos muçulmanos locais sobre este lugar. Eles não conhecem esse lugar. Deixe-me mostrar-lhe este lugar histórico. Esta era a entrada da mesquita. Isto costumava ser uma mesquita. O sultão construiu um pequeno palácio para si. Deixe-me mostrar-lhe o lugar todo. Esta costumava ser a entrada do Palácio de Alhambra. E quem vem a Lisboa, tem que vir aqui visitar. Você pode imaginar qual será a minha condição agora. Agora imagine que os muçulmanos governarão essas portas e paredes. E o som do Adhan será ouvido no ar e no ar. E se Deus quiser, esse dia certamente chegará. Isso foi no passado. Se Deus quiser, Alá nos abençoará.

Que Alá crie paz e harmonia entre os muçulmanos. Que a paz esteja com você.


Agora, como eu disse, vou mostrar isso a vocês também. Este era um palácio no passado, uma mesquita. Agora se tornou um museus e um restaurante. E quem vem a Lisboa, tem que vir aqui visitar. Você pode imaginar qual será a minha condição agora. Agora imagine que os muçulmanos governarão essas portas e paredes. E o som do Adhan será ouvido no ar. E se Deus quiser, esse dia certamente chegará. Isso foi no passado. Se Deus quiser, Alá nos abençoará. Que Alá crie paz e harmonia entre os muçulmanos. Que a paz esteja com você.

 

 

Os kirpan e a legislação portuguesa

 


As facas cerimoniais dos siques (kirpan) e o seu enquadramento jurídico em Portugal
Algo para reflectirmos juntos…
 
Há uns tempos escrevi um artigo onde procurei responder a uma questão concreta: será uma “catana” uma arma proibida?
Partindo da análise feita nesse artigo quanto à catana, deixo três questões para debate:
 
→ Entendem que um kirpan com superfície cortante, perfurante ou corto-contundente, com comprimento superior a 10 cm, deve ser considerado arma branca proibida, preenchendo o tipo legal previsto no art.º 86.º n.º 1 al.ª d), da “Lei das Armas”?
 
→ Consideram que a protecção da liberdade de consciência, religião e culto (art.º 41.º da Constituição da República Portuguesa e Lei da Liberdade Religiosa) deve permitir o uso deste tipo de objectos? 
 
→ Ou entendem que qualquer restrição ao seu uso deve circunscrever-se apenas aos locais previstos no art.º 89.º, da “Lei das Armas”?
Curioso para ler diferentes perspectivas: jurídicas e/ou práticas.
 
O que acham?
Paulo Soares